- “Você quer esse homem moreno?” - ele disse com um falso sotaque local.
Ele se moveu para dentro do box e com sua grande mão morena bateu duas vezes no assento ao lado dele, me convidando a sentar perto. Eu me movi para o lado dele a mesa e me sentei. Estava tremendo de medo, mas ao mesmo tempo minha bucetinha estava tão melada que eu sentia a umidade na minha calcinha. Sentei perto dele, seu cabelo ensebado, lábios grossos e olhos maldosos.
- “Então você veio até mim, hein, vadia? O quê? Não resistiu ao morenão?"
Fiquei em silêncio.
- “Hahaha, não fique com medo, mulher. Quer sentir um pau de moreno agora?” - ele disse com aquele sotaque falso.
Mais uma vez não respondi, mantive o olhar para baixo. Ele pegou minha mão e colocou no pau dele, ainda dentro da calça. Tentei puxar, mas a mão dele forçou de volta sobre aquela haste monstruosa.
- “Sente isso, vadia; é por isso que você está aqui, não é?"
Eu podia sentir o calor daquele pau de dentro da calça dele (parecia maior que daqueles negros de filme pornô). Não consegui me conter e comecei a esfregar. Ele colocou o braço esquerdo em volta dos meus ombros e com a outra mão começou a brincar com meus peitos. Meus mamilos ficaram duros como pedra no primeiro toque dele. Enquanto isso, eu já estava esfregando aquele pau com as duas mãos. Ele tirou minhas mãos da calça dele e me empurrou para longe.
- “Quer meu pau, vadia? Se quiser, tem que pedir”
- “Eu quero” - disse sem tirar os olhos daquele volume.
Ele me empurrou para fora do assento e me puxou para o banheiro.
- “Peça mais alto!” - ele falou na minha cara.
- “EU QUERO ESSE PAU!” - falei alto, queimando de desejo.
- “Mais alto, sua piranha!” - ele gritou ainda mais alto.
- “Eu quero esse pau enorme!” - gritei em desespero e ataquei a calça dele, puxando com fúria.
Consegui desabotoar e puxar para baixo, e então tive o primeiro vislumbre daquele monstro que saltou bem na frente do meu rosto. Imediatamente o segurei com as duas mãos e masturbei para cima e para baixo (Era imenso!) Eu podia sentir o poder correndo pelas veias que percorriam aquele fuste moreno. Queimando de desejo, abri a boca e engoli aquela besta morena.
- “É isso, vadia! Chupa esse pau gostoso! Sua vagabunda nojenta, piranha!” - ele disse forçando minha cabeça para baixo no pau dele - “Você quer isso, vadia?"
- “Hum hum” - concordei com a boca cheia.
- “Não entendi, vadia!” - ele falou e puxou minha cabeça para cima pelo cabelo.
- “Sim!” - gritei e voltei a engolir aquele delicioso pedaço de carne morena.
Ele empurrou minha cabeça para baixo no pau dele. Me senti uma verdadeira vagabunda, mas não me importei.
Ele começou a rasgar minhas roupas, me despindo, me tocando por toda parte. Me encostou numa cabine do banheiro, me sentou no vaso sanitário e começou a foder minha boca com muita força. Ele enfiava aquele pau enorme inteiro na minha boca e chegava na garganta (o tempo todo eu engasgava e cuspia sempre que ele me dava chance de respirar).
Então ele me empurrou para longe do pau dele e agarrou meus peitos. Puxando-os em volta do pau, ele esfregou o pau entre eles, enquanto eu chupava a grande cabeça morena (eu adoro ‘espanhola’). Ele me soltou, agarrou meu vestido que estava em volta da minha cintura, puxando-o junto com minha calcinha. Jogando-os no chão, ele agarrou meus quadris e os puxou em direção ao rosto dele. Tentei me equilibrar no assento do vaso, mas ele me puxou tão rápido que bati a cabeça na caixa d'água.
Ele começou a lamber minha buceta. Tive um orgasmo. Assim que isso aconteceu, ele posicionou minha buceta na frente do pau enorme dele. Me senti como uma boneca de pano com os quadris no ar, as pernas abertas e os pés de cada lado da cabeça dele. Ele começou a forçar a entrada no meu buraquinho apertado; quando a cabeça entrou, senti minha buceta se rasgando. Senti aquela cabeça esticando minha bocetinha melada. Ele enfiava mais e mais do pau dele dentro de mim e eu só conseguia gritar com dor e prazer. Eu estava sendo esticada por aquele pau de monstro moreno e amei.
Com o resto do meu peso sustentado pelos braços no vaso, ele começou a me foder. Eu estava me acostumando com o tamanho do pau dele, enquanto ele começava a me foder com mais força e velocidade. Ele me chamava de "vadia" e "piranha". Ele me segurava com um braço e estava me macetando. Com a outra mão ele me enforcava e eu adorava. Tive três orgasmos naquela posição. Então ele me soltou e caí no chão. Ele me virou e me comeu de quatro, com a minha cabeça sobre o vaso e meu cabelo pendurado dentro da bacia, enquanto ele batia na minha bunda.
Ele disse que queria foder meu cu, mas eu disse:
- “Não! Nunca enfiei nada no meu cu. Não tem como você colocar tudo isso lá dentro”
Sem dizer nada, ele enfiou um dedo no meu cu enquanto continuava esmagando minha buceta encharcada. Eu montei naquele poste moreno até não conseguir mais sustentar minha cabeça; minha mão escorregou da borda da bacia do vaso sanitário e caí do corpo dele, ficando de quatro.
Ele cuspiu na minha bunda e colocou só a cabeça do pau na minha buceta para molhar.
- “Eu disse que não quero no cu!"
- “Mas quem perguntou alguma coisa, vadia?" - e ele começou a forçar a entrada no meu cuzinho virgem.
No começo doeu pra caralho. Parecia que meu cu estava pegando fogo. Mas quando me acostumei, meu cu aguentou tudo, esticando enquanto ele abusava dele. A carne morena dele me macetava, e eu gritava de dor, mas aos poucos começou a ficar maravilhoso lá dentro. Ele gemeu e grunhiu enquanto continuava a se enterrar no meu cu, e eu também gritei de prazer. Quando comecei a sentir o pau dele pulsar e ele bater na minha bunda com mais força, entendi que ele estava prestes a gozar.
- “Fica de joelhos, vadia!” - ele gritou e puxou todo aquele pau do meu cu abusado.
Fiquei de joelhos. Ele me fez chupar o pau dele. Eu não queria, mas as mãos dele envolveram minha cabeça e me puxaram para o pau dele. Só deu tempo de pegar um papel higiênico e limpar um pouco, mas logo ele forçou minha boca novamente. O gosto estava horrível, mas ele não se importava com meu prazer, era só sobre ele, e depois de alguns segundos ele explodiu na minha boca. Puxando para fora, ele jorrou porra na minha cara. Meu rosto estava coberto de porra enquanto ele me fazia chupar o pau dele para limpar.
- “Bom trabalho, piranha; você fez um bom serviço. É isso por hoje. Volto aqui na Quarta-feira que vem. Você vai vir; entendeu? Você pertence a mim agora, vadia”
Não respondi (Estava recuperando o fôlego). Me senti uma verdadeira vagabunda; estava dolorida e meu cu ardia. Ele me viu pegar algumas folhas de papel para limpar meu rosto. Ele jogou minhas roupas em mim.
Me vesti enquanto ele observava. Voltei para casa andando. Minha buceta estava dolorida, meu cu ardia e parecia que eu realmente precisava ir ao banheiro, e eu tinha gosto de porra na boca, mas estava satisfeita.
Virei a esquina e vi o caminhão do Cesar estacionado ao lado da nossa casa. Sem saber que ele tinha estado no posto, entrei cabisbaixa, fui ao banheiro e me limpei antes que ele visse a lambança em que eu estava.
...
