Eu e Larissa, a irmã da minha meia-irmã, estávamos acampando na praia. O resto do grupo tinha ido embora mais cedo, deixando só nós dois naquela barraca isolada, o som das ondas e o cheiro de sal no ar. À noite, depois de algumas cervejas, a gente foi até a água. A lua iluminava o corpo dela quando ela tirou o biquíni. Eu entrei atrás, agarrando a cintura dela. O mar estava morno. Em segundos eu já estava dentro dela, fodendo forte enquanto as ondas batiam nas nossas costas. Larissa gemia baixo, segurando meu pescoço, as pernas enroladas na minha cintura. A água entrava e saía junto com o meu pau, escorrendo entre as coxas dela. Eu a empurrei contra uma pedra rasa e continuei metendo fundo, sentindo o apertinho molhado dela me sugar. Quando saímos, caímos direto na areia ainda molhada. Larissa ficou de quatro, o cu erguido, a buceta pingando. Eu me ajoelhei atrás e enfiei de uma vez, segurando os quadris dela com força. A areia grudava na pele, o cheiro de sexo e mar misturado. Ela empurrava o corpo pra trás, pedindo mais forte. Eu metia fundo, ouvindo o barulho molhado da nossa foda e o gemido dela abafado na areia. Gozei primeiro dentro dela, enchendo tudo, e continuei fodendo até ela gozar também, tremendo e gemendo alto. Ainda sujos de areia e sêmen, voltamos pra barraca. Dentro, o calor era abafado. Larissa se jogou no colchão inflável, abriu as pernas e me puxou. Eu entrei de novo, agora mais devagar, bem fundo, beijando o pescoço dela enquanto ela me arranhava as costas. Fodemos de lado, de frente, e depois ela montou em mim, rebolando pesado, os seios balançando na minha cara. A barraca balançava com o ritmo. Eu segurei o cu dela e enfiei mais fundo, metendo até o talo enquanto ela gozava outra vez, apertando meu pau. Acabamos cansados, suados, a barraca cheirando a sexo. Larissa ainda com o meu gozo escorrendo entre as pernas, sorrindo satisfeita. Foi uma noite inteira de foda, água, areia e barraca. Foi um pecado mas gostoso mais vamos repetir de novo num vale apena foder de novo.