O fato que conto aconteceu meses atrás, mas é como se tivesse acontecido ontem, dado que os detalhes ainda estarem muito presentes na minha mente, mas por motivos óbvios esses detalhes vou omitir, assim como nomes e outros dados, se aparecerem, já aviso que não correspondem a realidade. Sou recém-formado, na faixa dos 20 e poucos anos que trabalha numa grande empresa, em que entrei ainda estagiário enquanto universitário. Aliás, no ano que entrei como estagiário, entrou também o Caio, colega de curso da universidade o que ajudou bastante na minha ambientação ao local de trabalho. O Caio tem um perfil parecido com a minha: família do interior, morando sozinho na capital por causa dos estudos, então até por isso e pelo fato de termos quase a mesma idade, sermos além de colegas de estudo, amigos fora do ambiente acadêmico, daqueles de cada um visitar a casa e a cidade um do outro. Ele é de uma cidade que fica a mais ou menos 100 quilômetros da capital, enquanto que eu sou de uma cidade um pouco mais distante, em que para chegar até ela, na maioria dos trajetos, passa-se pela cidade natal dele. Quando éramos estudantes, após as aulas da sexta-feira, iamos juntos para a rodoviária e algumas vezes até pegávamos o mesmo ônibus para chegar as nossas cidades. Hoje, tanto ele quanto eu temos os próprios carros. Vamos ao que interessa, certo? O Caio depois que arranjou uma namorada, diminuiu as visitas a sua cidade natal, pelo que eu pude constatar. Daí, semanas atrás, ao entrar na minha sala, sabendo que eu iria para minha cidade (iria no sábado pela manhã), pediu-me como favor que entregasse um pacote que disse ser de uma compra on-line para seu irmão, que mora ainda com os pais e está no ensino médio. Concordei tranquilamente. Até porque seria mais uma chance de poder ver a mãe do Caio, que vou chamar de Joana, ou melhor, Dona Joana, na faixa dos 52, 53 anos … e com a qual divido um ‘segredinho’ que já dura alguns anos: quando eu e o filho dela ainda éramos universitários, após ela e o marido visitarem o filho na capital, foram também me visitar no meu apartamento (nunca morei com meu colega, se bem que vez por outra mencionávamos a possibilidade remotamente), onde aliás ainda moro e nessa visita, aconteceu uma ‘rapidinha’ com ela em que até hoje quando lembro no banho, sempre me dá a chance de bater uma punheta, kkk. Depois disso, nas outras 2, 3 vezes que a vi, sempre ficou a expectativa que pudesse acontecer de novo … Sábado, 9 da manhã já estava na estrada … pouco antes das 10h, já chegava na casa deles, num tranquilo bairro afastado do centro da cidade. Tinha uma leve esperança que pudesse ter a chance de comer a coroa de novo, mas sabia que todos daquela família costumavam levantar cedo, então não tinha certeza se iria rolar … estacionei o carro numa rua lateral, peguei o pacote que deveria entregar e me dirigi para a casa. Passei pelo portão e me dirigia para a porta principal e toquei a campainha. Ouvi passos que se aproximavam da porta … que se abriu. Caraca! Era ela! “ - Betinho, que prazer te ver de novo!”, e na sequência, dois beijinhos no rosto. Fechou a porta. “ - Bom dia Dona Joana! Como tá a sra? E o pessoal, seu Carlos, o Luis, tá tudo bem? Já acordados?”, claro que ela entendeu a pergunta, kkk. Com um sorriso discreto, um tom de voz mais baixo, respondeu que ainda estavam nos quartos e me convidava a sentar no sofá. Passei o pacote a ela, que agradeceu. Não resisti e num movimento rápido consegui colocar a mão por baixo do vestido que usava. Apalpei a buceta por sobre a calcinha. Ao recolher a mão, aproveitei para levantar a barra da peça … apareceu uma calcinha preta. A verdade é que meu pau já estava duro pouco antes dela abrir a porta … os beijinhos do cumprimento só garantiram que o pau não amoleceria tão rápido, kkk. Acho que notariam o volume na minha bermuda se o marido ou o filho estivessem na sala quando ela abriu a porta. Foi no instinto e quando ela viu que eu estava naquela situação, só me indicou ir para um canto perto do sofá que estava menos visível para quem entrasse na sala. A puxei para minha direção e já avisava: “ - Nem vai demorar!” Ficamos os dois no vão entre a parede e o sofá, onde ela se apoiava no encosto do sofá, de costas para mim, pois me posicionei atrás dela. Num piscar de olhos, já tinha posto o pau para fora após abrir o zíper da bermuda. Abri caminho, afastando a calcinha para o lado. Quando o pau entrou na xana, ela mantinha o olhar atento em direção do corredor, pois era dali que podiam aparecer o marido e o filho. Claro que eu também estava receoso que houvesse um flagra, mas estava valendo o risco … nem demorou muito mais e já gozava dentro da Dona Joana. Dois jatos … “ - Fica aqui, que vou chamar o Luis (o filho)” Minutos depois, o moleque aparecia, trocamos um abraço, falava do pacote que estava sobre o sofá. Me convidaram para um café, agradeci e minutos depois saia daquela casa.
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