A Massagem que Meu Marido Nunca Pode Descobrir

Toda semana meu marido me leva ao espaço de beleza e relaxamento que frequento para fazer cabelo, unhas, cílios e, quando possível, massagem. Ele sempre me acompanha, entra comigo e fica na sala de espera. Só não entra na sala de massagem, onde me espera do lado de fora.

Na última semana, fiz todos os procedimentos normalmente. Quando chegou a hora da massagem, Alonzo se sentou do lado de fora como sempre e eu entrei na sala. Para minha surpresa, não era Vanessa quem estava lá. Era um homem. Branco, magro, cheio de tatuagens nos braços. Fiquei parada na porta, sem saber como reagir.

— A Vanessa? — perguntei.

Ele se virou com um sorriso educado e respondeu calmamente:

— Oi, Luara. A Vanessa não pôde vir hoje, estou cobrindo as sessões dela. Meu nome é Fábio. Se você preferir, posso remarcar para quando ela voltar. Sei que nem toda mulher se sente à vontade com um massagista homem.

Pensei por alguns segundos. Vanessa era muito boa, mas na semana seguinte eu tinha um compromisso e não conseguiria vir. Mesmo hesitante, acabei dizendo:

— Tudo bem… eu fico.

Ele me explicou rapidamente o procedimento, me entregou a toalha e indicou o banheiro. Entrei, tirei toda a roupa e me enrolei na toalha, como de costume. Deitei de bruços na maca, sentindo o coração um pouco acelerado.

Fábio começou a massagem pelos pés. Suas mãos eram firmes e ele realmente parecia saber o que estava fazendo. Aos poucos fui relaxando um pouco. Depois de algum tempo, ele perguntou com voz profissional:

— Posso abaixar a toalha até a cintura para trabalhar a região dorsal?

— Pode — respondi baixinho.

Senti a toalha deslizar devagar pelas minhas costas até parar na altura da cintura. O óleo quente espalhou-se pela minha pele enquanto ele massageava minhas costas com movimentos precisos. Até ali, conseguia me manter relativamente tranquila.

Alguns minutos depois, ele disse:

— Agora vou começar pelas pernas, tudo bem?

— Sim…

Ele iniciou pelas panturrilhas, depois subiu para as coxas. Quando terminou essa parte, senti que ele subiu ainda mais a toalha, deixando meus glúteos completamente expostos. Meu corpo inteiro contraiu na mesma hora. Fiquei extremamente constrangida. Vanessa fazia isso toda semana e eu nunca me importava, mas com ele sendo um homem, a situação era completamente diferente. Senti meu rosto queimar de vergonha e uma timidez enorme tomou conta de mim.

Ele percebeu minha reação imediata e parou por um instante.

— Luara, se você não estiver confortável, é só falar. Posso pular essa parte ou parar completamente. Não quero que fique desconfortável.

Fiquei com muita vergonha de admitir que não estava à vontade. Tinha receio de parecer imatura ou exagerada. Mesmo tensa e envergonhada, forcei uma resposta:

— Está tudo bem… pode continuar.

Menti.

Meu corpo permaneceu tenso, os músculos contraídos, enquanto ele continuava a massagear meus glúteos com óleo quente. Eu fingia estar relaxada, mas por dentro só queria que aquela parte acabasse logo. Sentia uma timidez enorme e um desconforto que não conseguia disfarçar por completo.

A massagem nos glúteos continuou por mais tempo do que o normal. Ele massageava com movimentos firmes e lentos, e confesso que, apesar do constrangimento inicial, acabei relaxando um pouco. O óleo quente e as mãos habilidosas estavam realmente fazendo efeito. Fiquei mais tranquila, senti que podia confiar e que estava tudo indo bem.

Em determinado momento, as mãos dele desceram levemente para as coxas. Até aí, tudo bem. Mas então ele começou a deslizar um pouco mais para a parte interna das coxas, bem próximo aos glúteos. Senti uma estranheza imediata. Vanessa nunca massageava nessa região. Ele continuou, devagar. De repente, seus dedos encostaram levemente nos lábios da minha vagina. Travei na hora. Será que é isso mesmo ou é coisa da minha cabeça?

Ele jogou mais óleo e seguiu massageando. Pouco depois, segurou com mais firmeza a parte interna das minhas coxas e senti suas mãos encostarem com mais força nos meus lábios. Meu coração acelerou. O que esse cara está fazendo? Mas eu não disse nada. Fiquei calada, fingindo que era algo comum, com medo de parecer idiota ou exagerada.

De repente, ele atolou os dedos na minha vagina. Dei um pulo na maca.

Virei a cabeça para trás, assustada, e falei:

— Que isso, Fábio? Acho que você está confundindo as coisas.

Ele respondeu com voz calma e segura:

— Fique tranquila, Luara! É completamente normal, talvez você não esteja acostumada com esse estilo de massagem. Mas pode ficar bem tranquila que sou muito profissional.

Fiquei com muita vergonha. Será que eu que pensei errado dele? Não disse mais nada, virei o rosto para frente novamente e deixei que ele continuasse. Mas toda hora as mãos dele tocavam meus lábios. Eu estava incomodada, muito incomodada, mas tentava demonstrar normalidade.

Foi então que notei um grande volume marcando a frente da calça dele. Não acredito que ele está excitado... Parecia ser tão profissional antes. Meu desconforto só aumentou.

De repente, ele enfiou dois dedos dentro da minha vagina e começou um movimento intenso. Eu deslizei meu corpo para frente, tentando escapar dos dedos dele. Ainda de bruços, estiquei o braço para trás e segurei o braço dele:

— Você tá louco? Isso não é massagem!

Ele agarrou meu pulso com firmeza, tirando minha mão do braço dele, e com a mesma rapidez segurou meu outro pulso também, prendendo os dois. Meu coração disparou de medo.

— Calma, Luara — disse ele, com a voz mais baixa. — Vai ser a melhor massagem da sua vida.

Eu me debati, nervosa e desesperada, tentando puxar os braços, mas ele me segurava com força. O pânico começou a tomar conta de mim.

Ele puxou a toalha com brutalidade, arrancando-a debaixo de mim enquanto eu me debatia. Fiquei completamente nua na maca.

— Para, Fábio! Para! — gritei, em pânico. — Eu vou gritar! Meu marido tá lá fora. Você tá fudido!

Ele deu uma risada baixa e debochada.

— Se você gritar e ele entrar, o que ele vai pensar ao ver a esposa dele toda pelada com meus dedos dentro da buceta?

Aquela frase me acertou como um soco. Puta que pariu… será que o Alonzo interpretaria tudo errado? A dúvida me paralisou. Preferi não gritar. Tentei escapar sozinha, me contorcendo na maca.

— Por favor, para com isso, cara… — implorei, quase chorando, enquanto tentava me livrar.

Mas ele era muito mais forte. Me segurava com facilidade.

— Luara, um bucetão desse merece uma massagem especial. Fica quietinha! — disse ele, enquanto dedilhava minha buceta com força, enfiando os dedos sem piedade.

Eu me sentia desesperada. Precisava escapar dali de qualquer jeito.

Num momento em que ele se distraiu, consegui soltar um dos braços. Mas não adiantou. Com um movimento rápido, ele girou meu corpo na maca, me deixando deitada de costas, completamente exposta de frente para ele. Segurou meus dois braços com força acima da minha cabeça.

Foi então que ele abriu a calça e tirou o pau para fora. Meu corpo inteiro travou de medo. Nunca tinha visto algo daquele tamanho. Era grosso, comprido e latejando. Fiquei ainda mais tensa, paralisada de pavor.

Ele aproveitou aquele segundo de choque e tentou enfiar o pau na minha boca. Virei o rosto para o lado com toda a força. Ele insistiu, segurando minha cabeça, mas eu virava de novo, cerrando os lábios com força. Não deixei ele entrar.

Frustrado, ele começou a bater com o pau pesado no meu rosto.

— Toma, sua safada! Se não vai mamar, vai tomar surra de piroca na cara!

— Não, Fábio… eu sou casada… eu não sou essas mulheres que você tá acostumado a lidar — falei, com a voz tremendo de vergonha e medo, enquanto ele continuava esfregando e batendo aquele pau grosso e pesado na minha bochecha e na boca.

Temendo o pior, engoli em seco e falei com a voz trêmula:

— Eu não vou conseguir sair… me diz o que você quer pra me deixar ir embora.

Ele riu, um riso baixo e satisfeito, ainda segurando meus pulsos.

— Só uma mamada, Luara. Nada demais. Aí eu te libero.

Melhor fazer o que ele quer pra sair logo daqui, pensei, desesperada. Qualquer coisa é melhor do que ele tentar enfiar esse pau na minha buceta. Senão tô fudida.

— Tá bem, Fábio… Vou fazer isso que você tá falando e você me solta.

Ele sorriu, malicioso.

— Isso o quê, Luara? Isso tem nome.

Senti meu rosto queimar de vergonha. Quase não conseguia falar.

— Boquete… — murmurei, mortificada.

Ele deu uma risada alta, claramente se divertindo com a minha timidez.

— Boquete, Luara? Vai pagar boquete pra mim?

— Vou… — respondi, com a voz quase sumindo.

— Vai o quê?

— Vou… pagar boquete — completei, morrendo de vergonha.

— Boa menina! — disse ele, com um brilho perverso nos olhos.

Ele soltou meus pulsos, mas continuou me segurando pela nuca. Abri a boca, envergonhada, esperando. Fábio aproximou o quadril e encostou a cabeça grossa do pau na minha língua. Era enorme. O pau dele era tão grande e grosso que mal cabia na minha boca. A pele era quente, latejando, com veias saltadas.

— Isso… abre mais essa boquinha, gordinha safada— ordenou ele, empurrando devagar.

A cabeça grossa forçou meus lábios, esticando-os ao máximo. Senti o gosto salgado dele na língua enquanto ele começava a meter devagar, entrando e saindo da minha boca. Eu chupava com vergonha, tentando fazer o mínimo possível, mas ele não se contentava com pouco.

— Caralho, que boca gostosa… Chupa mais fundo, Luara. Isso, engole esse pauzão.

Ele segurava minha cabeça com as duas mãos e empurrava mais forte, fazendo o pau grosso deslizar pela minha língua até bater no fundo da minha garganta. Eu engasgava, com os olhos lacrimejando, enquanto ele gemia de prazer.

— Porra, que delícia… Tá gostando, vagabunda? Engole mais, vai… Isso!

Ele metia com mais força, fodendo minha boca com brutalidade. O pau enorme entrava até quase a metade, e eu babando no pau dele, que escorria pelo meu queixo. Fábio estava visivelmente excitado, respirando fundo, com um olhar pervertido enquanto me usava.

— Olha pra mim enquanto chupa… Isso, caralho!

Eu me sentia tomada pela culpa. O que eu tô fazendo? Sou casada… Alonzo tá logo ali fora… Lágrimas de vergonha escorriam pelo meu rosto enquanto eu continuava chupando aquele pau gigantesco, sentindo ele latejar na minha boca, cada vez mais inchado.

Fábio enfiou novamente dois dedos na minha buceta, bem fundo, e começou a movimentar com pressão, curvando-os para dentro enquanto metia.

— Caralho, Luara… tu é uma gordinha gostosa bem safada — gemeu ele, com a voz rouca de tesão, enquanto enfiava o pau mais fundo na minha garganta. — Que peitos enormes, porra. Olha o tamanho dessas tetas balançando enquanto fodo sua boca.

Ele chacoalhou mais os dedos na minha buceta, fazendo muito barulho, enquanto continuava falando:

— Porra, Vanessa nunca me contou que você era putinha assim..

Meu corpo começou a me trair. Apesar da vergonha e da culpa enorme que eu sentia, um calor forte subia pela minha barriga. Tentei disfarçar, tentei não gemer, mas minha buceta piscava e apertava os dedos dele contra a minha vontade. Eu me odiava por isso, mas não conseguia controlar.

De repente, o prazer tomou conta. Meu corpo inteiro tremeu e eu esguichei forte, bem na mão dele. Um jato quente saiu da minha buceta, molhando tudo, escorrendo pela maca e pelas minhas coxas. Senti o orgasmo forte, as pernas tremendo, a buceta pulsando sem parar enquanto ele continuava dedilhando rápido.

Fábio tirou o pau da minha boca por um segundo, rindo alto e satisfeito:

— Kkkkk porra! Olha aí, esguichou pra caralho! Sabia que você tava gostando, sua safada. Tá toda molhada, buceta piscando na minha mão. Não tava fazendo nada contra sua vontade, né? Olha o estrago que você fez na maca.

Eu estava ofegante, morta de vergonha, o rosto queimando.

— Você tá louco… Não sei de onde você tirou isso, que eu tô gostando. Agora me deixa ir.

— Você gozou forte pra caralho, Luara! Kkkkk. Calma, tá quase acabando. Já já você vai…

— Eu sou casada, Fábio. Não gozei não… eu mijei sem querer — falei, tentando negar, com a voz fraca e envergonhada.

Ele riu ainda mais, tirando os dedos melados da minha buceta e limpando na minha coxa.

— Casada, mas tá gostando pra porra. Me fala a verdade agora, senão você não sai daqui. Compara meu pau com o do corninho ali fora. Fala com sinceridade. Se mentir, eu vou enfiar esse pauzão na sua buceta e você só sai depois que eu gozar.

Senti um frio na espinha. Com muita vergonha, baixei os olhos e murmurei:

— O seu… é bem maior… bem mais grosso. O do Alonzo é bem menor… tipo… não chega nem na metade do seu. O seu é enorme… assusta…

Fábio sorriu, poderoso, masturbando o pau enorme na frente do meu rosto, claramente excitado com a humilhação.

— Continua falando, vai. Quero ouvir direitinho.

— O seu pau é enorme… parece que não vai caber… o dele é normal, pequeno perto do seu. Você é muito mais grosso… mais comprido… — falei, morrendo de vergonha, a voz quase sumindo.

— Isso mesmo, boa menina. Continua. Fala que meu pau é melhor — ordenou ele, batendo a rola grossa no meu rosto.

Eu engoli em seco, humilhada:

— Seu pau é… melhor. Mais gostoso… mais forte… o dele não se compara…

Fábio gemeu de prazer, visivelmente excitado com o poder que tinha sobre mim.

Fábio soltou meu cabelo, deu um passo para trás e guardou aquele pau ainda duro dentro da calça. Ele parecia satisfeito, com um sorriso arrogante no rosto.

— Pode se vestir, Luara. Pode ir embora. Por hoje foi o suficiente.

Senti um alívio enorme tomar conta de mim. Finalmente ia sair dali. Mas, ao mesmo tempo, uma onda de culpa me invadiu. Meu Deus, eu gozei… gozei forte com ele. Como eu pude gostar disso? Sou casada, tenho um marido me esperando lá fora…

Enquanto me vestia apressada, acabei falando demais, nervosa:

— Semana que vem… é a Vanessa que vai estar aqui, né? Porque se for você… eu não volto.

Fábio riu, encostado na maca, ainda com aquele olhar pervertido.

— Semana que vem é a Vanessa sim. Mas você não tinha um compromisso importante essa semana? Foi por isso que não remarcou, lembra?

Fiquei completamente envergonhada, gaguejando:

— É… eu… quer dizer… eu… não sei… talvez…

Ele pegou um cartão no balcão e estendeu para mim.

— Caso você tenha gostado do meu trabalho… liga pra mim. Eu marco um horário na minha sala particular, que não é longe daqui. Lá a gente pode fazer uma massagem bem mais completa, sem pressa… sem marido do lado de fora.

Peguei o cartão com a mão tremendo.

— Não precisa se incomodar, Fábio. Eu prefiro o trabalho da Vanessa — respondi, tentando soar firme, mas minha voz saiu fraca.

Saí da sala desconcertada, com as pernas ainda moles, a buceta latejando e o gosto dele ainda na boca. Encontrei Alonzo na sala de espera. Peguei na mão dele rapidamente.

— Vamos embora, amor.

Ele me olhou estranho. Demorei bem mais que o normal.

— Tudo bem? Demorou bastante hoje.

— Foi tudo bem… a Vanessa me pegou de conversa depois da massagem — menti, forçando um sorriso.
Enquanto caminhávamos para o carro, segurei firme na mão de Alonzo, forçando um sorriso tranquilo. Meu coração ainda batia descompassado. Por fora, eu tentava parecer normal, mas por dentro estava um caos completo.
Minhas pernas ainda tremiam levemente, e sentia minha buceta inchada e molhada pulsando, como se o corpo se recusasse a esquecer o que Fábio tinha feito comigo. O gosto dele ainda permanecia na minha boca, salgado e forte. Aquela humilhação toda, o pau enorme, os dedos me fazendo esguichar… só de lembrar, um calor vergonhoso subia novamente entre as minhas coxas.
“Meu Deus, o que eu fiz?”, pensei, sentindo uma onda pesada de culpa me apertar o peito. Sou casada. Alonzo está aqui, ao meu lado, confiando em mim, e eu acabei gozando na mão de outro homem… Se ele soubesse, morreria.
Mas, ao mesmo tempo, não conseguia parar de sentir tesão. Meu corpo ainda vibrava com o prazer proibido. Parte de mim, uma parte que eu odiava admitir, queria mais. Queria sentir novamente aquele pau grosso me dominando, me usando sem piedade.
Apertei mais a mão do meu marido, culpada e excitada ao mesmo tempo, com o cartão de Fábio dentro da minha bolsa.
Enquanto ele dirigia, olhei pela janela, dividida entre a culpa e o tesão... curiosa, pensando como seria ir além do que tinha acontecido.

Foto 1 do Conto erotico: A Massagem que Meu Marido Nunca Pode Descobrir


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Comentários


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edosom48 Comentou em 09/06/2026

Segredo gostoso!

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99uberto Comentou em 09/06/2026

Tu é linda é difícil pra o homem resistir ao seu corpo encantador

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chupabuceta1025 Comentou em 09/06/2026

Parabéns pelo conto Aguardo ansioso pela continuação Linda foto mostrando más para nós

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d1ga0 Comentou em 09/06/2026

Que delícia,o inesperado sempre é bom,ainda mais com uma delícia de mulher 😈

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boyker Comentou em 09/06/2026

Que delícia de conto , muito tesão do começo ao fim espero ver a continuação... Meu sonho levar minha esposa no massagista

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adlg Comentou em 09/06/2026

Delícia 😋




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Ficha do conto

Foto Perfil enfermeiracasada
enfermeiracasada

Nome do conto:
A Massagem que Meu Marido Nunca Pode Descobrir

Codigo do conto:
264039

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
09/06/2026

Quant.de Votos:
22

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1