Janela Indiscreta da Sacanagem

Era uma Segunda feira noite quente de verão, daquelas que a gente deixa a janela entreaberta pra tentar pegar um ventinho quente. Eu estava deitado na cama, com a luz apagada, só o celular iluminando o rosto de vez em quando, quando comecei a ouvir.
Primeiro foram risadinhas abafadas. Depois uns gemidinhos baixos, quase tímidos. E de repente… explodiu.
“Ahhh, porra, vai… mais forte… assim, caralho!”
A voz dela era aguda, desesperada, misturada com um gemido rouco que parecia vir do fundo da garganta. Ele respondia com grunhidos animalescos, o som da pele batendo contra pele ecoando pelo quintal pequeno que separava as casas. A cama deles rangia tanto que parecia que ia desmontar.
Eu levantei devagar, coração na boca. Fui pé ante pé até a janela da sala, que dava direto pro quarto deles – a cortina fina deles nem chegava a cobrir tudo, e a minha ficava só entreaberta o suficiente pra eu enxergar sem ser visto.
A luz do abajur laranja deixava tudo meio dourado, meio suado. Ele era magro, mas tinha aquela energia de quem acabou de descobrir o que o corpo pode fazer. Uns 18 anos, no máximo. Ela era menorzinha, 17 no máximo, cabelo bagunçado caindo no rosto, peitinhos pequenos balançando a cada estocada. Estavam na posição de quatro, mas ela não aguentava mais ficar de joelho direito – às vezes caía de bruços no colchão, empinava de novo, implorava.
“Me fode, amor… me fode até eu não aguentar mais… quero gozar gritando…”
Ele segurava a cintura dela com as duas mãos, puxando com força, o quadril batendo tão rápido que parecia um motor descontrolado. O pau dele entrava e saía inteiro, brilhando de tão molhado, e toda vez que ele saía quase todo ela soltava um gritinho agoniado, como se doesse de saudade.
Eu encostei a testa no vidro frio, respiração embaçando a janela. Meu pau já tava duro pra caralho só de olhar. Latejando dentro da cueca, babando. Eu nem toquei ainda, só fiquei ali, hipnotizado.
Ela virou o rosto de lado no travesseiro, boca aberta, olhos semicerrados, e soltou um urro longo:
“TOOO GOZANDOOOOO, CARALHOOOO!”
O corpo dela tremeu inteiro, as costas arqueando, as coxas tremendo. Ele não parou. Continuou socando fundo, mais rápido ainda, como se quisesse entrar dentro dela de vez. Até que ele também perdeu o controle:
“Porra… vou gozar… vou gozar dentro… toma… toma tudo…”
Ele enterrou até o talo e ficou lá, pulsando, gemendo alto como se doesse. Ela gemia junto, as unhas cravadas no lençol, o rabo empinado tremendo enquanto recebia cada jato.
Os dois desabaram na cama, suados, ofegantes, rindo baixo entre beijos molhados. Eu fiquei ali parado, pau latejando na mão sem nem lembrar quando tinha tirado da cueca. O coração batendo tão forte que parecia que eles iam ouvir do outro lado do quintal.
Fechei a cortina devagar, voltei pro quarto com as pernas bambas. Deitei e me toquei devagar, relembrando cada detalhe: o jeito que ela jogava a cabeça pra trás, o som molhado da buceta dela engolindo ele, os gritos que pareciam que o mundo ia acabar mesmo.
Gozei em menos de um minuto, imaginando que era eu ali, no lugar dele, ouvindo ela gritar meu nome daquele jeito.
Desde aquela noite, toda vez que escuto qualquer barulhinho vindo daquela janela… eu já sei. A cortina vai ficar entreaberta de novo. E eu vou estar aqui. Assistindo. Até o dia que eles descobrirem. Ou até eu não aguentar mais só olhar.

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Ficha do conto

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kumberman44

Nome do conto:
Janela Indiscreta da Sacanagem

Codigo do conto:
256785

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
13/03/2026

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