Logo depois de confirmar, a culpa bateu forte. Não aguentei e acabei contando tudo pro meu marido. Para minha surpresa, ele não brigou. Pelo contrário.
Contei todos os detalhes, tremendo de vergonha. Ele escutava atentamente, respirando mais fundo. Quando terminei, ele estava visivelmente excitado.
— Caralho, amor… — murmurou, me puxando para o quarto.
Ele me fodeu como nunca tinha feito antes. Forte, bruto, quase selvagem. Me chamava de safada, de vadia, perguntava detalhes enquanto metia fundo:
— Ele enfiou quantos dedos? Você gozou mesmo na mão dele? Gozou pensando no pauzão dele?
Eu gemia, envergonhada, mas respondia tudo. Gozamos juntos, intensamente.
Depois, ainda ofegante, eu falei:
— Eu agendei com ele na próxima semana… mas vou desmarcar. Não é certo, amor.
Ele me olhou nos olhos, ainda com o pau dentro de mim, e disse:
— Não desmarca.
— Como assim, amor? — perguntei, surpresa.
— Fiquei com muito tesão pensando no que você me contou. Quero que você vá. Eu te levo lá.
Senti um frio na barriga, mas por dentro eu estava vibrando.
— Já que você quer… eu vou.
— Quero ver tudo — disse ele, com a voz rouca.
— Ai amor… não sei se vou ficar à vontade com você vendo — respondi, envergonhada.
— A gente vai. Se você se sentir confortável, eu entro na sala. Se não, eu espero do lado de fora, como sempre. O que você achar melhor.
Fiquei em silêncio por uns segundos, o coração acelerado. Culpa, medo, vergonha… mas também uma excitação que eu não conseguia esconder.
— Pode ser assim então… — murmurei.
Chegou o dia agendado. Meu coração estava disparado desde que acordei. Alonzo me levou até o endereço que Fábio tinha passado. Durante o caminho inteiro eu estava radiante, falante demais, rindo de qualquer coisa. Não parava de mexer nas mãos, cruzava e descruzava as pernas. A excitação misturada com culpa me consumia.
Em determinado momento, virei para ele e perguntei, com a voz um pouco rouca:
— Amor… você tem certeza mesmo disso? Depois que eu entrar ali, não vai ter como voltar atrás…
Alonzo apertou o volante, respirou fundo e respondeu com a voz carregada:
— Tô com muito ciúme, amor… pra caralho. Mas também tô com muito tesão. Não sei explicar direito, mas quero que aconteça.
Eu ri, nervosa, sentindo um frio gostoso na barriga.
— Tá bom… mas eu preciso te confessar uma coisa antes.
— O quê?
Hesitei um pouco, mordendo o lábio, mas acabei falando. Com vergonha, mas detalhada:
— O pau do Fábio… é muito grande, amor. Bem maior que o seu. É grosso, bem grosso mesmo… a cabeça é bem larga e grande… quando eu vi pela primeira vez, fiquei assustada. Não sei nem como coube na minha boca da outra vez. É bem maior do que eu imaginava que um pau pudesse ser…
Falei tudo isso rindo baixinho, envergonhada. Alonzo mudou a expressão na hora. Ficou sério, o maxilar travado. Meu estômago gelou.
— Amor… o que foi? — perguntei, apreensiva.
Ele ficou em silêncio por alguns segundos, depois virou o rosto pra mim com o olhar intenso:
— Amor, assim não. Não tenha vergonha quando for falar. Quero que você seja bem safada quando for me contar essas coisas. Quero ouvir você falando sem frescura, entendeu?
Fiquei surpresa. Meu marido, que sempre foi tão tranquilo, não só aceitava como estava me incentivando a ser mais safada. Isso mexeu comigo de um jeito que eu não esperava.
— Tá bom… — respondi baixinho, ainda um pouco chocada.
Alguns minutos depois chegamos no local. Era uma casa discreta, com uma sala privativa nos fundos. Parei na porta, respirei fundo e falei:
— Amor… não tô à vontade com você vendo. Prefiro que você espere aqui fora.
Alonzo ficou visivelmente decepcionado, mas concordou.
— Tudo bem. Eu espero aqui. Qualquer coisa você me chama.
Entrei na sala. Fechei a porta atrás de mim e meu coração quase saiu pela boca quando vi Fábio novamente. Ele estava lá, com aquele sorriso confiante, já preparando os óleos. Me olhou de cima a baixo, sem disfarçar.
— Já sabe o procedimento, né, Luara? — disse, entregando-me a toalha grande e macia.
Fui para o banheiro, tirei o vestido, o sutiã e a calcinha. Quando me olhei no espelho, enrolada só na toalha, um forte sentimento de culpa me bateu. Não era justo com meu marido… ele tinha sido tão compreensivo. Respirei fundo e voltei para a sala.
Fábio me comia com os olhos.
— Fabinho… antes de começarmos, tenho duas coisas pra te falar.
Ele ergueu a sobrancelha, curioso.
— Pode falar, gostosa.
— Primeira coisa… hoje eu tô raspadinha — falei, rindo envergonhada.
Fábio mordeu o lábio, os olhos brilhando.
— Porra… tô doido pra ver essa bucetinha raspada. E a outra coisa?
Fiquei vermelha e respondi timidamente:
— Meu marido… eu contei tudo pra ele. E ele me trouxe aqui hoje. Quer ver como é a sua massagem.
Fábio ficou surpreso por um segundo, depois abriu um sorriso grande e safado.
— Caralho! Sério? Então chama ele pra entrar. A mesma massagem daquele dia?
Eu ri, nervosa, e fui chamar Alonzo. Quando ele entrou, o clima na sala mudou instantaneamente. Meu rosto queimava de vergonha ao ver os dois juntos.
Fábio estendeu a mão com um sorriso largo:
— E aí, amigão! Tudo bem?
Alonzo apertou a mão dele, visivelmente tenso, mas curioso:
— Tudo certo. Fiquei sabendo que seu trabalho é… diferente.
Fábio riu, se divertindo com a situação:
— Me sinto honrado, amigo. Hoje vou caprichar.
Fábio bateu palmas e disse:
— Então vamos lá. Deita na maca, Luara.
Deitei de bruços, ainda com a toalha. A massagem começou normalmente, mas eu mal conseguia relaxar com Alonzo sentado a poucos metros, observando tudo em silêncio. Cada toque de Fábio parecia dez vezes mais intenso.
Foi então que meu marido pigarreou e falou com naturalidade impressionante:
— Guerreiro, podemos pular pra aquela massagem na região glútea? É a parte mais tensa dela.
Puta merda, pensei. Meu marido estava mesmo entrando no jogo.
Fábio topou na mesma vibe. Levantou a toalha devagar, expondo minha bunda. Meu rosto queimava.
— Tira a toalha, amor — disse Alonzo, calmamente. — Melhor pra ele trabalhar.
Hesitei por alguns segundos, morrendo de vergonha, mas acabei tirando a toalha completamente, deixando minha bunda e minha buceta raspadinha expostas para os dois.
A partir dali, o clima só esquentou. Fábio massageava minha bunda com mãos firmes, jogando bastante óleo, enquanto Alonzo fazia comentários safados, cada vez mais solto. A tequila que tomei ajudou a baixar minha vergonha, e logo estávamos os três rindo e falando coisas que eu jamais imaginaria ouvir do meu marido.
Em determinado momento, meu marido soltou a bomba:
— Tenho uma ideia. Por que você não me ajuda, guerreiro? A gente divide ela na semana, pra ela não ficar sem. Teria esse pique?
Fábio, ainda com os dedos dentro de mim, respondeu sem hesitar:
— Consigo fácil, amigo. Seria uma honra.
Eu ri, debochando, o tesão e o nervosismo a mil:
— Calma, amor. Não faz promessa que você não pode cumprir. Depois que você ver o pau dele, pode se arrepender.
Fábio parou, abriu a calça e mostrou o pau semi-ereto, pesado e grosso.
Alonzo arregalou os olhos:
— Caralho…
Eu e Fábio caímos na risada juntos.
— E aí, amor? — perguntei, ainda rindo, sentindo a buceta latejar. — Será que vai caber? Será que eu vou aguentar isso?
Alonzo continuou olhando fixamente para o pau de Fábio, com uma mistura intensa de choque, tesão e ciúme. O ar na sala ficou pesado, carregado de uma nova realidade que nós três agora compartilhávamos.
Ninguém disse mais nada por alguns segundos. Foi meu marido quem quebrou o silêncio, com a voz rouca e decidida:
— Então é isso que você vai sentir agora, amor...
Eu soube, naquele exato momento, que não havia mais volta. O que começou como uma traição escondida tinha acabado de se transformar em algo muito maior.
Nossa vida como casal nunca mais seria a mesma.
