O Presente Que Não Ousei Pedir

César chegou em casa naquela Terça-feira carregando o peso de seis anos de casamento nas costas. Não que as contas estivessem atrasadas ou o emprego ameaçado (o peso era outro, mais silencioso, daqueles que a gente sente na nuca quando percebe que o beijo de despedida pela manhã já não tem o mesmo gosto).
Eloisa estava no banho. Ele ouvia a água cair enquanto tirava o paletó, e foi nesse momento que viu o celular dela sobre a mesa da sala. O seu próprio estava no quarto, carregando. Pegou o dela sem pensar duas vezes (tinham essa liberdade, esse acordo tácito de que a privacidade entre eles era uma porta entreaberta). E foi escancarando essa porta que ele encontrou.
Primeiro as fotos dela: Eloisa de calcinha fio dental preta, o corpo que ele conhecia tão bem curvado na frente do espelho do banheiro, os seios fartos com os mamilos eretos, a pele ainda úmida. A foto era recente. Ele reconheceu o ângulo, a luz da tarde entrando pela janela. Passou o dedo na tela e viu mais: Eloisa de costas, a bunda empinada, a calcinha quase sumindo entre as nádegas. Eloisa segurando os próprios seios como quem os oferece.
O coração de César disparou, mas não foi ciúme (ou não só). Foi um choque elétrico que desceu pela espinha e foi parar entre as pernas, fazendo o pau de Cesar endurecer dentro da calça social. Algo nele, algo primitivo e que ele não sabia que existia, se acendeu como fogo seco.
Então ele foi na lixeira do celular. E lá estavam as fotos que não eram dela.
Um pau. Grande. A cabeça rosada e grossa, a veia pulsando na base, a mão masculina segurando a haste como quem oferece um presente obsceno. Havia mais de uma (ângulos diferentes, a luz do quarto estranho iluminando a ereção alheia). Junto com elas, mais nudez de Eloisa, esses mais explícitos: ela deitada na cama, as pernas abertas mostrando a buceta depilada, os lábios róseos entreabertos como se esperassem algo.
César largou o celular como se queimasse.
Foi para o quarto. Sentou na cama e ficou ali, processando o que viu, sentindo o pau latejar contra a cueca. Quando Eloisa saiu do banho, enrolada na toalha branca, o cabelo molhado escorrendo água pelos ombros, ele estava imóvel, apenas olhando.

- “Ta tudo bem?” - ela perguntou, sentindo o peso do olhar.

Ele só disse que sim. Mas o olho não enganava, ardia de desejo, de raiva, de confusão, de tudo junto.
Eloisa deixou a toalha cair.
E César, em um movimento que surpreendeu os dois, a agarrou. O beijo foi violento, faminto, diferente de tudo que tinham vivido nos últimos meses. Ele mordeu o lábio inferior dela, sentiu o gosto do batom hidratante, e desceu a boca pelo pescoço, mordendo a pele ainda quente do banho, sugando como se quisesse marcar território.

- “César... o que deu em você?” - ela gemeu, as mãos enlaçando o cabelo dele.

Ele não respondeu. Abriu as pernas dela com as mãos firmes e ajoelhou como quem reza para um altar pagão. A boca encontrou o clitóris já intumescido. Ela estava molhada, incrivelmente molhada, e isso só aumentou o fogo nele. Chupou com avidez, a língua rodando em círculos, os lábios sugando, os dedos abrindo os grandes lábios para alcançar melhor o ponto.

- “Aaah, César...” - Eloisa arqueou os quadris, oferecendo-se mais - “Que delícia... chupa assim mesmo...”

Ele chupou até ela tremer, até ouvir os gemidos ficarem mais agudos, até sentir que ela estava à beira. Então parou.
Levantou, o pau endurecido formando uma barraca na calça, e ela entendeu o comando sem palavras. Ajoelhou-se na frente dele, as mãos ágeis abrindo o zíper, puxando a calça e a cueca para baixo. O pau saltou, grosso, a cabeça roxa de tão cheia, e ela abriu a boca para recebê-lo.
César segurou a nuca dela enquanto ela chupava, a boca quente e molhada deslizando pela haste. Ela sabia fazer (sempre soube), mas agora ele sentia algo a mais. Via, na mente, a boca dela fazendo isso em outro. E isso o enlouquecia.

- “Vira” – ele ordenou, a voz rouca.

Eloisa obedeceu. Ajoelhou-se no chão, apoiou os antebraços na cama, ofereceu a bunda empinada. César colocou a mão na cintura dela, alinhou o pau com a entrada da buceta e meteu.
Foi seco, fundo, violento.

- “Aaah, porra!” - ela gritou, o rosto enterrado no edredom - “Assim... assim mesmo, César... mete gostoso...”

Ele metia com força, as bolas batendo no clitóris dela a cada estocada, a visão da bunda dela ondulando com o impacto alimentando o fogo. Uma mão puxou o cabelo dela, arqueando suas costas, deixando-a mais exposta.

- “De quem é essa buceta?” - ele perguntou, a voz um grunhido.

- “Sua! É sua, César!” - ela gemia, os dedos cavando o colchão - “Só sua...”

- “Isso mesmo”

Ele cuspiu na mão e passou no cu dela, só para vê-la estremecer. Não entrou (não ainda), mas o gesto foi possessivo, sujo.

- “Você é minha” - ele falou firme.

Virou-a de lado na cama, colocou uma perna dela sobre o ombro e voltou a meter. Nessa posição, ele via tudo: o rosto de Eloisa contraído de prazer, os seios balançando, o ponto onde seus corpos se uniam, a buceta rosada sugando o pau dele a cada estocada.

- “Vou gozar” - ela avisou, a voz um fio.

- “Goza. Quero sentir”

Ela gozou com um grito abafado, os espasmos apertando o pau dele, e isso foi o bastante para levá-lo a gozar junto. César enterrou fundo, cravou os dedos nos quadris dela e esvaziou-se dentro da buceta dela, jorrando porra quente em jatos que pareciam não ter fim.
Ficaram assim, entrelaçados, a respiração ofegante cortando o silêncio do quarto. Eloisa estava mole, os olhos vidrados no teto.

- “De onde veio isso?” - ela perguntou, finalmente - “Eu estava com saudade de você assim”

César beijou a testa dela. Molhada de suor.

- “Também estava com saudade de nós” - mentiu, porque a verdade era mais complicada.

Conversaram. Ele falou que sabia que o casamento estava estranho, frio, distante. Que queria melhorar, que faria o que fosse preciso. Ela ouviu, os olhos marejando, e então chorou. Chorou de alívio, de culpa, de amor (ele não sabia ao certo).

- “Pensei que você não me amava mais” - ela disse, soluçando - “Vou fazer de tudo pra gente melhorar. Tudo!”

Ele ficou calado. Não mencionou as fotos. Não perguntou do pau rosado. Apenas esperou.

[...]

No dia seguinte, a mensagem chegou no meio da tarde:

"Precisamos conversar. Tem coisa que eu não te contei”

César sentiu o estômago embrulhar, mas respondeu:

"Chego em casa logo”

Quando abriu a porta do quarto, ela estava sentada na cama, as mãos enlaçadas no colo, os olhos vermelhos de quem chorou antes de ele chegar. A luz da tarde entrava pelas frestas da persiana, riscando o corpo dela de listras de sol e sombra.

- “Cometi um erro, César” - ela começou, a voz falhando - “Tava muito sozinha. Toda vez que te procurava, você nunca tava disponível. Não é desculpa, eu sei... mas queria que você tentasse entender”

Ele respirou fundo. Podia ter explodido. Podia ter virado as costas. Mas algo nele (aquela coisa escura que tinha despertado na noite anterior) o manteve firme.

- “Me traiu?” - perguntou, direto.

- “Sim” - ela desviou o olhar - “Mas só uma vez. Uma vez só”

- “Como aconteceu?”

Ela contou. Falou de mensagens que começaram inocentes, de uma liberdade que foi dando aos poucos, de fotos que chegaram e que ela respondeu. Falou do primeiro pau que viu em anos que não era o do marido, e de como aquilo, num momento de solidão, pareceu uma validação. Falou do encontro na Quinta-feira anterior.

- “Me mostra” - ele ordenou - “Quero ler tudo”

Ela entregou o celular com mãos trêmulas. Ele leu cada mensagem. Leu os "bom dia" que viraram "bom dia, gostosa". Leu os elogios ao corpo dela, as respostas dela agradecendo, os nudes que foram trocados. Leu a marcação do encontro (Quinta-feira, almoço, casa dele).
E depois do encontro, as mensagens dele: "Desculpa pelo que aconteceu. Na próxima compenso” E a resposta dela: "É normal, mas mesmo assim foi muito bom”

- “Detalhes...” - César disse, devolvendo o celular - “Só vou te perdoar se você me contar cada detalhe. Do começo ao fim”

Ela engoliu seco. E contou:

- “Cheguei de Uber. Sentei no colo dele no sofá, sentindo o calor do corpo dele entre minhas pernas. Nossas línguas se encontraram num beijo que já começou urgente, faminto. Ele apertou minha nuca com uma mão enquanto a outra descia pelas minhas costas, puxando minha blusa para cima. Arquei o corpo para ajudar, e quando meus peitos ficaram livres, a boca dele abandonou a minha e desceu, faminta, mordiscando meus mamilos já durinhos. Gemi alto, cavalgando devagar sobre o pau dele que mal podia esperar para sair da cueca... Levantei, fiquei de pé na frente dele. Ele ajoelhou como se estivesse num altar, e eu era a deusa. Beijou minha barriga, desabotoou minha calça com os dentes, puxou o tecido para baixo devagar. Sua boca quente encontrou meu quadril, minha coxa, minha bunda. Mordi os lábios quando ele baixou minha calcinha, quando senti o ar frio do apartamento na pele úmida... Ele passou a mão em mim e gemeu ao me sentir tão molhada... "Tá molhadinha, hein?", ele me falou... Levantou, me beijou de novo com a mesma fome, e os dedos dele encontraram meu clitóris. Massageou em círculos enquanto eu me apoiava nele, as pernas bambeando. Colocou uma perna na cama, me abrindo mais, e deslizou um dedo para dentro. Depois dois... Eu sussurrei contra a boca dele: "Coloca mais"... E então eu o empurrei de volta no sofá. Desci beijando o peito dele, a barriga. Tirei a cueca dele. Abri a camisinha. Ele colocou. Masturbei ele com uma mão, a outra acariciando as bolas. E ele gozou. Não durou nem dois minutos”

- “Ele gozou assim?” - César perguntou, a voz estranhamente calma - “Rápido?”

- “Sim” - Eloisa admitiu, envergonhada - “Foi sem querer. Ele não conseguiu mais ficar duro depois. Tentou me chupar, mas eu não gozei. Tomei banho e vim embora”

- “Você chupou ele?”

- “Não”

- “Por quê?”

- “Ele não pediu. Se tivesse pedido...” - ela hesitou - “Se tivesse pedido, teria chupado”

O pau de César endureceu de novo. Ele sentiu o sangue descer, o calor invadir a virilha. A imagem da boca da mulher chupando outro pau (aquele pau rosado das fotos) incendiou sua mente de uma forma que ele não sabia que era possível.

- “E você queria chupar?”

Ela demorou a responder. Os olhos encontraram os dele.

- “Na hora, queria”

César não disse mais nada. Avançou nela de novo.
Dessa vez foi diferente. Foi mais lento, mais intenso, mais íntimo. Eloisa o chupou no sofá, a boca quente e molhada deslizando pelo pau dele com uma dedicação que parecia uma penitência e um prazer ao mesmo tempo. Ele segurou a cabeça dela, guiou o ritmo, viu as bochechas dela se contraírem a cada entrada profunda. Quando gozou, foi na boca dela, e ela engoliu tudo, os olhos fixos nos dele.
Depois, ele a comeu de quatro no sofá. A bunda dela empinada, as costas arqueadas, os gemidos abafados no estofado. Ele metia e pensava:

“Ela queria chupar outro. Ela montou em outro. Ela deixou outro lamber sua buceta” - ele pensava e isso o enlouquecia de tesão.

Virou-a de frente, abriu suas pernas, mergulhou fundo olhando nos olhos dela. Beijou sua boca enquanto metia, sentindo o gosto dela, o suor dela, a entrega dela.

- “Eu te amo” - ela disse, os olhos marejados de novo.

- “Também te amo” - ele respondeu, e era verdade.

Gozaram juntos, ou pelo menos ela gozou primeiro e ele veio logo em seguida, o corpo colado ao dela, a respiração confundida.
Ficaram ali, deitados, os corpos suados colados no sofá. O silêncio era pesado, mas não desconfortável. César sentia o coração batendo forte, a adrenalina do perdão, do sexo, da confissão.
Eloisa adormeceu nos braços dele, o rosto tranquilo como há meses não via.
César ficou acordado, olhando para o teto, os dedos passando distraidamente pelos cabelos dela.
A mente não parava.
A imagem voltava: o pau rosado. Ela montada nele. A mão dela descendo, tocando onde não devia, fazendo o outro gozar rápido demais. A boca dela que teria chupado se tivesse sido pedido.
O pau dele, que já tinha gozado duas vezes, começou a endurecer de novo só de pensar. E veio o pensamento. Escuro, proibido, pervertido. Um pensamento que ele nunca tinha tido na vida, que surgiu das profundezas mais primitivas do seu ser e se instalou ali, latejando junto com o sangue na ereção.

“Quero deixar Eloisa dar pra outro, e depois comê-la toda cheia de porra do outro”

A imagem era nítida: ela voltando para casa, os olhos brilhando de culpa e tesão, o corpo marcado, a buceta escorrendo esperma alheio. E ele ali, esperando. Pronto para lamber, para chupar, para meter no melado quente que outro homem deixou.
O pensamento cresceu, tomou forma, tornou-se quase uma necessidade física.

“Mas como contar para ela?” - ele pensou - “Como dizer pra minha mulher, que acabou de me confessar uma traição, que chorou nos meus braços, que pediu meu perdão, que eu quero mais? Que eu quero ver? Que eu quero participar, de uma forma tão torta, tão suja, tão doce?”

A respiração dela era leve contra o peito dele. O cheiro do cabelo dela, familiar e íntimo, subia às narinas. O corpo dela, quente e entregue, era o mesmo corpo que ele conhecia há seis anos. Era o mesmo corpo que outro homem tinha visto nu há uma semana. A mesma boca que outro homem beijou. A mesma buceta que outro homem tocou.
O pau de César pulsou.
Ele fechou os olhos e respirou fundo, tentando acalmar a mente, tentando empurrar o pensamento para algum lugar escuro onde pudesse ser esquecido.
Mas o pensamento não foi. Ficou ali, latejando, esperando.

“Quero deixar Eloisa dar pra outro, e depois comê-la toda cheia de porra do outro... Mas não sei como contar pra ela”


FIM... Fim?

Foto 1 do Conto erotico: O Presente Que Não Ousei Pedir


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Presente Que Não Ousei Pedir

Codigo do conto:
254713

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
15/02/2026

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