*Mas no fundo eu sabia que não era só por isso. Uma parte minha já imaginava outros olhos me olhando. Olhos que não eram do meu marido. E isso me dava um frio na barriga misturado com culpa.*
Antes de comer bebemos um pouco. Cerveja, depois vinho, depois uma cachaça boa que o Bruninho trouxe. Eu já estava alta. Ria alto, fiquei soltinha, aquele calor subindo pelo corpo. O papo deles estava chato, futebol, pqp. Peguei meu celular pra me distrair. Tinha recebido um direct de uma amiga e abri pra ver. Era um conto erótico... e comecei a ler. Foi me dando um tesão do caralho. Fiquei bem safadinha e me deu vontade de falar uma coisa com Alonzo. Confesso que tive um certo receio, mas meu lado safada falou mais alto.
Aproximei meus lábios do ouvido do Alonzo e sussurrei, quase tremendo:
— Amor… seu amigo é um tesão… ahh… ele não para de olhar pra mim.
*Assim que as palavras saíram, meu rosto queimou violentamente. Meu coração disparou. “Meu Deus, o que eu acabei de dizer?” Uma onda de vergonha me invadiu, mas ao mesmo tempo minha buceta latejou forte, como se confessar aquilo tivesse liberado algo perigoso e delicioso dentro de mim. Meus mamilos endureceram instantaneamente contra o tecido fino do vestido, visíveis demais.*
Alonzo deu aquele sorriso calmo dele e riu baixinho.
— Vc não vale nada, amor kkk. Deixa eu te falar uma coisa então. Esses peitões sem sutiã nesse vestido me deu um tesão da porra. E se eu te falar que meu zíper tá aberto e meu pau tá pra fora, duro, muito duro?
— Ai, amor, vc é muito safado cara kkk.
*Minha voz saiu trêmula, quase infantil. Aquela mistura de vergonha e excitação fez meu ventre contrair. Senti um filete quente de excitação escorrendo pela minha coxa. “Ele está falando isso na frente do amigo dele... e eu estou molhando a calcinha como uma vadia.”*
— Disfarça e bota a mão no meu pau por baixo da mesa. Bate uma gostosa pra mim, vai. Enquanto isso eu vou brincar com a sua bucetinha. Já que vc achou ele um tesão... imagina que tá pegando no pau dele.
Obedeci. Minha mão entrou por baixo da toalha e agarrei o pau dele, já duro. Ao mesmo tempo, senti os dedos grossos do Alonzo subindo pela minha coxa grossa, afastando a calcinha e roçando minha buceta molhada. Fechei os olhos por um segundo e imaginei que eram os dedos do Bruninho. A possibilidade de ser descoberta me deixava muito excitada.
Alonzo sabia muito bem como trabalhar aqueles dedos dentro de mim. Eu não consegui ser tão discreta. Um gemidinho escapou.
— Hmmm… ahhh… — soltei baixinho, sem conseguir controlar.
*Meu corpo inteiro tremeu. A vergonha de gemer na frente de outra pessoa fez meu rosto arder ainda mais, mas minha buceta apertou os dedos do Alonzo com força, traindo completamente o quanto eu estava gostando daquela humilhação sutil.*
Bruninho, que estava falando sobre futebol, parou no meio da frase e olhou estranho pra gente. Eu tentei disfarçar, mas outro gemido baixo saiu quando Alonzo enfiou um dedo dentro de mim.
Bruninho me olhou levantando uma sobrancelha e disse: — Lu, me fala, como tá lá no seu trabalho? Tá gostando?
— Tá… tudo óti… ahhn… ótimo lá no trabalho. Ahhh se to gostando, to gostando muito... do trabalho uhhh — respondi, com a voz já meio rouca e gemendo no final.
*Cada palavra saiu entrecortada, minha voz rouca de tesão. Senti minhas coxas tremerem incontrolavelmente. “Ele está me vendo gemer... ele sabe o que está acontecendo.” A humilhação me deixou ainda mais molhada, quase encharcada. Meu clitóris latejava desesperado.*
— Ah que bom, Lu! Agora me deem licença, preciso usar o banheiro.
Assim que ele saiu, Alonzo puxou minha cabeça pro colo dele e ordenou: “mama esse caralho, putinha!” Eu nem pensei: enfiei o pau dele na boca, chupando aquela piroca gostosa com vontade.
Bruninho voltou de repente, me pegou exatamente assim: cabeça abaixada, engolindo o pau do meu marido até a garganta.
Ele parou na porta da sala, riu e falou:
— Porra, tá bom o negócio aí hein rs… vou embora então, né? Não quero atrapalhar o casal kkkk. Casal tarado do caralho kkk.
Fiquei vermelha de tão sem graça. Logo levantei e me recompus.
*Meu rosto parecia pegar fogo. Uma onda de vergonha profunda me invadiu, mas junto veio uma excitação doentia. Ser pega chupando meu marido na frente do amigo dele fez minha buceta pulsar violentamente, vazando mais ainda.*
Alonzo deu uma risada e respondeu:
— Relaxa, Bruninho! Fica sem graça não, não é a primeira vez que somos flagrados kkkk... Cara, outra coisa. Tu bebeu pra caralho, não vai pegar estrada nesse estado. Dorme aí, amanhã tu mete o pé.
Bruninho hesitou só uns segundos. Depois sentou na poltrona e disse:
— Beleza, vc tem razão… To cheio de sono já.
Mais uma vez a Luara safada tomou conta de mim. Eu falei baixinho no ouvido do Alonzo: “Amor, vamos fazer um videozinho. Pede pra ele filmar a gente rs.”
*Meu coração batia tão forte que parecia que ia sair do peito. “O que eu estou fazendo? Isso é loucura...” Mas a ideia de ser filmada por outro homem, de ser vista assim, me deixava completamente fora de controle. Minha calcinha estava encharcada.*
Alonzo riu assim que eu falei: “Bruninho, é o seguinte: eu ia terminar oq vc flagrou lá no quarto. Mas a Luara é foda kkk. Hj deu vontade nela de fazer uns vídeos. Só que qdo eu mesmo filmo não fica tão bom. Tem moral de quebrar esse galho pra gente?”
Bruninho já chapado não titubeou: “Hahaha, claro, será um prazer. Vê se não vai broxar, viado kkkkk.”
— Broxar o caralho, seu viado kkk. Aproveita e aprende comigo como se fode uma mulher hahaha. Vc vai ser meu câmera e meu diretor, tranquilo?
Bruninho, sorrindo, acenou a cabeça de forma positiva.
Alonzo: “Mas antes, vc vai avaliar o corpo dela. Com bastante sinceridade, agora não é hora de filtrar suas palavras.”
Alonzo segurou as alças do meu vestido e deslizou pelos meus braços, deixando meus seios pra fora: “E aí, me diz oq vc achou desses peitos?”
— Cara… sinceramente? Olha esses peitos… caidassos. Devia botar um silicone, hein? Ficaria bem melhor.
*As palavras dele me acertaram como um tapa. Senti um aperto doloroso no peito, uma humilhação quente que desceu direto pro meu ventre. Meus seios pesados tremiam levemente com a respiração acelerada. Ao mesmo tempo, minha buceta contraiu forte, soltando mais umidade. “Ele acha meus peitos feios... e eu estou molhando por causa disso. Que merda de vadia eu sou?”*
Alonzo segurou meus cabelos, puxou minha cabeça pra trás e falou bem perto do meu ouvido, alto o suficiente pro Bruninho ouvir:
— Escutou isso, sua puta? Tá precisando de um silicone.
Eu ri entre gemidos: “É só vc pagar pra mim hahaha.”
*Ri, mas por dentro estava tremendo. A humilhação queimava minha pele, fazia meus mamilos ficarem ainda mais duros e doloridos. Meu corpo inteiro traía minha mente: quanto mais ele me rebaixava, mais eu queria ser usada.*
Alonzo tirou de vez meu vestido, olhou pro Bruninho e perguntou:
— Fala aí, meu diretor. Como você quer ver ela sendo fudida?
Bruninho se ajeitou na poltrona, já com a mão na própria calça, e entrou no clima como se fosse diretor de filme pornô:
— Primeiro vai devagar, bota essa piranha de quatro… deixa ela rebolar rabão. Depois mete mais fundo. Quero ver esses peitos balançando.
Alonzo riu e deu um tapa forte na minha bunda.
— Ouviu, Luara? Rebola pra ele ver.
Eu gemi alto e obedeci, rebolando enquanto meu marido entrava e saía de mim.
— Assim… ahh… tá bom assim? — perguntei gemendo, olhando pro Bruninho.
*Minha voz saiu manhosa, quase implorando aprovação. Meu rosto ardia de vergonha por estar me exibindo assim, mas minha buceta apertava o pau do Alonzo com força a cada rebolada. Meus peitos pesados balançavam livremente, e eu me sentia exposta, barata, desejada e suja ao mesmo tempo.*
— Hmmm… isso, Lu, quero muito tesão nessa cena.
— E a buceta dela, Bruninho? — Alonzo perguntou, ainda metendo em mim.
Bruninho inclinou o corpo pra frente, olhando descaradamente entre minhas pernas enquanto eu estava de quatro.
— Porra, tem gilete nessa casa não? hahaha. Parece que ela é bem desleixada mesmo. Mas… pelo menos parece apertadinha. Seu pau tá entrando justo na buceta dela.
Alonzo deu uma risada baixa e apertou minha barriga com uma das mãos.
— Ouviu isso, sua gorda? Ele acha que você é uma porca peluda e descuidada. E você tá pingando por causa disso, né?
— Tô… ahhh… tô pingando sim, amor, to toda molhada… — respondi gemendo, rindo envergonhada e excitada. — Sou uma porca mesmo, eu mereço ouvir isso…
*Cada palavra humilhante fazia meu corpo reagir contra a minha vontade. Minha barriga tremia sob a mão dele, minha buceta escorria sem parar, latejando de prazer doentio. A vergonha era tão grande que lágrimas pinicavam meus olhos, mas eu nunca me senti tão excitada na vida. “Eu sou mesmo uma porca... e estou adorando ser tratada como uma.”*
O filho da puta do Alonzo não durou muito. Depois de uns minutos metendo mais forte, ele gemeu alto e gozou dentro de mim. Senti minha buceta enchendo, bem quentinho, mas foi muito leite mesmo. Ele devia tá com muito tesão naquela sacanagem. Mas o problema que eu ainda não tinha gozado, só me deixou com mais vontade. Meu corpo estava pegando fogo.
Bruninho deu um sorrisinho e falou descontraído:
— Porra, meu ator… gozou rápido hein! Mas vai continuar, né? Filmei quase nada.
Alonzo riu, ainda ofegante, e disse:
— Caralho, tesão demais, porra hahaha. A gozada foi intensa, o filme vai ter que continuar outro dia hahaha. De repente amanhã qdo acordarmos rs. To morto, essa buceta acabou comigo. Vou pro quarto dormir. Vc fica a vontade aí, cai aí no sofá, roupa de cama tá aí. Qualquer coisa é só chamar. Bora dormir, amor!
Bruninho mal deitou no sofá e já dormiu. Eu e Alonzo fomos pro quarto.
— E aí, amor. Vc acha que seu amigo ficou com tesão vendo a gente?
— Com certeza, né Luara. Quem não ficaria? Devia tá doido pra ser convidado pra participar hahaha.
— E se ele pedisse, amor? Perguntei curiosa pra saber oq ele ia falar.
— Claro que não. Tenho tesão em te ver com outro, mas com ele não ia rolar não. Bagulho de amizade não dá pra misturar.
— Tem razão, meu amor, não dá. Mas dá pra gente fingir rs. Deixa essa rôla dura e me fode. Enquanto vc me fode eu vou te chamar de Bruninho rs.
— Ah não, Luara. To com sono. Vou dormir.
— Poxa, e eu? To cheia de tesão ainda.
— Pega o vibrador lá e vai brincar até gozar, vida!
Que desgraçado, não acredito que ele foi dormir e me deixou na vontade.
Eu não consegui dormir. Meu corpo inteiro latejava. A buceta ainda pulsando, molhada com o gozo dele e com a minha própria excitação.
Quero nem saber. Hoje eu vou gozar, por bem ou por mal. Alonzo já estava num sono profundo. Peguei meu consolo, fiquei de quatro e meti pra dentro. Entrou fácil. Agora o consolo não era um consolo, era o pau do Bruninho. “Ai Bruninho, fode essa buceta, fode! Mete gostoso essa pica na esposinha do seu amigo seu desgraçado gostoso, mete caralho! Soca tudo, Bruninho...”
Minha tentativa de gozar foi em vão... só serviu pra me deixar mais excitada ainda. Então veio o pensamento intrusivo: e se eu for lá na sala... não, caralho, não posso, é arriscado. E se o Alonzo acorda? E se o amigo dele me negar piroca?
*Meu coração martelava no peito. A buceta latejava dolorosamente, vazando gozo do Alonzo misturado com minha própria lubrificação. “Eu sou casada... ele é amigo do meu marido... mas caralho, eu preciso tanto...” A vergonha lutava contra um desejo quase animal. Minhas pernas tremiam. Meus mamilos roçavam o lençol, sensíveis demais. Eu estava a um passo de fazer algo irreversível. “E se ele me quiser? E se ele me tratar como a porca que eu sou?”*
Que dilema... será que eu me arrisco?




Adoro mulheres bem safadinhas assim, bom conto gata.