Mal fechamos a porta do motel e já estávamos nos comendo com fome. As mãos se atropelavam, a boca de Lucy buscava a minha com urgência. Ela, irmã da minha meia-irmã, ajoelhou na frente de mim sem nem tirar o vestido por completo. Puxou meu pau pra fora e me chupou gostoso, molhado, fundo, olhando pra cima enquanto a língua rodava na cabeça. Eu segurava o cabelo dela e gozava quase só de ver aquela boca trabalhando. Quando não aguentei mais, puxei ela pra cima, deitei na cama e abri as pernas dela. Chupei aquela buceta molhada até ela tremer e gozar na minha boca, gemendo alto, apertando minhas orelhas com as coxas. O gosto dela me deixou ainda mais duro. Coloquei a camisinha e enfiei de uma vez. Fodi ela com vontade, forte, fundo, ouvindo o barulho molhado de cada estocada. Gozei a primeira vez bem fundo, sentindo ela se contrair em volta de mim. Troquei a camisinha sem sair de dentro, continuei metendo e gozei de novo, enchendo a segunda enquanto ela tinha vários orgasmos seguidos, gemendo meu nome e arranhando minhas costas. Virei ela de quatro. Segurei a cintura e fodi forte, batendo na bunda, ouvindo o som da pele. Gozei pela terceira vez, fundo, gemendo baixo. Ela ainda tremia quando montou em mim. Cavalgaram até eu gozar a quarta, enchendo mais uma camisinha. Lucy gozou várias vezes em cima de mim, tremente, molhada, a buceta latejando em volta do meu pau. Depois ficamos um tempo quietos, suados, respirando fundo. Tomamos banho rápido, nos vestimos e saímos do motel. Deixei ela perto de casa. Antes de descer do carro, ela se inclinou e falou baixinho, com aquele sorriso safado:— Marca de novo. Vale a pena repetir. Eu concordei, beijei a boca dela uma última vez e fui embora já duro de novo, pensando na próxima.