“Só Assiste” — E Eu Obedeci

Alguns dias depois da festa, meu celular vibrou enquanto eu estava no sofá com o Alonzo vendo série. Era a Juliana.

“Oi, amiga… tô sozinha em casa hoje, o Pedro viajou a trabalho. Quer vir aqui tomar uns drinks e colocar a conversa em dia? É bom que a gente fica a vontade e podemos colocar todas as fofocas em dia kkkk.”

Eu fiquei uns minutos olhando a mensagem, e pensei que era uma boa mesmo jogar conversa fora e falar de tudo que quisessemos. Respondi:

“Pode ser, amiga. To precisando de conversar mesmo e beber um pouco pra relaxar. Que horas?”

“Se tiver de bobeira aí vem agora. Tô te esperando.”

Cheguei na casa dela umas 40 minutos depois. Ela abriu a porta, estava usando um top justo e um short curto de lycra, devia estar chegando da academia. Me deu um abraço demorado, apertado.

“Finalmente, mulher… vem, entra. Fica a vontade. Vou preparar uma bebida pra gente” — ela disse antes de fechar a porta.

Sentamos no sofá da sala, e ela serviu dois drinks fortes e sentou bem perto de mim no sofá. Conversamos um pouco sobre várias coisas e também sobre a festa, rimos da cara que eu fiz quando ela me pegou, mas logo o papo foi descendo.

“Amiga, confessa... você não para de pensar no que viu, né? Pode falar kkkk” — ela perguntou, girando o gelo no copo e olhando direto nos meus olhos e rindo.

“Kkkkk É difícil esquecer, né Jú?” — admiti, sentindo o rosto esquentar.

Juliana deu uma risadinha baixa e tomou um gole da bebida, me olhando por cima do copo.

“Difícil esquecer ou difícil parar de pensar? Kkkk, Pode ser sincera, aqui não tem julgamento, estamos entre amigas. Foi a primeira vez que você viu alguém transando ao vivo?”

“Foi…” — respondi, quase sussurrando. “Eu nunca imaginei que ia ficar daquele jeito… olhando... curiosa kkkk.”

“E qual parte te excitou mais, safada kkk?” — ela perguntou, inclinando a cabeça com um sorrisinho curioso.

Senti meu rosto queimar ainda mais. Tomei um gole grande do drink pra ganhar tempo.

“Tudo… foi tudo bem interessante kkk” — confessei. “O jeito que você gemia pedindo pra ele meter mais forte… o jeito que ele te segurava… parecia que vocês dois tavam loucos de tesão. Eu nunca ia imaginar o Pedro daquele jeito. Ele sempre parece tão… certinho kkkkk.”

Juliana riu, claramente gostando da resposta.

“Ah, mas ele não é certinho coisa nenhuma. Quando a gente tá sozinho ele vira outro. Adora mandar, adora me tratar como putinha dele. E eu amo. Quanto mais safado ele fica, mais eu gozo.”

Ela cruzou as pernas no sofá, ficando mais confortável, e continuou:

“Quando ele me fodeu na área de serviço aquele dia, sabia que você podia aparecer. Eu deixei a porta entreaberta de propósito. Queria que você visse ele me fudendo. E quando te vi ali… se tocando… nossa, fiquei muito mais molhada. O Pedro também. Ele gozou bem mais forte sabendo que você tava assistindo.”

Fiquei em silêncio por um segundo, processando. Meu coração batia forte.

“Vocês… fazem isso sempre? Deixarem alguém ver?” — perguntei.

“Nem sempre. Mas a gente fantasia bastante. Ele adora a ideia de me comer enquanto outra pessoa assiste. E eu… eu gosto de corromper gente ‘certinha’ como você kkkk” — disse ela, piscando.

Tomei mais um gole, nervosa.

“Corromper como? E quem te disse que sou certinha? kkkkk”

Juliana mordeu o lábio e sorriu devagar, a voz ficando mais baixa e rouca:

“Te fazendo admitir que quer ver de novo… mais de perto. Imagina você sentada bem na frente, olhando ele meter em mim bem devagar, a gente te perguntando se você tá gostando, perguntando oq vc quer que a gente faça. Teria coragem?”

Eu fiquei quieta, sem saber o que responder. Ela esperou um pouco, depois deu uma risadinha leve.

“Relaxa, Luara. Não precisa responder agora. Mas eu sei que você tá apertando as coxas uma na outra desde que eu comecei a falar… né? kkkkkk”

Nesse exato momento, ouvimos o barulho de chave na porta. Meu coração quase saiu pela boca.

Juliana virou a cabeça, surpresa:

“Hã? Pedro?”

A porta abriu e Pedro entrou, carregando uma mochila pequena. Ele sorriu ao nos ver.

“Oi, amor. Cheguei mais cedo. A reunião de amanhã foi cancelada e eu resolvi voltar hoje mesmo.”

Juliana se levantou rápido, fingindo surpresa:

“Ué, você não ia voltar só amanhã à noite? Nem me avisou!”

“Quis fazer surpresa” — ele respondeu, olhando para mim com um sorrisinho. “Oi, Luara. Tudo bem?”

“Oi, Pedro…” — respondi, com a voz um pouco fraca, sentindo o rosto esquentar.

Ele deixou a mochila no chão e sentou no sofá em frente ao nosso, relaxado. Juliana foi até ele e sentou do lado, passando o braço por trás do pescoço dele.

“Que bom que você voltou…” — ela murmurou, olhando para ele com aquele olhar safado que eu já conhecia.

Não demorou nem dois minutos. Juliana virou o rosto, segurou o queixo dele e o beijou. Primeiro foi um beijo normal, mas logo virou algo molhado e cheio de desejo. A mão dela desceu pelo peito dele, apertando a coxa por cima da calça. Pedro correspondeu na hora, segurando a cintura dela e puxando ela mais para perto.

Eu fiquei parada, sem reação, só observando. O clima entre eles esquentou rápido. Juliana subiu no colo dele, ainda beijando, e Pedro desceu a mão pela bunda dela, apertando com força por cima do short. Ela gemeu baixinho contra a boca dele.

Eu não sabia onde enfiar a cara. Peguei meu copo e dei um gole grande, depois outro. Meu coração batia absurdamente forte. Parte de mim queria sair correndo, outra parte não conseguia desgrudar os olhos.

Quando Pedro enfiou a mão por dentro do short dela e Juliana soltou um gemidinho mais alto, eu não aguentei mais. Levantei desajeitada do sofá:

“Eu… vou ao banheiro, já volto.”

Juliana virou o rosto na hora, ainda com a boca vermelha do beijo, e falou com a voz rouca e firme:

“Não vai não, Luara. Senta aí.”

Eu parei no meio da sala, sem graça.

“Fica tranquila…” — ela continuou, com um sorrisinho. “Não precisa ter vergonha. Senta de novo e relaxa. Só assiste. A gente gosta que você veja.”

Pedro me olhou com os olhos pesados de tesão, mas não disse nada, só passou a mão na coxa da Juliana enquanto esperava minha reação.

Eu fiquei parada por uns segundos, mortificada, sentindo o rosto queimar. Acabei voltando devagar pro sofá e me sentei, apertando o copo com as duas mãos.

Juliana sorriu satisfeita ao me ver obedecer e voltou a atenção para Pedro. Ela montou no colo dele novamente, segurando o rosto dele com as duas mãos e o beijando com fome. O beijo era molhado, ruidoso, cheio de desejo. Eu conseguia ouvir o som das línguas se encontrando.

Pedro desceu as mãos grandes pelas costas dela até agarrar a bunda firme e redonda por cima do short de lycra. Ele apertou com força, abrindo as nádegas por cima do tecido enquanto puxava o quadril dela contra o dele. Juliana gemeu baixinho na boca dele e começou a rebolar devagar, esfregando a virilha no volume que já estava bem marcado na calça dele.

Meu Deus… eu não conseguia parar de olhar.

O corpo da Juliana era tão bonito — cintura fina, bunda empinada e bem trabalhada da academia, coxas grossas. O top justo marcava os seios médios e firmes, e os bicos já estavam duros, evidentes contra o tecido. Pedro subiu uma das mãos pelas costas dela, puxou o top para cima e expôs os seios. Ele abaixou a cabeça e agarrou um mamilo com a boca, chupando com vontade enquanto acariciava o outro peito com a mão.

Juliana jogou a cabeça para trás, gemendo mais alto, e segurou a nuca dele, pressionando o peito contra o rosto dele.

“Isso… chupa gostoso, mama sua putinha” — ela murmurou, rebolando mais forte no colo dele.

Eu sentia meu coração martelando no peito. Minhas coxas estavam apertadas uma contra a outra, e eu já estava absurdamente molhada. Uma mistura de não saber como agir, excitação e vergonha me consumia. Vergonha de estar ali sentada, assistindo. Excitação por ver o Pedro — sempre tão educado — segurando e chupando a Juliana com tanta vontade.

Pedro soltou o seio dela com um som molhado e subiu a boca para o pescoço, mordendo e chupando enquanto uma mão dele entrava por dentro do short dela por trás. Pelo movimento, eu conseguia imaginar os dedos dele deslizando entre as nádegas e tocando a buceta dela. Juliana soltou um gemido mais agudo e rebolou mais rápido, esfregando a boceta contra o pau duro dele por cima da roupa.

“Que isso, meu amor, to sentindo sua bucetinha piscando pra caralho…” — Pedro rosnou baixo, a voz rouca.

“É claro kkkk, tesão do caralho…” — ela respondeu, olhando de lado para mim com os olhos semicerrados de tesão. “Desde que comecei a falar pra ela o quanto você gosta de me comer.”

Eu engoli em seco. Minhas mãos tremiam segurando o copo. Queria desviar o olhar, mas não conseguia. Cada gemido, cada movimento do quadril dela, cada vez que Pedro apertava aquela bunda fazia meu grelo latejar. Eu me sentia safada, excitada, exposta… e completamente incapaz de sair dali.

Juliana voltou a beijar Pedro com mais violência, movendo o corpo como se já estivesse cavalgando ele. Os seios dela balançavam levemente a cada rebolada. Pedro desceu a outra mão e enfiou as duas por dentro do short, segurando a bunda inteira dela, abrindo e apertando enquanto ela se esfregava com mais força no pau dele.

Eu estava hipnotizada pela forma como os corpos deles se encaixavam, pelo brilho de suor que já começava a aparecer na pele da Juliana, pela maneira dominante como Pedro a segurava.

E eu ali… sentada, quieta, assistindo tudo como uma voyeurzinha envergonhada, com a calcinha encharcada e o rosto queimando de vergonha.

Juliana se levantou do colo de Pedro, com os olhos brilhando de tesão. Sem dizer nada, tirou o top por cima da cabeça, deixando os seios livres. Depois deslizou o short de lycra junto com a calcinha pelas pernas, ficando completamente nua na sala. O corpo dela era uma provocação: pele levemente bronzeada, bunda redonda, buceta lisinha e já inchada de excitação.

Pedro não esperou. Tirou a camisa, revelando o peito definido, depois abriu o cinto e abaixou a calça junto com a cueca. O pau dele pulou para fora — grosso, com a cabeça rosada e inchada, exatamente como Juliana havia descrito. Ele já estava duro, latejando.

Os dois olharam para mim ao mesmo tempo.

“Tira a roupa, Luara” — Pedro mandou, a voz baixa e firme, sem espaço para discussão.

Eu travei. Meu corpo inteiro congelou no sofá. O coração batia tão forte que parecia que ia sair pela boca. Queria falar alguma coisa, mas a vergonha era maior que tudo.

Juliana sentou no sofá, abriu bem as pernas e sorriu para mim com aquele ar dominante e safado:

“Obedece a ordem dele, amiga. Tira toda a roupa. Só falta você aqui. Não precisa ter vergonha… fique bem a vontade.”

Eu hesitei por longos segundos, as mãos tremendo. Mas o jeito como os dois me olhavam — cheios de desejo e expectativa — me fez ceder. Levantei devagar e comecei a tirar a roupa com vergonha, sentindo o rosto arder.

Primeiro o vestido, depois o sutiã. Quando tirei a calcinha, senti o ar frio tocar minha buceta encharcada. Fiquei completamente nua na frente deles, tentando cobrir os seios com um braço e a boceta com a outra mão. Nunca me senti tão exposta na vida.

Pedro sorriu satisfeito e se ajoelhou no chão, na frente de Juliana. Segurou as coxas dela, abriu ainda mais e enterrou o rosto entre as pernas. Começou a chupar com vontade — lambidas longas e lentas, depois sugando o grelinho inchado com a boca. O som molhado da língua dele trabalhando na buceta dela enchia a sala.

Juliana gemeu alto, segurando a cabeça dele com uma mão, mas manteve os olhos fixos em mim o tempo todo. O olhar dela era intenso, quase hipnótico. Cada gemido que saía da boca dela parecia ser direcionado para mim.

“Isso, Pedro… chupa minha bucetinha gostoso, chupa!” — ela murmurou, sem tirar os olhos de mim. Depois, com a voz rouca de tesão: “Luara… começa a se tocar. Quero ver você se masturbando enquanto ele me chupa. Não para de olhar pra gente.”

Minhas pernas estavam fracas. Sentei de novo no sofá, quase em transe. Abri as pernas devagar, envergonhada, e desci a mão tremendo até minha buceta. Estava latejando. Enquanto eu acariciava minha buceta com uma mão, a outra eu passava nos meus peitos e apertava meu biquinho do peito.

Juliana sorriu, mordendo o lábio inferior enquanto rebolava devagar contra o rosto de Pedro.

“Isso… assim, safada. Esfrega bem gostoso pra gente. Olha como ele tá me chupando… olha como minha buceta tá molhada na boca dele.”

Pedro aumentou o ritmo, enfiando dois dedos nela enquanto chupava o clitóris com mais força. Juliana arqueou as costas, gemendo mais alto, mas nunca desviou o olhar de mim. Eu continuava me tocando, cada vez mais molhada, sentindo uma mistura avassaladora de vergonha, humilhação e um tesão tão forte que chegava a doer.

Pedro se levantou, o pau grosso e brilhando. Segurou Juliana pela cintura, virou ela de costas e a fez ajoelhar no sofá, empinando a bunda. Sem perder tempo, posicionou a cabeça rosada do pau na entrada molhada dela e meteu com força, de uma vez só.

Juliana soltou um gemido alto, quase um grito abafado de prazer.

“Isso, caralho… me fode! Fode essa buceta, caralho, vai, vai, forte!”

Pedro começou a meter com desejo bruto, segurando a cintura dela com as duas mãos. O som molhado e ritmado dos quadris batendo na bunda era uma delícia. Cada estocada fazia os seios de Juliana balançarem pra frente. Ele metia fundo, forte, sem piedade, o pau entrando e saindo brilhando com os cremes dela.

Eu não conseguia parar de me tocar. Meus dedos deslizavam rápido no clitóris enquanto eu assistia tudo hipnotizada.

“Olha pra ela…” — Juliana gemeu, virando o rosto pra mim. “Tá vendo como ele me fode gostoso? Tá vendo meu cuzinho piscando enquanto ele me arromba, filha da puta?”

O tesão de estarem sendo observados era visível. Pedro metia cada vez mais rápido, grunhindo, e Juliana rebolava contra ele, empinando mais a bunda. Os dois estavam perdidos de tesão por causa da minha presença.

Não demorou nem cinco minutos. Juliana começou a tremer, apertando as almofadas do sofá.

“Pedro… tô gozando… tô gozando porra!” — ela gemeu alto.

Pedro deu mais algumas estocadas fortes e enterrou o pau bem fundo, rosnando enquanto gozava dentro dela. Os dois estremeceram juntos, gozando intensamente, com ele pulsando dentro da buceta dela.

Eles ficaram alguns segundos ofegantes. Pedro saiu de dentro dela devagar, um fio de porra escorrendo pela coxa de Juliana.

Juliana virou o rosto pra mim, ainda respirando pesado, com um sorriso envergonhado:

“Desculpa, Luara… foi rápido demais. A gente ficou louco com vc olhando com tanto tesão… não deu pra segurar.”

Pedro tirou o pau ainda semi-duro de dentro dela e olhou pra mim, sorrindo.

“Não foi justo. Só nós dois gozamos. Você tá aí há um tempão se tocando e ainda não gozou, né?”

Juliana concordou na hora, ainda de quatro no sofá:

“Verdade… Vem, Pedro. Vamos fazer a Luara gozar gostoso. Ela merece.”

Os dois se levantaram e vieram até o meu sofá. Meu coração disparou. Juliana sentou do meu lado esquerdo e Pedro do direito, me encurralando no meio deles.

Eles não perderam tempo. Cairam de boca nos meus seios. Pedro chupou o direito com força, sugando o mamilo inteiro enquanto Juliana atacou o biquinho durinho esquerdo, chupando mais devagar, mordiscando de leve e passando a língua ao redor.

Eu soltei um gemido alto:

“Puta que pariu! Que tesão do caralho!”

Pedro desceu a mão grande, tirou minha própria mão da minha buceta e meteu os dedos dele. Começou a me masturbar com habilidade — dois dedos grossos deslizando entre meus lábios molhados, esfregando meu clitóris inchado com o polegar em movimentos circulares perfeitos.

“Ai, ai caralho… Pedro seu filho da puta” — gemi, sem conseguir me controlar.

Instintivamente, segurei a cabeça de Pedro com a mão direita e a cabeça de Juliana com a esquerda, apertando os cabelos deles enquanto os dois devoravam meus peitos pesados e Pedro me dedava cada vez mais rápido.

A sensação era avassaladora: duas bocas quentes nos meus mamilos, um homem que eu mal conhecia me masturbando com vontade, e a humilhação deliciosa de estar completamente nua e entregue no meio deles.

“Goza pra gente, Luara… goza gostoso sua piranha!” — Juliana murmurou com o mamilo na boca.

Eu não aguentei. Meu corpo inteiro tensionou. Apertei as cabeças deles com força contra meus seios e gozei violentamente, tremendo, gemendo alto, minha buceta pulsando contra os dedos de Pedro enquanto eu inundava a mão dele.

Foi um dos orgasmos mais intensos da minha vida.

Eu estava suada, trêmula, sem forças, jogada no sofá. Eles se levantaram, rindo de mim, e Jù disse:

“Gozou gostoso, hein amiga! Kkkkk”

“Nossa, gozei mesmo kkkk. Agora preciso ir.” E fui colocando minha roupa.

“Temos que repetir isso, amiga! Prometo que na próxima vez vai ser ainda melhor kkk.”

“Vamos repetir, com certeza, amiga kkkkk. A gente vai se falando.”

Acabei de me vestir, me despedi e fui embora.

Enquanto dirigia pra casa, minha cabeça era um furacão.
“Meu Deus… o que foi que eu acabei de fazer? Eu deixei eles me verem pelada… me masturbei na frente deles… e gozei como uma vadia no meio dos dois chupando meus peitos.”
Sentia um misto estranho de vergonha profunda e uma excitação residual que ainda fazia minha buceta pulsar de leve. Toda vez que lembrava da boca de Pedro no meu mamilo e dos dedos dele me fodendo, eu apertava o volante.
“Eu traí o Alonzo. Não foi penetração, mas… caralho, foi pior. Eu gostei. Gostei pra caralho.”
Sentia culpa, sim. Mas também uma euforia perigosa. Pela primeira vez em muito tempo, me senti desejada, safada, viva. A forma como Juliana e Pedro me olharam, o jeito como me usaram pra aumentar o tesão deles… tudo aquilo mexeu com algo dentro de mim que eu nem sabia que existia.
“Eu sou uma pervertida? Desde quando eu gosto de assistir os outros transando? Desde quando eu deixo um casal me fazer gozar assim?”
Tinha medo também. Medo de ter gostado demais. Medo de querer repetir. Medo de não conseguir mais olhar pro Alonzo da mesma forma. E, principalmente, medo de que uma parte de mim já estivesse ansiosa pra receber a próxima mensagem da Juliana.
Quando parei no semáforo, ainda sentia a calcinha molhada e o cheiro de sexo no meu corpo. Suspirei alto.
“Luara… você é uma piranha mesmo kkkk.”

Foto 1 do Conto erotico: “Só Assiste” — E Eu Obedeci


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Ficha do conto

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Nome do conto:
“Só Assiste” — E Eu Obedeci

Codigo do conto:
262355

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
19/05/2026

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