Meu coração ainda estava acelerado com a energia do carnaval de rua no Rio de Janeiro. O bloco estava lotado, o som da bateria invadia tudo, e o calor insano da cidade maravilhosa deixava todo mundo suado antes mesmo do bloco começar. Eu vestia um top cropped preto bem justo, sem alças (estilo tomara que caia), que marcava meus seios grandes e pesados, combinado com uma saia curta bem sensual de fantasia de carnaval, com detalhes brilhantes... bem curtinha mesmo.
Alonzo estava ao meu lado, sem camisa, só de bermudão, com o corpo suado brilhando sob o sol forte. A gente ria e bebia bastante pra espantar o calor. Quando vimos uma mulher morena acompanhada de um homem branco, sarado com uma câmera na mão se aproximar de uma moça ao nosso lado, dizendo pra ela:
— Oi, linda! Meu nome é Kelly, esse é meu câmera Fábio. Estamos gravando pro programa “Tudo por Dinheiro”. Topa ganhar 100 reais só pra levantar a blusa e mostrar os seios pra câmera rapidinho?
A mulher fez cara de choque e recusou na hora. Kelly aumentou a oferta, mas ela negou de novo e saiu quase correndo.
Alonzo e eu nos entreolhamos, rindo baixinho.
— Caralho, amor… você viu isso? — falei, ainda surpresa. — Que loucura. Parecia coisa de filme. Se a gente contar pra alguém depois, ninguém vai acreditar.
— É surreal mesmo — Alonzo respondeu, balançando a cabeça. — Oferecendo dinheiro na cara dura pra mostrar os peitos no meio do carnaval. O Rio é foda.
Foi aí que a mulher (Kelly) virou o olhar pra nós. Ela sorriu, se aproximando com Fabio logo atrás, câmera na mão.
— Oi, gente! Meu nome é Kelly, esse é o Fabio. Estamos gravando “Tudo por Dinheiro”. Vocês parecem um casal bem animado e bonito…vocês são casados?
— Sim. Eu disse.
— São casados há quanto tempo, meus amores?
— Há 8 anos. Respondeu meu marido.
— Qual o nome desse casal bonito? Fala pra gente!
— Meu nome é Alonzo.
— Eu sou Luara.
— Topam ganhar uma grana fácil hoje?
Eu sorri, sem graça. Kelly foi direta:
— Luara, né? Que tal 100 reais só pra você mostrar esses peitões lindos pra câmera, amore?
Eu arregalei os olhos e soltei uma risada nervosa.
— Ai, não sei não…
Kelly percebeu minha hesitação e foi esperta. Virou-se para Alonzo:
— E você, marido? Deixaria sua esposa mostrar os seios pra câmera por 100 reais?
Alonzo passou o braço na minha cintura, suado, e respondeu com sinceridade:
— Eu não me importaria não… mas 100 reais ainda é pouco, né?
Kelly sorriu, já sacando mais dinheiro.
— É assim que se fala, querido! Então vamos subir: 300 reais, Luara. Só mostrar os seios. Nada de tocar. Dinheiro muito fácil, só pra fazer isso. O que você me fala?
Eu mordi o lábio, sentindo o rosto queimar de vergonha.
— Ai meu Deus, kkk… não sei, tô pensando…
— Pensa bem, Luara — Kelly insistiu, com voz persuasiva. — São 300 reais só pra mostrar os peitos. Você já tá quase mostrando de graça com esse top curtinho mesmo, pensa direitinho, Lu. É rapidinho, só pra câmera. Dinheiro na mão na hora.
Eu olhei pro Alonzo. Ele deu um leve aceno com a cabeça, como quem diz que estava tudo bem. Meu coração martelava no peito.
— Tá bom… eu aceito — falei, quase sem acreditar nas minhas próprias palavras.
Kelly abriu um sorriso satisfeito e falou direto pra câmera:
— Olha aí, galera! Ela topou! Finalmente encontramos uma mulher de coragem. Meus parabéns! Então me sigam, casal. Vamos pra aquela rua ali do lado, que tem menos movimento, pra ela poder mostrar com mais calma.
— Bom, aqui está bom. Pode mostrar pra gente, Luara — disse Kelly, animada.
Eu olhei pro chão, tímida, e abaixei e levantei rápido o top, mostrando meus seios pra camera. Foi só uns dois segundos.
— Ei, ei! Foi muito rápido! — reclamou Kelly rindo. — Mostra de novo, bonitinha. Devagar dessa vez. Até eu falar que já pode se cobrir.
Eu respirei fundo, abaixei o tecido novamente e meus seios saltaram pra fora, de forma bem intensa. O ar quente bateu neles. Fiquei com a cabeça baixa, sem conseguir olhar pra câmera.
Kelly falou empolgada pra lente:
— olhaaaaaa! Caralho, olha o tamanho desses peitos! Fartos e naturais, que delícia… Perfeitos. Muito bem, Luara! Agora balança bem eles pra câmera! Issooo... perfeito. Meus parabéns! Agora toma seu dinheiro que foi bem merecido.
Ela entregou os 300 reais na minha mão. Eu me cobri rápido, rindo de nervoso.
Depois de alguns segundos, Kelly olhou pra gente de novo:
— Gostei de vocês, casal. Mas agora me diga, Luara. Que tal ganhar 800 reais pra deixar o Fabio só tocar nos seus peitos? Nada além de tocar. É pegar ou largar.
Eu hesitei.
— Ai não sei…tocar nos meus peitos?
— São 800 a mais, Luara. Mais os 300 que você já ganhou. Mais de mil reais... só precisa deixar ele apertar e balançar esses peitões lindos, princesa. Pensa bem.
Eu olhei pro Alonzo. Ele deu de ombros, como quem diz “se você quiser”. Eu mordi o lábio.
— É verdade… tá bom, Kelly, eu aceito. Cadê o dinheiro?
Kelly contou as notas e colocou na minha mão antes mesmo de eu terminar de falar. Eu puxei o top pra baixo de novo, deixando meus peitos caírem por cima do top.
Kelly se aproximou primeiro. Passou as mãos por baixo dos meus seios, levantando eles, apertando de leve.
— Olha isso, meu povo… são pesados pra caralho. Vocês tinham que sentir isso…
Depois ela se afastou e fez sinal pro Fabio. Ele passou a câmera pra Kelly e veio com aquele olhar predador, colocou as duas mãos grandes nos meus seios e apertou com vontade, massageando devagar. Eu senti um arrepio forte. Em seguida pegou por baixo e balançou bastante meus peitos, e por fim passou os polegares nos biquinhos dos meus seios. Mesmo com toda aquela pressão, mesmo com poucas pessoas passando do outro lado da rua, meus mamilos estavam durinhos. Que loucura.
Kelly perguntou pra ele, ainda filmando:
— E aí, Fabio? O que achou dos peitões dessa esposa corajosa?
— Porra… peitão delicioso. Fartos, pesados. Quero mais — ele respondeu, ainda com as mãos em mim.
Quando ele tirou as mãos, eu me cobri. Alonzo me puxou pela cintura e falou baixinho:
— Foram os 1.100 reais mais fáceis que a gente já ganhou na vida, né amor?
Eu ri, ainda com o dinheiro na mão.
— Verdade. Tô até feliz.
Kelly ouviu o comentário e virou rápido pra câmera com um sorriso malicioso:
— Olhaaaaa... olha, galera! O casal não está satisfeito com apenas 1.100 reais. Parece que estão dispostos a ganhar mais… Sou obrigada a subir o nível da brincadeira então!
Ela olhou pra gente:
— Que tal ganhar mais 2 mil reais, além do que você já ganhou? O que você me diz, princesa?
— Dois mil? Meus olhos brilharam. Não sei, qual é o desafio?
— R$2000 pra você chupar o pau do marido ali atrás daquele carro? Que tal? É muito dinheiro, hein!
Eu nem pensei muito. Olhei pro Alonzo, sorri e estendi a mão pra Kelly:
— Essa tá fácil, amor. Kkkkk.
Kelly colocou as notas na minha mão, rindo.
— Então me segue. Vamos filmar aqui atrás desse carro.
Ela deu a câmera pro Fábio e falou pra câmera:
—TUUUUDO POR DINHEIROOOO! Olha, tropaaa! Essa esposinha vai pagar um boquete bem gostoso pro marido. Vai, princesa! entra em ação, agora o show é com vocês.
Ela virou pra mim, ainda filmando, com um sorriso grande:
— Luara, me conta aqui pra câmera: como vai ser esse boquete? Vai ser molhadinho? Babado? Você vai descer até a garganta? Quero saber todos os detalhes, vai…
Eu fiquei vermelha até a raiz do cabelo. Olhei pro chão, morrendo de vergonha, e respondi baixinho, quase gaguejando:
— Ai meu Deus… vai ser… molhadinho sim. Bem babado… eu gosto de fazer bem babado. E… vamos ver o que acontece kkkk.
Kelly soltou uma risada animada e aproximou mais a câmera do meu rosto.
— Olha só que safada! Tá ouvindo isso, tropa? A Luara vai fazer um boquete caprichado, bem molhado e gostoso. Se você fizer uma performance boa mesmo, eu te dou mais 200 reais de bônus. Topa?
Eu mordi o lábio e assenti, ainda tímida:
— Topo…
— Então pode começar, princesa. Mostra pra gente o quanto você merece esse bônus.
Alonzo já estava encostado no carro, abrindo a bermuda. Eu me agachei na frente dele, sentindo o asfalto quente nos joelhos. Puxei o pau dele pra fora — já estava meio duro de tanta excitação. Segurei com a mão e dei uma lambida lenta da base até a cabeça, deixando bastante saliva.
Foi quando ouvi vozes do outro lado da rua.
Dois caras que passavam pararam de repente. Um deles deu um tapa no braço do amigo:
— Porra, olha ali! Caralho kkkk!
O outro riu:
— Caralho, eu amo o carnaval kkkk!
Eu fechei os olhos, morrendo de vergonha, mas continuei. Coloquei o pau do Alonzo na boca, fazendo barulho molhado, babando bastante como tinha prometido. Subia e descia devagar, tentando chegar o mais fundo possível. Quando não chegava engolia todo o pau, ele empurrava contra minha boca e eu engasgava.
Kelly narrava tudo animada pra câmera:
— Olha isso, galera! A Luara tá caprichando! Tá babando inteiro, descendo gostoso… e tem plateia ao vivo do outro lado da rua! Vocês estão vendo isso?
Os dois caras ficaram parados, assistindo. Um deles até assoviou. Eu sentia o rosto queimando, mas o pau do Alonzo pulsando na minha boca me deixava ainda mais molhada.
Kelly se aproximou mais:
— Isso, Luara! Engole mais fundo… mostra pra câmera que você merece aqueles 200 extras!
Meu marido fodia minha boca como se fosse a buceta, as vezes tirava e batia o pau na minha cara.
— Parabéns, casal! Se o povo que viu curtiu, você merece o bônus. Toma aqui seu dinheiro, mulher!
Ela colocou mais 200 reais na minha mão. Eu ainda estava agachada, limpando a boca, quando Kelly virou a câmera pra mim:
— Agora me fala, princesa. O que vocês vão fazer com todo esse dinheiro?
Eu respirei fundo, ainda recuperando o fôlego, e respondi:
— Bem… vamos separar uma parte pra curtir o carnaval. E o restante vamos juntar pra poder quitar nossas dívidas.
— Hummm… maravilha. Vão aproveitar e também estão pensando no futuro. Mas fala pra gente, quanto ainda falta pra vocês resolverem a vida de vocês?
Olhei pro meu marido.
— Quanto falta, amor?
— Acho que uns 3 mil… talvez — ele respondeu.
Kelly sorriu, maliciosa, e olhou direto pra câmera:
— E se eu disser pra vocês que eu tenho a solução? Hein? Estão empolgados? Já estão satisfeitos ou querem ouvir a próxima proposta?
Eu e Alonzo nos entreolhamos. Eu estava curiosa.
— Bem… só ouvir, né? Que mal tem? Pode falar pra gente o desafio dos R$ 3.000.
Kelly abriu um sorriso largo e gritou pra câmera:
— TUUUUUDO POR DINHEIROOOO! Gente, eles querem saber… eu falo ou não falo?
Ela virou pra mim novamente:
— Valendo 3 mil reais… e tudo que você precisa fazer é inclinar seu tronco pra frente, botar as mãos no carro e deixar o nosso querido Fabio levantar sua saia e botar a pica dele na sua buceta. Zero dificuldade, princesa. O que você me diz? Pega ou larga?
Alonzo fechou a cara na hora:
— Aí não. Aí é demais já.
— São 3 mil, marido. Vai resolver a vida de vocês — insistiu Kelly.
— De jeito nenhum — respondeu Alonzo, firme.
Kelly riu e já começou a contar mais dinheiro:
— Já sei, 3 mil é pouco pra ver sua esposa entrando na pica. Kkkkk. Mas olha, hoje eu tô generosa… mais mil. 4 mil, marido.
— Sei não, Kelly… acho que é demais pra gente… — murmurou Alonzo.
Eu me aproximei dele e cochichei no seu ouvido:
— São 4 mil, amor… é um bom dinheiro.
Ele ficou em silêncio, pensando. Dava pra ver o conflito no rosto dele. Depois de alguns segundos, falou:
— Kelly… 5 mil… quem sabe.
— Que casal caro, minha gente! — Kelly exclamou pra câmera, rindo. — Mas como eu disse, hoje eu tô generosa. Vai levar os 5 mil e mais um bônus de 500 reais se for sem camisinha.
Alonzo me olhou, sério:
— Tudo bem pra você?
Eu mordi o lábio, sentindo uma mistura enorme de vergonha, tesão e necessidade.
— Acho que sim…
Kelly já separava o dinheiro todo. Eu completei, com a voz um pouco trêmula:
— Kelly, mas não pode gozar dentro, eu não tomo remédio.
— TUDO POR DINHEIROOOO! O casal aceitou! Parabéns, casal! Já segura toda a grana de vocês.
Kelly colocou um monte de notas na minha mão. Meu coração disparou quando ela completou, apontando pro Fabio:
— Fabio, você ouviu, né? Não vai gozar dentro da moça, safado. Kkkkk.
Fabio sorriu, já tirando o pau pra fora, grosso e duro. Kelly virou pra mim:
— Então vai, princesa. Inclina no carro e empina esse rabão pra ele.
Fabio se aproximou por trás de mim, o pau dele já completamente duro. Era grosso, cheio de veias, com a cabeça rosada e grande, brilhando de tanto tesão. Devia ter uns 20cm, bem maior que o do Alonzo.
Eu me inclinei sobre o capô do carro, mãos espalmadas na lataria quente, empinando a bunda. Kelly se posicionou ao lado, filmando tudo de perto.
— Chega a calcinha dela mais pro lado, Fabio… Isso. Melhor ainda: tira essa calcinha logo, quero mostrar direitinho essa buceta carnuda pra câmera.
Fabio puxou minha calcinha pra baixo e tirou completamente, deixando minhas pernas levemente afastadas. Senti o ar quente da rua tocar minha buceta.
Kelly virou pra Alonzo:
— Marido, abaixa o top dela. Quero esses peitos enormes balançando bastante kkk.
Alonzo, com o rosto tenso, puxou meu top pra baixo. Meus seios pesados e fartos saltaram pra fora, balançando no ar.
Fabio esfregou a cabeça grossa do pau na portinha da minha buceta. Eu fechei os olhos com força e fiz uma cara de dor quando ele começou a empurrar.
— Aaaahh…ai caralho! Devagar... — escapei um gemido agudo.
Kelly aproximou a câmera do meu rosto e comentou animada:
— Olha isso, tropa! Será que ela vai aguentar? Se não sustentar tem que devolver a grana kkkk. É grande demais pra essa bucetinha, né? Mas você vai aguentar, você é uma mulher guerreira e empoderada kkk… vai botando devagar, Fabio.
Ele segurou minha cintura e empurrou mais. Senti cada centímetro grosso abrindo minha buceta, esticando tudo. Era uma mistura forte de ardor e prazer. Quando ele chegou bem fundo, soltei um gemido mais longo.
— Isso, assim! — Kelly incentivava. — Estoca mais fundo. Olha como os peitões balançam gostoso com cada estocada!
Com cada estocada firme de Fabio, meus seios grandes e pesados balançavam pra frente e pra trás, quase batendo no capô do carro. O barulho molhado da minha buceta ecoava junto com o som das batidas da pele.
Alonzo assistia tudo em silêncio, o maxilar travado, uma mistura clara de ciúme e excitação no olhar. Ele com certeza estava de pau duro dentro da bermuda.
Kelly não parava de narrar:
— Olha a cara do marido, galera! Tá sofrendo, mas tá orgulhoso de ver a esposa aguentando firme e sendo arrombada por um pau muito maior. Isso é que é Tudo por Dinheiro! Fode ela mais forte, Fabio… faz ela gemer pra câmera.
Fabio aumentou o ritmo, metendo fundo e rápido. Eu não conseguia segurar os gemidos. Meus peitos sacolejavam descontrolados a cada estocada.
Depois de alguns minutos, Fabio começou a respirar mais pesado. Ele tirou o pau inteiro pra fora, segurou ele com a mão e gozou forte em cima da minha bunda — jatos grossos e quentes espirrando no meu rabo e escorrendo pela rego.
Kelly filmou o close da porra escorrendo:
— Olha essa gozada, tropa! Fabio encheu a bunda da Luara de leite. Que final perfeito!
Ela virou pra câmera com um sorriso safado e fez o encerramento:
— TUUUUDO POR DINHEIROOOO! Mais um episódio insano no carnaval do Rio! Luara, esposa corajosa, acabou de ganhar uma fortuna deixando o Fabio comer ela gostoso na rua. A esposa guerreira botou dinheiro dentro de casa. Vocês viram a cara de dor dela no começo? Kkkk. Viram os peitões balançando, viram tudo!? Se vocês querem ver casais indo cada vez mais longe, se inscrevam e ative o sininho. Comenta aí: será que o marido vai aguentar a próxima vez? Valeu, tropa! Até o próximo desafio!
Kelly desligou a câmera, rindo satisfeita, enquanto eu ainda estava inclinada no carro, bunda marcada de porra, pernas tremendo e o dinheiro todo apertado na mão.
Alonzo se aproximou em silêncio e me ajudou a ficar de pé. Eu puxei o top para cima, cobrindo meus seios, e desci a saia curta. Minhas pernas ainda tremiam um pouco.
Eu me virei para ele, olhando em seus olhos. Meu rosto ainda estava quente de vergonha e excitação.
— Amor… — falei baixinho, quase sussurrando. — Tá tudo bem com você?
Alonzo ficou em silêncio por um momento, respirando fundo. Ele passou a mão no meu cabelo, tirando uma mecha grudada no meu rosto suado.
— Sei lá, amor… foi foda assistir aquilo. Eu fiquei com um ciúme do caralho quando ele meteu em você… mas ao mesmo tempo… eu tava com tesão pra caralho assistindo.
Eu mordi o lábio e me aproximei mais dele, encostando meu corpo no seu.
— Eu também tô confusa… — confessei. — Quando ele entrou, doeu um pouco no começo, ele é bem grosso mesmo. Mas depois foi bom… Me senti usada ali, inclinada no carro, com meus peitos balançando em troca de dinheiro… Foi humilhante… mas ao mesmo tempo eu nunca fiquei com tanto tesão.
Olhei para baixo, um pouco envergonhada de admitir.
— Eu me senti desejada pra caralho… e ao mesmo tempo me senti sua. Mesmo com ele dentro de mim, eu só pensava que estava fazendo aquilo por nós. Pelo dinheiro. Mas confesso que… gostei. Gostei mais do que eu imaginava que ia gostar.
Segurei a mão dele e apertei.
— E você? Fala a verdade pra mim… tá bravo? Já ganhamos bastante dinheiro hoje.
Alonzo ficou quieto, olhando para o chão por alguns segundos. Depois levantou o olhar e passou o polegar no meu lábio inferior, limpando um resto de saliva.
— Não tô bravo com você… se você tá bem, eu também tô.
Eu sorri aliviada e dei um beijo leve na boca dele.
— Eu tô bem, amor. Um pouco chocada ainda… mas bem. E com muita grana na mão kkkk.
Ele olhou para o bolo de dinheiro que eu ainda segurava e soltou uma risada baixa.
— É… pelo menos isso a gente conseguiu kkkkk.
PS. Essa história não aconteceu, infelizmente rs. Imagens geradas por IA.