O dia que fomos observados por um estranho parte final

O banco de vinil grudento do carro de Alonzo rangia sob minhas coxas nuas quando ele arrancou do estacionamento. Meu coração batia forte contra as costelas, um ritmo frenético que não tinha nada a ver com medo e tudo a ver com o cheiro forte e almiscarado do estranho que agora preenchia o carro, sentado bem atrás de mim. Eu podia sentir o olhar dele na minha nuca, um peso quente e físico.

“Aquele filho da puta do Alonzo nem deixou pra depois”, ele rosnou no meu ouvido lá no mato, com a mão já apalpando meu seio por cima da minha blusa barata. “Vamos para um motel agora, putinha. Quer ir, guerreiro?”

Apenas assentiu, com os olhos arregalados e vidrados. “Sim. Vamos.”

O silêncio no carro era absoluto, quebrado apenas pelo ronco do motor e pelo som úmido e rítmico do estranho — Estranho, eu o chamaria — já acariciando o próprio pau por cima da calça jeans. Eu olhava pela janela para os postes de luz que passavam, minha mente a mil. Acho que esse moço tarado adorou meus peitos. Não parava de olhar. Meus peitões grandes e pesados, pendentes e fartos, balançando livremente sob o vestido. Minha bunda, esse traseiro largo e pálido com a linha do biquíni desbotada. Minha xoxota, já úmida e pulsante, sentindo-se tão vazia que doía.

“Ali!” A voz de Estranho era um latido áspero, me assustando. “Ali, tem um motel ali!”

Alonzo deu uma guinada brusca, os pneus rangendo na brita. O lugar era um lixo. Tinta descascando, um letreiro de neon piscando, o ar cheirando a cigarro velho e mofo. Nojento. Feio. Fedia. Perfeito.

Alonzo nem se deu ao trabalho de ir à recepção. Ele simplesmente estacionou na primeira vaga disponível, desligou o motor e veio para cima de mim. Sua boca se chocou contra a minha, suas mãos rasgando as alças do meu vestido. O tecido rasgou e meus seios saltaram para fora, pesados e caídos, minhas aréolas escuras já arrepiadas. “Olha isso, meu parceiro”, ofegou Alonzo, apertando minha carne com força, beliscando um mamilo até eu soltar um suspiro. “Olha como eu deixo ela cheia de tesão!”

Ouvi o farfalhar das roupas. Estranho já estava nu, seu corpo grosso e peludo caindo na beirada do colchão manchado. Seu pau, Jesus, já estava duro, grosso e com veias saltadas, projetando-se de uma cabeleira de pelos escuros e encaracolados. Ele apenas ficou sentado ali, observando, sua mão bombeando lentamente sobre o membro, seus olhos me devorando.

Alonzo me girou, minhas costas para a cama, suas mãos cravando-se nas dobras macias dos meus quadris. “Você gosta do rabo dessa puta?”, ele exigiu.

A língua de Estranho deslizou para fora para umedecer seus lábios. “É um rabão gostoso pra caralho.”

“Vai, tua puta”, ordenou Alonzo, me empurrando para frente. “Deixa ele sentir o sabor desse rabão. Senta na cara dele. Dá uma surra de bunda nesse puto que gosta de comer mulher casada.”

Minhas pernas estavam fracas, mas o calor entre elas era insuportável. Tropecei nos dois degraus até a cama, com a bunda exposta para ele. Estranho não esperou. Suas mãos agarraram meus quadris largos, seu rosto enterrado entre minhas nádegas com um gemido faminto. Sua língua, quente e larga, lambeu uma faixa larga do meu períneo até a base da minha coluna, depois mergulhou de volta, procurando minha fenda.

Ah, que delícia. Deixei meu peso se acomodar em seu rosto, meus joelhos afundando no colchão irregular. Seu nariz pressionou meu cuzinho, sua língua penetrando minha buceta, lambendo meus fluidos. Esfreguei-me contra ele, um movimento lento e obsceno dos meus quadris. Eu podia sentir sua barba por fazer raspando minhas coxas internas, sua boca ávida sugando e lambendo minha buceta. Os sons eram obscenos — úmidos, estalando, ruídos famintos. Olhei por cima do ombro, meus olhos encontrando Alonzo. Ele se masturbava por cima da calça, o rosto uma máscara de êxtase.

“Viu, corno?” gemi, arqueando as costas para dar a Estranho melhor acesso. “Sua puta dando o cu na cara do macho. Ele adora o gosto do cuzinho da sua esposa, né? Adora a buceta com cheiro de suor dela.”

A resposta do estranho foi passar os braços por baixo das minhas coxas, me levantando um pouco para que pudesse se deliciar mais profundamente. Sua língua penetrou em mim, depois se curvou para cima, encontrando meu clitóris. Gritei, minhas mãos voando para trás para se enroscarem em seu cabelo, puxando-o ainda mais para dentro de mim. Gozei assim, tremendo contra sua boca, minha vagina pulsando ao redor de sua língua, o creme escorrendo em seu queixo.

Alonzo respirava com dificuldade. “Agora é com vocês!” Ele tateou o bolso, tirou um único pacote de papel alumínio amassado e jogou-o no peito de cara.

O desgraçado me empurrou para longe do seu rosto, a boca brilhando com o meu gozo. Ele colocou a camisinha em si mesmo num movimento brusco e preciso. Não me deitou. Apenas me ergueu pelos quadris, me virou de frente para Alonzo e me penetrou por trás com uma estocada brutal.

“UUNNGH! AAAIIII minha buceta, caralho!” O ar escapou dos meus pulmões. Ele era enorme, me esticando ao máximo, uma plenitude ardente e perfeita. Apoiei as mãos na parede suja, meus seios grandes balançando pesadamente a cada estocada. Encarei meu marido.

“Você gosta de ser corno, gosta?” Ofeguei, minha voz carregada de prazer venenoso. “Gosta, corninho? Olha como ele me fode, cooorno! Olha o tamanho da piroca que tá entrando na sua esposinha, puta que pariu!!” Estranho bateu em mim, suas bolas batendo na minha bunda com um baque alto. "Fala, corno! Fala! Sua puta ta dando a buceta, ta dando pro vagabundo, pro cavalo! Chama ele de cavalo, seu corno! Vai! Chama!”

A boca de Alonzo abriu e fechou, como um peixe fora d'água. “C-cavalo”, ele gaguejou, com os olhos grudados onde o pau grosso do moço desaparecia no meu corpo.

“Mais alto, sua merda!” Estranho grunhiu, as mãos apertando a gordura macia dos meus pneuzinhos, seu ritmo punitivo. “Chama caralho!”

“CAVALO!” Alonzo gritou, com o rosto vermelho. “Fode a buceta dessa puta CAVALO, vai CAVALÃO, deixa essa porra larga!”

“Isso!” Gritei quando macho atingiu um ponto lá no fundo que me fez ver estrelas. “Ele é um cavalo e você é um burro, um corninho burro que não sabe foder a mulher! Hahahahaha.”

O pirocudo se inclinou sobre minhas costas, o peito suado grudado nas minhas costas suadas. “Você é uma puta gorda e feia, sabia?”, ele rosnou em meu ouvido, com o hálito quente. "Uma puta barriguda com os peitão caído. Que balança igual um caralho qdo to te fudendo. Só sirva pra tomar pau de homem de verdade." Suas palavras foram como gasolina no fogo dentro de mim. Apertei-o com força, acariciando seu membro, e ele gemeu. “Sua arrombada, fedida, cara de cavalo do caralho. Toma, sua gorda nojenta!”

Cada insulto vulgar dele era cada grito de humilhação de Alonzo, enviava outro raio de pura depravação através do meu âmago. Eu estava tão molhada que conseguia ouvir, um som lascivo e molhado a cada estocada. Minha mente era uma névoa de suor, sexo e poder.

Foi então que tive a ideia. Uma pequena surpresa para meu querido marido. Enquanto Estranho me penetrava com força, segurando meus quadris com firmeza, estendi a mão para trás. Encontrei a base do seu pênis, onde o anel da camisinha estava esticado. Encaixei um dedo sob o látex. Com um puxão sutil e giratório, desenrolei a camisinha. Ele sentiu. Congelou por uma fração de segundo, seu pênis enorme se contraindo dentro da minha vagina nua e apertada. Olhei para ele, dei-lhe um sorriso malicioso e cúmplice e empurrei a camisinha para fora com o polegar. Ela caiu no chão imundo, esquecida.

A próxima estocada foi uma revelação. A sensação da sua pele nua, quente e veias, deslizando em meu canal escorregadio e desprotegido foi mil vezes mais intenso. O calor, a fricção, o tapa íntimo de sua carne contra a minha. Meu Deus. Foi isso. Esta foi a traição, crua e completa.

“Ele tá… ele tá sem, corno!” Eu gemi, meus olhos revirando. "O cavalo tá me comendo sem camisinha! Tá botando tudo dentro da sua mulher, seu merda! Vai encher a sua puta de porra!"
Meu marido na hora: “Porra, vc tirou a camisinha? Dois filhos da puta mesmo. Olha só, vou deixar passar, mas toma cuidado ai, nada de gozar dentro.
E o cavalo metia com mais força, até que meu marido não conseguiu mais segurar, jorrou leite longe e deu um grito de tesão. No mesmo momento o cavalo tirou a rola da minha buceta e jogou leitinho nos meus pentelhos. Fiquei toda melada, que delicia.Foi bom demais.

Foto 1 do Conto erotico: O dia que fomos observados por um estranho parte final


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Ficha do conto

Foto Perfil enfermeiracasada
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Nome do conto:
O dia que fomos observados por um estranho parte final

Codigo do conto:
253538

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
31/01/2026

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