(Esse conto é fictício)
Eu tava na varanda fumando um cigarro quando ouvi os gemidos. Aquelas duas putas moravam do lado e viviam se comendo. Clara e Sofia, duas irmãs safadas, bundudas e tesudas pra caralho.A porta dos fundos tava aberta. Entrei sem bater. A sala cheirava a buceta molhada e porra.Clara tava só de salto alto, os peitos grandes pra fora, bico duro. Sofia tava de quatro no sofá, completamente nua, enfiando dois dedos na própria xota brilhando de tesão.— Olha o vizinho aí, mana… — disse Clara, já agarrando meu pau por cima da bermuda. — Tá na hora de ele meter nessa casa de putaria.Sofia olhou pra mim com cara de vadia e abriu mais as pernas, mostrando a buceta rosada e inchada:— Vem logo, caralho. Tô louca pra chupar uma rola de verdade enquanto como a buceta da minha irmã.Me jogaram no sofá. As duas caíram de boca no meu pau. Sofia engoliu até o fundo, babando tudo, enquanto Clara lambia as bolas e enfiava a língua no meu cu. Elas se beijavam com meu pau no meio, trocando saliva grossa e gemendo feito duas cachorras no cio.— Que pica grossa, porra… — gemeu Clara. — Quero sentar nessa vara até meu útero.Clara subiu primeiro. Sentou na minha rola de uma vez, sem piedade, descendo até bater as bolas. Começou a quicar feito uma puta barata, os peitos balançando, gemendo alto:— Ai, que delícia! Tá me arrombando a buceta, caralho!Sofia sentou na minha cara, esfregando a buceta melada na minha boca enquanto beijava a irmã com língua bem fundo. Eu chupava aquele clitóris gordo e enfiava a língua dentro da xota dela.Depois trocaram. Sofia ficou de quatro, empinando aquela bunda grande e empinada:— Mete no meu cu primeiro, vai. Quero sentir essa pica me rasgando o rabinho.Cuspi na rola e enfiei devagar no cuzinho apertado dela. Sofia gritava de prazer:— Isso! Fode meu cu! Mais fundo, porra! Arromba!Enquanto eu metia no cu da Sofia, Clara se deitou debaixo dela e chupava a buceta da irmã, lambendo meu pau toda vez que eu tirava. As duas tavam ensopadas.— Goza dentro, vai! Enche o cu da minha irmã de porra! — pedia Clara.Eu não aguentei. Tirei do cu e meti na boca da Clara. Gozei um monte, enchendo a garganta dela. A vadia não engoliu tudo: cuspiu um pouco na boca da irmã e as duas se beijaram, dividindo minha porra grossa, deixando escorrer nos peitos e na barriga.Não parei. Virei Sofia de lado e enfiei na buceta dela enquanto Clara sentava na cara da irmã. As duas se comiam e eu alternava: metia na buceta de uma, depois no cu da outra, depois na boca.— Sou uma puta da irmã, caralho! — gritava Sofia gozando.— Come as duas, vizinho! Enche nossas bucetas e cus de leite! — pedia Clara.No final da noite eu já tinha gozado três vezes: uma na boca das duas, outra dentro da buceta da Clara e a última no cu da Sofia. As irmãs tavam destruídas, bucetas vermelhas e abertas, porra escorrendo do cu e da xota, cabelo desgrenhado, babando e rindo feito duas vadias satisfeitas.Clara, ainda com porra pingando da boca, olhou pra mim e falou:— Amanhã a gente quer mais. Pode trazer um amigo se quiser… a gente adora uma rola dupla no cu.