Bruninho segurou meus quadris com força, os dedos magros afundando na minha carne. Sem mais aviso, meteu tudo de uma vez.
Eu mordi o braço do sofá com força para não gritar enquanto aquele pau grosso, pesado e curvado invadia minha bucetinha apertadinha até o fundo. A sensação foi de dor e prazer instantâneo — uma dilatação brutal, um rasgo quente que me fez sentir cada veia saliente, cada milímetro de pele maciça e rígida. Ele era muito mais largo que Alonzo, muito mais longo, curvado de um jeito que acertou algo profundo dentro de mim. Porra, vai! Já está quase lá, vai! Ah, entrou, que delícia! O pensamento explodiu na minha cabeça, involuntário, enquanto meu corpo se arqueava contra a invasão. Um gemido rouco, abafado pelo sofá, escapou.
Meus músculos internos se contraíram violentamente, tentando se ajustar ao tamanho. Minha buceta, já encharcada com a porra de Alonzo e minha lubrificação, plap estalou quando ele encostou completamente, o baixo ventre colando na base dele. O calor era intenso, um fogo que começou no meu clitóris e se espalhou pelas coxas, pela barriga, pelos peitos. Ele não se movia ainda, apenas pressionava, fazendo-me sentir cada pulsação daquele monstro dentro de mim.
— Porra… — ele sussurrou, voz grave e sarcástica. — Que buceta apertada pra uma porca tão gorda. Meu amigo tem pau não? hahaha Engole meu pau inteiro, vadia. O pau do Alonzo vai sambar nessa buceta que to deixando larga, né?
As palavras me atravessaram. Eu me senti rasgada moralmente e física. O gozo de Alonzo ainda estava dentro de mim, misturado agora com o novo lubrificante do Bruninho. Senti a textura grossa do seu pau, a cabeça bulbosa empurrando contra algo fundo. Minha barriga tremia visivelmente. Eu sou uma traidora… uma vadia nojenta… e está sendo a coisa mais deliciosa que eu já senti. Lágrimas escorriam pelo meu rosto, mas minha buceta se contraía em pulsos de prazer, mais lubrificação escorrendo e misturando-se com os fluidos já presentes.
Bruninho começou a se mover, lentamente primeiro, depois com força. Cada estocada era um impacto brutal contra minha carne. Ele agarrou meus cabelos com uma das mãos, puxando minha cabeça para trás enquanto me fodia com a outra agarrando meu quadril.
— Olha pra você — ele disse, voz cortante. — De quatro, peitos caídos balançando, essa barriga gorda tremendo toda, sendo fodida pelo amigo do seu marido enquanto ele dorme. Você é uma puta de beira de estrada, Luara. Uma porca nojenta sem valor algum que não consegue se controlar.
Eu não conseguia responder. Gemia, cada entrada e saída do seu pau grosso produzindo um som slap sujo, molhado, audível. Meus peitos grandes realmente balançavam livremente, os mamilos duros e doloridos roçavam o tecido do sofá. Minha buceta, dilatada por ele, squelch estalava com cada movimento, uma mistura cremosa de fluidos escorrendo pela minha coxa e pingando no chão.
Ele aumentou o ritmo. As estocadas se tornaram mais profundas, mais rápidas. A curvatura do pau acertava algo dentro de mim que me fazia perder o controle. Meus músculos do abdômen se contraíam, minha barriga formava ondulações visíveis. Meu clitóris pulsava desesperadamente, ignorado, mas cada impacto do corpo dele contra minha bunda fazia-o vibrar.
— Ahhh… ahhh… porra… — eu gemi, sem filtro. A voz saiu rouca, cheia de tesão e vergonha.
Bruninho riu baixinho, uma risada cruel.
— Gosta, né? Gosta de ser chamada de porca imunda enquanto é fodida? Olha essa buceta… tá toda aberta, virou um túnel, toda melada. Parece que foi feita pra engolir paus.
Ele parou de me foder, deixou o pau lá dentro, pulsando. Senti cada veia, cada contração dos músculos dele. Ele tirou lentamente, e o som de sucção pop foi audível. Então, sem aviso, enfiou novamente com força. Meu corpo saltou, um gemido alto escapou.
— Quieta, vadia! — ele ordenou, agarrando meu cabelo mais forte. — Seu marido vai acordar.
O medo me atravessou, gelado, mas foi imediatamente substituído por uma onda ainda mais forte de excitação. Ele está dormindo… e eu estou sendo fodida na sala… ele poderia estar vendo. A ideia era perversa, doentia, e fez minha buceta se contrair violentamente em torno do pau dele, soltando mais lubrificação.
Bruninho começou um ritmo brutal, metendo com força e velocidade, seu corpo magro batia contra minha bunda com estalos ritmados. A sala estava silenciosa, exceto pelos nossos sons: meu gemido abafado, o som sujo da nossa conexão, a respiração pesada dele. A penumbra fazia tudo parecer mais intenso, mais clandestino.
Ele soltou meu cabelo e agarrou os dois peitos, apertando-os com força, os dedos afundando na carne macia e pesada.
— Esses peitos caidassos… — ele murmurou, torcendo os mamilos duros. — Parecem que já foram usados demais. Muito macho já mamou aqui, gorda feia?
A humilhação foi como um líquido quente sendo injetado diretamente na minha alma. Meu rosto ardia. Ele acha meus peitos feios… caídos… usados. Mas a dor nos mamilos, combinada com a sensação do pau dele rasgando minha buceta, fez meu corpo tremer com um prazer quase doloroso. Eu gemi, uma mistura de dor e submissão.
— Já… antes de conhecer seu amigo eu fiquei com mtos rapazes. Meus peitos eram durinhos, e todos queriam mamar… — eu respondi, voz trêmula.
— E vc deixava qualquer um mamar essas tetas, piranha? Que pena. Realmente precisa de silicone, vadia gorda. — Ele disse, enquanto continuava a me foder, suas estocadas agora mais focadas, mais profundas.
— Deixava, ué.
Um sentimento de vergonha bateu. Como eu era idiota, dava pra qualquer um e eles faziam oq queriam comigo e eu não falava nada.
As palavras eram uma fantasia cruel, uma humilhação psicológica que me deixou completamente vulnerável. Eu gemi mais alto, perdendo o controle. Minha buceta começou a pulsar mais rápido, os músculos se preparando para algo.
Bruninho sentiu a mudança. Ele aumentou a velocidade brutalmente, seu pau agora uma máquina de destruição dentro de mim. Cada impacto era audível, minha carne macia absorvia a força. Meus peitos balançavam violentamente, os mamilos roçando o sofá com força. A lubrificação escorria tão abundantemente que minhas coxas estavam completamente meladas.
— Fode-me, caralho! Ahhhh, ahhh, aaiiii — eu gritei, perdendo completamente o controle da minha voz. O gemido foi alto, estridente. Eu estava chegando ao limite.
Bruninho respondeu com uma estocada final, tão profunda que eu senti a cabeça do pau bater contra algo fundo dentro de mim. Ele gemeu, um gemido baixo e gutural.
— Eu vou botar no seu cu! — ele anunciou, voz cheia de dominância.
Meu corpo tensou. Não… no cuzinho não… Mas ele não se moveu para lá. Continuou me fodendo na buceta, agora com estocadas mais curtas, mais rápidas, focadas no clitóris.
— No seu cu, filha da puta, não hoje — ele disse, como se respondendo a si mesmo, zombando de minha expectativa.
O ritmo se tornou frenético. Eu estava perdendo a mente. A culpa, a vergonha, o medo, tudo se transformou em uma onda gigante de prazer físico. Meu clitóris pulsava como um coração separado. Meu ventre tremia. Meus músculos internos se apertaram violentamente em torno do pau dele.
— Oh, eu vou gozar, oh, eu vou gozar, eu vou gozar, eu vou gozar, caralho! — eu gritei, sem qualquer filtro agora. A voz ecoou na sala silenciosa.
Bruninho não parou. Ele continuou, cada estocada agora sincronizada com os pulsos do meu corpo. Eu senti a onda subir, um calor insano começando no meu clitóros e se espalhando por todo o corpo. Meus peitos tremiam. Minha barriga formava contrações visíveis. Minhas coxas se apertaram.
— Eu estou gozando, eu estou gozando, ahhhhhhhh…. Eu gozei! — o grito final saiu, alto, abafado pelo meu próprio braço no sofá.
Meu corpo convulsionou. Uma onda de lubrificação extra explodiu dentro de mim, misturando-se com tudo já presente. Minha buceta pulsou e apertou o pau dele com força, tentando segurar cada milímetro. Eu estava tremendo incontrolável, gemendo, chorando, uma mistura de orgasmo intenso e humilhação profunda.
Bruninho não gozou. Ele parou, deixou o pau lá dentro pulsando, sentindo meu corpo convulsionar. Ele riu, uma risada baixa e satisfeita.
— Gozou no meu pau, seu lixo? — ele disse, voz ainda grave. — Toda melada, toda tremendo. Agora olha.
Ele tirou o pau lentamente. O som umido foi sujo, acompanhado por um fluxo de fluidos mistos que escorreu pela minha entrada e pelas coxas. Ele se levantou, ficou de pé, e olhou para mim de quatro, completamente exposta, buceta aberta e escorrendo, peitos caídos, barriga tremendo.
— Caralho, Bruninho, vc gozou dentro? Porraaaa, não podia, cacete.
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— Olha só… que bagunça nojenta. Duas cargas de porra misturadas nessa buceta peluda. Você é nojenta mesmo, Luara.
Exaustos e ainda ofegantes, caímos no sofá. Bruninho me puxou contra o peito magro e branco, e eu, sem forças, acabei adormecendo ali mesmo, grudada nele, com a camisola embolada na cintura e a buceta latejando, vazando porra dos dois.


