- “Ótimo, exatamente a posição que eu queria você” - declarou Cesar, abrindo o zíper da calça jeans e se posicionando entre minhas pernas.
Senti o pau dele abrir minha buceta e ele empurrar para dentro de mim, o jeans áspero roçando minha pele enquanto o pau dele alisava fundo dentro de mim.
- “Me diga que você quer que eu foda você, minha putinha suja de posto de caminhoneiros” – falou com o pau dele empurrando minha buceta lubrificada.
Ele me fodeu com força, batendo na minha bunda já castigada. Não havia ternura, nem amor, era só sexo e era exatamente o que eu merecia: ser usada, forçada e fodida.
- “Vamos, vagabunda, me diz que você gosta de ser usada. Me diz o quanto você é uma puta e que não pode esperar para ter o pau moreno dentro de você de novo"
Tudo o que eu conseguia fazer era gemer com uma mistura de dor e prazer, enquanto Cesar gozava dentro de mim, pois eu sabia que tudo o que ele dizia era verdade (eu mal podia esperar até a próxima Quarta-feira, quando Danilo disse que voltaria). Mas o que eu não sabia era que Cesar tinha planos muito maiores para o meu corpo devasso. Ele puxou o pau para fora de mim e fechou o zíper da calça, escondendo o pau dele.
Enquanto eu ficava ali sentada no chão, recuperando o fôlego e sentindo os tremores residuais da sensação da foda dele, eu sabia que jamais esqueceria aquele momento, aquela sensação, aquele sentimento de ser completa e totalmente usada, mas viva. Era o tipo de sexo que eu queria, com que eu tinha sonhado, e eu esperava por uma repetição.
Cesar pegou o celular dele.
- “Danilo, valeu, parceiro... É, comi ela feito uma vagabunda. Então você acha que funcionaria?... Tá, eu tenho aquele trailer antigo do canteiro de obras estacionado em Newport... Sim, tem um banheiro pequeno com chuveiro e duas áreas onde a gente podia colocar colchões, tem uma cozinha e a gente sempre pode botar uns lençóis limpos... Acho que não, o vaso sanitário de lá não é o lugar mais limpo para foder alguém... Tá certo, parceiro, te vejo amanhã à noite em Newport. Meu pau já está endurecendo só de pensar nisso, acho que vou ter que experimentar o cu dela agora, já que você abriu o caminho pra mim"
- “O que foi isso? O que foi isso, Cesar? Me fala do que vocês estavam falando” - perguntei.
Mas Cesar não respondeu. Agarrou meu cabelo com uma mão e desabotoando a calça jeans dele com a outra.
- “Rodada dois, eu acho?” - Cesar disse, parado na minha frente.
Enquanto a calça jeans dele deslizava pelos quadris, mostrando o volume por baixo da cueca.
- "Tira ela de mim, vagabunda"
Eu puxei a calça dele e o pau dele saltou, empinado, enquanto a pressão da calça o liberava.
- “Deixa bem molhadinho, lubrifica ele, puta. Vai precisar, aonde isso vai entrar agora” - ele disse enquanto enfiava o pau duro dele goela abaixo.
Poucos minutos se passou.
- “Isso aí, bem babado e escorregadio. Certo, se curva sobre a mesa, abre a bunda pro papai” - ele disse enquanto puxava meu cabelo, me fazendo andar até a mesa de jantar - "Abre as nádegas, vagabunda, quero ver aquele furinho franzido antes do meu pau entrar"
(Eu sabia que era inútil discutir; eu tinha feito a minha cama e esse era agora o meu propósito. No entanto, essa devassidão era apenas o começo dos planos do meu marido para a sua puta de posto de caminhoneiros).
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