"Você ligou para ele, safado?", sussurrei, apertando meus dedos nos dele.
Ele balançou a cabeça, um sorriso possessivo brincando em seus lábios. "Não, pq? Vc tava querendo isso, né putinha? Se ele realmente quiser, ele virá, Isso mostra a vontade que o cara tá de vc. Meu amor, a verdadeira questão é... você está pronta para dois, minha gordinha putinha?"
Senti um pânico familiar e excitante. "Ai, amor, dois? Ainda não, acho que não estou pronta para isso. Só um por enquanto. Então você tem que decidir... você vai ser o ator hoje, ou só a câmera?" Dei uma risadinha zombeteira, provocando-o.
Ele parou de andar, virando-me para encará-lo. Seus olhos escuros queimavam nos meus. "Adoro qdo vc faz essa carinha de menininha pura, essa carinha de lesadinha hahaha. Vc é fogosa, mas ainda continua ingênua. Hoje, eu sou a câmera. Quero assistir. Quero ver cada coisa que ele fizer com você. Ou vc prefere que ele seja o câmera e eu seu ator fudedor?"
Minha respiração falhou. Aquele corninho sem vergonha! As palavras enviaram uma nova onda de umidade para a minha calcinha de biquíni, que já estava úmida. "Só... só assistindo? Não vai ficar bolado comigo, mas vc eu já tenho todo dia, não acha q eu ia preferir um pau diferente, rsrsrs?"
"Só assistindo, é isso, hj tô de camarote se ele aparecer.", ele confirmou, com a voz baixa. "E dirigindo. Agora, vai. Me dá um show para filmar, quero bater muita punheta vendo vc."
Ele pegou o celular, erguendo-o de forma provocante. O gesto, tão casual e tão obsceno, fez minhas pernas bambearem. Balancei os quadris, caminhando os últimos passos até onde o tronco ainda estava atravessado. Comecei a me mover, lenta e sensualmente, passando as mãos pelos quadris, subindo pela barriga, acariciando meus seios fartos através do tecido fino da blusa e rebolando. Mordi o lábio, olhando por cima do ombro para Alonzo, que agora segurava o celular com firmeza.
Foi então que os arbustos farfalharam.
O estranho de ontem saiu. Ele parecia ainda mais ansioso, os olhos imediatamente fixos no meu corpo. Usava uma sunga simples, e o volume grosso na frente era inconfundível. Outra mulher não entenderia, troquei meu esposo sarado por um homem sedentário, acima do peso, corpulento, peludo. O tesão tem dessas coisas rs.
Alonzo não hesitou. "Fique à vontade, guerreiro!", disse ele, com a voz em tom de comando calmo. "Ela é toda sua. Por enquanto."
Minha mente girava. Penetração ou não? Será que dessa vez ele vai deixar? A dúvida cruel e deliciosa me deixava tonta. Fiquei parada, tremendo, enquanto o homem se aproximava. Ele cheirava a suor e protetor solar.
Ele não disse nada. Suas mãos, grandes e um pouco ásperas, subiram até meus ombros. Ele me virou delicadamente para encará-lo. Seu olhar era intenso, devorador. Ele se inclinou e capturou minha boca.
Seu beijo era diferente. Mais suave a princípio, explorando, mas com uma correnteza faminta por baixo. Sua língua deslizou contra a minha, e eu gemi em sua boca, um som baixo e lascivo. Uma de suas mãos deslizou pelas minhas costas, pressionando-me contra ele. Eu podia sentir a crista maciça de seu pau duro pressionando contra a sunga, contra minha barriga. Minhas próprias mãos subiram, hesitantes a princípio, depois agarrando seus ombros largos.
A voz de Alonzo cortou a névoa. "Tira a parte de cima, amor. Deixa ele ver com o material."
Interrompi o beijo, minha respiração ofegante. Meus dedos tatearam as alças do meu biquíni. Ele caiu, e meus seios se libertaram no ar quente. Os olhos do estranho escureceram. Um gemido ressoou em seu peito.
"Caramba, eles são ainda mais lindos de perto", murmurou ele, com a voz rouca. Suas mãos subiram e os apertaram, os polegares roçando meus mamilos. O toque era eletrizante. Minhas costas se arquearam, pressionando meus seios com mais firmeza contra suas palmas. "Tão pesados. Tão perfeitos."
"Gostou dos peitos dela, guerreiro? São bem grandes, né? Mas são naturais, a gravidade já cuidou de deixar eles caididnhos, te agrada, guerreiro? Mama ela!", ordenou Alonzo por trás do celular. "Prove os peitos da minha esposa."
O homem não precisou de mais incentivo. Ele inclinou a cabeça e levou um dos mamilos escuros fundo em sua boca quente. Sugou com força, com uma sucção gananciosa e desesperada que fez meus olhos revirarem. Um grito agudo escapou da minha garganta. Sua outra mão massageava meu outro seio, seus dedos beliscando e rolando o mamilo. A sensação dupla era avassaladora. Olhei por cima do ombro dele, encontrando o olhar de Alonzo. Ele observava atentamente, sua própria excitação evidente na tensão de sua mandíbula.
"Isso mesmo, mozinho", Alonzo sussurrou, sua voz uma mistura de elogio e incentivo obsceno. "Como você é boazinha pra ele. Veja como os biquinhos ficam duros na boca de um homem que vc nem conhece, hahaha. Você adora, não é, sua vadia? A santinha retardada já tá virando uma piranha?"
"Sim! Porra, sim seu corno do caralho!" gemi, meus quadris se movendo descontroladamente contra o nada. O homem trocou de seio, dedicando a mesma atenção voraz ao outro. Eu podia sentir minha excitação encharcando a parte de baixo do biquíni, uma bagunça quente e úmida. Meus seios pareciam mais cheios, mais pesados, a pele formigando e hipersensível. “Olha como ele mama a titia, corninho. Veja bem a fome que ele tem, corno desgraçado!”
A cada humilhação eu percebia que meu maridinho ficava com mais tesão, até dava uns gemidinhos rs.
Sua boca deixou minha teta com um estalo molhado. Ele beijou minha barriga gorda, suas mãos se prendendo nas laterais da minha calcinha de biquíni. Olhou para mim, depois para Alonzo, com uma pergunta silenciosa nos olhos.
A resposta de Alonzo foi um aceno de cabeça rápido e firme.
O estranho puxou o tecido para baixo, pelas minhas coxas grossas. O ar úmido da selva beijou minha buceta exposta e peluda. Eu estava completamente nua diante dele, peladinha como vim ao mundo rs. Ele me encarou, prendendo a respiração. "Nossa... você está toda molhada, casada."
Imediatamente Alonzo rebateu: “Casada não, guerreiro. Quero que vc esculache ela, humilha essa piranha gorda!”
Ele não hesitou. Afastou minhas coxas e abaixou o rosto entre minhas pernas. Sua língua, larga e quente, lambeu uma longa e lenta faixa do meu períneo até meu grelo pulsante.
"AAAAH! Ai porra, que tesão do caralho, moço!" Meu corpo inteiro estremeceu. O gemido era pornográfico, alto e descarado, ecoando levemente na mata. Ele focou no meu grelinho, sugando-o para dentro.
A boca dele, lambendo-a com a ponta da língua. As mãos apertavam minha bunda, me mantendo aberta para ele. Os sons eram obscenamente molhados, lascivos e perfeitos.
“Você gosta disso, vida?” perguntou Alonzo, com a voz mais próxima agora. Ele havia se movido para ter um ângulo melhor. “Você gosta de como ele chupa sua buceta? Diga a ele. Diga a ele que ele é um safado gostoso.”
“Não para! Porra, não para, moço! Vc é um tarado pirocudo gostoso do caralho, sua língua… é tão boa, vc sabe mto bem oq tá fazendo!” balbuciei, meus dedos se enroscando no cabelo do moço estranho, empurrando seu rosto mais fundo em mim. Ele gemeu contra minha carne, a vibração fazendo minhas coxas tremerem. Ele deslizou dois dedos grossos dentro de mim, curvando-os, procurando. Encontrou um ponto que me fez ver estrelas.
“Aí! BEM AÍ!” gritei. Ele pressionou sem parar, esfregando aquele ponto áspero e maravilhoso dentro de mim enquanto sua boca trabalhava meu grelo. O prazer era uma mola comprimida, apertando até o ponto de ruptura. Meu orgasmo cresceu rapidamente, uma pressão terrível e maravilhosa. "Vou gozar! Vou gozar na boca dele, corno inútil!" Tava mais gostoso do que em casa, pqp.
"Goza, caralho, goza na boca dele tua puta imunda! Dá um banho nesse pervertido filho da puta!", rosnou Alonzo. "Goza para ele. Mostra pra gente puta safada que você é."
O estranho chupou com mais força, seus dedos bombeando. A mola se rompeu.
Meu clímax explodiu. Foi uma onda violenta e convulsiva que arrancou um grito gutural da minha garganta. Minhas costas se arquearam para fora do tronco, minha vagina se contraiu ritmicamente em torno de seus dedos invasores, e um jato quente do meu líquido inundou sua boca. Minhas pernas tremiam incontrolavelmente. Ele bebeu de mim, lambendo minha fenda pulsante, ordenhando cada tremor do meu corpo até que eu desabei para trás, exausta e ofegante.
Ele se levantou, seus lábios e queixo brilhando com minha essência. Seu pau era uma tenda monstruosa em sua sunga. Ele olhou para Alonzo, com fome e deferência nos olhos.
Alonzo deu um passo à frente, acariciando meus cabelos úmidos de suor. "Você se saiu tão bem, minha gordinha tesuda. Uma boa menina." Ele beijou minha testa e olhou para o estranho. "Agora. Vamos ver se você consegue foder minha esposa tão bem quanto chupa."
Pensei: “Caralho, acabei de gozar, to satisfeita e o corno filho da puta quer q ele me foda, que desgraçado!”
Exausta eu falei: “Ai amor, eu já to satisfeita, não sabia que vc ia deixar ele botar o pau dele dentro de mim. Se soubesse teria segurado rs. Não podemos deixar isso pra uma próxima vez?”
O corno disse: “Coitado, amor, vai deixar ele ir embora cheio de tesão assim? Cheio de leite acumulado?”
Olhei pra cara dele, aquela cara de maníaco sexual, cheio de fome, não podia deixar o coitado ir embora assim. Fiquei de joelhos: “Venham os dois, gozem nos meus peitos suados!”
Fiquei surpresa, em menos de 2 minutos os dois já estavam leitando todo o meu corpo, principalmente meus peitos. Que escorriam percorrendo minha barriga até a virilha. Fiquei muito excitada com aquele banho de porra.
Então fomos aproveitar a praia, nós três. Achei q seria uma boa ideia conhecer aquele homem...
