Vacilou comigo? Então aguenta a punição.

Eu tinha passado algumas semanas visitando minha família em outro estado. Tempo suficiente pra sentir falta de casa… e principalmente de sexo. Meu corpo parecia inquieto, sensível demais, como se qualquer pensamento virasse desejo. Eu queria meu marido. Queria ser tocada, apertada, fodida sem pressa.
No dia da volta comecei a provocar ele por mensagem. Não era só vontade — era necessidade de sentir que ele também me queria tanto quanto eu queria ele.
"Amor, se prepara… tô cheia de tesão. Hoje você vai ter que me fuder gostoso até eu não aguentar mais."
A resposta veio rápida, como eu esperava.
"Que delícia, meu amor. Eu também tô morrendo de vontade. Quando estiver chegando na rodoviária me avisa pra eu ir te buscar. Já vamos começar a brincadeira no carro."
Sorri sozinha.
"Tá bom, seu safado."
Minutos depois chegou uma foto. Abri sem pensar… e senti o corpo inteiro reagir. A piroca dele dura, pesada, já melada. Meu estômago contraiu.
"Que gostoso… fiquei molhadinha. Tô com um tesão do caralho pra sentar."
"Vou enfiar minha piroca toda dentro da sua buceta. Será que tá apertadinha ou já tá larga?"
Aquilo mexia comigo mais do que eu gostava de admitir.
"Se não estiver larga, você vai ter que fazer ficar."
"Será que eu consigo deixar essa buceta larga?"
"Espero que sim… senão vou deixar outro enfiar uma piroca grande e grossa. E você vai ser corno de novo. Já tô quase chegando na rodoviária, pode sair de casa."
"Já já tô saindo."
Esperei. Olhando o relógio. Sentindo o tesão crescer junto com uma ansiedade irritante.
"Anda logo. Quero te dar. Vem me comer, porra."
"Acho que vou me atrasar só um pouquinho."
Aquilo virou uma chave dentro de mim. O calor do desejo misturou com raiva.
"Nem pense em se atrasar. Senão eu dou pra outro. E ainda gravo pra você morrer de ciúmes. Quero fuder pra caralho hoje… sexo selvagem, puxão de cabelo, tapa na raba, tapa na cara… quero piroca sem parar."
"Vou chegar só um pouco depois de você. E você não vai dar pra outro porra nenhuma."
"Tô sendo boazinha demais com você há muito tempo. Tá merecendo ser corno. Hoje quero ser uma puta."
Enquanto escrevia aquilo, percebi que parte de mim queria provocar uma reação. Queria sentir poder. Queria que ele sentisse medo de me perder.
Quando cheguei à rodoviária e ele disse que ainda ia sair de casa, a frustração virou decisão.
"Não precisa vir mais não. Vou pegar um táxi."
Fui ao banheiro. Tirei o sutiã, depois a calcinha. Olhei meu reflexo no espelho — bochechas coradas, respiração pesada. Tirei uma foto segurando as peças na mão e mandei pra ele.
Era quase um aviso: você tá perdendo isso agora.
Saí e chamei um táxi.
O motorista desceu pra ajudar com as malas. Alto, moreno, corpo firme. Um homem com presença. Seguro. Diferente da tensão que eu sentia naquele momento.
Lembrei imediatamente da Karol. Ela adoraria aquele tipo.
Sem ele perceber, tirei uma foto e mandei pra ela.
Entramos no carro.
"Amigaaaa, quem é esse pedaço de mau caminho? Que gatinho!"
Ri baixo.
"É o taxista que eu peguei hahaha. Gostosinho, né?"
"Pega o número dele pra mim!"
Acabei rindo alto.
"Rir faz bem pra saúde", ele comentou pelo retrovisor, sorrindo.
"É minha amiga… ela é muito besta, moço."
"Moço não, por favor", ele disse. "Me chama de Raul. Posso saber seu nome?"
"Luara… mas pode chamar de Lu."
"Os mais íntimos me chamam de Cavalão", disse com um sorriso estranho. "Dizem que tenho cara de cavalo."
Não tinha. E aquilo ficou ecoando na minha cabeça por outro motivo.
Meu marido mandava mensagens perguntando onde eu estava. Ignorei. Ainda queria que ele sentisse minha ausência.
Raul conversava fácil, conduzindo a conversa até perguntar:
"E aí, Lu… é casada ou solteira?"
"Casada."
"Que pena."
A audácia me deixou sem reação. Parte de mim deveria se incomodar… mas outra parte se sentiu vista.
Ele contou que era solteiro, que gostava de namorar muito, que poucas mulheres acompanhavam o ritmo dele. Falava olhando pelo retrovisor, medindo minhas reações.
Quando mostrei a foto dele pra Karol e contei que ela tinha se interessado, ele pediu meu número pra mandar uma foto pra Karol.
Chegou uma imagem dele na praia, só de sunga. Corpo forte, relaxado, confiante.
Depois veio outra.
A foto do pau dele.
Grande. Grosso pra caralho. Impossível não encarar.
Meu rosto queimou.
"E aí, o que achou?" ele perguntou.
"Grande…"
"Só isso?"
Respirei fundo.
"Tá… é grande, muito grosso. Seu pau é lindo."
Meu coração disparava. Senti o calor entre as pernas crescer sem controle. Cruzei as pernas tentando disfarçar.
"Digo o mesmo… sua bucetinha é linda."
A mão dele pousou na minha coxa. Eu não afastei.
"Tá molhadinha?"
Meu celular vibrava sem parar. Meu marido ligando. Ignorei.
"Essa corrida pode sair de graça", Raul disse calmamente.
Eu sabia exatamente o que aquilo significava. E percebi que não era só tesão. Era raiva. Era vontade de inverter papéis.
"Então vai ser de graça… quando chegarmos eu te dou."
"E seu marido?"
"Aquele filho da puta tá merecendo um castigo. Acelera essa porra."
Quando chegamos em casa, puxei Raul pela mão.
Meu marido apareceu.
"Amor, pode deixar que eu pago a corrida."
Olhei pra ele sem suavidade nenhuma.
"Não precisa. Vou pegar o dinheiro no quarto."
Entrei com Raul, fechei a porta e girei a chave.
Segundos depois, o celular vibrou.
"O que você vai fazer, Luara? Por que entrou no nosso quarto com o taxista e trancou a porta, caralho?"
E pela primeira vez naquela noite, senti que o verdadeiro jogo tinha começado — não entre corpos, mas entre desejos, ciúmes e poder.
Eu: “Eu avisei que você ia se foder por me deixar esperando. Agora tô dando pra ele mesmo, seu corno do caralho. Não é isso que você gosta? Ficar imaginando outro cara comendo a sua mulher?”
Alonzo: “É… eu gosto. Mas tô trancado aqui fora igual um idiota, não tô vendo porra nenhuma. Abre essa merda!”
Eu: “Você que criou essa situação. Me transformou numa puta e agora aguenta. Seu castigo é esse: não vai ver nada, só ouvir. Vai pra janela e fica aí escutando igual um corninho obediente. Já mamei ele rapidinho e agora ele tá me fodendo sem dó.”
Alonzo: “Como tá você?”
Eu: “Toda ardida, inchada, latejando pra caralho… virou um bucetão mesmo. Tá doendo e gostoso ao mesmo tempo. Ele tá metendo forte atrás, sem carinho nenhum… porra, que delícia! Nunca na vida você me fodeu assim. Caralho… escuta eu gemendo aí e começa a bater punheta, vai. Quero vídeo.”
Alonzo: “Tá bom…”
Eu: “Vai fazer direitinho pra sua mulher, vai? Esse pau grosso entrando e saindo gostoso… porra, eu tô perdendo a cabeça.”
Alonzo: “Você tá aguentando?”
Eu: “Tô aguentando tudo. Fundo, forte, sem parar. Acho que viciei nessa pica. Dá vontade de ter isso todo dia. Vai deixar ou vai chorar aí fora?”
Alonzo: “Nem fodendo. Primeira e última vez.”
Eu: “Para de bancar o machão, amor. Tá com medo de eu gostar mais dele? Relaxa. Eu amo você… mas ele é um safado do inferno. Tá me xingando enquanto me come — puta, vagabunda, porca… e quanto mais ele fala, mais tesão eu sinto. E cadê o vídeo da punheta? Travou? Pau mole agora? Que decepção… corninho de piroquinha.”
Alonzo: “Você é uma puta suja mesmo…”

“Fode essa puta, seu puto!”, gritei no telefone, a voz falhando enquanto Raul me comia por trás, cada estocada pesada ecoando no quarto trancado. “Escuta eu gemendo no pau dele!”
Do outro lado, a voz do meu marido saiu baixa, quase quebrada. “Luara… por favor…”
Mas eu já tinha passado do ponto. Não existia mais culpa nem dúvida — só a mistura de raiva, tesão e aquela sensação intensa tomando conta do meu corpo. Aquilo era castigo. Pra ele… e pra mim também.
Tudo aconteceu rápido depois que puxei Raul pra dentro do quarto. Eu ainda tava irritada pelo atraso do Alonzo quando senti as mãos dele na minha cintura e a respiração quente no meu pescoço. Tranquei a porta sem pensar duas vezes. Os socos do lado de fora viraram só barulho distante.
Raul não perdeu tempo. Levantou meu vestido até a cintura e enfiou a mão entre minhas pernas, encontrando tudo já molhado. Ele soltou um grunhido baixo.
“Já tá pronta, hein…”
Meu corpo respondeu antes da minha cabeça. Me virei e senti o volume duro dele contra mim. Quando ele se libertou da calça, entendi o apelido. A foto não chegava nem perto da realidade.
“Vai doer”, ele murmurou.
E doeu.
Ele entrou de uma vez, sem cuidado, arrancando o ar dos meus pulmões. Meu corpo travou, queimando, tentando se adaptar àquela grossura absurda. Cada centímetro parecia demais, uma mistura confusa de dor e prazer que me fez perder o controle.
“Caralho… que boceta apertada”, ele gemeu, segurando meus quadris enquanto avançava devagar, dominando o espaço dentro de mim.
Meu celular vibrou na mão. Alonzo ligando.
Foi aí que a ideia surgiu.
Atendi no viva-voz.
“Abre essa porta agora!”, ele gritou.
“Não…”, respondi, ofegante, enquanto Raul começava a meter forte. “Você vai ficar aí… e ouvir.”
Raul entendeu na hora. Sorriu e aumentou o ritmo. A cama batia na parede, meus seios balançavam, fazendo barulho.
“Tá ouvindo?”, gritei. “Ele tá me comendo… enfiando tudo na sua esposa!”
Do telefone vinha só a respiração pesada dele.
“Para, Lu…”
“Parar nada!”, respondi, sentindo cada estocada bater fundo. “Você nunca me fodeu assim!”
Raul puxou meu cabelo e começou a esfregar meu clitóris com força. Meu corpo entrou em curto-circuito. Dor e prazer misturados, sem separação.
“Fala pra ele o que você é”, Raul sussurrou.
Eu quase chorava.
“Eu sou uma puta!”, gritei no telefone. “Sua esposa é uma puta que dá pra homem de pau grande!”
O ritmo ficou mais rápido, mais bruto. Meu corpo tremia sem controle.
Nem tive tempo de pensar. Ele se enterrou fundo e gozou dentro de mim, quente, pulsando, me deixando sem ar. Meu corpo inteiro amoleceu enquanto ele desabava sobre mim.
Raul se retirou lenta e dolorosamente. Um jato de fluido quente e espesso se seguiu, uma cascata branca visível que cobriu a parte interna das minhas coxas. Senti um vazio que nunca havia experimentado, meu orifício frouxo, pulsante e deliciosamente dolorido. Uma dor profunda e satisfatória que prometia durar dias
“ Puta que pariu, amor. Ele lambuzou minha buceta, gozou muito leite grosso dentro. E continua metendo, ele não cansa, ele é mto gostoso.”
“Porra, Luara, vc tava dando sem camisinha pra um cara que nunca viu na vida? E deixou ele gozar dentro? Porra, aí é demais.”
“Desculpa, amor! Eu tinha falado q não podia gozar dentro. Aí ele nem me avisou que ia gozar. Qdo vi já tava escorrendo. Me perdoa? Agora minha bucetinha ta toda lambuzada. O desgraçado gozou duas vezes dentro, briguei com ele, mozinho. Já mandei ele botar a roupa e ir embora. Agora vai lá pro outro quarto e me espera, vou deitar do seu ladinho, meu corninho manso.”
alonzo: “Vou poder meter?”
”Ah, amor, não dá. To assada. E outra, minha xota ta tão larga q vc nem vai sentir nada. Amanha eu deixo, ta bom?”
alonzo: “ok”

Foto 1 do Conto erotico: Vacilou comigo? Então aguenta a punição.


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Ficha do conto

Foto Perfil enfermeiracasada
enfermeiracasada

Nome do conto:
Vacilou comigo? Então aguenta a punição.

Codigo do conto:
255939

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
02/03/2026

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