Um sorriso lento se espalhou pelo rosto dele. Não tinha nada de amigável.
"Acabar com isso?" — Ele se inclinou para trás na cadeira. "Temos a noite toda. A dívida do seu marido não é pequena. Você acha que uma foda rápida vai liquidar a conta? E outra, eu esperei quinze anos. Vou querer apreciar cada segundo." Ele se afastou um passo e apontou para o sofá de couro sintético, aquele que parecia ter visto coisas demais.
"Tira o uniforme. Devagar. Eu quero ver o que o tempo fez com a mulher que me humilhou."
Meu coração martelava contra as costelas. Eu queria cuspir na cara dele, queria gritar que ele não passava daquele garoto patético e chorão de quem eu ri uma vez no colégio. Mas o homem à minha frente não era aquele menino. Ele era robusto, com olhos afiados o suficiente para cortar vidro. O silêncio dele era a porra de uma arma voltada para mim.
Ele se levantou e a sala pareceu encolher. Ele deu a volta na mesa e parou bem na minha frente. Estava tão perto que eu podia sentir o cheiro do perfume dele — algo cortante, caro. A mão dele subiu, mas não me tocou; ficou apenas pairando perto da minha bochecha.
"Você ficou mais gordinha, se descuidou" — ele murmurou. "Aquele corpinho da época da escola... se foi. Você não é mais aquele monumento desejado por todos agora."
As palavras me atingiram como um tapa físico. Senti uma onda de vergonha incendiar meu rosto. Porra, eu o odiava. Eu tinha que odiar.
"Tem que goste, Vidal, ô se tem. Meu marido adora esse corpão aqui" — falei. Com a intenção de deixar claro que a opinião dele não me importava.
"É a verdade, tem quem goste. Pra falar a verdade prefiro até como está o que como já foi" — O dedo dele finalmente tocou meu rosto, descendo pelo meu pescoço. "Seu marido gosta de compartilhar você, não gosta? Gosta de ver você ser usada. Ele me contou, Luara. Disse que você fica excitada quando te xingam, humilham. Um segredinho sujo de vocês."
Eu perdi o fôlego. O Alonzo tinha contado isso para ele? Minha própria humilhação, meu prazer mais sujo, exposto para aquele homem.
“Ele te contou isso? Porque ele te contou?” Perguntei curiosa.
“Digamos que eu tenho meus métodos pra fazerem me falar o que eu quero saber...”
Disse ele com um sorriso. Parecia que ele tinha prazer em mostrar que todos temiam ele.
A mão de Vidal agarrou o ombro do meu uniforme. Com um puxão súbito e bruto, ele puxou a frente para baixo. O tecido rasgou no botão, um som agudo que ecoou no silêncio do escritório. Meus seios saltaram para fora, fartos, pesados e expostos, os mamilos endurecendo instantaneamente no ar frio. Arquejei, tentando me cobrir com as mãos, mas ele agarrou meus pulsos, prendendo-os para trás.
"Olhe para você" — ele rosnou. "Olhe para essas tetas. Estão caindo nas minhas mãos. Você é uma putinha gorda e desleixada, Luara. E esta noite, você é a minha vadia."
A vergonha era um fogo no meu peito. Uma sensação quente e úmida entre as minhas pernas. Minha bucetinha estava me traindo, piscando, molhada. Eu sentia a viscosidade sujando a parte interna das minhas coxas. Não acredito nisso.
Ele não esperou. Ele me empurrou contra a borda da mesa pesada, a madeira cravando na minha coluna. Ele se aproximou e colocou seus lábios no meu ouvido.
"Lembra da escola? Lembra de quando tentei falar com você? Você riu. Me chamou de esquisito. Contou para todo mundo."
A mão dele deslizou pela minha barriga, de forma lenta, mas firme, por baixo do uniforme que ele tinha rasgado, e encontrou minha calcinha. Ele enganchou os dedos no elástico e puxou para cima, foi puxando mais e mais. Senti o tecido da calcinha entrando na minha fenda. Já não tinha entra mais...destruiu, ele estraçalhou minha calcinha. Uma calcinha de algodão, grande, velha, de qualidade ruim. E depois jogou o algodão úmido de lado como se fosse lixo.
Então, os dedos dele deslizaram direto pra minha fenda, entrando facilmente na minha bucetinha. Dois dedos.
Dei um solavanco, um "uh!" agudo escapando da minha boca. Os dedos dele estavam frios. Ele empurrou os dois dedos para dentro, me abrindo.
"Tão encharcada já" — ele desdenhou. "Por mim. Pelo esquisito da escola. Você é uma porquinha nojenta, Luara. Sinto o cheiro forte da sua buceta daqui. Gosto desse cheiro intenso de buceta suja sem banho, suada. Mas não muda o fato de você ser uma porca, desmazelada, relaxada."
Que ódio, as coisas mudaram, agora é esse babaca que humilha. Nesse momento me arrependi de não ter tomado banho, ter me arrumado.
De repente senti os dedos dele se movendo lá dentro, um movimento brusco que me alargava. Um gemido profundo e involuntário ressoou na minha garganta. Meus quadris se contorciam, tentando fugir e, ao mesmo tempo, querendo me pressionar contra aquele toque. Era uma tempestade na minha cabeça: ódio, humilhação e uma necessidade voraz que eu não conseguia controlar. Como dizem por aí: boca é tudo igual, então não se nega um boquete. Será que isso também serve pra dedo na buceta? Rsrsrs
"Isso mesmo" — ele sussurrou, os dedos trabalhando em mim, encontrando o ponto que fazia minhas pernas tremerem. "Você me odeia, mas esse bucetão me ama. Tá deixando minha mão encharcada."
Ele retirou a mão, úmida e brilhante, e levou os dedos aos meus lábios.
"Chupa! Limpa essa sujeira que você fez!"
Eu olhei, revoltada, mas minha boca se abriu por vontade própria. Tomei os dedos dele, sentindo o gosto de mim mesma — salgado, almiscarado. Eu sugava, minha língua deslizando por eles. Minha bucetinha se contraiu, vazia, latejando por algo mais.
Vidal desafivelou seu cinto e baixou suas calças e a ferramenta dele saltou — grosso, cheio de veias, raivoso. Ele me virou bruscamente, me curvando sobre a mesa. Meus seios nus se achataram contra a madeira fria e minha bunda ficou empinada em direção a ele. Ele chutou a lateral das minhas pernas com força para abrir mais.
"Esse rabão branco e grande" — disse ele, e então sua palma acertou minha bunda em um tapa agudo. Queimou, mas o grito que eu soltei derreteu em um gemido. O ardor viajou direto pra dentro de mirn, da minha buceta.
Plaft! Outro tapa. E outro. Cada um me fazia estremecer e ficar mais molhada.
"Você está vermelha. Marcada. Minhas marcas na sua bunda branca. Uma lembrancinha pro seu marido que nunca deve ficar me devendo."
Ele se aproximou mais e senti o pau dele cutucando a portinha da minha buceta. E eu disse: “A camisinha, Vidal! Não vou dar pra vc sem camisinha!”
Ele riu da minha cara: “Camisinha não faz parte do acordo, então fica quietinha!”
Porra, não acredito nisso. Meu marido negociou meu corpo, e ainda que tinha que ser sem camisinha. Eu nem sei com quem esse cara anda. Eu nem tomo anticoncepcional. Que situação de merda que eu me meti.
Ele continou, e não entrou de vez; apenas ficou esfregando a cabeça da rôla contra minha entradinha, espalhando meu melzinho sobre ele.
"Você quer isso? Esse caralho dentro da tua buceta, piranha?"
Eu estava ofegante, minha mente era um borrão.
"Sim" — eu ouvi a minha própria voz ganir.
"Diga direito."
"Eu... eu qu... quero"
“Tá com vergonha, porra. Mais alto que eu não ouvi”
“ Eu quero a porra do seu pau dentro de mim, caralho! — gritei, a humilhação de implorar me queimando viva enquanto meu corpo tremia de antecipação. “Tá satisfeito agora, idiota?
Ele riu, um som satisfeito, e então empurrou. Não houve gentileza... “Vraaaauuu”...tudo... foi tudo, aquele caralho entrou todo de uma vez. Fiquei toda preenchida. Eu gritei, um som animalesco transbordou da minha boca. Doeu, uma queimação, sensaçao de alargamento, mas a dor foi engolida por uma plenitude chocante. Ele estava todo dentro de mim.
“Porra, que buceta apertada, puta que pariu!” ele gemeu, agarrando meus quadris.
Ele começou a se mover. Eram estocadas brutas, sem ritmo, cada uma me enterrando contra a mesa. O som da base do pau dele batendo contra minha bunda era obsceno. Meus gemidos eram altos, eram urros ensurdecedores. Ele me puxou pelos ombros, mudando o ângulo, e o pau dele atingiu algo tão profundo que minha visão embaçou. Um prazer elétrico disparou pelo meu corpo.
Ele me fodeu por minutos, sem diminuir o ritmo, até me mandar virar. Eu estava trêmula, minhas pernas mal me sustentavam. Ele se sentou na cadeira e me mandou sentar na vara dele, de frente para ele. Eu me guiei para cima dele, sentindo o membro dele me alargando de novo. A posição era íntima demais; eu sentia cada centímetro.
"Agora rebola, sua gorda do caralho! Cavalga nesse caralho! Olhando nos meus olhos."
Eu comecei a quica, movendo sobre ele. A fricção era incrível. Ele maltratava meus seios, beliscando o biquinho do meu peito com força, e a dor era deliciosa.
"Olha para mim, porra! Veja o homem de quem você riu destruindo você agora."
Eu olhei. Vi o triunfo nos olhos frios dele enquanto eu cavalgava, a babinha da minha própria buceta fazendo um som molhado a cada movimento. Eu estava perto, tão perto de um orgasmo construído puramente de humilhação.
"Você vai gozar no meu pau, vadia imunda! E eu vou encher essa buceta de leite. Esse é o preço."
Aquelas palavras foram o gatilho final. A degradação e a posse se uniram em uma explosão branca no meu ventre. O orgasmo me atingiu com violência, espasmos rítmicos que apertavam o pau dele enquanto eu gritava.
“Dentro não, dentro não, Vidal! Não Goza dentro não, caralho! Não pode!”
Vidal rosnou, perdendo o controle, não consegui sair, e ele descarregou um jato quente e grosso dentro de mim. Senti o leite quente enchendo minha buceta, me preenchendo até eu estar entupida da porra dele.
Ele me segurou ali por um momento, ambos ofegantes e cobertos de suor. Então, ele me empurrou. Levantei-me tropeçando, as pernas bambas. Eu era uma bagunça, o leite dele já escorrendo pela minha coxa.
Eu estava trêmula, minhas pernas mal sustentavam o peso do meu corpo enquanto sentia a porra dele dentro de mim. Comecei a tatear o chão em busca dos restos do meu uniforme rasgado, querendo desesperadamente me cobrir, me esconder daquele olhar de triunfo.
"Deixe isso aí" a voz de Vidal cortou o silêncio, calma e fria como aço.
Parei, segurando o tecido azul do pijama do hospital. Olhei para ele, sem entender. "O quê? Vidal, eu preciso... eu preciso ir embora. Alonzo está lá fora."
"Eu sei onde ele tá" ele disse, recostando-se na cadeira e cruzando os braços, observando minha nudez sob a luz amarelada e suja do escritório. "E você vai até ele exatamente assim. Sem nada. Considere esse uniforme como parte do pagamento também."
O pânico subiu pela minha garganta. "Não... por favor. Alguém pode ver. A rua é deserta, mas e se passar alguém? O Alonzo tá logo ali, Vidal. Não faz isso comigo."
Vidal soltou uma risada curta, sem um pingo de humor. "Você está preocupada com o que o Alonzo vai pensar? Ou com as pessoas na rua?" Ele se inclinou para a frente, invadindo meu espaço mais uma vez. "Você veio aqui para quitar uma dívida, Luara. E eu decidi que isso é parte do meu pagamento. Quero que você caminhe por aquele pátio, sob as luzes do depósito, para que o seu marido veja exatamente o que ele entregou para mim."
"Eu não consigo..." sussurrei, as lágrimas finalmente transbordando.
"Você consegue. E você vai" ele ordenou, a voz baixando para um tom de comando inegociável. "Se você colocar um trapo que seja sobre esse corpo antes de chegar àquele carro, eu ligo para o Alonzo agora e digo que o acordo está cancelado. E você sabe o que acontece com ele amanhã se a dívida não estiver zerada."
Eu olhei para a porta metálica, para a escuridão do pátio de brita que me separava do carro. O medo de ser vista era uma agonia, uma queimadura de vergonha que fazia minha pele formigar. Mas o poder dele era estrutural; ele era o dono da situação.
"Vá" ele disse, apontando para a saída. "Vá para o seu marido e mostre que você pagou a dívida dele."
Eu obedeci. Caminhei em direção à porta, sentindo o ar gelado da noite atingir meu corpo. O contraste era violento: o frio da madrugada contra o calor da minha buceta quente e latejante. Cada passo sobre a brita era uma tortura mental. Eu me sentia pequena, exposta sob os refletores do depósito, imaginando olhos em cada sombra.
Eu era a oferta de sacrifício, caminhando nua pelo pátio de um agiota, carregando a porra de outro homem enquanto meu marido me via de longe, escondido atrás de um volante. Vidal estava certo: a rainha não tinha apenas perdido a coroa; ela tinha perdido até o direito de se esconder.
Caminhei pela brita do depósito com as pernas pesando uma tonelada. A cada passo, sentia minha buceta escorrendo, o liquido quente e viscoso que descia pela parte interna da minha coxa. O ar frio da noite batia nos meus seios, que ainda ardiam dos tapas e da pressão daquela mesa de madeira. Sem contar meus mamilos que foram castigados.
Abri a porta do carro e o baque pareceu um tiro no silêncio daquela rua deserta. Assim que me sentei, o cheiro de Vidal — aquele odor de tabaco e de sexo bruto — inundou o espaço pequeno e abafado do veículo. Alonzo continuava com as mãos coladas ao volante, os olhos fixos no para-brisa, como se olhar para mim fosse o condenar ao inferno.
O silêncio era uma faca amolada.
"Amor..." a voz dele saiu como um ganido, trêmula e patética. "Está... está tudo bem? Você está bem?"
Olhei para ele, e o nojo que senti foi tão físico quanto a dor nas minhas costas. Alonzo, o homem atlético e sorridente que eu amava, parecia agora um animal acuado, pequeno demais para o banco que ocupava.
"Está tudo pago, Alonzo. Fica tranquilo!" respondi. Minha voz soava estranha, mais profunda, despida de qualquer ternura. "A dívida que você criou com a sua burrice, eu liquidei com o meu corpo."
Eu me ajeitei no banco de passageiro, sentindo a umidade de Vidal manchar o estofado. Alonzo finalmente desviou o olhar do vidro e baixou os olhos para o meu colo. Ele viu meu corpo nu, a pele vermelha das marcas das mãos de Vidal e a mancha úmida que se espalhava pelo banco do próprio carro dele. Ele soltou um soluço sufocado e cobriu a boca com a mão.
"Meu Deus, amor... eu não achei que ele fosse... eu não tive escolha..."
"Você teve a escolha de não ser um covarde" cortei, cada palavra saindo como gelo. "Ele me disse, Alonzo. Ele me disse que você contou para ele os nossos segredos. Que você entregou o que eu gostava de ouvir para facilitar o seu acordo. Você não entregou só o meu corpo; você entregou a minha alma para aquele homem."
Ele não negou. O silêncio dele foi o recibo final da sua traição. “Eu fui forçado.”
Vidal tinha me usado, me humilhado e me marcado, mas Alonzo... Alonzo tinha me vendido.
"Ligue a porra desse carro" ordenei, sem uma gota de emoção.
Ele deu a partida com as mãos tremendo, o motor roncando na escuridão. Enquanto o carro se afastava daquele depósito, eu olhei pelo retrovisor. As luzes do escritório de Vidal ainda estavam acesas. Eu estava indo para casa com o homem que me traiu, carregando dentro de mim o leite do homem que me tomou. A dívida estava paga, mas a mulher que tinha saído daquele carro antes, nunca mais voltaria para casa.


