A Dívida Que Eu Não Devia Ter Pago

A porta se fechou atrás de nós com um clique, e o silêncio que se seguiu era tenso, o ambiente pesado. Pelo menos foi o que eu senti... ao me deparar com dois homens que eu nunca tinha visto na vida, lá na sala, bebendo e conversando baixo entre eles. A sala parecia um bar particular, com poltronas de um lado e um balcão do outro lado, com vários tipos de bebidas expostas. Era pouco iluminado. Meu coração batia forte contra as costelas. O olhar de Vidal percorreu nosso corpo, pousando primeiro em Leka e depois em mim, com aquela avaliação fria e incômoda.
“Então”, ele começou, com a voz baixa e suave, “você trouxe a Leka mesmo. Achei que tava de caô.”

Engoli em seco, com a garganta apertada. “Combinado é combinado… acabou aqui e adeus, nunca mais vou ver sua cara. Como vc disso, isso resolve tudo.”

Com um meio sorriso, Vidal disse: “Combinamos. Mas vai depender de vc. Se fizer tudo direitinho, tá quitada a dívida do seu maridinho.”

Então eu questionei: “Quem são esses caras? Oq eles fazem aqui? Pq já não foram embora?’ Um dos homens estava perto da parede, com os olhos fixos em mim, sem piscar. O outro encostou-se a uma mesa, com um sorriso casual no rosto.
“Relaxa, Luara. São meus amigos. Eles são de boa.” Disse Vidal.
Respondi com um tom grosseiro: “Não fazia parte do acordo ter outras pessoas!”
Vidal: “Fica tranquila, Luara. Eles não vão participar de nada, só estão aqui pra um aprendizado.”
“Aprendizado?”
“É... vou mostrar pra eles o que acontece com quem não cumpre com as obrigações comigo. Se não tem dinheiro pra pagar, paga com a esposa.” E riu.
“Luara, eles precisam saber oq eu faço com esposa de caloteiro.” E riu novamente.
Meu coração parecia que ia sair pela boca. Porra, ter que passar por isso e ainda ter plateia.
Vidal: “Afinal, não apresentei eles pra vcs. Esses são jonas e Doca. Rapaziada, essa é Luara, a esposa do caloteiro. E essa é Leka, amiga nossa de longa data.” Dando um sorrisinho malicioso.

Leka, ao meu lado, mudou o peso de um pé para o outro. Seu vestido preto justo delineava cada curva, o decote revelando o volume de seus seios siliconados. Ela não parecia nervosa. Parecia... curiosa. Seus olhos percorreram os homens, um lampejo de algo sombrio e intrigado passando por eles. Ela apenas sorriu para eles, com a maior naturalidade do mundo.
Leka chegou mais perto de mim e sussurrou no meu ouvido: “Amiga, que homens gostosos! Delícia. Pego fácil, qualquer um dos dois.” E soltou uma risada.
Eu estava tão nervosa que só dei um sorrisinho sem graça. Pelo menos eu acho que sorri, né? kkk

Vidal estendeu a mão, não para mim, mas para Leka. Sua mão roçou seu ombro, traçando a alça do vestido. "Você está aqui para ajudar sua amiga a pagar a dívida do marido?"

A voz de Leka era surpreendentemente firme, um ronronar baixo. "Amiga é pra essas coisas, né?" E riu.

Uma risada suave escapou de Doca. "Corajosa... ou teimosa?"

Os dedos de Vidal deslizaram pelo braço de Leka. "Vamos ver." Ele voltou sua atenção para mim: "Luara, chega aqui mais perto."

Senti minhas pernas rígidas, mas obedeci, dando alguns passos até o balcão do bar da sala. O assoalho rangeu sob meu peso. Eu era o centro das atenções. Todos os olhares estavam sobre mim. Parecia que meu desconforto, receio, timidez gerava curiosidade, talvez excitação. O olhar de Vidal, calculista; o de Jonas, penetrante; o de Doca, divertido; e o de Leka… curiosa e safada.

“Abaixa as alças desse vestido!” ordenou Vidal, com um tom totalmente frio.

Uma onda de vergonha subiu-me ao pescoço. Sentia o calor dos olhares enquanto meus dedos puxavam as alças do meu vestido vermelho de tecido leve. Deixei o tecido deslizar pelos meus ombros, até um pouco abaixo dos meus peitos. Como eu não estava de sutiã, meus seios pularam pra fora, pesados, e eu morrendo de vergonha. Fiquei ali, com meu vestido abaixado até minha barriga, e meus seios fartos expostos pra todo mundo ver, com a pele arrepiada, os mamilos acesos pelo ar frio e pelos olhares intensos.

A voz de Jonas cortou o silêncio, seca e direta. “Ela tá nervosa.”

Doca sorriu. “Porra, que peitão gostoso.”

Vidal os ignorou. Aproximou-se, até ficar a um sopro de mim. Sua presença invadiu meu espaço, sua calma dominância sufocando meus pulmões. Ele levou sua mão até minha cintura e ficou encarando meus peitos.

Como vcs já viram, meus seios fartos, volumosos e pesados , estavam agora completamente expostos. Não sei se pelo frio, ou pelo nervoso meus mamilos ficaram mais durinhos, ficando pontinhos sensíveis.

Jonas observou, sua voz um murmúrio baixo. “Biquinho do peito dela tá durinho. Deve tá com tesão.” Ele era estranho, parecia não ter filtro entre a mente e a boca. Falava tudo que vinha na cabeça, como se fosse normal.

A humilhação era um nó quente e retorcido no meu estômago. Devem tá avaliando meu corpo, minha barriga saliente, meus seios caídos. Isso ecoava na minha cabeça, mas junto com elas… um calor estranho e intermitente. Uma pulsação baixa na minha barriga.

A mão de Vidal envolveu um dos meus seios, seu polegar roçando o biquinho do meu peito. “Esses peitão vai ser muito usado hj.” Ele olhou para Jonas e Doca. “Cheguem aqui. Olhem isso de perto.”
Que vergonha do caralho, puta que pariu.
Leka disse num tom mais alto, sentada na poltrona do outro lado: “Eeeee, amiga. Gostaram dos seus peitos. Sempre fizeram sucesso, né? Desde aquela época.”
“Amiga, naquela época eram menores e mais durinhos.” E ri tentando fingir que não estava nervosa.

Jonas e Doca se moveram sem hesitar. Jonas se aproximou primeiro, seus movimentos deliberados. Ele se inclinou pra ver mais de perto, quase com a cara tocando neles, e sem qualquer preâmbulo, pegou meu peito esquerdo por baixo e sacudiu: “É, são enormes e pesados mesmo.”

A sensação foi imediata e chocante: “Vidal, Vidal, assim não. Isso não era o trato. Manda ele se afastar.”

Enquanto eu ainda falava, Doca pegou meu seio direito. E com os dedos polegar e indicador pegou meu mamilo com força, torcendo para um lado e para o outro. Ele riu: “Gosta disso, gosta? Fala pra mim, tá gostando disso, gordinha safada?”
Vidal: “ Se quer quitar a dívida faz o que eu mando e pronto.”
Não acredito nisso. Que canalha filho da puta.

Eu não conseguia mais falar. Minha mente era um turbilhão de vergonha e uma excitação crescente, que não era pra tá acontecendo. A sensação de dois homens pegando meus seios, suas mãos sustentando o peso deles… era de que aquilo estava errado e extremo tesão. Minha respiração ficou irregular. Senti minha calcinha ficar úmida, um calor do caralho insuportável entre minhas pernas.

Nesse momento vi Leka. Ela observava, com os olhos curiosos e focados. Não estava com medo. Estava interessada. Seus lábios estavam entreabertos, sua expressão era de muito tesão. Ela passava as mãos em seus peitos, por cima do vestido, com movimentos circulares, intercalando com beliscões nos mamilos.
Enquanto eu observava Leka, distraída como eu sou, nem vi... senti duas bocas quentes mamando meus peitos. Não tive reação.

Vidal observava tudo, um maestro silencioso. Depois de um instante, falou com Leka. “Não fique aí sozinha. Você não deveria ficar só olhando. Vem pra cá!”
O sorriso de Leka foi lento e deliberado. Ela deu um passo à frente e veio, o vestido roçando sua pele. Ficou ao meu lado. Com uma ousadia que me chocou, ela pegou com firmeza a cabeça de Jonas, tirando a boca dele do meu mamilo. Botou um peito pra fora e guiou a boca de Jonas para o mamilo dela. Ele não resistiu. Abocanhou seu mamilo, sua sucção era intensa.

Doca, percebendo a mudança, soltou meu seio e se virou para Leka, levando o outro mamilo dela à boca. Agora ambos a estavam satisfazendo, suas bocas trabalhando em seus seios expostos enquanto ela arqueava as costas, um gemido suave escapando de seus lábios.

Fiquei ali parada, meus seios molhados e brilhantes pela saliva deles. Eu não sabia o que estava sentindo... alívio ou uma solidão repentina e aguda. O foco havia mudado. A pressão ainda estava lá, mas o centro agora era compartilhado. E naquele espaço compartilhado, uma nova curiosidade se acendeu em mim. Observá-los chupando os mamilos de Leka, vê-la gostar... despertou algo profundo e proibido.


CONTINUA...

Foto 1 do Conto erotico: A Dívida Que Eu Não Devia Ter Pago

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Dívida Que Eu Não Devia Ter Pago

Codigo do conto:
257436

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
21/03/2026

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