Sou universitário, na faixa dos 20 e poucos anos. Férias acadêmicas e ainda por cima feriadão. Estava de volta na cidade natal, terra onde ainda mora meus pais, se bem que eu moro sozinho na capital por causa da facul. Como era feriadão, a cidade (de porte médio no interior do estado) estava bem vazia. Era um sábado, finalzinho da tarde, ainda havia um solzinho que logo ia embora. Eu estava num dos clubes sociais bem conhecidos da cidade, mas estava com um movimento bem tranquilo. Passava no bar para pegar um refresco, quando olhando pela porta de vidro que tem nos fundos da lanchonete e que dá para uma das piscinas do clube, vi que havia só uma mulher na espreguiçadeira...não reconheci de cara. Estava já para sair da lanchonete, quando ouvi meu nome sendo gritado por uma voz feminina...só podia ser a da mulher que eu tinha visto há pouco. Ao me certificar que era ela que me chamava, caminhei até a piscina e reconheci a Dona Marta (o nome é falso), a mãe de um ex-colega dos tempos de ensino fundamental e médio. Me aproximei e nos cumprimentamos com protocolares beijinhos em cada lado do rosto, kkkkk. Convidou-me para sentar numa das cadeiras vazias que havia por perto. Perguntei pelas amenidades óbvias, como por onde andava o filho dela, visto que havíamos perdido contato quando acabamos o ensino médio: estava num intercâmbio na Europa. Só então percebi que aparentemente a mulher estava sozinha, pois após quase 20 minutos conversando, é que me dei conta que não havia sinal de que houvesse mais alguém acompanhando ela. Ao perguntar isso para ela, fui surpreendido com uma resposta enviesada que não esperava mostrando até segundas intenções dela, kkkkk. E eu claro, fui surpreendido e por um momento pensei que tinha falado algo fora do lugar ou algo assim que a fez reagir daquela forma! “- Estou sozinha, tem alguma coisa em mente?” perguntou com um sorriso que nem disfarçava as segundas intenções, kkkkk O susto e até um sentimento de culpa durou um segundo, porque no instante seguinte, já me passava pela cabeça que ia fechar aquele dia até então tedioso, com chave de ouro. Apenas sentia muito mesmo pelo meu colega, mas foi a mãe dele que deu bandeira e eu não ia deixar passar a chance. Pelas minhas contas, ela devia estar com mais de 50 anos folgado, mas isso é só um detalhe, assim como ela ser mãe de um ex-colega, kkkkk. Combinamos rapidamente ali mesmo que poderia ser no clube mesmo, em algum lugar mais isolado, o que não seria problema, visto que o clube estava bem vazio. Poderia ser no vestiário, tanto o masculino quanto o feminino ou no meio da vegetação, entre árvores. Decidimos por este último porque era mais afastado e certamente com mais chance de evitarmos sermos flagrados. O pau já estava me incomodando pressionando a bermuda. Levantei e disse a ela para irmos atrás de uns arbustos e árvores junto ao muro. Saí primeiro. Cheguei lá e minutos depois, ela já se aproximava de onde eu me encontrava. Estava de canga e biquíni. Quando fez a volta para trás do arbusto onde eu estava, a envolvi e minha mão já foi direto entre suas pernas, para dedilhar a xota que eu iria desfrutar...ela abria as pernas de leve para ajudar...mas, abri o zíper e puxei o pau já totalmente ereto para fora. Pedi para que ela chupasse. Fez uma cara de desagrado, deu uma hesitada, mas se ajoelhou e só no contato dos lábios, quando abocanhou totalmente, quase gozei já. Ela ainda avisou como uma mãe contrariada: “ - Não vai gozar na minha boca! É nojento!” Kkkkkk...foi só para sentir a boca dela em torno do pau, porque pouco após, já a pegava no braço, indicando que a queria de pé, para enterrar a tora na sua gruta. Mal afastei a tanga e a canga, e enfiei com vontade! Após algumas bombadas, ouvi um gemido abafado vindo dela. Nem vou mentir, mas após um segundo gemido, as pernas dela darem uma arqueada, não segurei e então dois, três jatos de respeito certamente bateram lá no fundo do útero da coroa. Ainda a segurava pelos quadris, dando um tempo para meu pau curtir a estada dentro daquela buceta, kkkkk. Quando o pau saiu de dentro dela, ela se virou, olhou para baixo e disse exibindo um sorrisinho de satisfação: “ - Gostou, rapazinho?” Minha resposta: coloquei dois dedos, o médio e o anelar, naquela buceta que tinha recém lambuzado...sorrindo, ela saia dali como se nada tivesse acontecido, caminhando enquanto ajeitava discretamente a canga. Acho que uma semana depois, a vi junto com a filha adolescente num mercado comprando frutas, kkkkk. Pelo movimento, não me viu, até porque ela passou rapidamente por onde eu estava. Nem eu acreditaria se me contassem que aquela respeitável senhora,tinha transado com um ex-colega do seu filho.
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