Eu virei amante de uma garota de programa

Eu tinha 38 anos, uma rotina previsível de trabalho, academia e fins de semana assistindo futebol com os amigos. Minha filha mais velha, Clara, tinha acabado de entrar na universidade e estava vivendo aquela fase de liberdade que eu lembrava bem dos meus 20 anos. Foi numa tarde qualquer de sábado que tudo mudou.Clara trouxe uma amiga para casa pela primeira vez em meses.
“Pai, essa é a Mariana. A gente se conheceu na aula de Literatura Brasileira.”Mariana entrou pela porta da sala com um sorriso tímido que não combinava com o corpo que ela tinha. 18 anos recém-completados, pele morena clara, cabelo preto liso até a cintura, corpo desenhado como se alguém tivesse passado horas esculpindo curvas. Calça jeans justa, cropped branco que mostrava uma faixa de barriga lisa e piercing no umbigo. Quando ela me cumprimentou com um “Oi, tio” e dois beijos no rosto, senti o perfume doce e o calor da pele dela de um jeito que me deixou desconfortável na hora.Não era só beleza. Era o jeito que ela me olhava. Como se já soubesse exatamente o efeito que causava.Semanas depois Clara comentou, meio sem querer, que Mariana “trabalhava à noite” pra pagar a faculdade e ajudar em casa. Garota de programa. Não era segredo entre as amigas dela. Clara não julgava — dizia que era escolha da Mariana e que ela era “muito inteligente e madura pra idade”.Eu tentei ignorar. Tentei mesmo.Mas numa noite de quinta-feira Clara foi dormir na república e deixou o celular em casa. Chegou uma mensagem no WhatsApp dela. Era Mariana.“Clarinha, tô numa situação foda. Cliente cancelou em cima da hora e eu já tô no hotel. Pode me emprestar 300 até amanhã? Te pago com juros de amiga rs”Eu não devia ter aberto. Mas abri.Respondi como se fosse Clara: “Tá tudo bem? Cadê você?”Ela mandou a localização do hotel boutique no centro. E uma foto: ela deitada na cama king size, lençol branco cobrindo só até a coxa, sutiã de renda preta e uma calcinha minúscula da mesma cor. A legenda:
“Esperando um milagre… ou um tio bonzinho ”Meu coração disparou. Eu sabia que era errado. Sabia que era loucura. Mas respondi:“Clara tá dormindo. Sou o pai dela. Me diz o número do quarto.”Silêncio de cinco minutos. Depois:“407. Se vier mesmo… traga o dinheiro e não diga pra ninguém.”Cheguei lá em 22 minutos. O porteiro nem olhou na minha cara. Subi pelo elevador sentindo o pau já duro só de imaginar o que ia acontecer.Quando ela abriu a porta, estava exatamente como na foto, só que agora com um sorriso lento, quase predatório.“Então o tio veio salvar a garota perdida?”Fechei a porta com o pé. Joguei as notas de 100 na mesinha de canto.“Não vim salvar ninguém. Vim foder você.”Ela riu baixo, jogou o cabelo pra trás e se aproximou devagar. Passou as unhas pintadas de vermelho pelo meu peito por cima da camisa.“Você sabe que eu cobro caro, né? Mas pra você… talvez eu faça um preço de família.”Puxei ela pela cintura com força, colei a boca na dela. O beijo foi faminto, sem preliminares bonitinhas. Língua dela quente, gosto de bala de morango misturado com alguma bebida doce que ela tinha tomado antes. Minhas mãos desceram direto pra bunda, apertando forte por cima da renda. Ela gemeu na minha boca e mordeu meu lábio inferior.“Você é safado mesmo, hein, tio…”Tirei a camisa dela num puxão. O sutiã caiu junto. Os peitos eram firmes, bicos escuros e duros de excitação. Chupei um enquanto apertava o outro, sentindo ela se contorcer. Ela já estava abrindo meu cinto com pressa.Quando a cueca caiu, ela se ajoelhou sem cerimônia. Olhou pra cima com aqueles olhos grandes e disse:“Deixa eu te mostrar por que minhas clientes voltam…”A boca dela era quente, molhada, profunda. Ela engolia quase tudo, babando no pau, olhando pra mim o tempo inteiro. Usei o cabelo dela como rédea, fodendo a boca devagar no começo, depois mais rápido. Ela engasgava, lacrimejava, mas não parava. Pelo contrário: gemia como se estivesse gostando mais do que eu.Levantei ela do chão, joguei na cama de bruços. Arranca a calcinha de lado. A buceta dela estava inchada, brilhando de tesão. Passei a cabeça do pau na entrada, só provocando.“Pede, Mariana.”Ela virou o rosto pro lado, bochecha no travesseiro, voz rouca:“Me fode, tio… me fode forte… quero sentir você todo dentro de mim…”Entrei de uma vez. Ela gritou abafado no travesseiro. Era apertada pra caralho, quente, pulsando em volta do meu pau. Comecei devagar, sentindo cada centímetro, depois acelerei. A bunda dela subia pra encontrar cada estocada. O barulho molhado enchia o quarto.“Mais forte… porra… me arromba…”Virei ela de quatro, segurei os pulsos dela atrás das costas com uma mão, a outra no pescoço, sem apertar, só marcando território. Meti fundo, batendo a pelve contra a bunda dela até ficar vermelha. Ela gozou primeiro, tremendo toda, apertando meu pau tão forte que quase me fez gozar junto.Saí de dentro dela, virei de costas e gozei nas costas dela, jatos grossos escorrendo pela coluna até a bunda. Ela ficou ali, ofegante, sorrindo de lado.“Você goza muito, tio…”Depois ficamos deitados um tempo, suados, respirando pesado. Ela traçava círculos no meu peito com a unha.“Vai virar rotina isso?”Olhei pra ela. 18 anos. Corajosa. Sem vergonha. Perfeita.“Se você quiser… vira.”Ela sorriu, se aninhou no meu peito.“Então me avisa quando sua filha for dormir na república de novo.”E assim começou.
Amante. Segredo. Vício.Fim (por enquanto)


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Comentários


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jmgaucho Comentou em 04/03/2026

Olá que delícia de conto aguardando a continuação e votado




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Eu virei amante de uma garota de programa

Codigo do conto:
256113

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
04/03/2026

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3

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