Eu arrastei Sofia pela laje escura e a joguei de quatro no chão áspero.— Mãos nas costas, vadia. Não ouse se mexer.Ela obedeceu tremendo. Puxei seu cabelo com força, arqueando as costas dela enquanto enfiava o pau grosso na bucetinha molhada sem piedade. Metia fundo e seco, batendo forte.— Isso… aguenta a dor, sua putinha masoquista.Dei tapas pesados na bunda, um atrás do outro, deixando a pele vermelha e ardendo. Sofia gemia alto, misturando prazer com dor. Eu segurei seu pescoço com uma mão, apertando levemente enquanto socava mais fundo.— Respira quando eu deixar — rosnei, controlando o ritmo dela.Cada estocada era bruta. Ela choramingava, mas empinava mais a bunda pedindo mais. Mordi seu ombro com força, deixando a marca dos dentes enquanto continuava fodendo sem dó.— Sou sua puta… me machuca mais — ela implorou entre gemidos.Quando senti que ia gozar, puxei o cabelo dela com violência, obriguei ela a virar o rosto e gozei dentro da boca, segurando firme até ela engolir tudo.Sofia ficou caída na laje, bunda marcada, pescoço vermelho e respiração ofegante, com um sorriso submisso no rosto.