Lá pelas quatro da tarde, depois de ter comido as três mulheres da festa, JM teve que ir embora e me pediu que eu o acompanhasse até a porta, no andar de baixo. Quando eu fui abrir a porta, ele me agarrou por trás com mãos fortes e possessivas, me beijando a nuca, hálito quente carregado de tesão. Meteu uma das mãos dentro da calcinha do meu biquíni, dedos grossos invadindo minha buceta, masturbando com círculos frenéticos no clitóris sensível. Me masturbou dizendo vários impropérios, voz grave vibrando contra minha pele: - Putinha safada, vou te comer aqui mesmo!!! Tirou minha calcinha com violência, me virou de frente com brutalidade, botou seu pau pra fora e começou a forçar a entrada da minha buceta, glande escorregadia pressionando minhas paredes já bem lubrificadas. Ele levantou minhas pernas, coxas em volta de sua cintura, me pressionando contra a parede fria. Meteu com força bruta, estocadas profundas, enquanto vocalizava seu tesão selvagem: - Piranha!!! Vou encher sua buceta de porra!!! Aahhhhh !!! Ele gozou rápido e explosivo, inundando meu interior, pulsos finais me fazendo gemer baixo. Vestiu a bermuda e foi embora, me deixando ali, com a porra descendo devagar pelas pernas. Achei ele tão babaca que prometi a mim mesma que jamais cederia novamente às suas investidas. Quando eu estava entrando no banheiro social para me lavar, Sérgio chegou e, me vendo nua e com as coxas meladas, reclamou com voz grave e ciumenta: - Amor, a gente combinou que você só transaria na minha presença. Não estou gostando dessa sua relação com o JM. Respondi, voz tomada de culpa: - Eu não sei o que está acontecendo, não consigo controlar meus instintos. Acho que foi aquele comprimido que a Déby me deu. Me perdoe amor, hoje é o meu aniversário. Ele, sem falar nada, me beijou com paixão devoradora, lábios quentes reivindicando os meus, me encostou na pia dura e fria e foi descendo, beijos molhados e sugadores pelo meu pescoço, seios eretos tocados pela língua áspera, até chegar na minha buceta melada da porra do JM, cheiro forte de sêmen misturando-se ao meu. Ele chupou com tanto gosto, língua voraz mergulhando fundo para sugar o creme viscoso, que me fez gemer rouca e gritar descontrolada, quadris rebolando contra sua face: - Ai, amor!!! Eu vou gozar, eu vou gozar!!!! Eu estou gozaaaaaaando!!! O orgasmo explodiu em espasmos violentos, jorro doce encharcando sua boca enquanto minhas unhas cravavam sua nuca. Depois que gozei, ele se sentou no vaso frio, rola ereta apontando pra cima. Encaixei sua pica grossa na minha buceta, rebolando gostoso, quadris circulares gerando fricção escaldante e profunda. Meus seios chupados, língua roçando os mamilos endurecidos. Em seguida, meu amado me colocou debruçada na pia, espelho refletindo meu rosto corado, e veio por trás de mim, forçando seu pauzão no meu cuzinho lubrificado, glande abrindo o anel numa invasão deliciosa e lenta até entrar todo. Meteu gostoso, estocadas ritmadas com estalos molhados, enquanto me masturbava com dedos experientes girando no clitóris inchado, prazer duplo me minando as energias: - Minha Rainha safada. Eu te amo muito!!! E eu respondia, voz entrecortada por gemidos: - Também te amo muito. Só você sabe me foder do jeito que eu gosto. O ritmo de suas metidas foi aumentando, pau inchando ainda mais dentro de mim, até gozarmos juntos, meu cu contraindo vorazmente ao redor dele enquanto seu sêmen jorrava fundo, pernas fraquejando em êxtase. Depois de uma breve troca de beijos e abraços, voltamos para perto dos demais, sorrisos apaixonados em nossos rostos. Mas eu precisava compensá-lo pela minha escorregada, então disse, voz sedutora: - Quero te ver transando com a Nívea. Desejo voyeur acendendo novo fogo. Me aproximei de dela, elogiando sua beleza. Disse-lhe que meu marido estava encantado, no que ela respondeu com olhos famintos: - E eu estou encantada por você. Podemos brincar a três. Beijou minha boca com tesão, língua invasora dançando com a minha, acendendo meu fogo novamente. Ela desceu sua boca quente pelo meu pescoço chupando meus seios. Me deitei na chaise, puxando-a para o meio das minhas pernas. A gata tirou minha calcinha com os dentes, expondo minha buceta inchada e sensível de tanta atividade, chupando com língua mágica e flexível, rodopios precisos no clitóris e mergulhos profundos no mel grosso, sugando minha alma. Meu marido aproveitou que ela estava de quatro, bunda empinada e perfeita, desamarrou os lacinhos do seu biquíni, expondo seu cuzinho apertado e buceta reluzente. Ato contínuo, começou a chupá-la alternando seus dois orifícios, língua lambendo voraz da buceta ao cu, sons molhados ecoando enquanto ela gemia abafado contra mim. Minutos depois, Nívea pediu com voz rouca: - Vira, gata. Quero fazer um 69 contigo. Obediente, me coloquei por baixo dela e meti a língua naquela xaninha pequena e totalmente depilada, sabor exótico e doce inundando minha boca, clitóris inchado sugado com fome. Meu marido apontou seu caralho, que foi entrando lentamente na buceta apertada, glande abrindo-a centímetro por centímetro. Conforme ele enterrava com estocadas ritmadas, seu saco batia em meu rosto suado. Aquela transa estava uma delícia, mas melhorou quando senti uma rola grossa entrando em minha buceta por baixo, obviamente a do Álvaro, preenchendo-me fundo com pressão intensa e calor pulsante. Era uma sensação maravilhosa, ser penetrada por um caralho grande, enquanto a língua mágica de Nívea estimulava meu clitóris com rodopios precisos, ondas de prazer colidindo em explosão. Não demorou muito pra que eu gozasse intensamente pela enésima vez, corpo convulsionando sob ela. Nívea gozou junto comigo, contrações apertando o pau do Sérgio. Depois disso, ficamos as duas de quatro, debruçadas no sofá, bundas empinadas atraíndo nossos machos. Sérgio veio por trás de mim, pau deslizando fundo na buceta com estocada única, enquanto o Álvaro comia a buceta da Nívea. Vap! Vap! Vap! Déby entrou na brincadeira, sentou-se nas costas do sofá, abrindo suas pernas e oferecendo sua buceta depilada e tatuada, aroma doce de excitação nos chamando. Nós duas chupávamos alternadamente, línguas mergulhando nela, clitóris sugado com gemidos vibrantes. Os rapazes se revezavam atrás de nós, paus trocando buracos quentes com fricção inebriante. Em determinado momento, Sérgio tentou comer o cuzinho de Nívea, glande pressionando o anel virgem, e ela reclamou com voz tensa: - No cuzinho, não! Dói! Conhecendo meu marido e sua fixação por um cuzinho, eu sabia que ele não ia desistir facilmente, desejo animal em seus olhos. Ele falou com voz calma e safada: - Calma, gata. Eu vou fazer tão gostoso que você não vai sentir nada, só tesão. Depois do vacilo que eu dei com o JM, devia aquele cuzinho ao meu amado. Pedi à Déby pra assumir meu lugar e fui ajudá-lo a preparar aquele anelzinho virgem. Passei lubrificante em meus dedos e penetrei aquele cuzinho apertado e relutante. Lubrifiquei também a rola do meu macho e coloquei-a na portinha dos fundos de Nívea, guiando com firmeza. Peguei-a pelos cabelos cacheados e beijei-a, língua invadindo sua boca quente para distrair. - Você vai amar o pau do meu maridinho no seu cu. Sérgio forçou devagarinho com pressão intensa. Sussurrei em seu ouvido, encorajando-a: - Relaxa, linda! Voce vai amar! Nívea soltou um grito, prazer misturado a dor inicial, transformando em êxtase total: - Ahhhhhhhhhhhh!!!! Depois da tensão inicial, aquela fêmea no cio se soltou, rebolando gulosa, gemendo e gritando suplicante: - Ai, meu cuzinho!!! Tá me arrombando! Entre um xingamento e outro, chupava minha língua como se quisesse arrancá-la. Álvaro voltou a me penetrar, pernas erguidas em seus ombros, pau socando fundo com estocadas certeiras, depois meteu no meu cu que naquela altura já aceitava qualquer coisa, esticando-me deliciosamente. Nívea me beijava faminta. Déby masturbava Nívea, deixando-a louca. Sérgio puxava Nívea pelas ancas, socando com força animal no cu recém-desvirginado, estalos pesados ecoando. Álvaro fazia o mesmo em mim, penetrações nos rasgando as pregas, se é que eu ainda tinha alguma. Nívea gritou descontroladamente, voz aguda e selvagem: Ai, meu Deus!!! Eu vou gozar, eu vou gozar!!! Aaaaaaaaahhhhhhhhhhh !!! Sérgio gozou junto, urrando grave enquanto jorrava sêmen quente e abundante no cu dela, mas continuou engatado, pau pulsando em contrações finais. Exaustos e satisfeitos, começamos a nos despedir, prometendo novos encontros. Demos carona pra Nívea e trocamos telefones, prometendo um novo encontro. Mas isso já é outra história.
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