Primeira vez que trai meu marido

Meu nome é Luara, sou casada com Alonzo há 10 anos e sempre fui muito fiel. Eu até sentia desejo de transar com outro homem, mas nunca tive coragem, sempre tive receio, medo. Sou branquinha, gordinha, meus seios são naturais. Enormes, são fartos e um pouco caídos, tenho uma bunda grande. Sou enfermeira do trabalho em uma empresa e atendo os peões da empresa que vão até o consultório.
Na empresa tem um peão que se chama Claudio, ele vai ao meu consultório todos os dias aferir a pressão. E sempre joga piadinha pra mim, eu desconverso, falo pra ele parar de gracinha, porque sou casada. Mas no fundo eu gosto disso, de ser desejada.
Certo dia Claudio foi até o consultório para ser atendido e ficou falando mais besteira que o habitual, e isso me excitou muito...
A braçadeira de pressão ainda estava em seu braço. O visor digital mostrava um valor perfeitamente normal de 120 por 80. Mas o ar no pequeno consultório estava pesado, com gosto de antisséptico, café barato, e suor.

Os olhos de Claudio não se desviaram dos meus. "Nossa, Luara. Você está ainda mais gostosa hoje. Que peitões! Eu daria tudo para ver só um pouquinho."

Meu protesto habitual foi um tremor fraco na garganta. "Pare de ser bobo, Claudio. Eu não sou tudo isso. E sou casada, lembra?"

Ele se inclinou para frente, o vinil da cadeira do paciente rangendo. "Você é tudo isso e muito mais. Relaxa, seu marido não está ouvindo." Sua risada era um murmúrio baixo e cúmplice.

Meu olhar baixou. Lá estava, um volume enorme pressionando o tecido gasto de sua calça de trabalho. Minha boca secou. Ele se levantou para se aproximar e fazer a leitura, e enquanto ajustava a braçadeira, seu quadril pressionou minha coxa. Senti o calor dele — queimava através do meu uniforme de enfermeira.

Dei um pulo. "O que é isso, Claudio?"

Ele não se afastou. "É meu pau. Duro de tesão por você." Sua voz era direta, grosseira.

"Por..." sussurrei, mas a palavra não tinha força. Meu próprio corpo me traía, uma pulsação quente e úmida respondendo lá do fundo. Eu não queria que ele parasse. O pensamento gritava na minha cabeça, vergonhoso e eletrizante.

Ele deu meio passo para trás, os olhos fixos nos meus. Um sorriso lento e deliberado. Seus dedos foram para o cinto, depois para o zíper. O som foi obscenamente alto. Ele não hesitou. Simplesmente enfiou a mão e o puxou para fora.

Meu cérebro entrou em curto-circuito.

Não era apenas grande. Era uma coisa. Grosso, com veias saltadas e projetando-se furiosamente de um ninho selvagem e escuro de pelos. Parecia pesado. Parecia que podia me partir ao meio. Uma contração involuntária e faminta, lá no fundo da minha buceta, me fez cambalear.

"Fica ainda mais duro e maior do que isso, Luara", disse ele, envolvendo a base com a mão. Deu uma acariciada por todo o corpo daquela piroca preta. "Quer ver?"

Eu estava em chamas. Meu rosto, meu peito, entre as minhas pernas. Consegui esboçar um aceno trêmulo. "Sim."

"Então mostre esses peitões. Vai animar o papai."

Meus dedos, desajeitados e trêmulos, foram até os botões da minha blusa do uniforme. Deixei o tecido se abrir e, em seguida, abaixei o sutiã. Meus seios saltaram para fora, pesados e bem branquinhos, meus mamilos largos e rosa já rígidos.

"Porra", gemeu Claudio, com seu português rude. Sua mão livre subiu, sem delicadeza, agarrando todo o peso de um dos meus seios, apertando-o. "Olha só isso. São perfeitos. Seu marido não sabe o tesouro que tem."

Ele continuou a se masturbar, o polegar espalhando uma gota de líquido da ponta. A outra mão massageava meu seio, depois beliscou meu mamilo com força, rolando-o. Uma dor aguda e deliciosa atingiu meu clitóris. Gritei, minha cabeça caindo para trás.

"Você gosta, não é? Safada. A Casadinha gosta de ter os mamilos apertados por outro homem."

Eu não conseguia falar. Apenas observava, hipnotizada, enquanto sua mão enorme e áspera trabalhava seu pau no ritmo da tortura em meu seio. Meus seios pareciam mais pesados, mais cheios, como se estivessem inchando a cada respiração ofegante. A dor era imensa.

"Eu não aguento mais", finalmente consegui dizer, as palavras saíram da minha boca. Agarrei a nuca dele. "Vem. Vem mamar na mãe, vem!"

Ele não precisou de um segundo convite. Ele enterrou o rosto entre meus seios, sua boca quente e aberta abocanhando um mamilo. Ele não apenas chupou; ele devorou. Sua língua chicoteou o mamilo rígido, seus dentes rasparam, seus lábios puxaram. A sucção era incrível, uma linha direta de prazer até o meu âmago. Esfreguei meus quadris contra o nada, meus dedos se enroscando em seus pelos ásperos.

"Isso mesmo, seu safado", gemi, a humilhação escapando dos meus lábios como uma prece. "Chupe esses peitos. Eles são seus agora."

Ele passou para o outro, dando-lhe a mesma atenção brutal e reverente. "Você nasceu para isso, Luara. Para exibir esses peitões e ser usada. Olha como você está molhada. Consigo sentir o cheiro da sua xoxota daqui."
Nesse momento meu telefone toca, era meu marido me ligando. Eu fiquei nervosa, não sabia o que fazer. Cláudio percebeu meu nervosismo e já sabia quem estava me ligando: “Atende o corninho, tua puta! Atende ele.”
Eu obedeci e atendi meu esposo: “Oi amor, tudo bem?
Meu marido Alonzo disse: “Senti saudade, queria ouvir sua voz.”
Aquilo que eu estava fazendo era muito errado, mas ao invés de eu me sentir culpada, eu fiquei ainda com mais tesão: “Que bonitinho, meu amor... ahhh aaaii, tá com saudade da sua esposinha?” Mas no meio da frase Claudio mordeu mais forte meu mamilo e eu sem querer soltei um gemido. Meu marido ouviu e disse: “O que foi, amor, que gemido foi esse?” Eu sem pensar disse: “ não foi nada, mozinho, só espetei meu dedo numa agulha.” Foi uma péssima desculpa, torci para ele acreditar nessa coisa mal contada.
Alonzo: “Ah tá. Parecia até um gemido de prazer hahaha, que cabeça a minha. Mas toma cuidado aí pra não se machucar.”
Não acredito que ele caiu nessa hahaha. Aproveitei e disse: “Amor, tenho que desligar que tem muito trabalho, e vc está me distraindo.” Claudio chupava gostoso meu peito, e com uma mão ele pressionou contra minha buceta e a outra beliscou o outro biquinho que já estava muito duro e acabei soltando outro gemido, não aguentei segurar: “Tá vendo, amor, espetei meu dedo de novo, vou desligar!” O corno ainda se desculpou. Se desculpou achando que foi culpado de eu ter me machucado. E a realidade era ele se desculpando por Claudio estar me mamando hahaha: “Desculpa, amor! Já vou desligar, só preciso te falar que...” Eu desliguei o telefone na cara dele e nem sei o que ele queria falar.
Cláudio de forma debochada disse: “Que maravilha, putinha. Falando com o corninho e sendo mamada. Essa ligação tinha era que ser por vídeo chamada hahaha.” E riu debochando do meu marido. “Quem sabe numa próxima vez, safado?” E ele sorriu.

Então Cláudio se afastou, seus lábios brilhando. Com um grunhido, ele me ergueu até a beira da maca, o lençol de papel estalando alto. Ele puxou minha calça e calcinha para baixo com um puxão brusco. O ar frio tocou minha umidade e eu estremeci.

Ele olhou para mim, aberta diante dele. "Porra. Que buceta linda. Toda rosada e pingando para mim." Ele cuspiu na mão, umedeceu seu pênis monstruoso e encostou aquela cabeçona que parecia um cogumelo na minha portinha. "Você vai ser uma boa garota para mim? Vai aguentar todo esse pau?"

"Vou tentar rs", pressionei meus calcanhares cravando em suas costas. "Por favor, Claudio, vai devagar."

Ele empurrou, e estava difícil de entrar, era muito grosso pra minha buceta. E ele, sem ter pena de mim, foi empurrando, empurrando, até que foi entrando aquela rola descomunal. Puta que pariu, que dor! Mas o tesão era maior.

O alongamento foi dilacerador. Um grito escapou da minha garganta — não de dor, mas de uma plenitude avassaladora. Ele não parou. Ele me alimentou, centímetro por centímetro, brutalmente, alongando-o, até que minha buceta estivesse moldada ao redor dele, pulsando com o esforço de recebê-lo.

"Já tá arrombada essa buceta de puta casada", ele rosnou, seus quadris colados aos meus. Ele começou a se mover. Estocadas curtas, profundas e brutais que tiravam o fôlego dos meus pulmões.
"Então, você é a putinha do peão suado, é? Você gosta de trair o corninho com um pau preto e grosso, puta do caralho?"

Cada palavra era uma chicotada. Cada estocada era uma resposta. "Gosto, Cláudio!" Solucei, meus seios balançando descontroladamente a cada investida de seus quadris. "Sou sua puta! Só sua, desgraçado!"

"Errado." Ele me penetrou com força, mudando o ângulo. A cabeça do seu pau roçou em um ponto dentro de mim que fez minha visão embaçar. "Você é um receptácu de porra. Um buraco pá mim encher de leite. É isso que você é." (Aquele peão xucro falava tudo errado e isso me excitava).

A sujeira, os elogios, a pura dominação física — tudo isso me desfez. Meu orgasmo veio sem aviso, uma onda violenta e convulsiva que se contraiu ao redor da grossura invasora dele. Um jato de gozo quente jorrou de mim, encharcando aquele peão desgraçado, o papel embaixo de nós, com um som de respingo.

"Isso mesmo, tua puta gorda!" "Goza para mim, sua porca suja!" ele rugiu, seu ritmo ficando frenético, como um pistão. A mesa estremeceu contra a parede. Eu era apenas um corpo sendo fodido, um receptáculo sendo usado, e era a coisa mais libertadora que eu já havia experimentado.

Senti-o inchar ainda mais dentro de mim. "Vou encher teu útero de leite, Luara. Vou te marcar por drento. Aguentaaaa!" "Toma todo o meu leite, vadia imunda!"

Seu orgasmo foi vulcânico. Jatos quentes e pulsantes inundaram minhas partes mais profundas, tanto que me senti cheia e transbordando. Ele se manteve dentro de mim, penetrando fundo, extraindo cada gota até a última gota.

Ele desabou sobre mim, seu suor se misturando ao meu. Sua respiração quente roçava minha orelha. Depois de um instante, ele tirou seu pau meio mole e meio duro. Um fio grosso e branco escorreu imediatamente da minha vagina bem usada para o papel amassado.

Ele olhou para a bagunça, depois para meu rosto atordoado e extasiado. Passou o dedo pela mistura dos nossos fluidos e o levou aos meus lábios.

"Abre."

Eu abri. Chupei seu dedo até ficar limpo, sentindo o gosto de sal, sexo e da minha própria corrupção.

Ele não falou uma palavra, colocou as calças e saiu sem se despedir. Me fazendo sentir como um objeto, um objeto de peão, uma puta barata, uma vadia suja. Eu senti um misto de sentimentos. Vergonha, desconforto, mal-estar e muito, mas muito tesão.
Querem saber como foi dali pra frente? Eu conto pra vcs se quiserem.

Foto 1 do Conto erotico: Primeira vez que trai meu marido

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Primeira vez que trai meu marido

Codigo do conto:
252458

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
17/01/2026

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13

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