Fomos para a suíte master, ar-condicionado fresco arrepiando as peles úmidas e ainda quentes do banho, cama king size com lençóis de algodão egípcio sedosos nos convidando. O quarto cheirava a lavanda sutil, luzes baixas douradas pintando sombras eróticas nas paredes. Começamos suave e romântico, ele me deitando devagar na cama macia que afundou sob nosso peso, corpos entrelaçados num papai-mamãe – sua rola deslizando lenta na minha buceta sensível, preenchendo com pulsos lentos enquanto nos beijávamos apaixonadamente, línguas dançando lentas, gosto doce de saliva, mãos dele traçando minhas curvas com carícias leves que arrepiavam a pele, gemidos suaves ecoando como sussurros: - Você é linda! Tão perfeita! Mudamos suavemente pra flor-de-lotus, pernas enlaçando sua cintura, ele sentado na beira da cama com minhas pernas ao seu redor. Pau mergulhando ritmado e profundo, suas mãos me puxando pela bunda, num sobe-desce maravilhoso. Sua boca sugando meus seios – mamilos endurecendo, mandando ondas pro meu clitóris latejante. Sua língua serpenteou pro meu ouvido, lambendo o lóbulo sensível com rodopios úmidos: - Goza assim, princesa, bem devagar... Hálito quente vibrando no canal auditivo me fazendo arquear gemendo baixo: - Ainnn, gostoso! Assim eu não aguento... Fricção interna massageando meu ponto G com precisão, suor fino unindo peles. Gozei intensamente, enquanto puxava seus cabelos grisalhos, forçando sua cabeça contra os meus seios arrepiados. Êxtase total. Mas o fogo romântico logo virou labareda – rolei de lado, ficando de quatro na cama bagunçada, bunda empinada pro alto como um convite à luxúria, lençóis embolados sob joelhos e cotovelos. Ele veio por trás faminto, rola cabeçuda encaixando fácil na minha xota encharcada, glande abrindo paredes com estocadas profundas, mãos cravando minhas ancas carnudas: - Porra, que buceta gulosa! Socou ritmado e brutal, bolas pesadas estalando contra o clitóris inchado, eu rebolando pra trás, uivando: - Mete fundo, caralho! Lubrificante natural de mel escorrendo, ele cuspiu grosso na entrada do cu e forçou a glande, abrindo o anel apertado. Invasão deliciosa e profunda: - Ahhh, fode meu rabo, seu puto! Enterrou todo o mastro veiado pulsando fundo, esticando-me ao limite, palmadas na bunda ecoando vermelhas e ardentes, enquanto metia selvagem, saco batendo na buceta, gritos roucos preenchendo quarto: -Fode meu cu, me arromba! Vap! Vap! Vap! Ele socava tão forte que desabei de bruços, esmagada na cama macia, ele montado por cima como predador, peso nas minhas costas suadas, rola invadindo meu cu com socadas verticais – pau raspando as paredes sensíveis, mãos prendendo meus pulsos acima da cabeça, mordidas vorazes no ombro e nuca deixando marcas. O sexo virou fúria primal: - Toma pau no cu, vagabunda! Ele urrava, eu respondendo selvagem: - Me fode! Mais forte, seu filho da puta! Me enche de porra! Unhas cravando lençóis, estocadas martelando a cama contra parede como trovões, suor pingando, cheiro denso de sexo. Gritos descontrolados culminaram no clímax: - Eu vou gozar, caralho! Goza no meu cu, agora! Berrei, ânus contraindo voraz como garrote em espasmos violentos, meu mel molhando o lençol. Ele explodiu rugindo: - Toma leite, vadia! Jatos inundando meu reto, transbordando pegajoso pelas coxas, corpos colapsando tremendo exaustos, mordidas frescas ardendo como troféus. Depois desse sexo brutal, meu amante ficou fora de combate. Saí de sua casa exausta e extremamente satisfeita, pernas bambas, cu e buceta pulsando, corpo marcado de mordidas e unhas cravadas, ar noturno arrepiando pele suada colada ao vestido curto, agora amarrotado e melado. Dirigi pra casa com cheiro de sexo impregnado, clitóris formigando resíduo de orgasmos múltiplos, mente rodando em flashes selvagens da foda animal. Sérgio me esperava em casa ansioso, olhos famintos brilhando de tesão de corno manso. - Conta tudo, amor, cada detalhe! Rosnou, servindo-me um uísque gelado em copo alto tilintando gelo, líquido âmbar queimando a garganta seca, enquanto eu me jogava no sofá macio, fogo reacendendo. Ele se ajoelhou devorando minhas coxas com beijos urgentes, lambendo trilhas salgadas de suor e sêmen. Contei-lhe cada detalhe, voz rouca entre goles, enquanto ele me despia, louco de tesão – vestido tirado por cima expondo as marcas em minha pele alva e a calcinha encharcada: - Depois de um boquete, ele me comeu na mesa de jantar, amor. Sérgio urrou imitando, rola dura saltando pra fora da calça, empurrando minha cabeça pra baixo: - Mama igual, amor. Pau invadindo minha boca, eu sugando fundo reproduzindo estalos molhados, saliva escorrendo queixo. Depois, ele chupou minha buceta, dedos girando paredes quentes... Sérgio me jogou na mesa da sala rangente, língua mergulhando na buceta lambuzada de resquícios de JM, sucções famintas no clitóris me fazendo arquear uivando: - Assim, amor? Goza na minha boca como na dele! Explodi rápido, jorro doce encharcando sua boca, pernas convulsionando da mesma forma. - Aí ele enterrou na minha buceta em cima da mesa, socando fundo! Sérgio imitou perfeito – pau grosso me penetrando na mesa fria, estocadas ritmadas batendo fundo. Beijos longos reproduzidos, línguas famintas. Depois, no sofá. Fomos pro quarto: papai-mamãe primeiro, flor-de-lótus em seguida, ele chupando meus seios com paixão, mordendo meus mamilos como JM, porém com muito mais paixão. Sua língua no meu ouvido sussurrando, me arrepiando inteira. - Te amo, minha rainha puta! Continuei o relato: - Ele me fodeu de quatro, primeiro na buceta, depois cu, com palmadas ardentes e puxões de cabelo, me chamando de puta safada! Narrei febril, virando de quatro, bunda empinada, ele encaixando na buceta com tapas molhados, bolas estalando em meu clitóris: - Foi assim que ele te fodeu? Confirmei, continuando minha confissão: - Depois, ele cuspiu no meu cu, forçou e glande e me abriu toda: - E no rabo, amor? Tá igual? Meu maridinho perguntava, metendo selvagem, usando os cabelos como rédeas, palmadas ecoando como no original. Desabamos na cama, Sérgio esmagando minhas costas suadas, pau no cu dilatado, raspando as paredes. Sergio suplicou: - Grita os xingamentos que rolaram! Eu berrei, reproduzindo: - Fode meu cu, filho da puta! Me arromba forte! Mordidas nos ombros, unhas rasgando as costas em sulcos vermelhos, se juntando aos anteriores. Sexo selvagem, com gritos descontrolados enchendo a casa: - Tô gozando no teu pau, como no dele! Meu anelzinho contraindo como garrote, escorrendo mel. Gozamos juntos, corpos colapsando, sêmen pingando, Sérgio lambendo as marcas frescas no meu corpo castigado. Acho que apaguei antes do meu corninho sair de cima de mim. Dormi o sono dos justos, acordando tarde, perdendo as primeiras aulas. Antes de JM ir pra Europa, ainda tivemos mais duas sessões de exercícios sexuais. Uma delas na academia dele, a outra, vestindo as roupas da esposa. Na volta, das férias, voltamos à velha relação professora/aluno. Meu marido, cada vez mais apaixonado.
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