Naquela primeira semana de março, eu estaria completando 30 anos e Déby nos convidou para irmos à sua casa, pois tinha uma surpresa para mim. O ar de expectativa acelerando meu pulso, pois sabia que seria uma tarde de muito sexo. Como ficaríamos na piscina, coloquei um micro biquíni de veludo roxo macio e sedutor, que mal cobria minha buceta, realçando minhas curvas e me deixando ainda mais gostosa. Por cima, uma saída de praia rosa. Quando chegamos lá, pouco depois do meio-dia, Déby e Álvaro nos receberam com uma pequena recepção. Numa mesa próxima a piscina, um balde de gelo com espumante e alguns petiscos. Ela estava maravilhosa, vestida apenas com um biquíni amarelo que contrastava com sua pele morena reluzente de óleo, o top mal cobria seus seios fartos. Junto com eles, uma negra estonteante que frequentava uma das academias de nossa anfitriã. Nívea aparentava uns trinta e poucos anos, era alta, gostosíssima, com cabelos curtos e encaracolados exalando um perfume exótico, seios pequenos e uma bunda de parar o trânsito. Vestia um biquíni branco que acentuava suas curvas. Vendo que eu estava muito ansiosa, mina amiga e patroa disse para eu me acalmar pois minha surpresa já estava chegando. Ela tomou um comprimido e me deu outro, que tomei sem questionar. - Você vai se sentir melhor. Quinze minutos depois, comecei a sentir um estado de euforia fora do normal, veias pulsando, pele hipersensível e um tesão absurdo queimando como fogo líquido nas minhas entranhas, clitóris inchado e latejante. Cheia de tesão, convidei Sérgio a dar um mergulho. Na piscina, beijei-o com volúpia, línguas se devorando com gosto de desejo, enquanto uma de minhas mãos procurava sua rola por baixo da sunga, sentindo-a dura como pedra, pulsando na palma da mão. Déby gritou, autoritária: - Se controla, mulher! Espera seu presente chegar. Me contive, mas o tesão rugia em mim como uma fera. A contragosto, fiquei só namorando. Meia hora depois minha surpresa chegou, era o JM, ator global e meu ídolo da adolescência, com quem eu tinha transado há algumas semanas com autorização do meu corninho. Seu corpo maduro exalava testosterona e seu sorriso predador que me fazia tremer. Saímos da piscina, água escorrendo pelas pernas, e fomos cumprimentá-lo com abraços apertados. Nossa anfitriã disse que eu seria a estrela da primeira transa com os três machos ali presentes. Enquanto isso, ela e Nívea ficariam “apenas observando”. Pra não perder tempo, fomos para a área interna, ar-condicionado fresco arrepiando peles úmidas, onde Álvaro e JM me encoxaram, mãos ásperas deslizando por minhas curvas, bocas quentes sugando pescoço e seios. Seus paus duros esfregavam minha virilha e bunda através do biquíni fino, me arrepiando toda. Meu marido, completamente nu, se masturbava lentamente, enquanto nos observava com olhos de voyeur. Me sentei no sofá macio e tirei as sungas dos meus amantes, libertando aqueles membros maravilhosos – grossos e quentes, cheiro de excitação invadindo minhas narinas. Comecei a mamar alternadamente, boca se esticando ao redor de uma, enquanto manipulava a outra com lubrificante natural de saliva, gemendo de desejo enquanto sugava fundo. Sérgio se aproximou e entrou na brincadeira, pau pulsando perto do meu rosto. Eu punhetava dois paus, enquanto mamava outro, garganta se abrindo gulosa, saliva escorrendo pelo queixo em uma sacanagem voraz por alguns minutos intensos. Sérgio me puxou pela mão me beijando com paixão, língua invadindo minha boca. Meu biquíni foi retirado pelos outros dois, deixando-me exposta, buceta latejando de tesão. Deitada no sofá, continuava beijando meu amor, gemidos abafados. Álvaro sugava meus seios com fome, dentes roçando os mamilos endurecidos enviando choques de dor e prazer, JM chupava minha buceta encharcada, língua mergulhando fundo no mel grosso e quente, clitóris estimulado com sucções que me faziam arquear as costas de tanto prazer. Não demorou muito para que eu gozasse intensamente, corpo convulsionando em espasmos violentos, mel inundando a boca de JM enquanto gritava rouca, unhas cravando o sofá: - Ai, meu deus! Nívea e Déby estavam se atracando no outro sofá, gemidos femininos ecoando como trilha sonora. JM levantou minhas pernas (frango assado) e socou seu caralho em minha buceta, estocadas profundas com fricção molhada, bolas batendo ritmadas contra meu cu, desejo explícito me fazendo implorar por mais. - Assim! Mais forte! Na cena seguinte, Álvaro e JM me ofereceram suas picas pra serem chupadas, paus brilhando, enquanto Sérgio metia sua língua experiente em minha xaninha inchada, lambendo voraz, dedos grossos lubrificando e abrindo meu cuzinho para receber várias picas, formigamento quente se espalhando pelo meu corpo. Depois de me deixar pronta pra ser penetrada por todos os orifícios, meu amor se deitou na chaise que compunha o sofá para que eu o cavalgasse. Obediente e faminta, apontei sua pica e sentei com gosto, sentindo-a invadir devagar até o fundo, preenchendo-me com pulsos quentes enquanto rebolava, buceta apertando gulosa. Enquanto isso, mamava os outros dois caralhos alternadamente, boca sentindo sabores misturados de pele suada e pré-gozo. JM se colocou por trás de mim, forçando seu membro na entrada de meu cuzinho, pressão intensa me fazendo ofegar de desejo puro: - Vem, gostoso, fode meu cuzinho!!! Ele forçou minha entrada, glande abrindo-me devagar até entrar tudo, veias pulsando contra minhas paredes sensíveis, me fazendo gemer alto e rouco. - Isso! Assim! Mais forte! Comecei a ter espasmos incontroláveis, quadris tremendo involuntariamente. Não conseguia controlar meus movimentos, rebolando desvairada na DP que me rasgava de prazer. Gozei novamente de uma forma ainda mais intensa que a primeira, contrações violentas apertando ambos os paus, enquanto uivava extasiada. Cansado de foder o meu cu, JM tirou sua rola escorregadia e colocou em minha boca, sabor de cu e lubrificante enchendo minha garganta. Álvaro aproveitou a vacância e enterrou tudo no meu rabo, pau ainda mais grosso esticando-me ao máximo com fricção alucinante. JM urrava de prazer, voz grave e animal: - É leitinho que você quer, safada??? Então, toma, sua puta!!! Ele gozou tanto, jatos grossos e quentes inundando minha boca, que não deu para engolir tudo, porra cremosa escorrendo pelos cantos. Sérgio me puxou pelos cabelos e me beijou com volúpia, língua disputando o sêmen doce e viscoso enquanto eu gemia em sua boca. Álvaro continuava a foder o meu cu com socadas impiedosas, bolas batendo pesadas. Com JM fora de combate, trocamos de posição: de costas pro meu marido, sentei em sua pica, sentindo-a deslizar fundo no meu reto dilatado, arreganhei minhas pernas tremulas para que o Álvaro penetrasse minha buceta, dupla invasão me preenchendo completamente, desejo de ser usada rugindo em mim. No outro sofá, As duas gatas se divertiam num delicioso 69, lambidas molhadas e gemidos altos enchendo o ar. Meu marido enfiava sua língua quente em meu ouvido, lambendo e mordiscando o lóbulo, me fazendo arrepiar inteira com calafrios elétricos. Suas mãos ásperas apertavam meus seios no limite entre a dor e o prazer extremo. Eu estava tão tarada, corpo em chamas e buracos piscando famintos, que comecei a desafiar meus machos com voz rouca e suplicante: - Me fodam com força, caralho!!! Álvaro aumentou o ritmo de suas pirocadas, pau socando fundo na buceta com estalos molhados. Em poucos instantes, gritou selvagem: Ai, caralho! Eu vou gozar!!!! Ato contínuo, tirou sua rola inchada da minha pepeca e gozou urrando como um urso, jatos potentes e ferventes lambuzando meu púbis depilada, barriga e seios em camadas espessas e quentes. Sérgio aproveitou aquele lubrificante natural e começou a me masturbar, dedos girando furiosos no clitóris ensopado, enquanto socava seu pau bem fundo no meu cu, com pulsos ritmados. Voltei a perder o controle dos meus movimentos e, entre gemidos guturais, gritei desesperada: Ai, amor. Assim eu vou gozar!!! Eu vou gozar!!! Estou gozaaaaaaando!!!! As contrações involuntárias e poderosas do meu cu em volta daquele caralho pulsante fizeram meu maridinho urrar de prazer enquanto enchia o meu reto de porra quentinha e abundante, transbordando pegajosa pelas minhas nádegas. Fiquei algum tempo sentada no em seu colo, pica ainda dura, me recuperando ofegante, corpo mole e suado, assistindo JM trepar com nossas duas amigas. Álvaro se recuperava na piscina, mergulhos frescos acalmando seu corpo suado.
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