Sou um universitário com quase 30 anos de idade que trabalha num escritório comercial no centro da cidade. Eram pouco mais de 18h de uma sexta-feira, e mais uma semana de trabalho (e aulas) chegava ao fim. Queria apenas encontrar uns colegas da facul num barzinho das redondezas, onde tínhamos combinado pelo whats. O escritório onde trabalho fica num prédio comercial bem movimentado, assim enquanto esperava o elevador, ouvi passos na escadaria, que fica ao final do corredor, uns 20 metros de onde eu me encontrava. Então, por curiosidade fiquei olhando para as escadas, imaginando se esta pessoa desceria mais de dez andares, kkkkk. Como no lado da escadaria, havia uma iluminação bem fraquinha, não vi direito a pessoa num primeiro momento. Mas, logo veio a surpresa quando vi quem era (ou achava quem era): Dona Leda (o nome não é verdadeiro claro)? A avó de um ex-colega dos tempos de ensino médio, kkkkk, e lá se vão quase 15 anos! Será que ela era mesma? Se não fosse, ao menos era muito parecida, um pouco mais velha como deveria ser. Quando meus olhos se acostumaram com a penumbra, tive quase certeza que ela era, mas não tive coragem de perguntar, mas não tirava os olhos daquela senhora. Então, para minha surpresa, quando se aproximou, ouvi “Samuca? O colega do Luis?” Kkkkk, Era como me chamavam nos tempos de colégio, inclusive o Luis, o neto dela! Caraca, era como uma volta no tempo! Claro que logo se sucedeu um abraço apertado e dois beijinhos nas faces! E nessa volta no tempo, não tinha como esquecer que na época, passei uma semana na chácara dela e do marido durante as férias: tinha 15 ou 16 anos na época e durante a estadia na chácara, batia punheta praticamente todos os dias no banho (e até na piscina) em sua homenagem, e ela já tinha quase 60 anos na época, kkkkk, assim pelas minhas contas, ela deveria estar ao redor dos 70 naquele momento. Após as perguntinhas básicas, como o que eu fazia na vida, etc, ela mesmo se lembrou da estada na sua chácara anos atrás. Quando até ela lembrava isso, não pude evitar que o pau se mexesse dentro da cueca, kkkkk, daí a imaginação começou a fervilhar e logo veio a pergunta que não queria calar: será que ainda era tempo de passar o ferro nessa vovozinha? À primeira vista, pegaria tranquilo, kkkkk, ainda mais naquela situação onde estávamos sozinhos...a conversa durou mais um minuto ou dois quando o elevador chegou e então resolvi dar a cartada: convidei ela a ir ao escritório de onde tinha saído há pouco. Mesmo se não resultasse na transa que eu desejava, não perderia nada conversando (e secando) a velha a sós, kkkkk. Ao ouvir meu convite, num primeiro momento disse que não podia, porque sua filha a esperava no shopping center que ficava perto do prédio que estávamos. Mas, de repente, mudou e disse que poderia ficar uns minutinhos e ligaria para a filha para explicar depois a demora, caso precisasse. Quando ouvi isso só pensava que ia fechar a semana com chave de ouro! A minha sensação é que ela desejava o mesmo que eu, kkkkk, será mesmo? Entramos no escritório, tranquei a chave e apontei a minha mesa que ficava no canto da sala. “ - A senhora lembrou antes daquela vez que fiquei na chácara … espero que não se ofenda quando eu disser que não esqueço da senhora de biquíni junto comigo e do Luis na piscina”, falei fazendo o gesto da masturbação junto ao volume que já se forçava na minha calça. Ela deu uma risadinha e respondeu de pronto: “ - Eu desconfiava!” Eu: “ - A senhora percebeu, mas o Luis não, ao menos nunca me falou nada! Na época não saberia o que fazer mesmo se a senhora desse em cima, mas agora o papo é outro … acho que não podemos demorar se não tua filha pode ficar preocupada”. Ela: “ - E vai demorar?”, me perguntava enquanto eu estendia a mão para ela para levar ela até o sofá de 3 lugares que ficava junto a parede oposta de onde estávamos. Eu: “ - Faço o serviço rapidinho”, falei fazendo o sorriso dela alargar enquanto dava me a mão e com a cabeça acenei para o sofá … ela entendeu que seria ali que ela colocaria um chifre no velho dela, kkkkk. Estava com uma saia cuja barra ia até quase os joelhos. Sentei no sofá e enquanto ela estava de pé a minha frente, com a maior naturalidade meti a mão por baixo da saia e puxei a calcinha até que descesse junto do salto que usava. Então, abri o zíper da calça e logo surgia o pau duro … Ela: “ - Ainda sei usar”, falou com um risinho quando se posicionou colocando uma perna de cada lado das minhas pernas, e foi descendo devagar, segurando minha ferramenta até que senti este sendo engolido pela xota da velha. Assim, ela subia e descia enquanto eu a segurava pela cintura … aquele sobe e desce foi demais para mim e como já previa, não demoraria até que senti o gozo vindo … avisei-a ejaculava pelo menos dois jatos na vó do meu ex-colega. No elevador, ainda a perguntei se queria uma carona até o shopping e respondeu que não. Logo antes da porta da cabine se abrir, nos despedimos com um selinho, mas para não perder a chance ainda meti o dedo na xota. Dedo melado kkkkk
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