Mais tarde, durante a festa, eu tentava agir normalmente. Sorria, conversava com os convidados, servia petiscos… mas meus olhos não paravam de seguir Juliana. Em certo momento, vi ela sussurrar algo no ouvido do Pedro, dar um sorrisinho safado e puxar a mão dele. Os dois desapareceram pelo corredor dos fundos.
Meu coração acelerou. Eu sabia que não devia, mas a curiosidade misturada com tesão foi mais forte. Esperei uns dois minutos e fui atrás, fingindo que ia pegar mais gelo.
Eles não estavam na cozinha.
Continuei andando devagar e ouvi sons abafados vindos da área de serviço — aquele quartinho pequeno depois da cozinha, com a porta de correr quase sempre fechada. A porta estava entreaberta.
Eu me aproximei pé ante pé, o corpo inteiro tremendo, e espiei pela fresta.
Juliana estava inclinada sobre a máquina de lavar, vestido levantado até a cintura, calcinha puxada pro lado. Pedro estava atrás dela, calça abaixada, metendo com força. O barulho molhado dos quadris dele batendo na bunda dela enchia o cômodo.
— Shhh… quietinha, sua vadia — Pedro sussurrou, puxando o cabelo dela enquanto metia mais fundo. — Se alguém abrir essa porta agora…
— Então me fode mais forte… — Juliana gemeu baixinho, empinando mais a bunda.
Eu não conseguia desviar o olhar. O pau do Pedro entrava e saía brilhando, exatamente como ela havia descrito. Cada estocada fazia o corpo dela tremer. Sem perceber, desci a mão e comecei a me tocar por cima do vestido, apertando a buceta latejante enquanto assistia.
Eles gozaram quase juntos. Pedro grunhiu baixo, segurando a cintura dela com força enquanto gozava dentro. Eu me afastei rápido, com as pernas bambas, e voltei para a sala tentando disfarçar o quanto estava molhada e nervosa.
Mal tinha passado cinco minutos e Juliana apareceu ao meu lado, com um copo na mão e um sorriso debochado no rosto.
— E aí, Luara… gostou do que viu? — perguntou baixinho, bem perto do meu ouvido.
Eu senti meu rosto queimar imediatamente.
— Do que você tá falando? — respondi, fingindo desentendimento, com a voz um pouco trêmula.
Juliana riu baixinho, aproximando-se ainda mais.
— A gente te viu, sua safada. A porta estava entreaberta e eu vi você espiando… e se tocando enquanto o Pedro me comia. Você estava com a mão entre as pernas, apertando essa buceta gostosa enquanto assistia ele me foder.
Eu queria abrir um buraco no chão e sumir. Meu rosto estava pegando fogo de vergonha. Não consegui nem falar nada, só fiquei olhando pra ela, mortificada.
Juliana deu uma risadinha leve e continuou, com a voz rouca:
— Relaxa… eu gostei. Muito. O Pedro também achou excitante pra caralho saber que você estava ali assistindo.
Ela passou o dedo de leve no meu braço e sussurrou:
— Na próxima vez… quer ver mais de perto? Sem precisar ficar escondida atrás da porta. O que acha?
— Kkkkkk vc é doida, Ju... mas... quem sabe? rs

