Carona do Motorista Novo: O Que Ninguém na Empresa Sabe

Eu tinha 25 anos e trabalhava na triagem da empresa de logística em São Paulo há quase dois anos. Era tranquilo, focado: tinha acabado de terminar a faculdade de administração à noite, vivia só de trabalho e academia. Não bebia, nunca tinha ficado com ninguém – nem mulher, nem homem. Na verdade, eu nem sabia direito se era gay ou hétero; simplesmente não tinha tempo nem espaço pra isso na cabeça. Virgem, não assumido, sem experiência nenhuma. O Breno, 36 anos, chegou como motorista novo. Moreno, 1,65m igual a mim, carioca também, tatuado, corpo definido. Tinha acabado de sair de um relacionamento de 10 anos com um homem.

Desde o primeiro dia os colegas resolveram que éramos “o casal carioca”.

Todo santo dia: — Olha o Vitor e o Breno, que casal lindo! — Breno, leva o teu boy pra almoçar! — Vitor, senta no colo do teu macho!

Eu odiava. Ficava vermelho, travava, meu rendimento caía. O Breno só ria com aquela voz rouca, olhava pra mim e respondia: — Deixa o menino em paz, vai. Ele é tímido.

Um dia, no horário de almoço, eu tava no pátio tomando um sol, encostado na parede, camisa aberta, olhos fechados. Soltei sem pensar: — Porra, hoje eu tô precisando de um chocolate daqueles bons pra melhorar o dia…

Ninguém deu bola. Mas o Breno ouviu.

Às 13h12 meu celular vibrou.

Breno: Comprei teu chocolate, mano.
Breno: [foto do tablete 70% em cima do banco da moto]
Breno: Queria te dar em mãos, mas sei que vão te zoar pra caralho e não quero te constranger. Deixei escondido atrás do extintor do corredor C. Vai lá antes que alguém ache. ??

Meu coração deu um salto. Respondi só: Valeu, cara. Sério.

E foi ali que tudo mudou.

Três semanas depois veio a greve do metrô. Ele me mandou áudio à noite:
— Vitor, amanhã como tu vai trabalhar?
— Ainda não sei, mano. Tá foda.
— Te busco de moto.
— Não precisa…
— Se eu tô dizendo que vou te buscar é na tua casa. Só me passa o endereço que eu tô aí às 8h. E entra primeiro no trabalho, pra ninguém saber que fomos juntos.

No dia seguinte, 7h58 em ponto, ele parou na porta do meu prédio na Zona Norte. Jaqueta de couro aberta, camiseta justa marcando os peitos tatuados. Eu desci. Ele me olhou de cima a baixo e falou baixinho:

— Bom dia, carinha.

— Bom dia, "gostoso" (disse baixinho, só pra mim).

Sentei atrás dele. Meu peito colado nas costas largas. Durante todo o caminho ele reduzia nas curvas só pra eu apertar mais a cintura. Chegamos duas quadras antes do galpão. Ele parou: — Entra primeiro. Eu espero cinco minutos.

Depois daquela carona, comecei a me abrir um pouco mais. Ele me convenceu a tomar um café depois do expediente – meu primeiro "algo diferente" além de água e suco. E numa sexta, depois de um dia longo, ele me chamou pra um chope. Foi meu primeiro chope da vida. Sentei do lado dele no barzinho simples, pedi um copo pequeno, e ele riu quando viu minha cara de quem tava provando algo proibido.

— Relaxa, Vitor. É só uma bebida. Se não curtir, a gente pede água. Eu ri, nervoso, mas tomei. E gostei. Foi ali que comecei a sentir que com ele eu podia ser um pouco menos "só trabalho e academia".

A partir dali começamos a nos ver fora do trabalho. Café, chope, pastel na Liberdade… até que numa quarta-feira depois do trabalho Breno me chamou pra um chope. Como estava chovendo forte e eu ia de ônibus, ele olhou pra rua molhada e disse: — Vem pra minha casa, Vitor. A gente vê um filme, toma algo quente. Não vai rolar nada, só se tu quiser. Sem pressão.

Eu hesitei um segundo, mas aceitei. O prédio era daqueles novos, paredes finas que pareciam de papelão, primeiro andar. Apartamento pequeno, só um quarto, cozinha americana… mas o banheiro era ENORME, com barras de apoio, box gigante, projetado pra cadeirante.

Assim que entrei ele fechou a porta e me encostou nela devagar. Nossos olhos na mesma altura.

— Posso? — perguntou, nariz quase tocando o meu.
— Pode… — respondi quase sem voz.

O beijo começou suave, quente, línguas se encontrando devagar. Depois ficou urgente. Mãos dele subindo por baixo da minha camisa, apertando minha cintura, subindo pelas costas. Minhas mãos descendo pelas costas dele, sentindo cada músculo. Ele tirou minha camisa, eu tirei a dele. Peitos colados, nossos corpos roçando, peles quentes.

Ele me levou pro quarto beijando meu pescoço, chupando minha orelha com força, mordendo de leve até eu gemer alto. Me deitou na cama e desceu devagar, lambendo meu peito, chupando meus mamilos duros como pedrinhas enquanto eu arqueava as costas. Tirou minha calça centímetro por centímetro, beijando a parte interna das coxas, mordendo a pele sensível até deixar marcas vermelhas. Quando chegou na cueca branca justa, que já tava molhada de pré-gozo na frente, ele rosnou baixinho:

— Essa cuequinha branca te deixa uma delícia, caralho… Fico imaginando desde que te vi relaxado no pátio tomando sol, com esse volume me provocando…

Puxou a cueca pra baixo devagar. Meu pauzão saltou livre, duro pra caralho, veias pulsando, cabeça brilhando de baba. Meu pauzão parecia uma torneira de tanto que pingava. Sempre tive o pau muito babão. Ele lambeu da base até a cabeça devagar com a língua toda, olhos cravados nos meus. Depois envolveu a cabeça do pau com os lábios quentes e sugou forte, fazendo barulho molhado. Desceu engolindo tudo, fundo na boquinha dele, garganta apertando meu pau como um punho quente. Eu segurei a cabeça dele, dedos enfiados nos fios curtos, empurrando devagar enquanto gemia rouco:

— Caralho, Breno… engole o pau do teu macho… que boquinha gulosa… me mama gostoso assim, amor…

Ele gemia com o pau na garganta, saliva escorrendo pelo queixo, babando nos meus ovos enquanto massageava com a mão, deixando tudo molhado e brilhando. Depois inverti: arranquei a calça dele, vi aquele pauzão grosso, veioso, cabeça rosada inchada brilhando de pré-gozo — como eu sempre imaginava. Cheiro de macho puro, suor e tesão. Coloquei na boquinha devagar, lambendo a cabeça salgada de mijo e pré-gozo, descendo até sentir a cabeça batendo no fundo da garganta. Engoli fundo, engasgando um pouco, lágrimas nos olhos de prazer, garganta apertando ele enquanto mamava meu pauzão com força, língua rodando na veia grossa. Ele gemia alto, mão no meu cabelo:

— Porra, Vitor… mama meu pauzão assim, engole tudo… que delícia, amor… vai me fazer encher tua garganta de porra se continuar…

Viramos em 69 perfeito: eu em cima, pau na boquinha dele, ele mamando meu pauzão enquanto lambia meus ovos. Ele abriu as bandas da minha bunda com as mãos grandes, língua quente e molhada roçando meu cuzinho virgem, lambendo o buraco em círculos lentos, depois enfiando a ponta da língua dentro, chupando guloso, fazendo eu tremer inteiro. Eu gemia no pau dele, babando mais, enquanto ele enfiava dois dedos lubrificados no meu cuzinho, curvando e batendo forte no meu ponto pra sair leite, espremendo devagar até eu sentir um prazer elétrico subindo pela espinha, pré-gozo pingando sem parar na boquinha dele.

— Tá sentindo, amor? Teu cuzinho piscando e apertando meus dedos… vou te fazer gozar só com isso…

— Quero teu pau dentro de mim… agora… me fode, Breno, por favor. Empurrava o cacetão pra dentro… — implorei, voz tremendo de tesão.

Ele me virou de lado, colouco peito suado nas minhas costas, pauzão roçando meu cuzinho. Passou mais lubrificante, cabeça pressionando o buraco apertado e quente. Entrou devagar, centímetro por centímetro, abrindo meu cuzinho virgem, veias pulsando contra as paredes do meu cu. Doeu um segundo, depois virou prazer puro:

— Tá bom? Respira, amor… relaxa pro meu pauzão entrar, eu não vou te machucar.… — voz rouca no meu ouvido. Eu gemi mais alto e abri bem as pernas, quando o pau dele escorregou para dentro de mim — Tá perfeito… mete fundo… me enche…

Ele começou devagar, metendo até as bolas, depois acelerou, estocadas fortes socando minha próstata. Uma mão apertando meu mamilo duro, torcendo, a outra batendo uma punheta no meu pau no mesmo ritmo, rápida e molhada. Beijava meu pescoço, mordia o ombro, gemiamos juntos alto.

— Teu cuzinho é apertadinho pra caralho… me engole todo… sente meu pauzão batendo no teu estômago…Ele metia com muita força, as coxas chocando em minhas nádegas, fazendo aquele barulho gostoso.

Depois subi em cima dele, cavalguei devagar no começo, sentindo ele entrar rasgando, abrindo as paredes do meu cuzinho, depois quiquei forte, rebolando o quadril como uma puta no cio, pau dele acertando fundo em meu cuzinho sem parar. Ele segurou minha cintura e começou o entra e sai, olhos vidrados:

— Isso, Vitor… rebola nessa rola grossa… cavalga no meu pau gostoso… tu é tão apertado, amor… to amando te ver quicar assim…

Inclinei pra frente, beijando ele molhado, línguas brigando enquanto quicava mais rápido, suor escorrendo pelos nossos corpos tatuados, cheiro de sexo enchendo o quarto. Ele me virou de bruços, meteu por trás forte, estocadas brutas, depois me colocou de quatro com o cuzinho pra cima, mão no meu cabelo puxando, pau batendo fundo.

— Goza pra mim, vai… goza sem tocar enquanto eu te fodo… quero sentir teu cuzinho apertando meu pauzão…

Gozei primeiro, forte, sem encostar no pau: jatos grossos espirrando no lençol, corpo tremendo, cuzinho pulsando em volta dele, me fazendo ver estrelas. Ele continuou metendo, gemendo rouco:

— Caralho… teu cuzinho tá ordenhando meu pau… vou encher teu cu de porra… toma tudo, amor… te amo pra caralho…

Encheu meu cuzinho quente de porra grossa, pulsando forte, leite espumando dentro enquanto eu sentia cada jato quente me enchendo.

Mas não parou aí.

Breno ofegante, tremendo da gozada forte dentro de mim, relaxou em cima do meu corpo, beijando meu pescoço devagar, o pau dele amolecendo dentro do meu cuzinho. Ele murmurou rouco, achando que tinha acabado por aí:

— Caralho, amor… que delícia… te amo pra porra…

Eu sorri safado, sentindo meu pauzão ainda duro e babando de tesão. Com um empurrão firme, virei ele de costas na cama, prendendo os pulsos dele com uma mão só, meu corpo colado no dele contra o colchão.

— Achou que parou, né amor? Agora sou eu que vou te foder gostoso… abre esse cuzinho pro teu macho.

Ele arregalou os olhos, surpreso, mas já gemendo baixinho de expectativa, as pernas se abrindo sozinho. As mãos grandes dele foram pras próprias nádegas, abrindo o buraco quente e piscando, apertadinho e limpo. Eu cuspi mais lubrificante na cabeça do meu pauzão, encostei na entradinha dele e empurrei devagar, sentindo as preguinhas cederem, mas muito apertadas. Ele travou um pouco, corpo tremendo:

— Porra, Vitor… teu pauzão é muito grande… dói… me arromba devagar, amor…

Eu segurei firme, empurrando mais, entrando até metade. Ele esperneou um pouco, mãos tentando empurrar meu peito, gemendo choroso:

— Tá rasgando… tira um pouco… ah meu cuzinho… tá doendo muito!

— Relaxa, amor… faz força pra fora que o cuzinho abre… você aguenta, meu putinho valente… relaxa que fica gostoso — sussurrei no ouvido dele, voz rouca e carinhosa.

Ele gemeu manhoso, mas abriu mais as pernas, relaxando aos poucos. Eu parei um instante pra ele se acostumar, depois comecei a mexer devagar, empurrando um pouquinho, tirando um pouquinho. Logo ele começou a gemer gostoso, rebolando de leve.

— Isso… agora tá gostoso… mete mais, amor…

Eu segurei a cintura dele e comecei a foder forte, meu pauzão entrando e saindo daquele cuzinho que estrangulava tudo. Levantei as pernas dele no ar em frango assado, metendo fundo e rápido, estocadas batendo direto na próstata dele. Ele rebolava embaixo de mim como uma puta, gemendo alto e manhoso:

— Ah isso… me fode assim… soca esse pauzão no meu cuzinho… tá batendo fundo… vou gozar sem tocar…

Eu acelerei, metendo com força bruta, suor pingando no peito tatuado dele, mãos apertando os mamilos duros enquanto socava fundo. Beijava a boca dele molhado, línguas brigando, ele gemendo no meu ouvido:

— Vai, amor… me arromba gostoso… olha pra mim enquanto mete… teu pau tá me enchendo todo… te amo sentindo você me dominar…

Ele gozou primeiro, violento, porra jorrando forte no abdômen dele mesmo, corpo convulsionando, cuzinho apertando meu pau ritmado como se quisesse me sugar. Eu continuei metendo sem parar, gemendo rouco:

— Caralho, Breno… teu cuzinho tá sugando meu pauzão… vou encher teu cu de porra… toma tudo, amor… te amo pra caralho…

Gozei fundo nele, pulsando forte, leite grosso espumando dentro do cuzinho quente, enchendo até escorrer pelas nádegas dele. Cada jato quente saía forte, ele gemendo meu nome baixinho, pernas tremendo em volta de mim, abraçando meu pescoço com força.

Ficamos abraçados, suados, ofegantes, beijando devagar. Ele acariciava meu cabelo, eu fazia carinho nas tatuagens dele.

— Eu gosto de você pra caralho desde aquele chocolate — confessou baixinho.

— Eu também… demorei pra admitir, mas… eu te amo, Breno.

A partir dali foi natural. Namoramos escondido no começo, depois assumimos. Hoje todo mundo na empresa sabe e ninguém zoa mais — porque agora é sério.

No mês que vem aniversário dele, em março, vamos casar. Pequeno, só família e amigos. Ele já escolheu as alianças. Eu já escolhi o sobrenome: Vitor Galvão Silva.

E toda vez que ele me busca de moto, lembro daquele chocolate, daquela mensagem, daquele primeiro chope, daquele beijo no apartamento de papelão… e agradeço a greve do metrô.

Porque às vezes a vida te dá o maior presente disfarçado de piada dos colegas.

Foto 1 do Conto erotico: Carona do Motorista Novo: O Que Ninguém na Empresa Sabe

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Comentários


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regisdocaralho Comentou em 26/02/2026

alem do conto tesudo desses, ainda vem com foto nao aguentei gozei muito!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Carona do Motorista Novo: O Que Ninguém na Empresa Sabe

Codigo do conto:
255592

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
26/02/2026

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