- Tenho um novo cliente pra você. Venha hoje à noite aqui em casa que eu vou apresentá-lo.
Disse ela, voz conspiratória ao telefone.
Chegando lá, tive uma surpresa: era um famoso ator Global, meu crush da adolescência, coração disparando. Acertamos os detalhes e trocamos telefones. Depois que ele foi embora, Déby me alertou, olhos maliciosos:
- Sabe a fama de pegador desse cara? Pode acreditar, é tudo verdade. Se uma mulher o interessar, ele dá em cima e não sossega enquanto não comer.
- Mas você acha que ele vai dar em cima de mim?
Perguntei. Déby me respondeu:
- Uma mulher gostosa como você, com certeza.
- Você já foi personal dele, e aí?
Insisti. Ela me respondeu, gargalhando rouca:
- O cara é um leão. Fode muito!
Mas como eu era profissional, aceitei. Eu era crescidinha o bastante para administrar essa situação.
Quando cheguei em casa, contei pro Sérgio sobre meu novo cliente e ele me disse em meio a gargalhadas, mãos na minha cintura:
- Não é esse ator que você era apaixonada na adolescência? Que você tocou muitas, pensando nele?
- É sim, seu gaiato!
Respondi, meio envergonhada. Sérgio continuou:
- Ele deu em cima de você?
Respondi de um jeito bem sério:
- Não, amor. Ele não deu em cima de mim, e se der, eu corto as asinhas dele.
Sérgio foi insistentemente:
- Mas você não tem vontade de realizar sua fantasia de transar com ele?
Respondi:
- Não sou mais adolescente. Te amo muito e não quero te trair.
- Eu também te amo muito, por isso quero te ver feliz. Se você quiser, vai fundo.
Sérgio falou e, sem me dar tempo pra qualquer reação, partiu pra cima de mim, boca devorando meu pescoço, mãos arrancando minha calcinha, rola invadindo minha buceta encharcada com estocadas brutas –, gemidos altos, gozo explosivo me inundando. Uma foda maravilhosa, e devo confessar que a imagem do JM me veio à mente várias vezes, aumentando o meu tesão.
Passei a atendê-lo em sua luxuosa casa, num condomínio na Barra da Tijuca.
JM era um homem charmoso e muito simpático. Tinha pouco mais de 50 anos e estava em ótima forma física.
Na academia particular, sua mulher fazia yoga, enquanto eu dava as aulas. Era bem antipática – mal falava comigo, me olhando friamente.
Na primeira semana ele se comportou como um cavalheiro, mas na segunda, as investidas começaram, quando a esposa estava ausente – mãos "acidentais" na lombar, hálito quente no ouvido. Avisei-lhe que era casada, na esperança de que sua atitude mudasse, mas ele me respondeu com sorriso predador:
- Eu também sou casado.
Emendei:
- Casada e fiel.
Mas a verdade é que ele estava mexendo com a minha libido. Nos dias que eu dava aula pra ele, chegava em casa e transava com meu marido com um tesão incontrolável, vocalizando mais do que o normal
- Me fode, caralho! Fode sua puta!
Quadris rebolando desvairados no pau dele. Obviamente que o Sérgio notou e depois de uma dessas transas loucas, me perguntou:
- O que está havendo contigo? Você sempre foi boa de foda, mas nas últimas semanas você está especialmente tarada.
Respondi, tentando disfarçar:
- Porque, você não está gostando?
Ele respondeu:
- Estou amando, mas é óbvio que alguma coisa mudou. É o JM, né?
Diante do meu silêncio cúmplice, Sérgio continuou:
- Amor, pode transar com ele. Mas com algumas regras: Sem envolvimento emocional, só sexo; ninguém pode saber, principalmente o pessoal da academia; e por último, mas não menos importante, você tem que me contar tudo, detalhe por detalhe. Você concorda?
Assenti com a cabeça, fogo acendendo, e em agradecimento transamos novamente.
Decidida a ceder às investidas de JM, só precisava de uma oportunidade em que sua esposa não estivesse presente.
Demorou dois meses, tensão sexual cozinhando, mas enfim aconteceu. Ela viajou pra Europa, ele iria dias depois, assim que acabasse a gravação de sua última novela.
Ela viajou no domingo e na segunda eu estaria lá, no covil do lobo. Depois de um longo banho, coloquei um vestido curto e decotado de tecido fino azul, sandálias de salto alto da mesma cor, combinando com uma minúscula calcinha.
Dirigi até sua casa e, quando toquei o interfone, me deu um frio na barriga, Mas não tinha volta:
- Oi, JM. Sou eu, Val.
- Entre. Estou na sala.
Quando entrei ele quase caiu duro, olhos devorando minhas pernas expostas. E gaguejando, exclamou:
- Nossa, Val, você está maravilhosa! Mas isso não é roupa de ginástica.
Respondi com uma voz bem sacana, exalando desejo:
- Pensei em um exercício melhor. O que você acha?
Essa foi a deixa para que ele partisse pra cima de mim, mãos agarrando minha cintura, boca colando na minha, gosto amadeirado, me despindo com movimentos urgentes, vestido caindo como pluma revelando minhas curvas. Me vendo só de calcinha, enfiada no rego, ele exclamou:
- Você é muito gostosa!
Enquanto ele tirava a camisa expondo torso peludo suado, me ajoelhei no piso frio, retirei sua bermuda, revelando sua rola dura como pedra – não era grande, mas era muito bonita, cabeçuda com glande rosada, inchada como cogumelo.
Paguei um delicioso boquete, língua rodopiando a cabeça sensível, sugando fundo, fazendo-o escorar na mesa de jantar, gemidos graves vibrando:
- Porra, você mama como ninguém!
Quando senti que ele estava prestes a gozar, me levantei beijando-o ardentemente.
Invertemos as posições e com seu auxílio, me deitei na mesa fria, costas arqueadas de tesão. Ele tirou minha calcinha, desnudando minha xota, coberta por uns poucos pelos, lábios inchados brilhando com mel viscoso.
Sentou-se numa cadeira entre minhas pernas como um ginecologista, mas ao invés de spécula, usou dedos enfiando fundo girando, língua experiente lambendo voraz do cu ao clitóris com sucções famintas.
O cara era muito experiente, pois me fez gozar em poucos segundos, explosão brutal com jorro doce, pernas convulsionando na mesa enquanto uivava rouca, corpo tremendo em espasmos elétricos.
Depois que gozei, ele se levantou e enterrou seu membro na minha buceta totalmente encharcada, glande abrindo fundo, fricção gostosa, me deixando louca.
Socadas brutais, mesa vibrando, enquanto me elogiava, entre grunhidos:
- Gostosa! Maravilhosa! Sua buceta é uma delícia!
Ainda sentada na mesa, levantei meu tronco, me agarrando ao seu pescoço, emendando um longo beijo. De repente, ele me levantou pela bunda, me conduzindo ao sofá.
Sentei em seu pau, cavalgando aquele macho gostoso, que tinha idade para ser meu pai, mas com disposição de um garoto.
Sentei fundo, rebolando voraz, buceta apertando. Ele sugava meus seios como um bezerro faminto:
- Isso, safado! Me chupa!
Comecei a rebolar mais rápido, fricção escaldante, um verdadeiro tsunami, até que:
- Ai, eu estou gozando... Gozaaaaando... Gozaaaaandooooooooooo !!!
Um gozo intenso, ondas intermináveis, pernas bambas tremendo. Desmontei do garanhão ofegante, ficando de quatro ao seu lado, bunda empinada.
Ele veio por trás, sua rola entrou com facilidade na buceta escancarada, tapa seco em minha bunda, enquanto a outra segurava meus cabelos como rédea, puxando a cabeça pra trás:
- Toma, safada!
Metia com força e cada vez mais rápido, pau socando, bolas batendo. Ele vocalizava seu tesão animalesco:
- Puta, gostosa!!! Safada!!!! Eu vou gozaaaar !!!!
Tirou sua pica inchada, urrando, começou a gozar abundantemente nas minhas costas – jatos quentes espirrando lava cremosa. Rola dura espancando minha bunda, espremendo as últimas gotas viscosas.
Depois de alguns segundos, já recuperado, ele me ajudou a levantar, me abraçando por trás, possessivo, mãos explorando minhas curvas. Fomos para o banheiro naquela posição, passos lentos e sincronizados.
Durante o banho, além de trocarmos carícias, contei a ele de minha paixão adolescente.
Ele me perguntou com sorriso sacana:
- E aquela história de que você não trai seu marido? O que houve?
- Não traí. Ele sabe que eu estou aqui com você. Nós somos um casal liberal.
Ele sorriu e disse:
- Que sorte a minha. Qualquer dia, preciso conhecer seu marido.





Gostaria de te dizer quem é o tal galã, mas não posso. Daria até processo.
Que delícia de conto. Fiquei curioso pra saber quem é o seu galã.
delicia de conto e fotos