Enquanto Alonzo Roncava, Bruninho Me Destruiu

Bruninho dormia profundamente no sofá da sala, só de cueca boxer cinza. Ele era alto — por volta de 1,85m —, corpo magro e definido, pele branca quase pálida que contrastava com a penumbra. Os braços longos descansavam ao lado do corpo, veias aparentes mesmo em repouso. Seu peito subia e descia devagar, tranquilo, alheio ao que estava prestes a acontecer.
Eu estava parada na porta do quarto, vestindo apenas uma camisola fina e curta que mal cobria minha bunda gorda. Entre minhas coxas grossas, a porra quente do Alonzo ainda escorria lentamente, grudenta e abundante. Meu corpo inteiro latejava de tesão não satisfeito. Meu coração batia tão forte que eu jurava que Alonzo poderia ouvir do quarto.
“Eu sou uma vadia nojenta… Meu marido está dormindo a poucos metros e eu não consigo parar de pensar no pau daquele desgraçado. Se ele acordar… se ele vir…”
Mesmo assim, minhas pernas me levaram até o sofá. Me ajoelhei no chão frio com cuidado. Minhas mãos tremiam quando puxei a cueca de Bruninho para baixo. O pau dele saltou livre, ainda meio mole, mas já impressionante. Era grosso, pesado, com veias salientes que corriam pela extensão clara. A cabeça rosada era grande e bulbosa. Mesmo sem estar totalmente duro, já media uns bons 15 centímetros.
Sem pensar duas vezes, abri a boca e engoli ele devagar, chupando com fome, sentindo o gosto diferente, mais forte que o de Alonzo. O pau começou a crescer rapidamente na minha boca, inchando, endurecendo até ficar completamente rígido — 19 centímetros de comprimento, bem grosso, quase não cabendo entre meus lábios. As veias pulsavam contra minha língua, a cabeça rosada grande pressionando o fundo da minha garganta. Era levemente curvado para cima, pesado e rígido como pedra.
Ele acordou assustado depois de alguns segundos, o corpo dando um solavanco violento.
— Que porra é essa, Luara?!
Eu tirei o pau da boca apenas o suficiente, fios grossos de baba escorrendo do meu queixo até cair nos meus peitos caídos. Olhei para ele com olhos pidões, brilhando de medo e desejo.
— Shhh… Alonzo tá dormindo… ahh… ele não vai acordar tão cedo.
Assim que as palavras saíram da minha boca, uma onda esmagadora de culpa me invadiu. Meu rosto queimou violentamente, como se estivesse em chamas. “Meu Deus, o que eu estou fazendo? Estou chupando o pau do melhor amigo do meu marido enquanto ele dorme no quarto ao lado…” Meu peito apertou tanto que doía. Meus mamilos endureceram dolorosamente contra o tecido fino da camisola. Ao mesmo tempo, minha buceta peluda contraiu forte, soltando mais um fio quente de lubrificação misturado com a porra do Alonzo que escorria pela minha coxa grossa. A vergonha era insuportável… e me deixava absurdamente molhada.
Bruninho piscou várias vezes, ainda processando a situação. Seu pau latejava na minha mão, agora completamente duro, grosso e venoso, a cabeça rosada brilhando com minha saliva. Ele me encarava com uma mistura de surpresa e um desejo cruel crescendo nos olhos.
— Ele permitiu isso?
Eu sorri, aquele sorriso largo e sem filtro. Minha voz saiu baixa, manhosa, quase implorando:
— Não perguntei rs… mas eu tô aqui… e minha bucetinha tá toda melada e piscando… hmmm…
O sorriso me entregou por completo. Senti uma pontada extra de humilhação ao sorrir tão de perto para ele. “Ele deve estar me achando ridícula… uma gorda desesperada de joelhos chupando pau no meio da noite.” Meu ventre queimou de desejo misturado com insegurança. Meus seios pesados balançavam levemente com a respiração acelerada. A vergonha fazia lágrimas pinicarem meus olhos, mas minha buceta latejava sem parar, encharcada, pingando no chão da sala.
Bruninho respirou fundo, o peito magro subindo. Ele me olhou de cima a baixo por alguns segundos, como se estivesse decidindo o valor que eu tinha. Então sua voz ficou mais grave, mais dura, carregada de sarcasmo:
— Então chupa direito, sua gorda escrota.É uma puta do caralho mesmo, marido dormindo e vc aqui querendo piroca.
As palavras me acertaram como um tapa. Senti meu estômago revirar de humilhação.
“gorda escrota.” Meu rosto ardeu ainda mais. Uma onda quente de vergonha desceu pelo meu corpo inteiro. Eu sabia exatamente como estava: de joelhos, barriga dobrando, coxas grossas abertas, buceta peluda e molhada exposta, peitos fartos balançando. E mesmo assim… ou justamente por isso… obedeci. Enfiei aquele pau grosso e venoso mais fundo na boca, chupando com vontade, babando sem controle, sentindo as veias pulsarem contra minha língua. Lágrimas escorreram pelo meu rosto, mas minha buceta pingava tanto que formava uma pequena poça no chão. “Eu mereço ser chamada assim… sou mesmo uma porca gorda e nojenta traindo meu marido.”
Bruninho gemeu baixo, segurou meus cabelos com força e começou a foder minha boca com estocadas profundas, fazendo a cabeça grande do pau bater no fundo da minha garganta.
— Porra… olha pra você. De joelhos no meio da sala, chupando o pau do amigo do seu marido enquanto ele ronca no quarto. Que tipo de puta baixa faz isso?
Ele puxou minha cabeça para trás bruscamente, fazendo o pau sair da minha boca com um estalo molhado. O membro latejava na minha frente — 19cm rígidos, grossos, veias saltadas, cabeça rosada inchada e brilhante de saliva. Ele olhou direto nos meus olhos:
— Levanta essa camisola. Quero ver essa buceta peluda de perto.
Eu obedeci tremendo. Levantei a camisola até a cintura, expondo minha barriga mole e gorda, minhas coxas grossas e a buceta inchada, peluda e completamente encharcada.
Bruninho soltou uma risada baixa e cruel, inclinando o corpo magro para frente.
— Caralho… realmente não tem gilete nessa casa. Olha o estado dessa porca peluda. Tá toda melada com a porra do Alonzo ainda. Que nojo… e que tesão da porra ver uma vadia casada assim.
Cada palavra dele era como fogo na minha pele. Meu rosto queimava de vergonha profunda. Senti minhas coxas tremerem incontrolavelmente. A humilhação fazia meu clitóris latejar dolorosamente. Meus peitos caídos subiam e desciam rápido com a respiração pesada. “Ele está me olhando como se eu fosse uma coisa suja e inútil… e eu estou pingando por causa disso. Sou mesmo uma porca.” Um fio grosso de baba escorria do meu queixo até cair entre meus seios.
— Vira de quatro no sofá — ele ordenou, voz baixa e autoritária. — Quero foder essa buceta gorda enquanto seu marido dorme logo ali.
Eu me posicionei de quatro no sofá, empinando meu rabão. Senti Bruninho se ajoelhar atrás de mim. A cabeça grossa e rosada do pau dele roçou minha entrada molhada, quente e escorregadia.
— Por favor… — sussurrei, a voz embargada de tesão e vergonha.
— Por favor o quê, vadia? — ele perguntou, esfregando lentamente aquele pau grosso e curvado contra minha buceta peluda, sem entrar.
— Por favor… me fode… me usa enquanto meu marido dorme…
As palavras saíram quase sem controle. A culpa era esmagadora. Eu estava traindo Alonzo da pior forma possível, na nossa própria sala. Mas meu corpo traía minha mente completamente: minha buceta se abria sozinha, latejando, desesperada para sentir aqueles 19cm grossos e venosos me abrindo.

Bruninho segurou meus quadris com força, os dedos magros afundando na minha carne. Sem mais aviso, meteu tudo de uma vez.
Eu mordi o braço do sofá com força para não gritar enquanto aquele pau grosso, pesado e curvado invadia minha bucetinha apertadinha até o fundo. A sensação foi de dor e prazer instantâneo — uma dilatação brutal, um rasgo quente que me fez sentir cada veia saliente, cada milímetro de pele maciça e rígida. Ele era muito mais largo que Alonzo, muito mais longo, curvado de um jeito que acertou algo profundo dentro de mim. Porra, vai! Já está quase lá, vai! Ah, entrou, que delícia! O pensamento explodiu na minha cabeça, involuntário, enquanto meu corpo se arqueava contra a invasão. Um gemido rouco, abafado pelo sofá, escapou.
Meus músculos internos se contraíram violentamente, tentando se ajustar ao tamanho. Minha buceta, já encharcada com a porra de Alonzo e minha lubrificação, plap estalou quando ele encostou completamente, o baixo ventre colando na base dele. O calor era intenso, um fogo que começou no meu clitóris e se espalhou pelas coxas, pela barriga, pelos peitos. Ele não se movia ainda, apenas pressionava, fazendo-me sentir cada pulsação daquele monstro dentro de mim.
— Porra… — ele sussurrou, voz grave e sarcástica. — Que buceta apertada pra uma porca tão gorda. Meu amigo tem pau não? hahaha Engole meu pau inteiro, vadia. O pau do Alonzo vai sambar nessa buceta que to deixando larga, né?
As palavras me atravessaram. Eu me senti rasgada moralmente e física. O gozo de Alonzo ainda estava dentro de mim, misturado agora com o novo lubrificante do Bruninho. Senti a textura grossa do seu pau, a cabeça bulbosa empurrando contra algo fundo. Minha barriga tremia visivelmente. Eu sou uma traidora… uma vadia nojenta… e está sendo a coisa mais deliciosa que eu já senti. Lágrimas escorriam pelo meu rosto, mas minha buceta se contraía em pulsos de prazer, mais lubrificação escorrendo e misturando-se com os fluidos já presentes.
Bruninho começou a se mover, lentamente primeiro, depois com força. Cada estocada era um impacto brutal contra minha carne. Ele agarrou meus cabelos com uma das mãos, puxando minha cabeça para trás enquanto me fodia com a outra agarrando meu quadril.
— Olha pra você — ele disse, voz cortante. — De quatro, peitos caídos balançando, essa barriga gorda tremendo toda, sendo fodida pelo amigo do seu marido enquanto ele dorme. Você é uma puta de beira de estrada, Luara. Uma porca nojenta sem valor algum que não consegue se controlar.
Eu não conseguia responder. Gemia, cada entrada e saída do seu pau grosso produzindo um som slap sujo, molhado, audível. Meus peitos grandes realmente balançavam livremente, os mamilos duros e doloridos roçavam o tecido do sofá. Minha buceta, dilatada por ele, squelch estalava com cada movimento, uma mistura cremosa de fluidos escorrendo pela minha coxa e pingando no chão.
Ele aumentou o ritmo. As estocadas se tornaram mais profundas, mais rápidas. A curvatura do pau acertava algo dentro de mim que me fazia perder o controle. Meus músculos do abdômen se contraíam, minha barriga formava ondulações visíveis. Meu clitóris pulsava desesperadamente, ignorado, mas cada impacto do corpo dele contra minha bunda fazia-o vibrar.
— Ahhh… ahhh… porra… — eu gemi, sem filtro. A voz saiu rouca, cheia de tesão e vergonha.
Bruninho riu baixinho, uma risada cruel.
— Gosta, né? Gosta de ser chamada de porca imunda enquanto é fodida? Olha essa buceta… tá toda aberta, virou um túnel, toda melada. Parece que foi feita pra engolir paus.
Ele parou de me foder, deixou o pau lá dentro, pulsando. Senti cada veia, cada contração dos músculos dele. Ele tirou lentamente, e o som de sucção pop foi audível. Então, sem aviso, enfiou novamente com força. Meu corpo saltou, um gemido alto escapou.
— Quieta, vadia! — ele ordenou, agarrando meu cabelo mais forte. — Seu marido vai acordar.
O medo me atravessou, gelado, mas foi imediatamente substituído por uma onda ainda mais forte de excitação. Ele está dormindo… e eu estou sendo fodida na sala… ele poderia estar vendo. A ideia era perversa, doentia, e fez minha buceta se contrair violentamente em torno do pau dele, soltando mais lubrificação.
Bruninho começou um ritmo brutal, metendo com força e velocidade, seu corpo magro batia contra minha bunda com estalos ritmados. A sala estava silenciosa, exceto pelos nossos sons: meu gemido abafado, o som sujo da nossa conexão, a respiração pesada dele. A penumbra fazia tudo parecer mais intenso, mais clandestino.
Ele soltou meu cabelo e agarrou os dois peitos, apertando-os com força, os dedos afundando na carne macia e pesada.
— Esses peitos caidassos… — ele murmurou, torcendo os mamilos duros. — Parecem que já foram usados demais. Muito macho já mamou aqui, gorda feia?
A humilhação foi como um líquido quente sendo injetado diretamente na minha alma. Meu rosto ardia. Ele acha meus peitos feios… caídos… usados. Mas a dor nos mamilos, combinada com a sensação do pau dele rasgando minha buceta, fez meu corpo tremer com um prazer quase doloroso. Eu gemi, uma mistura de dor e submissão.
— Já… antes de conhecer seu amigo eu fiquei com mtos rapazes. Meus peitos eram durinhos, e todos queriam mamar… — eu respondi, voz trêmula.
— E vc deixava qualquer um mamar essas tetas, piranha? Que pena. Realmente precisa de silicone, vadia gorda. — Ele disse, enquanto continuava a me foder, suas estocadas agora mais focadas, mais profundas.
— Deixava, ué.
Um sentimento de vergonha bateu. Como eu era idiota, dava pra qualquer um e eles faziam oq queriam comigo e eu não falava nada.
As palavras eram uma fantasia cruel, uma humilhação psicológica que me deixou completamente vulnerável. Eu gemi mais alto, perdendo o controle. Minha buceta começou a pulsar mais rápido, os músculos se preparando para algo.
Bruninho sentiu a mudança. Ele aumentou a velocidade brutalmente, seu pau agora uma máquina de destruição dentro de mim. Cada impacto era audível, minha carne macia absorvia a força. Meus peitos balançavam violentamente, os mamilos roçando o sofá com força. A lubrificação escorria tão abundantemente que minhas coxas estavam completamente meladas.
— Fode-me, caralho! Ahhhh, ahhh, aaiiii — eu gritei, perdendo completamente o controle da minha voz. O gemido foi alto, estridente. Eu estava chegando ao limite.
Bruninho respondeu com uma estocada final, tão profunda que eu senti a cabeça do pau bater contra algo fundo dentro de mim. Ele gemeu, um gemido baixo e gutural.
— Eu vou botar no seu cu! — ele anunciou, voz cheia de dominância.
Meu corpo tensou. Não… no cuzinho não… Mas ele não se moveu para lá. Continuou me fodendo na buceta, agora com estocadas mais curtas, mais rápidas, focadas no clitóris.
— No seu cu, filha da puta, não hoje — ele disse, como se respondendo a si mesmo, zombando de minha expectativa.
O ritmo se tornou frenético. Eu estava perdendo a mente. A culpa, a vergonha, o medo, tudo se transformou em uma onda gigante de prazer físico. Meu clitóris pulsava como um coração separado. Meu ventre tremia. Meus músculos internos se apertaram violentamente em torno do pau dele.
— Oh, eu vou gozar, oh, eu vou gozar, eu vou gozar, eu vou gozar, caralho! — eu gritei, sem qualquer filtro agora. A voz ecoou na sala silenciosa.
Bruninho não parou. Ele continuou, cada estocada agora sincronizada com os pulsos do meu corpo. Eu senti a onda subir, um calor insano começando no meu clitóros e se espalhando por todo o corpo. Meus peitos tremiam. Minha barriga formava contrações visíveis. Minhas coxas se apertaram.
— Eu estou gozando, eu estou gozando, ahhhhhhhh…. Eu gozei! — o grito final saiu, alto, abafado pelo meu próprio braço no sofá.
Meu corpo convulsionou. Uma onda de lubrificação extra explodiu dentro de mim, misturando-se com tudo já presente. Minha buceta pulsou e apertou o pau dele com força, tentando segurar cada milímetro. Eu estava tremendo incontrolável, gemendo, chorando, uma mistura de orgasmo intenso e humilhação profunda.
Bruninho não gozou. Ele parou, deixou o pau lá dentro pulsando, sentindo meu corpo convulsionar. Ele riu, uma risada baixa e satisfeita.
— Gozou no meu pau, seu lixo? — ele disse, voz ainda grave. — Toda melada, toda tremendo. Agora olha.
Ele tirou o pau lentamente. O som umido foi sujo, acompanhado por um fluxo de fluidos mistos que escorreu pela minha entrada e pelas coxas. Ele se levantou, ficou de pé, e olhou para mim de quatro, completamente exposta, buceta aberta e escorrendo, peitos caídos, barriga tremendo.
— Caralho, Bruninho, vc gozou dentro? Porraaaa, não podia, cacete.
.

— Olha só… que bagunça nojenta. Duas cargas de porra misturadas nessa buceta peluda. Você é nojenta mesmo, Luara.
Exaustos e ainda ofegantes, caímos no sofá. Bruninho me puxou contra o peito magro e branco, e eu, sem forças, acabei adormecendo ali mesmo, grudada nele, com a camisola embolada na cintura e a buceta latejando, vazando porra dos dois.

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Ficha do conto

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enfermeiracasada

Nome do conto:
Enquanto Alonzo Roncava, Bruninho Me Destruiu

Codigo do conto:
258881

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
08/04/2026

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7

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