Carnaval: O Gosto da Tentação (parte 2)

Meu primeiro impulso foi pensar em ir embora. Eu tinha imaginado algo diferente… talvez o carro dele, algum lugar mais reservado.
Mas então ele me olhou de um jeito direto, quase impaciente, como se esperasse que eu tomasse logo uma decisão.
Do lado de fora, alguém passou rindo alto.
Eu respirei fundo.
E entrei.
De repente olho para frente e vejo aquele homem com as bermudas arriadas segurando firme a pica dura igual uma pedra.
“Chupa essa rola, sua vagabunda!”

As palavras, ásperas e diretas, cortaram o ar úmido e com cheiro de mijo do prédio abandonado, no exato momento em que ele segurou minha nuca e me forçou ficar de joelhos. Sua piroca grossa bateu contra minha bochecha. Meu coração martelava contra minhas costelas, uma batida frenética abafada pelo som abafado do bloco de carnaval lá fora. A mão do homem era um torno em meu cabelo, forçando minha cabeça contra ele. Abri a boca, o calor dele atingindo minha língua primeiro, e o engoli.

Ele era grosso,não tão grande, mas incrivelmente grosso, esticando meus lábios em um anel apertado. Eu podia sentir cada saliência e veia enquanto passava a língua sobre a glande larga, sentindo o gosto de sal e almíscar. Devagar, pensei, só vá devagar. Mas ele tinha outros planos. Seu aperto em meu crânio se intensificou, e ele empurrou os quadris para frente, fodendo minha cara com uma única estocada brutal. Minha garganta se abriu em um suspiro chocado, depois se fechou ao redor dele.

“Tá engasgando, filha da puta?” Ele grunhiu, sua voz um murmúrio baixo acima da música distante. Não esperou por uma resposta. Impulsionou os quadris, seus testículos pesados batendo contra meu queixo. Os sons eram obscenos, úmidos e altos naquele pequeno espaço escuro. Lágrimas brotaram em meus olhos enquanto minha garganta se contraía de tesão. "Vou fazer sua boca de buceta!"

Uma dor aguda e lancinante explodiu na lateral do meu rosto. Smack. Sua palma acertou, uma pontuação para sua crueldade. O choque, a pura degradação, enviou uma onda de calor puro e vergonhoso direto para minha vagina. Eu estava encharcada, minha calcinha molhada apesar do medo, ou talvez por causa dele.

Ele me puxou pelos cabelos antes que eu pudesse engasgar. Minhas costas bateram na parede fria e suja, o concreto áspero arranhando minha pele através do meu vestido fino. Seus olhos, escuros e famintos, desceram para o meu peito.

“Deixa eu botar os peitão da gorda pra fora.”

Suas mãos não foram gentis. Agarraram o decote do meu vestido e o empurraram para baixo, meus seios saltando para fora num balanço pesado e sem cerimônia. O ar quente e úmido atingiu meus mamilos, fazendo-os se contraírem instantaneamente, formando picos sensíveis e firmes. Ele me encarou, com uma expressão que misturava luxúria e desprezo.

“Você tem filho, gordinha safada?”, perguntou, com o polegar circulando grosseiramente uma das aréolas.

“N-não”, gaguejei, confusa. “Por quê?”

“Pensei que já tivesse dado de mamar por conta dessas teta caída.”

As palavras foram um golpe físico. Meu rosto corou, queimando com uma humilhação tão intensa que eu queria me encolher. Instintivamente, minhas mãos voaram para cobrir meus seios, para esconder o peso flácido de sua avaliação cruel. Ele as afastou com um tapa.

“Tira a mão daí, porra. Já que não amamentou, vai dar de mamar agora.”

Ele inclinou a cabeça, sua boca prendendo-se ao meu mamilo não com beijos, mas com uma sucção ávida e profunda. Ah! A sensação era intensa, avassaladora — um puxão que ia direto do meu seio ao meu clitóris. A vergonha começou a se dissipar, substituída por uma necessidade latejante e profunda. Ele passou para o outro seio, mordendo e sugando, sua mão livre apalpando o peso do seio que ele não estava devorando. Minha cabeça caiu para trás contra a parede com um baque suave, um gemido escapando dos meus lábios.

Ele não se demorou. Suas mãos foram para o cós do meu short, puxando-o junto com minha calcinha para baixo em um movimento brusco. O tecido prendeu nas minhas coxas, depois nos meus tornozelos. Fiquei ali parada, com o vestido em volta da cintura, completamente exposta da barriga para baixo. O ar frio roçou minha bucetinha, a mata cheia e indomável de cachos escuros que eu não me dei ao trabalho de aparar. Ele olhou para ele e bufou.

“Caralho, você é bem porquinha, né?” ele riu, um som áspero e zombeteiro. "Que porra de buceta pentelhuda é essa? Nem se deu o trabalho de raspar essa porra. Além de gorda, feia, é desleixada."

Eu queria morrer. Bem ali. Desaparecer no chão imundo. O calor em meu rosto era insuportável. Eu não conseguia nem olhar para ele.

“Tira essa blusa, piranha”, ordenou ele, puxando o vestido pela minha cabeça. Agora eu estava completamente nua, minha barriga macia, meus seios pesados e balançantes, minha boceta peluda, tudo sob a luz fraca filtrada por uma janela quebrada. "Tá com vergonha desse barrigão? Relaxa que eu adoro uma gorda safada assim."

Ele me girou, minhas palmas batendo contra a parede fria. “Abre esse rabo.”

Ouvi o som agudo e inconfundível de um pacote de preservativos. Então suas mãos estavam nos meus quadris, a cabeça grossa e rombuda do seu pau roçando na minha entrada molhada. Eu estava pingando, minha própria umidade provando minha excitação vergonhosa.

“Agora aguenta esse caralhão entrando na sua buceta, sua gorda do caralho!”

Ele enfiou. Ah, caralho. Ele me preencheu,, uma plenitude perfeita e ardente que fez meus joelhos fraquejarem. Ele não começou devagar. Ele estabeleceu um ritmo forte e intenso imediatamente, seus quadris martelando minha bunda com tapas altos e carnudos que ecoavam no quarto vazio. Cada estocada sacudia meu corpo inteiro, fazendo meus peitos balançarem descontroladamente, pêndulos pesados de carne que batiam contra meu próprio peito e a parede. Eu tentei segurá-los, para parar aquela exibição embaraçosa e balançante.

“Tira a mão desses peitos, caralho!” ele rosnou, seu ritmo nunca vacilando. “Deixa as tetas caídas balançar enquanto arrombo sua buceta, vadia burra!”

Hesitei, envergonhada. Com um grunhido de irritação, ele agarrou meus dois pulsos com uma de suas mãos grandes, prendendo-os na minha lombar. Imóvel, completamente vulnerável, eu só podia aguentar. A força da sua foda aumentou. Meus gemidos se transformaram em gritos roucos, cada estocada profunda arrancando o ar dos meus pulmões. Eu sabia que provavelmente as pessoas lá fora podiam ouvir, mas eu não me importava mais. O prazer era algo cru e cegante, alimentado por cada palavra obscena, cada tapa humilhante.

Ele saiu de dentro de mim, me girou novamente para encará-lo. Encaixou uma das minhas pernas no braço, levantando-a, me abrindo mais, e penetrou novamente. Minhas costas rasparam na parede enquanto ele me penetrava.

“Você gostou da minha piroca, não gostou?” ele grunhiu, o rosto perto do meu, o hálito quente e com cheiro de cerveja barata. “Você está adorando ver essa rola preta entrando na sua buceta, não está, safada?” Tá chorando na pica preta, né?”

A pergunta, o absurdo dela misturado ao prazer intenso, fez um risinho histérico e nervoso borbulhar na minha garganta. Soltei uma risada desconfortável e tímida.

Foi a escolha errada.

O rosto dele escureceu. “Para de rir, imbecil”, rosnou ele, penetrando com mais força, mais fundo, me fazendo arfar. “Vc fica muito feia quando ri, gorda imunda.”

O comentário sobre meu sorriso ligeiramente entreaberto — uma pequena insegurança que eu quase tinha esquecido — me atingiu com uma força surpreendente. A vergonha voltou a me invadir, mas dessa vez se chocou diretamente contra a excitação, alimentando-a, fazendo minha vagina se contrair com mais força em volta do pau pulsante dele. Um soluço abafado de prazer escapou de mim.

Ele viu. Um sorriso cruel surgiu em seus lábios. “Vai me dizer que não te deixo com tesão quando falo das coisas que vc tem vergonha.”

Eu não poderia mentir. Meu corpo estava me traindo completamente. Assenti, humilhada, tão excitada que pensei que fosse morrer.

“Agora ta aí, ó,” ele ofegou, suas estocadas se tornando erráticas, mais fortes, mais rápidas. "Dando a buceta pra um desconhecido, o corno lá na praça esperando. E você aí se fazendo de gostosona, mesmo sabendo que é uma gorda feia pra caralho."

“Eu não estou…” Tentei protestar, mas as palavras se dissolveram em um gemido gutural quando ele atingiu um ponto profundo dentro de mim que embaçou minha visão.

Com uma última e brutal estocada, ele se retirou de dentro de mim. Ouvi o preservativo estourar. Ele o arrancou e, antes que eu pudesse processar a perda dele dentro de mim, sua mão já estava em seu pênis.

O primeiro jato de sêmen atingiu minha buceta com um estalo úmido, pintando meus pelos escuros de branco. O segundo e o terceiro espalharam-se pela minha barriga, quentes e espessos. O quarto espirrou contra minha barriga flácida, e o quinto, um jato enorme e forte, atingiu meu clitóris em cheio, fazendo-me estremecer. O sexto e último jato jorrou sobre minha coxa interna, escorrendo em direção ao meu joelho. Ele ficou ali, bombeando seu pênis ainda duro, despejando cada gota sobre meu corpo exposto e humilhado. O cheiro de sexo e de sua ejaculação impregnou o ar, misturando-se ao fedor de urina e decomposição.

Ele não disse mais uma palavra. Ele simplesmente se sacudiu, enfiou seu grosso pênis de volta na bermuda, fechou o zíper e se virou. Saiu pela porta quebrada, desaparecendo na noite barulhenta, me deixando nua, pingando seu sêmen, encostada em uma parede manchada de urina.

Por um longo momento, fiquei ali parada, tremendo, com seu sêmen esfriando na minha pele. Risadas distantes vinham da rua. Ouvi a voz de um homem dizer: “Viu aquela gordinha na entrada daquela casa abandonada ali? Tava entrando na vara.” Mais risadas.

A vergonha voltou, uma onda fria. Mas por baixo dela, tremendo no meu âmago, havia um calor profundo, implacável e pulsante. O tecido da roupa grudando na meleca pegajosa da minha barriga e coxas. Nem me preocupei com o short, coloquei de qualquer jeito. E de cabeça baixa, saí apressada.

Alonzo estava exatamente onde eu o havia deixado, uma ilha de calma no mar de corpos dançantes. Seus olhos me encontraram instantaneamente, observando meu cabelo despenteado, meu rosto corado, o short enrolado na minha mão. Ele esperou enquanto eu abria caminho pela multidão até ele.

“E então…?” ele perguntou, sua voz neutra, mas seu olhar era intenso, inquisitivo.

Engoli em seco, minha garganta ainda dolorida. “Ele… ele me usou”, sussurrei, as palavras com um gosto estranho. “E então ele foi embora.”

A cabeça de Alonzo inclinou-se ligeiramente. Ele me estudou, enxergando além da vergonha, até o tremor em minhas mãos, a pulsação acelerada em minha garganta. “E você não gostou disso…?”

Fiquei em silêncio. Porque meu corpo ainda vibrava, doía, estava encharcado. E quanto mais eu repassava as palavras rudes, as mãos ásperas, a humilhação pública…

Foto 1 do Conto erotico: Carnaval: O Gosto da Tentação (parte 2)

Foto 2 do Conto erotico: Carnaval: O Gosto da Tentação (parte 2)

Foto 3 do Conto erotico: Carnaval: O Gosto da Tentação (parte 2)


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Carnaval: O Gosto da Tentação (parte 2)

Codigo do conto:
256244

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
06/03/2026

Quant.de Votos:
5

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