Alonzo penetrou em mim, e eu gemi, meus quadris se elevando para encontrar os dele. Mas o nome que quase escapou da minha garganta não era o dele. Era um som gutural e faminto que se prendeu na primeira sílaba. Claud… Meus olhos se abriram de repente. O ritmo de Alonzo gaguejou, perdido em seu próprio prazer. Ele gozou com um suspiro suave, desabando sobre mim. Eu fiquei ali deitada, minha vagina pulsando, intocada, um fio desencapado de necessidade não satisfeita.
Isso é culpa sua, pensei, não de Claudio, mas do meu marido. Por me deixar assim. A clínica naquela tarde era uma gaiola. Durante meu intervalo, o silêncio me oprimiu, pesado com o aroma fantasma de Claudio. Minha mão deslizou por baixo da calça do uniforme. Meus dedos encontraram o calor úmido e deixei minha cabeça cair para trás na cadeira.
O rosto dele surgiu atrás das minhas pálpebras. A voz dele. "Depósito de porra." Estimulei meu clitóris em círculos rápidos e apertados, minha outra mão apertando meu seio através do tecido, imaginando o beliscão de seus dedos ásperos. Meus seios pareciam dolorosamente cheios, pesados. O prazer cresceu, uma espiral apertada. Eu estava quase lá, minha respiração um suspiro irregular no silêncio da sala.
A porta se abriu de repente.
Congelei, minha mão ainda enterrada entre as pernas, a saia do uniforme levantada até a cintura. Beto estava parado na porta, sua expressão mudando de surpresa para um sorriso lento e malicioso. Meu sangue gelou.
“Tá fazendo uma festinha sozinha, enfermeira?” ele disse, entrando e fechando a porta atrás dele.
Puxei minha calça pra cima, ficando de pé, meu rosto queimando. "Saia daqui, Beto! Estou no meu horário de almoço. E não estava acontecendo nada!"
Ele se encostou na porta, bloqueando minha saída. Seus olhos percorreram meu uniforme desgrenhado, o rubor em meu peito, o pânico óbvio. "Estava acontecendo sim, que eu vi. E se você não continuar de onde parou, eu vou contar pro seu chefe o que a enfermeira modelinha tava fazendo no consultório." Ele deu um passo mais perto. O cheiro de colônia barata e óleo de máquina me atingiu. "E isso é justa causa, você sabe. Mandada embora. Sem explicação."
Meu coração não disparou; afundou, uma pedra fria em minhas entranhas. A clínica, meu trabalho, minha estabilidade – tudo dependia da palavra desse homem. “Você não faria isso.”
“Experimente.” Seu sorriso era todo dentes. Ele me olhou de cima a baixo, seu olhar permanecendo em meu peito. "Ou... a gente faz um acordo. Você me mostra que é tão putinha quanto parece, e minha boca fica fechada."
A escolha não foi escolha alguma. A vergonha coalhava meu estômago, mas por baixo dela, por baixo do medo, aquele maldito e persistente calor ainda fervia. Eu o odiei. Eu o achei repulsivo. Mas meu corpo, já preparado, já corrompido, vibrava com uma expectativa terrível.
“O que… o que você quer?” Minha voz era um fio.
"Primeiro, esses peitos. O Cláudio no almoxarifado não para de falar deles. Quero ver se é tudo isso."
A menção do nome de Cláudio fez algo comigo: uma nova onda de umidade, uma humilhante onda de excitação. Meus dedos foram para os botões da minha blusa com uma familiaridade entorpecida. Beto observou, sua respiração ficando mais pesada. Deixei a blusa e meu sutiã se abrirem. Meus seios se soltaram, mais pesados do que eu lembrava, seu peso pálido balançando enquanto eu tremia.
“Caralho”, Beto sussurrou, a mesma palavra, mas soava barata em sua boca. "O cabra tinha razão. São dois melões perfeitos." Ele não perguntou. Ele agarrou um, seu aperto machucando, seu polegar raspando meu mamilo. "Boa menina. Já tá com o bico duro pra mim. Você adora isso, né?"
Balancei a cabeça, mas um gemido baixo escapou quando ele beliscou. “Não…”
"Mente. Sua boceta já tá escorrendo, eu aposto." Ele se atrapalhou com o cinto, os olhos fixos nos meus seios. Seu pênis saltou – grosso, sem cortes, já vazando. Não era a coisa monstruosa do Cláudio, mas era imponente. "Vem aqui. Me chupa. Mama minha piroca."
Ele guiou minha cabeça pelos meus cabelos. O cheiro forte de suor e salgado dele invadiu meu nariz. Abri a boca, acolhendo a cabeça, minha mente gritando de repulsa com aquele pau fedido. Mas, ao tocar a ponta lisa, o gosto — masculino, terroso, real — me causou um choque. Minha vagina se contraiu, vazia e desejosa.
“Isso, enfermeirinha. Enfia essa rola na sua garganta. Toma.” Ele avançou e eu engasguei, lágrimas brotando nos meus olhos. Ele segurou minha cabeça, penetrando meu rosto com estocadas curtas e brutais. “Olha só. Casada direitinho, engolindo pau de peão. Você nasceu pra ser uma vadia, Luara. Uma puta barata.”
A degradação, o puro uso físico, reacendeu as brasas dentro de mim. Meu nojo começou a se distorcer, transformando-se em um prazer sombrio e cúmplice. Relaxei a garganta, acolhendo-o mais fundo, um som lascivo e úmido preenchendo o quarto. Minhas mãos subiram para acariciar o seu membro.
“Boa! Assim mesmo. Você é uma boqueteira profissional, sabia?” Seu elogio era áspero, carregado de desprezo. Me fez arder. Gemei em volta do seu pau, meus quadris se movendo contra o ar.
Ele se retirou de repente, saliva escorrendo dos meus lábios até o seu pênis. “Não. Chega. Quero é essa bunda grande sua.” Ele me girou, me curvando sobre a mesma mesa de exame. O vinil frio chocou minha pele. Ele empurrou minha saia para cima, puxou minha calcinha para o lado. “Jesus. Que rabo. Feito pra levar rola.”
Senti a cabeça larga do seu pau pressionando minha entrada, lubrificada com minha saliva e seu líquido pré-ejaculatório. “Por favor”, me ouvi sussurrar. O pedido não era para ele parar.
Ele penetrou em mim com uma estocada brutal, sem ao menos ter colocado camisinha. A plenitude foi chocante, áspera, sem o alongamento devastador de Claudio, mas profunda e preenchedora. Ele não esperou, estabelecendo um ritmo forte e pulsante imediatamente. Cada batida me empurrou contra a mesa, fazendo meus seios balançarem dolorosamente, deliciosamente embaixo de mim.
"Arrombada! Toma, gordinha safada! Isso que você quer, né? Ser comida por qualquer um!" Suas mãos agarraram meus quadris, seus dedos cavando. "Diz! Diz que é minha puta!"
A fricção foi incrível, atingindo um ponto que fez voar faíscas atrás das minhas pálpebras. O conflito foi destruído. “Sou!” Eu gritei, as palavras arrancadas de mim. "Sua puta! Sua vadia! Me fode!"
"Isso! Grita mais alto! Gosta de ser humilhada, sua filha da puta gorda!" Ele bateu na minha bunda, um estalo agudo que me fez gritar e empurrar para trás por mais. A mistura de dor e prazer, de insultos vis e elogios grosseiros, desvendou-me completamente. Senti uma sensação familiar e aterrorizante em meu âmago, uma pressão diferente de qualquer coisa que Alonzo já havia me dado.
“Vou gozar! Vou gozar!” gritei, meus dedos se agarrando à mesa.
“Goza, então! Encharca minha pica com seu mel de vagabunda!” Ele me penetrou com força, seus testículos batendo contra minha vagina encharcada.
O orgasmo explodiu. Um jato de fluido quente irrompeu de mim, não um fiozinho, mas um respingo, encharcando suas coxas, pingando no chão com um som obscenamente alto. Meu corpo se contraiu ao redor de seu pau, ordenhando-o descontroladamente.
Sentindo-me apertar, ele rugiu, seu ritmo quebrando. “Toma porra! Vou encher tua xoxota de leite grosso, tua enfermeira vagabunda!” Sua ejaculação me inundou, pulsos quentes que preencheram os espaços que meu próprio clímax havia deixado tremendo. Ele se manteve fundo, penetrando, bombeando cada gota dentro de mim enquanto eu estremecia com os tremores posteriores.
Ficamos assim, ofegantes, conectados por uma mistura de fluidos. Ele se retirou lentamente. Um jato espesso de esperma escorreu imediatamente da minha vagina usada, juntando-se à poça no chão.
Ele me virou, com os olhos vidrados, mas triunfantes. Olhou para o meu rosto, corado e com marcas de lágrimas, e depois para os meus seios, que estavam inchados, sensíveis, marcados pelas suas mãos. Inclinou-se para perto, a voz um sussurro rouco.
“Amanhã, eu quero mais. Essa é a condição pra manter minha boca fechada”
Eu tentando fingir que não queria: “Mas o combinado não foi esse, cara!”
Beto riu de mim e disse: “Combinado? Não combinei nada com vc, minha condição é essa, vc fica disponível pra mim e eu não conto nada.”
Beto saiu pela porta e eu fui limpar aquela bagunça antes que alguém visse todo aquele chão molhado de nossos líquidos quentes. E fiquei pensando, eu nunca tinha traído meu marido, traí uma vez e por conta dessa traição fui obrigada a trair novamente, eu sou uma puta mesmo. Bateu um sentimento de arrependimento... mas logo passou quando recuperei minhas forças. O que será da minha vida nessa trabalho agora? Fiquei apreensiva pelo que poderia acontecer dali pra frente.

Parabéns ótimo conto ! 👏🏿👏🏿👏🏿 Queria saber mesmo onde é essa firma kkkkk tao contratando?