Fantasia do meu maridinho

Nossa vida sexual estava se tornando mais quente. Certo dia começamos a nos tocar e meu marido me pergunta: “Amor, me diz uma coisa, tem algum amigo seu ou alguém com quem vc já ficou no passado que te deixa excitada?”
Falei: “Se eu for sincera vc não vai ficar com ciúmes?”
Ele disse que não ficaria com ciúmes.
Então falei que Fabinho, um homem que já havia ficado, foi um dos poucos que me fez gozar.
Ai ele disse que era pra imaginar que Fabinho estava ali, e começamos a fazer uma brincadeira gostosa.

A voz de Alonzo era um rosnado baixo contra meu pescoço, seus dedos cravando na carne macia dos meus quadris. Estávamos na nossa cama, minhas costas pressionadas contra o peito dele, seu pau — firme, familiar — roçando na fenda da minha bunda através da roupa. O calor já era insuportável.

“Alonzo…” gemi, minha cabeça caindo para trás.

“Diga-me.”

Respirei fundo, tremendo. “Se eu for sincera… você não vai ficar com ciúmes?”

“Não vou ficar com ciúmes. Quero saber o que faz a bucetinha apertada da minha esposa pingar.”

A vulgaridade, tão direta vinda da sua boca geralmente gentil, me atingiu em cheio. Meus seios enormes pareciam pesados, doloridos.

“Foi… Fabinho”, sussurrei o nome no quarto escuro.

“Fabinho”, repetiu Alonzo, mudando a voz. Não era de raiva. Era… intrigada. “Aquele dos tempos da faculdade? O jogador de futebol?”

“Sim.”

“Por que ele?”

Me remexi, sentindo meus mamilos endurecerem contra a renda do meu sutiã. “Ele era… um dos poucos. Que me fez… você sabe. Gozar.”

A mão de Alonzo deslizou do meu quadril, subindo pela minha lateral até que a palma da mão envolvesse o peso do meu seio direito por cima da blusa. Ele apertou, e um gemido abafado escapou da minha garganta. Ai, meu Deus.

“Ele te comeu bem, minha gorda? Aquele filho da puta esticou sua xoxota linda?”

As palavras obscenas, misturadas com seu toque possessivo, embaçaram minha visão. “S-sim…”

“Então imagine que ele está aqui”, sussurrou Alonzo no meu ouvido. Sua outra mão veio por trás, acariciando meu outro seio, massageando a carne macia. “Imagine que é o pau dele esfregando na sua bunda gorda agora. Não o meu. O dele.”

Um tremor percorreu meu corpo. Minha mente, traiçoeira e faminta, obedeceu. Fabinho. Moreno, alto, com aquele sorriso arrogante e os olhos que sempre desciam para o meu peito. Eu quase podia sentir a diferença — a pressão fantasma de algo mais grosso, mais intenso.

“É isso que você quer?” A voz de Alonzo era um veneno sedutor. “Você quer um pauzão te rasgando, sua safada?”

“Sim”, eu sibilei, a confissão abrindo algo dentro de mim. “Ah, porra, sim.”

“Então diga a ele.” As mãos de Alonzo estavam frenéticas agora, puxando minha blusa para cima, abaixando meu sutiã até que meus seios enormes e pálidos se libertassem, pesados e caídos. Ele beliscou meus mamilos com força. “Diga ao Fabinho o que você quer que ele faça com você.”

Eu estava ofegante, minha cabeça vazia de tudo, exceto da necessidade. “Fabinho… por favor… eu quero seu pau. Quero sentir o tamanho dele. Quero que você me foda com ele. Tenho pensado nisso… seu pauzão na minha boca…”

Alonzo gemeu, um som rouco e faminto. “Essa é a minha garota boazinha. Uma garota tão safada e honesta para mim.” O elogio me invadiu, mais quente que o seu toque. Ele me empurrou para frente, me colocando de quatro no colchão. A posição fez meus peitos balançarem pesadamente. Senti ele puxar minha calça legging e calcinha até os joelhos com um puxão brusco.

“Ele está atrás de você agora”, narrou Alonzo, com a voz rouca—com o pau o dele, não o do Fabinho, mas minha mente já estava em outro lugar. “Ele está olhando para sua bunda grande, sua xoxota molhada. Ele é muito maior que eu, não é? Você mal aguenta.”

Senti a pressão bruta do pau dele na minha entrada. Era do tamanho do Alonzo, familiar. Mas eu me contraí em torno do nada, imaginando-o se esticando, queimando.

"Implore por ele", ele exigiu.

"Por favor, Fabinho, me fode vai!", gritei, empinando a bunda. "Enfia esse pauzão na minha xoxota! Eu preciso! Eu fui uma boa menina, esperei tanto tempo, por favor, me fode!"

Com um grunhido, Alonzo penetrou em mim. Era o pau dele, mas na minha mente, era um monstro, me preenchendo de uma forma impossível. Gritei, um gemido rouco e exagerado.

"Sim! Oh, porra, caralho, que tesão, amor!"

"Amor não, agora eu sou o CORNO. Ele está te partindo ao meio, não é, vagabunda?", Alonzo ofegou, suas estocadas fortes e profundas. Uma mão se fechou em punho no meu cabelo, a outra alcançou meu seio saltitante, apertando a carne macia. “Sua buceta apertadinha de casadinha santinha finalmente vai receber o que merece. Minha putinha convertida.”

“Sou não, teu corno! Agora sou a putinha do Fabinho, como vc sonha, corninho!” Solucei, a humilhação e o elogio se misturando, me levando ao êxtase. “É tão grande! Porra! Não para! Seu pauzão está me transformando em sua vadia!”

Suas estocadas se tornaram brutais, a cama batendo contra a parede. Os sons eram obscenos — pele com pele, meus pedidos sufocados, seus palavrões. Tudo em que eu conseguia pensar era na grossura, na fantasia de ser completamente preenchida. Os dedos de Alonzo encontraram meu clitóris, fazendo círculos.

“Você vai gozar no pauzão dele, sua safada. Goze para ele.”

A tensão se esvaiu. Meu orgasmo me atravessou, violento e avassalador. Minha buceta se contraiu em pulsações rítmicas ao redor de seu pau penetrante, e eu gemi, minha voz rouca, balbuciando elogios sem sentido e obscenidades.

“Boa esposa, dá essa buceta gostosa pra ele! Teu corno merece isso! Ai, caralho, sua buceta é tão apertada, Será como vai ficar depois do Fabinho?!” Alonzo rugiu, seu próprio controle se despedaçando.

Ele se retirou de repente, seu pau saltando para fora. Eu sabia o que ele queria. O que eu queria.

Virei-me de costas, meus seios balançando com o movimento, meus olhos arregalados e desesperados. Olhei para seu pau, Encharcada com a minha umidade, e por uma fração de segundo, vi a do Fabinho. Mais grosso, maior, mais bonito.

"Dentro", implorei, abrindo bem as pernas, prendendo as mãos atrás dos joelhos para me expor completamente. "Por favor, corno... por favor, faz ele gozar dentro. Preciso que você mande ele gozar dentro de mim. Encha minha xoxota. Quero sentir, todo o leitinho. Por favor, me dê porra!"

A visão da minha súplica, meu corpo exposto e usado, foi demais para ele. Ele agarrou o pau, acariciando-o furiosamente.

"Você quer que esse pau te encha? Quer tua puta?"

"Sim! Faça isso! Me encha de porra!"

Com um grito final e tenso, ele gozou.

Não foi uma ejaculação normal. Foi uma erupção enorme, espessa e branca. O primeiro jato atingiu minhas paredes internas, quente e chocante. O segundo, o terceiro, o quarto jato pintaram minha vagina escancarada, transbordando instantaneamente. Bolhas grossas e pegajosas de sêmen escorreram ao redor de seu pênis ainda pulsante, cobrindo meus lábios, minhas coxas, uma poça pesada se formando nos lençóis sob minha bunda. Continuou vindo, uma quantidade impossível, me preenchendo até transbordar em um fluxo contínuo e quente.

"Olha só", ele ofegou, com os olhos selvagens. "Olha o que você fez. Você está cheia de porra!”

Olhei para baixo, minha vagina arruinada, uma bagunça branca e escorrendo. O volume era obsceno. Era tudo. Eu estava ofegante, meus próprios dedos deslizando para abrir meus lábios, para sentir a porra quente e viscosa de seu clímax, de meus pedidos.

Alonzo desabou ao meu lado, sua mão repousando em minha barriga pegajosa. Estávamos ambos destruídos. A fantasia pairava no ar, densa como seu leite.

Ele virou a cabeça, os olhos escuros com uma nova fome possessiva. "Então... Fabinho, hein?"


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Comentários


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baroni-lenhador Comentou em 23/01/2026

Que tesão de conto. Uma delícia pensar em toda a cena. Mereceu meu voto.

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Comentou em 20/01/2026

Porra moça, seus contos são incríveis

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fernando1souza2 Comentou em 20/01/2026

Delícia, votado! Continue.




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Ficha do conto

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enfermeiracasada

Nome do conto:
Fantasia do meu maridinho

Codigo do conto:
252691

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
20/01/2026

Quant.de Votos:
13

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