(conto fictício)
Era uma tarde quente de jogo da Seleção. As duas famílias tinham se reunido na cobertura geminada para assistir ao Brasil no telão enorme. Meu pai, o seu Ronaldo (pai dela), minha mãe e a dona Cida preparavam o churrasco na churrasqueira da área comum, rindo alto e abrindo latas de cerveja gelada. O cheiro de carne na brasa subia junto com os gritos de "É gol!" que ainda não tinham acontecido.Enquanto todos estavam distraídos com o pré-jogo e o cheiro de picanha, eu e a Júlia trocamos aquele olhar. Ela estava com um shortinho jeans curto e uma regata fina, sem sutiã, os mamilos marcando levemente no tecido. Fez um sinal discreto com a cabeça e sumiu pela porta da cobertura dela.Entrei logo atrás, o coração acelerado. Mal fechei a porta do quarto e ela já estava em cima de mim, beijando com fome, língua quente e molhada. Suas mãos desceram direto pro meu shorts, apertando meu pau que já estava duro pra caralho.— Eles tão lá fora... — sussurrei, excitado com o risco.— Então vai ter que me comer rápido e gostoso — ela respondeu, mordendo meu lábio inferior.Júlia tirou a regata num movimento rápido. Seus peitos médios, redondos e com bicos rosados pularam livres. Eu agarrei os dois, chupando forte enquanto ela gemia baixinho. Empurrei ela pra cama de casal, tirei aquele shortinho junto com a calcinha e abri suas pernas. A buceta dela já estava encharcada, brilhando.Não perdi tempo. Coloquei a cabeça do pau na entrada quente e deslizei tudo de uma vez. Júlia arqueou as costas e mordeu o próprio braço pra não gritar. Comecei a meter fundo, ritmado, sentindo a cama balançar levemente.Do lado de fora, dava pra ouvir os gritos das famílias:— Porra, que passe foi esse!
— Vai Brasil, caralho!Cada grito deles parecia dar mais tesão. Eu aumentei o ritmo, metendo mais forte, minhas bolas batendo na bundinha dela. Júlia segurava nos meus ombros, cravando as unhas, olhos revirando.— Me fode... mais forte... — pediu quase sem voz.Virei ela de quatro, agarrei aqueles cabelos castanhos e voltei a meter com vontade. A visão da bunda redonda empinada pra mim era perfeita. De vez em quando dava um tapa estalado, mas não muito alto. Ela empinava mais, pedindo.O jogo seguia lá fora. Ouvi meu pai gritar gol, as duas famílias comemorando alto, copos batendo, risadas. Nesse exato momento eu estava enterrando meu pau até o fundo na filha deles, que gemia abafado no travesseiro.Júlia começou a tremer. Gozou forte, apertando meu pau com a buceta, o corpo todo convulsionando. Eu não aguentei. Segurei firme nos quadris dela e gozei lá dentro, jatos grossos e quentes enchendo ela toda enquanto o telão explodia em comemoração do lado de fora.Ficamos ofegantes por uns segundos. Ela virou o rosto, sorrindo safada:— Eles tão comemorando o gol... e a gente acabou de fazer o nosso.Ajeitamos a roupa correndo. Quando saímos na área da cobertura, suados, com cara de quem não fez nada, meu pai me passou uma cerveja gelada:— Cadê vocês? Perderam o gol, porra!Júlia só sorriu inocente, as coxas ainda tremendo levemente, meu gozo escorrendo devagarinho por dentro do shortinho enquanto respondia:— Tava mostrando uma coisa pra ele no quarto...E piscou pra mim.