Subi de volta em seus ombros largos, minhas coxas grossas agarrando seu pescoço. O segundo round durou mais. Mas enquanto nos balançávamos e lutávamos, uma nova sensação começou a surgir. A cada mudança do meu peso, o náilon encharcado e apertado do meu maiô pressionava minha buceta contra a nuca e o pescoço de Alonzo. Um calor lento e insistente começou a crescer entre minhas pernas. Que coisa, hahaha…tava me dando tesão.
Lais me derrubou novamente. “Poxa, amor, tá de moleza!” Alonzo reclamou.
“Você que não me segurou direito!” Eu atirei de volta.
Pit riu. “Eles levam vantagem porque eu sou mais alto, facilita pra Lais.”
Os olhos de Alonzo se estreitaram. "Quer trocar, então? Pra ver qual de nós é a peça fraca?"
Meu coração deu um pequeno salto. Trocar? Antes que eu pudesse protestar, fui colocado nos ombros de Pit. Ele era mais alto, mais sólido. A batalha foi equilibrada, um impasse tenso. Mas a pressão era diferente. Mais direto. O músculo firme de seu ombro pressionou firmemente contra meu monte a cada solavanco. O calor se transformou em uma pulsação latejante. Ai, que tesão. Minha mente começou a me trair. Imaginei que não era o ombro dele, mas a pressão grossa do seu pau, ainda escondido na cueca branca, me roçando através do tecido. Minha vagina ficou úmida, meus lábios internos incharam, ficando escorregadios. Apertei, esperando que ele não sentisse o leve vazamento da minha excitação através do nylon. Tomara que ele não perceba.
Movida por uma curiosidade imprudente, olhei para baixo. A evidência era inconfundível. Sua sunga branca estava ereta, delineando um pau grosso e pesado que se curvava para cima. Era enorme. Nossa. Ele tá excitado. Comigo. Um arrepio, uma mistura de choque e excitação, percorreu meu corpo. Distraída, perdi o equilíbrio e Lais me empurrou.
“A molenga é você!” Alonzo gritou.
Então o telefone de Lais tocou. Seu rosto se fechou. “Me ligaram do trabalho… plantão de emergência. Tenho que ir agora.”
O clima esfriou. Pit se ofereceu para acompanhá-la. Lais insistiu que ele ficasse. Então ela se virou para Alonzo. "Você quebra um galho? Pode me levar? É mais rápido que ir de ônibus."
“Claro”, disse Alonzo, saindo da piscina. "Luara, vou levá-la. Não demoro."
"Vai devagar, amor! A estrada é perigosa!"
Ele acenou e eles foram embora.
O silêncio, pesado e estranho, se instalou entre mim e Pit. Me virei para sair. "Vou ao banheiro. Quer outra cerveja?"
Ele sorriu. “Só se for algo com mais álcool que cerveja.”
“Vodka euTenho.” Virei-me, sentindo seus olhos em meu traseiro, o tecido preto esticado sobre minha bunda larga.
Sua voz veio, baixa e provocadora. “Tá comendo carne de pavão, Luara?”
Eu fiz uma careta por cima do ombro. “Porque?”
“Tá com maior rabão.” Ele riu.
“Larga de ser bobo”, murmurei, com o rosto corando.
Quando voltei com as bebidas, não tinha percebido que meu biquíni tinha subido de novo, apertando meus lábios vaginais. Sentei-me na beira da piscina, pernas balançando. Ele pegou o copo e, com um movimento rápido, a outra mão bateu na minha xoxota coberta com um tapa molhado. “E essa pata de camelo aí?”
Eu recuei, escandalizado. "Você tá doido? Eu sou casada!"
“Mas eu sei que ele só te come de vez em quando”, disse ele, com a voz baixando. “Sua prima me falou.
A verdade disso doeu, deixando-me vulnerável. "Olha a sua idade e a minha. Tenho idade pra ser sua mãe, garoto."
Um brilho escuro e brincalhão iluminou seus olhos. “Então deixa o filhinho mamar nesse peitão, mamãe.”
“Cara, você não tem jeito...” O protesto morreu na minha garganta quando ele agarrou meus tornozelos e puxou. Eu mergulhei na água e ele estava em cima de mim, uma mão segurando meu monte sobre o náilon, seus dedos pressionando meus lábios inchados. Empurrei seu pulso, mas a resistência era fraca, alimentada mais pela formalidade do que pelo desejo verdadeiro.
“Para, Pit…”
Ele me ignorou, sua outra mão se prendendo sob a alça do meu top. Com um puxão firme, o tecido esticado cedeu e um seio pesado e pendente se libertou na água morna e no ar. Meu mamilo, um botão grande e rosa, endureceu instantaneamente com a brisa. Antes que eu pudesse me cobrir, sua boca estava nele, quente e úmida, sua língua girando ao redor da aréola antes de sugar o biquinho rígido profundamente.
Ahhh… Uma onda de puro prazer, que se desvanecia, me atingiu. Meus joelhos fraquejaram. Não deveria… mas é mais forte que eu. Minha cabeça caiu para trás, meus olhos se fechando. “Para… meu marido chega a qualquer momento…”
Ele passou para o outro seio, puxando-o para fora com os dedos, sua boca se prendendo com uma fome voraz. Ele sugou com força, uma das mãos ainda massageando minha vagina encharcada através do maiô. "Primeiramente, agora não sou seu primo. Sou seu filhinho, mamãe", ele sussurrou contra minha pele molhada. "E em segundo lugar, temos pelo menos duas horas. Relaxa e deixa seu filhinho mamar."
As palavras tabus, a emoção ilícita, destruíram minha última pretensão. Enrosquei meus dedos em seu cabelo molhado, guiando sua cabeça. “Então mama a mãe, mama o peitão da mamãzinha, filhinho safado… Mama o outro agora.” Ele obedeceu, chupando e mordiscando, enviando choques elétricos de prazer diretamente ao meu âmago. Eu estava perdida na sensação, no calor de sua boca, no raspar áspero de seus dentes, na maneira como meus seios grandes e macios cederam à sua adoração.
Uma sombra caiu sobre a piscina.
Nós congelamos.
Alonzo ficou na beirada, com o rosto ilegível. "Muito bonito. É só eu sair..."
Eu me mexi, tentando enfiar meus seios de volta no top arruinado. "É um mal-entendido, amor! Ele só tava me ajudando a ajustar o maiô!"
Pit apenas ficou olhando, boquiaberto.
A mandíbula de Alonzo funcionou. "Não sei o que eu faço com vocês. Se dou uma surra em você, Pit... se dou uma surra em você, Luara... ou se dou uma surra nos dois."
Meus olhos caíram. Uma protuberância proeminente pressionava seu short. Uma esperança imprudente e desesperada explodiu. Forcei um sorriso trêmulo. "Ué, amor... não estou te entendendo. Pra dar uma surra tem que tá de pau duro assim? Ou... você está pensando em mim dar outro tipo de surra rsrs?"
Um longo e tenso silêncio pairou no ar. Então, um sorriso lento e sombrio se espalhou pelo rosto de Alonzo. "Você não perde um detalhe, né? Não vou dar surra em ninguém. Nem da outra forma." Ele arrastou uma espreguiçadeira à beira da piscina para mais perto com um grito. “Mas vou pegar uma cadeira, sentar, e ver o Pit te dar essa surra por mim.”
Minha respiração falhou. Com certeza. A fome voyeurística em seus olhos acendeu a minha.
Ele sentou, abrindo as pernas. “Vamos, gente. Sem timidez. Continuem de onde pararam. Bota pra fora essas tetas de novo pra ele continuar mamando.”
Com as mãos trêmulas, libertei meus seios. Pit não precisou de mais incentivo. Mergulhou de volta, com a boca faminta e úmida. Observar Alonzo nos observando era um afrodisíaco como nenhum outro. Alonzo abriu o zíper do short, libertando sua própria ereção grossa, e sua mão começou uma carícia lenta.
“Saiam da piscina. Agora”, ordenou ele, com a voz rouca.
Saímos, pingando. “Tira a sunga”, ordenou Alonzo a Pit.
Pit tirou o tecido branco. Eu suspirei. Meu Deus. Era tão impressionante quanto o contorno prometia. Longo, incrivelmente grosso, com uma curva acentuada para cima. O corpo era venoso e pesado, terminando em uma glande larga, cor de ameixa, que já brilhava. Parecia incrivelmente substancial.
“Vai aguentar essa rola toda?” perguntou Alonzo, com um tom de deboche na voz.
Engoli em seco. “Acho… acho que sim.”
Pit, sempre o bobo, sorriu. “Se entra a cabeça, entra tudo. Porque meu pau não tem ombro.”
Alonzo se levantou, caminhou até mim e, num movimento rápido, arrancou o body encharcado do meu corpo. Fiquei nua diante dos dois, meu corpo inteiro à mostra — os seios pesados e caídos com suas aréolas grandes e claras e mamilos bicudos, a curva suave da minha barriga, a juba de pelos escuros entre minhas coxas afastadas. Ele voltou para a cadeira. “Inclina. Mãos nos braços da cadeira.”
Inclinei-me, agarrando os braços da cadeira perto dos quadris dele, oferecendo minha bunda redonda e pálida e minha xoxota molhada para Pit. A posição era profundamente submissa, e eu me sentia exposta e lasciva.
“Vai lá, garotão. Bota essa rola na buceta dela.”
Pit Ele se atrapalhou com a camisinha. Cuspiu na ponta do pênis, depois na palma da mão, espalhando a saliva sobre meus lábios. Apertou minhas nádegas, abrindo-as, e posicionou a glande larga e brilhosa na minha entrada. Empurrou.
Uma ardência aguda e intensa me fez gritar. Não ia entrar. Era grosso demais. Empurrou com mais força, usando a mão para guiar o pênis.
“Nngh! Ai, dói!”
Alonzo se inclinou para a frente, fascinado, sua mão se movendo mais rápido no próprio pênis. “Assim não vai dar certo. Essa camisinha já tá atrapalhando tudo. Tira essa porra e bota nela no pelo.”
Meus olhos se arregalaram. “Tem certeza, amor?”
Ele apenas assentiu.
Pit hesitou. “Mas eu nunca meti sem…”
“Parabéns”, Alonzo o interrompeu. “Vai ser a primeira vez. Vai sentir o gosto de uma buceta de verdade.” Ele estendeu a mão até a mesinha de cabeceira, pegou um pequeno pote de manteiga e espalhou uma quantidade generosa. Com movimentos frios e deliberados, ele a espalhou por toda a minha vulva e na entrada. “Agora vai.”
Peguei mais manteiga e lubrifiquei o enorme pênis do Pit até que brilhasse mais. Ele pressionou novamente. A manteiga e minha própria lubrificação abundante ajudaram, mas o alongamento era imenso, uma plenitude ardente e dilacerante. Gritei, um som cru de dor e sensação avassaladora.
“Força! Tá quase!” Alonzo insistiu, hipnotizado.
Com um último empurrão brutal, a parte mais larga da glande passou pelo meu anel muscular apertado. Olhei para trás, para Alonzo, com lágrimas nos olhos. “Foi, amor… entrou. Só a cabecinha…” Pit não parou. Continuou empurrando, afundando a grossura incrível cada vez mais fundo, até que seus quadris encontraram minhas nádegas. Um tremor selvagem e completo me percorreu. “Aaaaiii! Tudo! Entrou tudo, amor!” Eu ofegava, minha voz um gemido entrecortado. “Tá gostando, amor? Tá gostando da sua puta com tesão em outro?”
Pit começou a se mover, movimentos curtos e profundos que sacudiam meu corpo inteiro. Meus seios balançavam pesadamente, a parte de baixo batendo contra minhas costelas, os mamilos roçando os braços da cadeira perto do rosto de Alonzo. Os sons molhados da minha vagina esticada e encharcada eram obscenamente altos.
“Fode a puta do corno, fode! Tá me arrombando esse caraaaalho! Goza, amor, goza! Goza com ele me comendo, vai! Olha, comendo a buceta do seu amorzinho.”
A respiração de Alonzo falhou. Um rugido gutural rasgou sua garganta enquanto seus quadris se moviam para cima. Cordas grossas e quentes de esperma jorraram de seu pênis pulsante, espalhando-se pelos meus peitos enormes, com precisão cirúrgica, pintando meus seios caídos que balançavam pra caralho. Listras brancas pousaram nas aréolas rosas e escorreram pelas curvas. A sensação do seu sêmen quente na minha pele, misturada com as estocadas brutais e profundas de Pit, me levou a um clímax rouco e gritante. Minha vagina se contraiu e vibrou violentamente ao redor da intrusão monstruosa, ordenhando-a.
Alonzo suspirou, um longo e satisfeito suspiro. Ele se levantou, guardou o pênis que amolecia e, sem dizer uma palavra, caminhou em direção à casa. E nos deixou do jeito que estávamos, Pit socando na minha buceta e meus peitos balançando a cada estocada.
Continua...

que delicia de conto ainda mais com uma potranca dessa da muito mais tesao
Que foda gostosa !