Epilogo: O Acerto de Contas no Trailer

Patrícia se torna escrava sexual de Cesar e Danilo, alugada a caminhoneiros num trailer, descobrindo prazer na própria humilhação e degradação.
Na noite seguinte, o vento frio vindo do rio fazia o trailer abandonado no canteiro de obras de Newport ranger como um animal ferido. Eu estava sentada no banco de couro rasgado, vestindo apenas uma camisola fina que Cesar havia me ordenado colocar. Meu corpo ainda doía das surras e das fodas do dia anterior, mas havia algo em mim (uma centelha perversa) que ansiava pelo que estava por vir. O cheiro de mofo e diesel impregnava cada canto do velho trailer, e a única luz vinha de uma lanterna pendurada no teto, balançando suavemente.
Cesar entrou primeiro, fechando a porta atrás de si com um estalo seco. Seus olhos percorreram meu corpo com desprezo e luxúria.

- “Boa menina. Veio sem fazer birra"

- “Onde ele está?” - perguntei, a voz saindo mais trêmula do que eu gostaria.

- “Ansiosa, hein? Sua putinha de posto, não se aguenta” - Cesar riu, um som grave e sem humor - “Danilo vai chegar. Temos negócios para resolver, e você é o pagamento"

Meu coração disparou.
‘Pagamento? Eu sou apenas um objeto de troca?’ - pensei.

Antes que pudesse questionar, a porta se abriu e a figura imponente de Danilo preencheu a entrada. Ele estava ainda mais sujo do que da última vez, com a macacão de trabalho aberto até o peito, revelando a pele bronzeada e suada. Seus olhos maliciosos encontraram os meus, e um sorriso lento se espalhou em seus lábios grossos.

- “A novinha voltou. Sabia que você não ia resistir, vadia"

- “Cesar, o que está acontecendo?” - tentei levantar, mas ele me empurrou de volta ao banco.

- “Acalma o rabo, Patrícia. Você vai descobrir agora"

Danilo se aproximou, sentando-se à minha frente numa cadeira de plástico que rangeu sob seu peso. Ele tirou um maço de notas do bolso e jogou sobre a mesa amassada.

- “Ta aqui a grana. Pela primeira vez. Ela valeu cada centavo, parceiro"

- “Só? Ela é esposa de caminhoneiro, porra. Vale mais” - Cesar cruzou os braços.

- “Tá bom, aqui ó!" - ele colocou um maço menor na mesa - "Mas ela tem que fazer tudo o que eu mandar hoje. E quero ela toda semana"

O ar dentro do trailer ficou irrespirável. Eu olhava de um para o outro, tentando processar. Eles estavam me vendendo. Cesar estava me alugando para aquele moreno asqueroso. A traição que eu cometi não era apenas um deslize (era o início de um acordo sórdido).

- “Você não pode fazer isso!” - gritei, mas minha voz saiu fraca.

- “Posso, sim. Você é minha esposa, sua vadiazinha. E desde que eu te peguei com ele, percebi que tenho um tesouro entre as suas pernas. Por que não lucrar com isso?” - Cesar se aproximou, agarrando meu queixo com força - “Você gosta de ser fodida por ele, não gosta? Então vai ser. E eu vou assistir. E vou cobrar"

Lágrimas de raiva e vergonha escorreram pelo meu rosto, mas lá no fundo, uma parte obscura de mim pulsava de excitação. Eu odiava Cesar por aquilo, mas ao mesmo tempo, a ideia de ser usada, alugada, tratada como mercadoria, isso me aqueceu entre as pernas.

- “Aceito” - ouvi minha própria boca dizer, antes que meu cérebro pudesse intervir.

Danilo bateu palmas.
- “É isso aí, patrão. Negócio fechado"

Cesar me puxou pelo braço, me arrastando até o pequeno compartimento dos fundos, onde dois colchões sujos foram jogados no chão. Uma cortina de plástico separava o "quarto" da cozinha minúscula.

- “Tira tudo. Agora” - ordenou Cesar.

Obedeci, deslizando a camisola pelos ombros, ficando nua sob o olhar dos dois homens. Meus seios estavam pesados, os mamilos já duros. Meu corpo traía qualquer pretensão de resistência.

- “Olha só como ela está molhada” - Danilo apontou, rindo - “Já escorrendo, a putinha"

- “Fica de quatro no colchão, Patrícia. Vamos começar a noite de trabalho"

Ajoelhei no colchão frio, sentindo o tecido áspero contra meus joelhos. Minha buceta pulsava, dolorida da véspera, mas ainda assim necessitada. Cesar se posicionou atrás de mim, enquanto Danilo se sentou à minha frente, abrindo o zíper da calça.

- “Chupa ele primeiro. Mostra que você é boa no que faz” - Cesar disse, empurrando minha cabeça para frente.

Abri a boca e engoli o pau de Danilo, que já estava duro e cheiroso de suor e diesel. Ele gemeu, enfiando os dedos nos meus cabelos.

- “Isso, vadia. Chupa gostoso. Você vai chupar muito esse pau de agora em diante"

Enquanto eu me afogava naquele membro moreno enorme, senti Cesar se posicionar atrás de mim. Ele cuspiu na própria mão, passou no pau e começou a forçar a entrada no meu cu. A dor foi aguda, um rasgo de fogo que me fez gritar contra o pau de Danilo.

- “Aguenta, puta. Você pediu por isso” - Cesar rosnou, enterrando até o fim.

Meu corpo tremia, dividido entre a boca entupida e o cu sendo esticado. Danilo puxou minha cabeça para trás pelos cabelos.

- “Olha pra mim enquanto ele te come. Você é nossa agora. Dos dois"

Os movimentos de Cesar eram brutais, sem ritmo, apenas estocadas fundas que me faziam gemer e babar. Danilo enfiou o pau de volta na minha boca, e eu me vi num frenesi, sendo fodida nas duas pontas. O trailer inteiro balançava com o impacto, os rangidos das molas se misturando aos meus gemidos abafados.

- “Ela adora, olha como ela aperta” - Cesar ofegava - “Vou gozar nesse cu, encher ela de porra"

- “Depois eu vou comer ela. E de novo. E de novo. Até ela esquecer o próprio nome" - Danilo explicou.

Não sei quanto tempo durou aquilo. Perdi a noção do tempo, do espaço. Só sentia os paus me perfurando, as mãos me agarrando, as vozes me humilhando. Quando Cesar finalmente gozou, jorrando quente dentro do meu cu, ele caiu para trás, ofegante. Danilo me empurrou deitada de costas, abriu minhas pernas e enfiou o pau dele na minha buceta encharcada.

- “Agora é minha vez, sua branquela nojenta. Você vai me chupar de novo depois que eu gozar dentro da sua buceta. Vai limpar meu pau e engolir cada gota"

Ele me macetou com fúria, o corpo suado colado ao meu. Eu abracei suas costas, as unhas cravadas na pele dele, enquanto um orgasmo violento me sacudia. Gritei, me contorcendo, enquanto Danilo rugia e despejava sua porra dentro de mim.

- “Boa garota” - ele disse, saindo de cima de mim - “Agora limpa"

Ajoelhei-me novamente e chupei o pau dele, lambendo a mistura de nossas secreções. O gosto era ácido, amargo, mas eu não podia parar. Cesar observava de longe, um sorriso satisfeito no rosto.

- “Próxima quarta, mesmo lugar. E traga mais clientes, se quiser” - Cesar disse para Danilo.

- “Vou espalhar a palavra. Os caminhoneiros vão adorar saber que tem uma putinha novinha disponível"

Eu fiquei ali, de joelhos no chão sujo, coberta de porra e suor, enquanto os dois homens riam e contavam dinheiro. Minha mente estava em frangalhos, mas meu corpo cantava de prazer. Eu era uma esposa traidora, uma puta de posto, um objeto de lucro. E, de alguma forma perturbadora, eu amava cada segundo daquela degradação.
Naquela noite, enquanto Cesar dirigia de volta para casa, eu olhava pela janela do caminhão, as luzes da estrada passando como estrelas cadentes. Ele colocou a mão na minha coxa.

- “Você vai fazer isso por mim, Patrícia. Vai ser a melhor puta que essa estrada já viu. E no final, a gente vai ficar ricos"

- “E se eu não quiser?” - murmurei, sabendo a resposta.

- “Você quer. Eu vi o seu olho brilhando quando ele te chamou de vadia. Você nasceu pra isso"

Ele tinha razão. E eu odiava amá-lo por isso.

FIM.

Foto 1 do Conto erotico: Epilogo: O Acerto de Contas no Trailer


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Epilogo: O Acerto de Contas no Trailer

Codigo do conto:
259240

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
12/04/2026

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