O combinado era só pra esfregar na portinha...

“Meu Deus, Diguinho… não para…”
O gemido escapou dos meus lábios num sussurro sem força, perdido no ar quente da sala. O corpo dele, pesado e quente sobre o meu, se movia num ritmo que parecia inevitável, como se sempre tivesse sido assim.
Mas vamos voltar um pouco.
Uma hora antes, a campainha tocou.
“Tá aberto!” eu gritei de dentro de casa, bem descontraída.
Diguinho empurrou o portão gradeado e entrou no quintal. Ele estava de jeans e camiseta cinza simples, com aquele sorriso fácil no rosto. “Fala, delícia. Achei que você ia me deixar do lado de fora”, brincou quando me viu aparecer na porta da sala.
Eu usava um vestidinho solto preto, que parecia inocente até eu me virar para ele entrar. O decote nas costas era bem ousado, mostrando minha pele branca. “Kkkk, eu ia mesmo, mas aí lembrei que você trouxe o vinho prometido”, respondi, olhando de canto de olho pra garrafa na mão dele. Meu cabelo preto estava solto, caindo nos ombros.
“Sempre com segundas intenções, hein?” ele riu, entrando.
O clima estava leve. Sentamos no sofá: ele na ponta, eu reclinada no canto, com os pés descalços encolhidos. Conversamos sobre bobagem — o tempo, um meme, o calor infernal. A cada piada dele eu ria com um “kkk” sincero, mas meus olhos não paravam de percorrer o rosto dele, a boca, o pescoço. Quando me estiquei pra pegar uma castanha no pote da mesa de centro, o vestido subiu um pouco mais na coxa, mostrando mais... Diguinho engoliu seco e desviou o olhar por um segundo.
“Você tá diferente”, ele comentou de repente, a voz mais suave.
“Diferente como?” perguntei, levando a taça de vinho aos lábios. Um fiozinho escorreu pelo canto da minha boca e eu limpei devagar com o dedo mindinho, sem tirar os olhos dele.
“Mais… presente. Não sei.” Ele deu de ombros, fingindo desinteresse. A distância entre nós no sofá parecia ter diminuído sozinha.
Eu não respondi. Só sorri, um sorrisinho cheio de segredo. Coloquei os pés no chão e me levantei. “Vou buscar um lenço na cozinha. Esse ar-condicionado tá uma merda.”
Quando passei por trás do sofá, minha mão roçou de leve nos cabelos dele. Um toque rápido, mas elétrico. Diguinho prendeu a respiração. Fui pra cozinha e demorei um pouco de propósito.
Quando voltei, não fui pro meu canto. Parei bem na frente dele, no espaço entre o sofá e a mesa de centro. “tudo tranquilo?” murmurei, olhando pra baixo.
Ele engoliu em seco, a voz mais grossa. “Claro.”
Não me sentei. Fiquei ali, parada, olhando pra ele. Meus seios, soltos sob o vestido, ficaram quase na altura do rosto dele. Dava pra sentir o calor do meu corpo e o cheiro do meu perfume misturado com o dele.
Foi eu quem quebrei o clima. Com um suspiro quase silencioso, me inclinei pra frente como se fosse pegar algo no chão. O decote do vestido abriu e, por um segundo que pareceu eterno, ele viu tudo: a curva e o peso dos meus seios, o vale fundo entre eles. Eu me endireitei devagar, meus olhos encontrando os dele. Não tinha mais disfarce. Era um convite claro.
Diguinho não pensou duas vezes. A mão dele subiu rápido, segurou minha nuca e me puxou pra baixo. O beijo não começou devagar. Foi bruto, urgente, cheio de língua e desejo. Um gemido rouco vibrou na garganta dele. Eu respondi na hora, enfiando os dedos no cabelo dele e puxando com força. Ele se levantou e nossos corpos colaram completamente. Minha barriga pressionava contra a rigidez do cacete dele, que já estava enorme dentro da calça.
“Luara…”, ele murmurou entre os beijos, as mãos descendo pelas minhas costas até encontrar minha pele nua do decote traseiro.
Eu interrompi o beijo, ofegante, os lábios inchados. “Isso… isso não pode passar daqui, Diguinho. Não vamos transar. Sério.” Minha voz saiu firme, mas meus olhos estavam vidrados na boca dele.
“Aham”, ele mentiu, me beijando de novo enquanto a mão dele descia e agarrava minha bunda por cima do vestido. Ele esfregou a palma com vontade e eu arqueei as costas, me apertando ainda mais contra aquela piroca rígida.
A coisa foi ficando cada vez mais desesperada. Ele me prensou contra a lateral do sofá. Nossas bocas mal se separavam, só pra respirar e soltar uns palavrões baixos. As mãos dele subiram por baixo do meu vestido, encontrando as coxas quentes e a borda da calcinha rendada. Eu não o impedi. Puxei a camiseta dele pra cima, arranhando a barriga dele com as unhas.
Num movimento de puro tesão, ele abriu o zíper, botou a rôla pra fora e começou a esfregar contra a minha virilha, por cima da calcinha. Eu já estava encharcada, o tecido da calcinha todo molhado. “Caralho, como você tá meladinha”, ele arfou no meu ouvido.
“Para… a gente tem que parar”, gemi, mas minhas pernas se abriram mais, pedindo mais atrito.
Ele não parou. Segurou minha coxa, puxando-a pra cima da cintura dele.
Ele empurrou desabotoou a calça e abaixou até os joelhos, puxou a cueca pra baixo e o pau dele saltou inteiro pra fora, grosso, quente, com as veias marcadas. Eu olhei pra baixo e um som entre gemido e suspiro escapou de mim. A cabeça já estava brilhando, toda melada. “Diguinho, não…”
“Só vou esfregar, juro. Só na portinha. Olha.” Ele me posicionou de pé, de costas pro sofá, de frente pra ele. Com a mão trêmula, afastou o tecido da calcinha pro lado, expondo minha boceta inchada e molhada. Alinhou a cabeça grossa bem na entrada da minha buceta quente. O contato pele com pele foi um choque pra nós dois.
“Ah, porra…”, ele gemeu, olhos fechados de tanto prazer.
Ele começou a mover os quadris, esfregando a cabeça inchada pra cima e pra baixo na minha buceta encharcada, passando pelo clitóris. Cada movimento era uma delícia torturante. Eu joguei a cabeça pra trás, cravando os dedos nos quadris dele. “Assim… só assim…”, sussurrei, completamente perdida.
E então aconteceu o “acidente”.
Um dos meus saltos altos que eu tinha deixado perto do sofá rolou debaixo do pé dele. Diguinho perdeu o equilíbrio por uma fração de segundo e veio pra frente. Ao mesmo tempo, eu, no auge da sensação, arqueei as costas buscando mais pressão. A combinação foi perfeita.
A cabeça larga do pau dele, escorregadia com meus fluidos, encontrou a portinha da buceta e, com o peso do corpo dele indo pra frente e o meu movimento pra cima, ele deslizou aquele caralho inteiro pra dentro de mim. Não foi parcial. Foi fundo, de uma vez só, até nossos quadris se chocarem.
“AH! CARALHO!” o grito dele encheu a sala. “LUARA!…”
Meus olhos se arregalaram, a boca abriu num ‘O’ de puro choque. A sensação de ser preenchida tão de repente, tão completamente, foi avassaladora. Meu corpo inteiro reagiu, apertando ele com força por dentro.
“Nã… não era pra…”, tentei falar, mas as palavras sumiram. Porque embora minha cabeça dissesse não, meu corpo gritava sim. Eu o apertava com uma força que fazia os olhos dele revirarem.
Ele ficou parado um segundo, enterrado até o fundo, sentindo meu calor pulsando em volta dele. “Eu… eu escorreguei. O sapato…”, ofegou, como se aquela explicação ridícula resolvesse alguma coisa.
Eu não respondi. Só segurei firme nos ombros dele. Então, devagar, movi os quadris. Um movimento pequeno, testando. O atrito foi devastador.
Foi a permissão que ele precisava.
Ele começou a se mexer. Devagar no começo, saindo quase todo e voltando fundo, soltando um gemido alto a cada vez. O vestido subia cada vez mais, a calcinha rendada toda esticada de lado. Ainda estávamos quase vestidos, e isso tornava tudo ainda mais safado.
“Tão apertada… caralho, Luara… você me mata”, ele rosnava, o rosto enterrado no meu pescoço.
“Mais… mais rápido…”, implorei, já sem nenhuma vergonha. Minhas mãos apertavam a bunda dele, puxando ele mais fundo.
O ritmo ficou bruto. Ele me fodia contra o sofá com força, meus seios fartos e pesados balançando a cada estocada. Uma mão dele desceu entre nós e começou a esfregar meu clitóris em círculos rápidos.
“Vou gozar… não aguento mais…”, ele gemeu, o corpo todo ficando tenso.
Eu recuperei um pouco de lucidez no meio do desespero. “Não! Goza fora, Diguinho! Tira! Não pode gozar dentro! Por favor, tira agora!” Tentei empurrar ele, mas meu corpo estava mole, tremendo perto do orgasmo.
Ele tentou. “Eu vou… vou tirar…”, arfou, começando a recuar.
Mas era tarde.
Meu corpo convulsionou primeiro. Gozei forte, apertando ele com espasmos intensos, ordenhando o pau dele lá no fundo. Isso foi demais pra ele.
Com um gemido abafado, Diguinho enterrou tudo de novo e explodiu. Senti jatos quentes e grossos de porra sendo disparados bem lá no fundo. Ele pulsava forte, gozando sem parar, enchendo minha buceta enquanto cravava os dedos nos meus quadris.
Quando finalmente parou, desabou sobre mim, ofegante, suado. O peso dele me mantinha presa contra o sofá.
O silêncio que veio depois foi pesado, quebrado só pela nossa respiração acelerada.
Aos poucos, comecei a sentir o líquido quente escorrendo de dentro de mim, descendo pelas coxas.
Fiquei imóvel. Meu corpo começou a tremer levemente.
Quando consegui falar, minha voz saiu baixa, misturando terror e outra coisa que eu ainda não queria nomear:
“Você… você gozou dentro, filho da puta.”
Foto 1 do Conto erotico: O combinado era só pra esfregar na portinha...


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Ficha do conto

Foto Perfil enfermeiracasada
enfermeiracasada

Nome do conto:
O combinado era só pra esfregar na portinha...

Codigo do conto:
260693

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
29/04/2026

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