Eu havia acabado de voltar do congresso de enfermagem, estava cansada, mas animada. Havíamos combinado de fazer uma pequena comemoração em nossa casa com alguns amigos mais próximos. Alonzo, meu marido, ainda não tinha chegado do trabalho, e os convidados estavam atrasados. Apenas um primo meu já estava presente: Leozinho, de 22 anos. Ele tinha chegado mais cedo para ajudar com alguns detalhes da noite.
A noite estava agradavelmente fresca, com uma brisa leve entrando pela janela da cozinha. Eu ainda estava com o vestido preto curto que usei no evento — decote profundo, mangas até o cotovelo, o tecido justo o suficiente para marcar meus seios grandes, naturais, pesados. Minhas coxas grossas roçavam uma na outra enquanto eu me movia pela cozinha, e a sandália de salto alto já começava a pesar nos meus pés.
Eu estava sozinha com ele na cozinha, preparando alguns petiscos, sentindo o peso do meu corpo curvilíneo e o olhar ocasional que meu primo, aquela “criança” lançava na minha direção. O silêncio entre nós parecia mais denso do que o normal.
Como eu disse, estava cansada. Apoiei meus quadris na bancada da cozinha, levei os braços para trás e apoiei as mãos na superfície fria. Meu pé esquerdo sustentava o peso do corpo enquanto eu descansava o direito, deixando-o suspenso. Depois apoiei os dois pés no chão, me virei para a pia e me inclinei um pouco para frente para ver as horas no relógio da parede. Acabei me inclinando mais, apoiando os cotovelos na bancada, o que fez o vestido curto subir pelas minhas coxas grossas. Eu sentia o ar fresco tocando parte da minha bunda, mas nem me dei conta direito — estava distraída.
Ainda mexendo no celular, eu alternava o peso de um pé para o outro, tentando aliviar a pressão dos saltos.
— Luara? — a voz de Leozinho veio da sala, mas eu não entendi o que ele disse.
Me virei novamente, ficando com a bunda apoiada na bancada e as mãos descansando na superfície, relaxada. Abri a boca para pedir que repetisse.
Foi quando ele surgiu de repente na cozinha, rápido, sem me dar tempo de reagir. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, Leozinho segurou minha cintura com as duas mãos, firme. Uma delas desceu rapidamente pela minha coxa grossa, deslizando por baixo da barra do vestido e subindo o tecido.
— Leozinho! — exclamei, surpresa, com a voz mais alta do que pretendia. Meu coração deu um salto. — O que você está fazendo?!
Ele não tirou a mão. Seus dedos ainda apertavam minha coxa macia, o vestido agora bem mais alto do que deveria. Seus olhos encontraram os meus, sem o menor traço de vergonha.
— O que eu sempre quis fazer e nunca tive coragem — respondeu, a voz baixa e rouca. — Você não faz ideia do quanto eu te desejo, prima.
Meu coração disparou. Senti um calor subir pelo rosto e um frio na barriga ao mesmo tempo. Tentei dar um passo para trás, mas a bancada atrás de mim me impediu. A mão dele ainda estava na minha coxa, quente, apertando a carne macia com uma confiança que eu nunca imaginei que ele tivesse.
— Leozinho… você enlouqueceu? — minha voz saiu trêmula, quase um sussurro. — Nós somos primos! Isso é errado… muito errado. E eu sou casada, pelo amor de Deus! Alonzo pode chegar a qualquer momento.
Senti meus seios pesados subindo e descendo rápido com a respiração agitada. Uma mistura confusa de choque, vergonha e algo que eu não queria admitir tomou conta de mim. Parte de mim queria empurrá-lo, gritar, mas meus pés pareciam presos no chão.
Ele não recuou. Pelo contrário, apertou um pouco mais minha cintura com a outra mão, puxando meu corpo contra o dele com suavidade, mas firmeza. Seus olhos escuros me encaravam com uma intensidade que me desestabilizava.
— Primos? — ele sorriu de lado, quase divertido. — A gente mal se via até ano passado. Isso não é nada. E errado? Errado é você passar a vida inteira se negando o que quer. Eu vejo como seu marido te trata, Luara. Vejo como você chega cansada, carente… Eu posso te dar o que ele não dá.
Ele deslizou a mão mais para cima na minha coxa, os dedos roçando a borda da minha calcinha.
— Casada… — continuou, aproximando o rosto do meu pescoço, a voz rouca contra minha pele. — Casada e linda pra caralho. Isso só me deixa mais louco. Você merece ser desejada de verdade. E eu te desejo desde que te vi com esse vestido hoje. Esquece o resto por um minuto.
Meu corpo traía minha mente: senti um arrepio forte percorrer minha espinha e um calor úmido se formando entre as pernas. Eu estava chocada, assustada… e, contra a minha vontade, excitada. Meu primo de 22 anos, aquele menino que eu sempre tratei como criança, agora me segurava como um homem que sabia exatamente o que queria.
— Leozinho… para… — murmurei, mas minha voz saiu fraca, quase sem convicção.
Leozinho não esperou minha resposta. Sua mão continuou subindo pela minha coxa grossa, apertando a carne macia com desejo evidente, até chegar à minha bunda. Ele a segurou por baixo do vestido, gemendo baixinho ao sentir o volume farto e pesado.
— Se você quisesse mesmo que eu parasse, Luara… já teria me empurrado — murmurou contra meu ouvido, a voz carregada de tesão. — Mas você não fez isso.
Eu abri a boca para protestar, mas quando a mão dele deslizou para a parte interna da minha coxa, meu corpo me traiu completamente. Sem que eu mandasse, minhas pernas se abriram um pouco, facilitando o acesso. Ele percebeu na hora e sorriu.
— Porra, prima… você tá sem calcinha — sussurrou, surpreso e excitado.
Seus dedos grossos tocaram minha buceta já molhada. Eu soltei um gemido baixo, envergonhada e excitada ao mesmo tempo. Ele começou a deslizar a mão devagar: da buceta para a bunda, apertando, voltando para esfregar os dedos entre meus lábios inchados. Meu corpo tremia.
Sem pensar, levantei a perna direita e pressionei o joelho contra a cintura dele, abrindo-me mais. O movimento fez meu vestido subir quase até a cintura.
No instante em que abaixei a perna, Leozinho agiu rápido. Com força, me virou de costas para ele, pressionando minha barriga contra a bancada da cozinha. Eu senti o frio do mármore contra meu corpo. Ele levantou meu vestido até a altura das costas, expondo completamente minha bunda grande e branca.
— Caralho… olha esse rabão — gemeu, as duas mãos agora apertando, abrindo e massageando minha bunda com um desejo quase desesperado, como se não tocasse uma mulher há anos. Seus dedos afundavam na carne macia, subindo e descendo, apertando com força.
Por um segundo eu entrei em pânico. A vergonha e o tesão brigavam dentro de mim. Meu coração batia tão forte que parecia querer sair do peito. Eu era casada. Ele era meu primo. E mesmo assim…
Eu me virei bruscamente, escapando das mãos dele. Ficamos de frente novamente. Sem dizer nada, minhas mãos tremendo de excitação e nervosismo foram direto para o botão da calça jeans dele. Desabotoei rápido, desci o zíper e puxei seu pau para fora.
Era grosso, exatamente como eu imaginava, com a cabeça mais larga que o resto. Estava duro, latejando na minha mão. Comecei a masturbar ele devagar, sentindo o calor e a rigidez entre meus dedos.
— Meu Deus… o que eu tô fazendo? — murmurei, quase para mim mesma, a voz rouca. Meu rosto estava quente de vergonha. — Isso é loucura, Leozinho… a gente não pode…
Ele gemeu baixinho, empurrando o quadril contra minha mão.
— Pode sim… — respondeu, ofegante. — Olha como você tá molhada. Olha como meu pau tá duro pra você. Para de fingir que não quer, prima.
Minha mão continuava subindo e descendo no pau dele, mais rápido agora. Eu me sentia culpada, excitada, suja e viva ao mesmo tempo. Uma confusão deliciosa que fazia minha buceta latejar.
Sem mais hesitação, eu me entreguei completamente. A luxúria tomou conta de mim. Abaixei a calça jeans dele até os joelhos e, sem pensar duas vezes, caí de joelhos na frente do meu primo.
Segurei aquele pau grosso com a mão e enfiei na boca com vontade. Chupei com fome, sentindo a cabeça larga esticando meus lábios. Subia e descia a cabeça, molhando tudo com minha saliva, enquanto minha língua girava em volta daquela cabeça que parecia um cogumelo inchado. O gosto dele me deixava ainda mais molhada. Eu gemia com o pau na boca, sentindo cacete dele pulsar contra minha língua. Segurava suas bolas com uma mão enquanto chupava com força, enfiando o mais fundo que conseguia, quase engasgando de tesão.
— Isso, prima… chupa gostoso — ele gemeu, segurando meu cabelo.
Eu me sentia safada, livre, completamente entregue. Levantei o olhar para ele enquanto chupava, querendo que ele visse o quanto eu estava gostando de mamar no pau do meu primo.
Me levantei, virei de costas e me debrucei na bancada, empinando bem meu rabão para ele. Levantei o vestido até a cintura, abrindo as pernas.
Leozinho enfiou dois dedos na minha buceta molhada, fodendo rápido, fazendo um barulho molhado ecoar na cozinha, fazendo minha buceta babar e escorrer. Depois tirou os dedos e guiou a cabeça grossa do pau. Esfregou um pouco entre meus lábios e meteu tudo de uma vez.
— Ahhh, primo! — gemi alto, sentindo ele me abrir inteira.
Com as mãos firmes na minha bunda grande, ele começou a me foder com força. O som das coxas batendo contra minha bunda preenchia a cozinha. Ele metia fundo, saindo quase todo e enfiando novamente.
Depois segurou meu cabelo longo com as duas mãos, puxando meu corpo para trás enquanto continuava estocando. Meu corpo arqueava, e cada vez ele entrava mais fundo.
— Toma, prima… toma essa rola — grunhia ele.
De repente ele me virou de forma bruta, me sentou na bancada, abriu minhas pernas grossas e meteu novamente, agora olhando nos meus olhos. Eu segurei no pescoço dele, gemendo a cada estocada forte, meus seios pesados balançando dentro do vestido.
Depois desci da bancada, encostei meu corpo no dele e comecei a masturbar seu pirocão bem encostado na minha buceta e no meu monte pubiano. Movia a mão rápido, esfregando a cabeça larga contra minha carne molhada.
— Goza pra mim, priminho… goza na buceta da sua prima, que cuidava direitinho de você anos atrás — sussurrei no ouvido dele.
Leozinho gemeu alto e gozou. Jatos quentes e grossos de porra espirraram na minha buceta, escorrendo pelas coxas grossas. Eu continuei esfregando o pau dele na minha carne enquanto ele terminava de gozar.
Foi nesse exato momento que ouvimos vozes e risadas do lado de fora. Os convidados estavam chegando.
Não trocamos uma palavra. Leozinho puxou a calça para cima depressa e saiu correndo em direção ao banheiro. Eu desci o vestido, senti a porra dele escorrendo pelas minhas coxas, ajeitei o cabelo rapidamente e fui para a sala receber os convidados com um sorriso, como se nada tivesse acontecido.
Fui para a sala tentando andar normalmente, mas sentia a porra do meu primo grudando e molhando meu vestido. Pedro e Juliana acabaram de chegar.
— Oi, Luara, tudo bem? — perguntou Juliana, franzindo a testa. — Esse congresso acabou com você kkkk.
Ela se aproximou mais e, seu olhar desceu. Seus olhos pararam na frente do meu vestido, exatamente na região que eu estava sentindo estar úmida. Havia uma mancha molhada e brilhante visível no tecido escuro.
Juliana arregalou ligeiramente os olhos e ficou me encarando por um segundo. Um sorriso lento e malicioso surgiu em seu rosto.
— Nossa… — murmurou baixinho, só para eu ouvir. — E esse vestido melado aqui na frente? Se fosse você trocava de roupa antes que os outros e seu marido chegue. Não tá vai passar batida kkkk.
Meu rosto ardeu de vergonha ao ouvir Juliana. Eu não consegui dizer uma palavra. Só fui pro quarto fazer o que ela tinha sugerido... trocar de roupa.