O Pervertido Da Sauna

Eu e meu marido estávamos num resort maravilhoso nas montanhas, um daqueles lugares que parecem feitos pra gente esquecer o mundo lá fora. O quarto era espaçoso, com uma vista incrível pra piscina infinita, e depois de um almoço gostoso regado a vinho, eu me sentia leve, relaxada e com aquela vontade explorar e curtir muito o lugar.
— Amor, vamos pra sauna seca? Tá um friozinho gostoso lá fora, quero sentir aquele calorzinho no corpo — falei, sorrindo pra ele enquanto ajustava as alças do biquíni.
Eu estava usando um biquíni preto que tinha comprado para esse passeio. O biquíni era daqueles que deixam mexem com a imaginação. A parte de cima era um triângulo pequeno, com bojos finos e elásticos que mal conseguiam conter meus seios fartos e pesados. As alças finas apertavam levemente minha pele branca deixando marcada, fazendo os seios transbordarem para os lados e um decote profundo, minhas auréolas largas rosadas quase escapando. O tecido esticava sobre os mamilos, marcando-os sutilmente.
A calcinha da parte de baixo era bem cavada, com laterais mais altas que afundavam na minha cintura, deixando boa parte da minha virilha a mostra, destacando bem a curva generosa da minha bunda e marcando o monte da minha bucetinha raspada. O tecido preto contrastava com minha pele clara e se ajustava apertado, entrando um pouco na portinha. A “pata de camelo” ficava ainda mais evidente quando eu me movia. O biquíni era tão pequeno e justo que deixava minha barriga transbordar levemente por cima da cintura, acentuando minhas curvas cheias e femininas de forma provocante.
Alonzo, deitado só de sunga na cama, parou o que estava fazendo no celular, sentou na beira da cama e me olhou de cima a baixo bem devagar, com aquele sorriso safado.
— Caralho, amor... vem cá — disse ele, puxando minha mão pra mais perto. — É aquele biquíni novo, né? Porra... tá um tesão.
— Mas sauna não é muito a minha, amor. Vou dar um mergulho na piscina. Mas vai lá, relaxa bastante e depois me encontra lá na piscina. Aproveita.
Dei um beijinho demorado nele, me enrolei na toalha felpuda branca e saí.
Abri a porta de madeira e o calor me envolveu como um abraço intenso. O ar estava quente e seco. O cheiro de madeira aquecida encheu minhas narinas. Só tinha um homem lá dentro. Ele era alto, moreno, atlético, uns 30 e poucos anos. Estava sentado com uma toalha enrolada na cintura, o corpo suado brilhando sob a luz baixa. Cumprimentei baixinho:
— Oi...
— Boa tarde — respondeu ele, com uma voz grave e educada, quase gentil.
Sentei o mais longe possível, no banco de madeira do outro lado. O calor começou a penetrar minha pele imediatamente. Gotas de suor já se formavam na minha pele. Ajustei a toalha sobre o corpo e, depois de alguns minutos, decidi tirar a parte de cima do biquíni por baixo dela. Meus seios são tão pesados que a pressão das alças estava incomodando. Fiz isso discretamente, e fiquei mais confortável. Deixei a peça de lado e me encostei na parede, sentindo o ar quente tocar meus seios livres sob a toalha. O suor começou a escorrer devagar entre eles, descendo pela minha barriga.
Fechei os olhos atrás dos óculos escuros. O calor me deixava mole, pesada, quase sonolenta. Meu corpo relaxava, os músculos soltando. Não sei quanto tempo passou, mas acabei cochilando de verdade.
— Aproveitando bastante o passeio? — a voz grave dele soou mais perto.
Abri os olhos por baixo dos óculos, mas não me mexi. Fingi que ainda estava dormindo. Não queria puxar papo. Ele esperou alguns segundos. Como eu não respondi, ele pareceu relaxar.
Foi quando eu ouvi. Um movimento lento de tecido. Abri uma frestinha mínima nos olhos. Meu coração deu um salto. Ele tinha a mão por baixo da toalha, apertando devagar o volume entre as pernas. Que pervertido... pensei imediatamente. Um homem estranho, numa sauna pública, se tocando assim? Mas ao mesmo tempo, um calor diferente, mais profundo, se acendeu entre minhas coxas grossas. Minha bucetinha piscou uma vez, inesperadamente.
Eu deveria levantar e sair. Deveria me sentir ofendida. Mas fiquei. Fiquei porque o tesão de ser olhada, de ser desejada daquele jeito sujo e secreto, estava me pegando de surpresa. Meu Deus, Luara, o que é isso que você tá sentindo? Meu corpo traía minha mente: os mamilos rosados endurecendo, as auréolas largas ficando mais sensíveis contra a toalha felpuda.
Peguei o celular devagar. Ele percebeu o movimento. Seus olhos se estreitaram por um segundo, mas ele disfarçou, diminuindo o ritmo da mão por baixo da toalha, fingindo que só estava ajustando a posição.
Mandei mensagem pro Alonzo com os dedos tremendo um pouco, o coração disparado e minha bucetinha já latejando de excitação:
— Amor, se eu te contar você não acredita kkkkk
— O que foi? Fala!
— Tem um cara na sauna aqui também. Eu fingi que tava dormindo pra não ter que conversar e ele tá batendo punheta olhando pra mim kkkkk — respondi, sentindo um calor subir pelo meu rosto e o suor escorrendo entre meus seios pesados.
— Caralho… que filho da puta pervertido. Confessa pra mim, vc tá com tesão? O pau dele é maior que o meu?
— Tô excitada sim… me sentir desejada assim tá me dando mto tesão. Minha bucetinha tá ficando molhada já — confessei, apertando as coxas com força enquanto digitava. Mas não sei como é o pau dele não, tá coberto com a toalha kkkkk
— Então fica aí um tempinho, amor. Volta a fingir que tá dormindo. Vamos ver oq acontece kkkk. Depois vc me conta tudo direitinho. Quero saber cada detalhe.
Sorri por dentro e deixei o celular de lado. Respirei devagar, controlando o peito que subia e descia. E fingi que tinha dormido novamente. O estranho esperou mais um pouco, me observando. Depois, ganhando confiança de novo, abriu a toalha botando o pau pra fora e continuou. O pau dele estava ficando mais duro na mão. Grosso, grande, com a cabeça larga rosada aparecendo aos poucos. Quando ficou completamente ereto, começou a latejar visivelmente, pesado, todo pentelhudo.
Senti minha bucetinha latejar junto. Apertei as coxas com força. O suor escorria pelo meu corpo todo agora — entre os seios, pela barriga, descendo até a virilha. Só de sacanagem, pra provocar ele, abri um pouquinho as pernas, ainda fingindo dormir. A toalha subiu um pouco nas minhas coxas grossas, revelando parte da tanga do biquini. Ele respirava mais pesado. O barulhinho discreto da mão no pau ecoava no silêncio quente da sauna.
Fiquei mais ousada. Deixei a toalha cair um pouco mais nos ombros. A parte de cima dos meus seios grandes apareceu — o vale profundo, a curva volumosa, as auréolas largas rosadas quase à mostra. Ele soltou um gemido baixo e acelerou o ritmo, batendo punheta com mais vontade, os olhos fixos nos meus peitos, que ainda estavam semi cobertos.
Ele tá louco de tesão por mim... pelo meu corpo, meus seios fartos, minhas coxas grossas... O pensamento me deixou molhada demais. Eu me sentia desejada de um jeito cru, proibido. A vergonha misturada com o prazer era viciante. Meu grelo inchado roçava contra o tecido da calcinha do biquíni.
Decidi provocar ainda mais, deixei a toalha cair mais. Um dos meus seios escapou — pesado, balançando levemente com minha respiração, o mamilo já estava durinho. Ele ficou mais excitado, gemeu mais alto, a piroca latejando forte na mão fechada. Sua mão subia até o cabeça da piroca e descia até a base, num movimento mais acelerado.
Então eu resolvi deixar ele desconsertado. Queria ver onde ele ia enfiar a cara de tanta vergonha que eu ia fazer ele passar. Fingi acordar devagar, tirei os óculos escuros e olhei pra ele, fingindo surpresa:
— Que isso, cara? O que vc está fazendo, seu tarado?
Ele não parou, não sentiu vergonha. Pelo contrário, parecia estar a vontade e mais excitado. Continuou punhetando a rola grossa, tirou os olhos dos meus peitos e olhou direto nos meus olhos, com um sorrisinho safado. Não disse nada. Só se exibia, como se quisesse testar se eu ia embora ou ia ficar assistindo. Aquilo me excitou ainda mais. Ele gostava de ser visto.
Não fui embora.
Em vez disso, abaixei a toalha até a cintura. Agora os dois peitos estavam expostos, pra ele ver, livres no calor da sauna.
— Isso, mostra esses peitões pra mim — disse ele, mordendo os lábios.
— Você gostou deles, safado? — provoquei ele.
— Agora segura esses peitões bem gostoso!
Segurei e comecei a acariciar eles devagar, apertando, beliscando os mamilos entre os dedos. O prazer subiu como uma onda. Minha intenção que era só provocar ele começou tomar outro rumo... fiquei com um tesão do caralho. Ele acelerou, gemendo forte.
Meu corpo inteiro queimava. O coração martelava forte no peito, a respiração estava curta e quente. Minha bucetinha encharcada piscava com mais pressão. “Eu tô perdendo o controle...”
A sensação do perigo de ser flagrada e o tesão se misturavam de um jeito tão forte que eu nem raciocinava mais. Nunca me senti tão desejada. Meu grelo inchado doía de tanto tesão. Eu precisava de mais.
Tirei a toalha toda. Fiquei só com a calcinha do biquíni. Abri mais as pernas grossas, puxei o tecido pro lado e mostrei minha bucetinha raspada, brilhando de tesão e suor. Comecei a esfregar o grelinho devagar no início, depois mais rápido, gemendo baixinho enquanto olhava pra aquele pirocão grosso duro pra mim.
Eu tô fazendo isso... eu tô me tocando pra um estranho na sauna... e tô adorando. A vergonha queimava meu rosto, mas o tesão queimava mais forte. Cada gemido dele me deixava mais molhada. Eu imaginava ele gozando em mim, imaginava o Alonzo sabendo de tudo depois. Perdi completamente o controle.
Ele acelerou frenético, a rola latejando, as veias marcadas. Deu um gemido rouco e longo e começou a jorrar — jatos grossos e fortes de porra espirrando no corpo dele. Mas ele não parou. Continuou batendo, o pau todo melado de porra grossa, ainda duro.
Eu estava quase lá, me tocava com mais intensidade, quando a porta da sauna abriu de repente.
Merda!
Puxei a toalha correndo sobre os seios e fechei as pernas. Ele cobriu a piroca na hora. Duas pessoas entraram conversando alto. Não sei se viram alguma coisa. Meu rosto estava pegando fogo, o coração disparado, e o sentimento de frustração.
Saí rapidinho da sauna, enrolada na toalha, as pernas tremendo.
Encontrei o Alonzo na beira da piscina. Assim que ele me viu, soube na hora que algo tinha acontecido. Meu rosto ainda estava corado e a bucetinha latejava de tesão acumulado.
— Amor... você não vai acreditar no que aconteceu — falei, rindo nervosa, puxando ele pela mão.
Fomos direto pro quarto. Assim que fechei a porta, comecei a contar tudo em detalhes. Enquanto eu falava, Alonzo tirou a sunga, sentou na beira da cama e começou a bater punheta devagar, me olhando com aquele olhar dominador.
Quando terminei de contar, ele me puxou pra perto, fiquei em pé de frente pra ele, enquanto ele estava sentado...e enfiou dois dedos grossos na minha buceta encharcada. Começou a mover devagar enquanto falava:
— Confessa, sua puta! O que você queria ter feito lá na sauna?
Senti um misto enorme de vergonha e tesão. Baixei a cabeça e respondi quase sussurrando:
— Queria segurar aquela piroca gostosa...
— O que mais? — ele perguntou, enfiando os dedos um pouco mais fundo.
— Bater uma punheta bem gostosa pra ele... — confessei, gemendo baixinho.
— Por que você tava com tanta vontade de bater punheta pra ele? Anda, bate pra mim como se fosse ele.
Eu segurei a rola dele com a mão e comecei a masturbar devagar, exatamente como tinha visto o estranho fazer. Enquanto mexia, falei envergonhada:
— Porque eu queria sentir aquele pauzão grosso latejando na minha mão... ele tava tão duro, amor... eu me senti tão desejada, tão safada...
Quanto mais eu falava, mais rápido e fundo Alonzo metia os dois dedos na minha bucetinha, fazendo um barulhinho molhado ecoar no quarto.
— E o que mais? — ele perguntou, a voz carregada de tesão. — Queria mais alguma coisa além de bater punheta pra ele, piranha?
Eu já estava tremendo, quase sem conseguir falar direito:
— Queria que ele enfiasse os dedos na minha buceta igual você tá fazendo... e que chupasse meus peitos com vontade...
Alonzo soltou um gemido alto de puro tesão. Acelerou o movimento, metendo com força e brutalidade, enquanto abocanhava o biquinho do meu peito, chupando forte e sugando.
— Assim, vagabunda? — perguntou, com os dentes grudados no meu mamilo.
— Sim... assim, caralho... mais forte seu corno! — gemi alto, a voz falhando. — Ai, ai, ai porra... vou gozar, seu corno... vou gozar... aaaahhhhh!
Esguichei vários jatos fortes na mão dele. Meu corpo inteiro tremeu, minha buceta apertando os dedos dele enquanto eu gozava horrores, gemendo sem controle.
Alonzo ficou louco. Senti que ele ia gozar. Continuei punhetando ele mais rápido ainda e apontei a piroca dele para os meus peitos, e veio o primeiro jato forte e grosso, direto no meio dos peitos. Em seguida mais jatos quentes deixando meus seios cobertos de leite. Ele gemia meu nome e me xingava enquanto me esporrava toda.
Ficamos exaustos e deitamos na cama. Depois do orgasmo eu não sabia o que falar, estava sem graça, sem jeito:
— E aí, amor? Gostou? — Eu perguntei ele.
— Porra... gozei gostoso pra caralho, que tesão! — Disse ele ofegante.
— Seu safado! — brinquei.
— Amanhã quero você naquela sauna de novo, minha putinha!
— Sério? Kkkk — senti um calor subir pelo meu corpo, imaginando que meu marido tinha gostado tanto quanto eu — Se você quer... eu vou — falei tentando disfarçar que só iria porque ele tá pedindo, mas já estava nos meus planos voltar lá no outro dia.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario junior-xavi

junior-xavi Comentou em 06/06/2026

Que maravilha de conto, você consegue nos fazer imaginar exatamente como se estivéssemos na história... Foda demais 🔥




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


263191 - TUDO POR DINHEIRO - Categoria: Traição/Corno - Votos: 11
262355 - “Só Assiste” — E Eu Obedeci - Categoria: Exibicionismo - Votos: 30
261238 - O safado do meu primo (continuação) - Categoria: Masturbação - Votos: 16
260925 - O safado do meu primo - Categoria: Incesto - Votos: 22
260693 - O combinado era só pra esfregar na portinha... - Categoria: Traição/Corno - Votos: 25
258881 - Enquanto Alonzo Roncava, Bruninho Me Destruiu - Categoria: Traição/Corno - Votos: 22
258878 - O Prazer de Ser Vista - Categoria: Exibicionismo - Votos: 13
257436 - A Dívida Que Eu Não Devia Ter Pago - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 10
257408 - A Dívida Que Eu Não Devia Ter Pago - Categoria: Confissão - Votos: 13
257123 - Amiga, preciso te contar uma coisa. Isso morre aqui, tá? - Categoria: Confissão - Votos: 17
256826 - Acerto de contas (parte 2) - Categoria: Traição/Corno - Votos: 18
256767 - Acerto de contas - Categoria: Traição/Corno - Votos: 24
256244 - Carnaval: O Gosto da Tentação (parte 2) - Categoria: Fetiches - Votos: 13
256178 - Carnaval: O Gosto da Tentação - Categoria: Cuckold - Votos: 14
255939 - Vacilou comigo? Então aguenta a punição. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 23
255819 - O dia que meu marido pegou o namorado da minha prima chupando meus peitos na piscina (parte 2) - Categoria: Traição/Corno - Votos: 19
255714 - O dia que meu marido pegou o namorado da minha prima chupando meus peitos na piscina - Categoria: Traição/Corno - Votos: 32
254549 - O dia que meu marido me fez raiva - Categoria: Fetiches - Votos: 12
253538 - O dia que fomos observados por um estranho parte final - Categoria: Cuckold - Votos: 14
253256 - O dia que fomos observados por um estranho parte 2 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 19
253009 - O dia que fomos observados por um estranho - Categoria: Exibicionismo - Votos: 28
252691 - Fantasia do meu maridinho - Categoria: Fantasias - Votos: 24
252686 - Realizei a fantasia do meu marido - Categoria: Traição/Corno - Votos: 45
252569 - Complicações que minha traição me trouxe - Categoria: Traição/Corno - Votos: 36
252458 - Primeira vez que trai meu marido - Categoria: Traição/Corno - Votos: 62

Ficha do conto

Foto Perfil enfermeiracasada
enfermeiracasada

Nome do conto:
O Pervertido Da Sauna

Codigo do conto:
263777

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
06/06/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
0