Rapidinha no shopping

Sou um universitário, na faixa dos 20 e poucos anos. Conto aqui um fato que se deu em meio a um feriadão, meses atrás. Eu estava voltando para a capital, vindo de um município da região metropolitana, distante uns 30, 40 quilômetros. Entrando pela zona que eu estava, passa-se por um shopping center bastante conhecido aqui da cidade. Só que eram umas 9 da manhã dum feriado e o shopping certamente ainda não estaria com suas lojas e praça de alimentação funcionando, mas, ainda assim, aberto para quem quisesse passar o tempo, como olhar as vitrinas, caminhar pelos corredores, etc., e foi o que eu resolvi fazer naquele momento.
Como era de se esperar, o shopping tinha pouquíssimas pessoas, a maioria era de próprios funcionários do local como vigilantes e pessoal da limpeza. Umas das cafeterias abriria dali a uma hora mais ou menos e como ainda não tinha tomado café da manhã, resolvi passar o tempo, esperando que o local abrisse para tomar meu café. Andava pelos corredores quase desertos, até que em um dos corredores, parei para olhar a vitrina de uma das lojas. Ao me virar, deparei-me com um casal de seus 40, 45 anos de idade, com um casal de filhos, que deviam ter em torno de seus 12, 13 anos. Todos de bermudas, a exceção da mãe que estava de minissaia jeans. O pai parecia ter uma barriguinha de chopp ou gostava de usar roupa com numeração menor, kkkkk, mas nada que chamasse assim tanta atenção. Só chamou um pouco mais minha atenção para essa família, pois quando me virei meu olhar acabou encontrando o da mulher, mas foi coisa casual, assim saí dali para caminhar por outros corredores. Descrito o contexto, vamos ao que interessa. Em torno de meia hora depois, após perambular por outros locais, fui ao banheiro para dar uma mijada. Banheiro masculino não tinha ninguém. Os banheiros e o fraldário ficavam todos ao final de um corredor comprido. Quando abri a porta para sair do banheiro, quem eu vejo saindo também do banheiro feminino? Kkkkk, a mãe daquela família. Como aconteceu antes, mas agora não podendo ser diferente, visto que o corredor onde estávamos era bastante estreito, dificilmente podendo ficar duas pessoas lado a lado, cedi o espaço para que andasse a frente e ela educadamente agradeceu. Mas, numa fração de segundo ao perceber que a filha não estava junto e ninguém mais saindo do banheiro feminino (o marido e o filho eu sei que não estavam por perto porque no masculino só estava eu), não resisti e no impulso, de leve dei uma encoxada nela e botando a mão por baixo da mini, alisei com o dedo médio e o indicador a calcinha dela. Diante disso, claro que ela se virou surpresa, mas algo da sua reação e expressão me dizia que dava para seguir adiante sem dar bolo, caso não tivesse ninguém por perto. Então antes dela dizer alguma coisa, peguei-a pelo braço e juntos recuando dois, três passos entramos no banheiro masculino. Paramos bem ao lado da porta, tanto que se alguém fosse entrar, não conseguiria, e assim com ela de frente para mim, apoiada na pia e pernas levemente afastadas. O pau já estava quase totalmente duro. Foi só botar a calcinha para o lado, pois a saia já tinha subido o suficiente para a calcinha preta de renda aparecer quando ela se recostou na borda da pia, e então foi só cravar a tora. Não vou negar que havia uma tensão, visto que a qualquer momento o corno ou o filho podia entrar, então era um olho na porta, o tempo todo, kkkkk. Mas, nem demorou e já ejaculava dois jatos fortes dentro daquela mãe de adolescentes depois de uma sequência de mete-e-puxa o pau...guardei o pau, subi o zíper da calça e abri só uma fresta na porta e ao ver que não havia ninguém no corredor, sai primeiro e então fiz um sinal discreto para que saísse do banheiro, kkkkk. Logo saindo do corredor, vi o marido e os filhos em torno de um banco a uns 20 metros, kkkkk. Passei por eles e então ao me virar vi aquela imagem de comercial de ‘família de margarina’ e se alguém me dissesse que aquela mãe rodeada pela família, tinha acabado de transar com um estranho que tem metade da sua idade, com porra dele dentro de si, eu não acreditaria, kkkkk. O mais engraçado de tudo veio depois, como a cereja no bolo: quando eu estava tomando cafeteria, já na finaleira, quem aparece? A família, kkkkk...pensei: vou é sair daqui se não logo fico de pau duro kkkkk, mas deu vontade de cumprimentar o corno e elogiar a mulher dele, o que seria justo, kkkkkk
Foto 1 do Conto erotico: Rapidinha no shopping

Foto 2 do Conto erotico: Rapidinha no shopping

Foto 3 do Conto erotico: Rapidinha no shopping


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


258609 - Brinco da sorte - Categoria: Coroas - Votos: 3
256382 - Entregas para o irmão e a mãe do meu colega - Categoria: Coroas - Votos: 13
254537 - Consulta com a tia dentista - Categoria: Coroas - Votos: 15
245024 - Que mundo pequeno! - Categoria: Coroas - Votos: 14
173987 - Coroa de biquíni - Categoria: Coroas - Votos: 37

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico s.c.c.

Nome do conto:
Rapidinha no shopping

Codigo do conto:
259264

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
12/04/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
3