Brinco da sorte

Eu, na faixa dos vinte e poucos anos, universitário e estagiário num escritório comercial localizado no centro da cidade. Era uma sexta-feira, 19h, chuvoso e véspera de feriadão. Estava finalizando a tarefa no estágio, pois não via a hora de voltar para casa. Estávamos eu e mais um colega de trabalho, se bem que ele tinha saído para fumar numa área interna do prédio, um andar acima de onde fica o escritório, o que seria o terraço. Justamente quando o colega não estava se deu o fato que conto aqui. A campainha toca e por um momento pensei que fosse o colega que havia esquecido a chave e por isso precisava tocar a campainha. Ao espiar no olho mágico, vi que era uma das funcionárias da limpeza, pois o prédio tem 3 ou 4 porteiros e mais alguns tantos da faxina, sendo que esses geralmente se revezam na limpeza dos andares. Essa que estava tocando a campainha era uma que devia ter uns 55 anos na aparência, loira de cabelos longos, bem falante. E por ser bem falante, em outras ocasiões quando vinha limpar nosso escritório, já havia dito algumas coisas da sua vida, como que tinha filho casado, até na expectativa de ser avó em breve, etc. Mas, ainda assim, chamava atenção da galera masculina (e até a feminina, essa com comentários invejosos, rsrsrs) a boa forma que ela mostrava ao vir de jeans justo ou até aqueles leggings de academia, esses naturalmente justíssimos. Assim, sempre havia um ou outro colega mais tarado, falar que daria em cima, mesmo que tivesse idade para ser mãe de muitos do escritório. Sinceramente, não era o meu caso até que…
Bem, abri a porta e ela perguntou se alguém havia achado um brinco, pois havia perdido o seu e naquela altura do dia, já para ir para casa, resolvia perguntar nos locais que havia ido durante a dia, assim achava que podia ter sido na limpeza do nosso escritório durante a manhã. Não pude deixar de arregalar o olho logo que ouvi, pois eu tinha achado um brinco!
“- Brinco? Sim, achei um no corredor logo que eu cheguei!”, disse eu, vendo o tal brinco logo que cheguei, depois do intervalo do almoço. Até havia perguntado a todos colegas para ver se era de alguém, mas ninguém havia se acusado. Ela abriu um sorriso de orelha a orelha e pediu para ver se era o dito-cujo, assim pedi para que me acompanhasse até minha mesa, porque eu havia guardado numa das gavetas da minha mesa. Ao pararmos junto a mesa, que ficava na última sala, após atravessar o tal corredor onde havia achado, tirei da gaveta e pus sobre a mesa. O sorriso dela que já era largo, pareceu ficar maior ainda quando viu o brinco, rsrsrs. No impulso até me abraçou e falou gracejando que me compraria um chopp no bar que ficava a poucas quarteirões do escritório, famoso por todos irem para lá nas happy hour. “- Ah é assim?”, pensei e não resisti em conseguir outra ‘recompensa’, rsrsrs...de tanto ouvir comentários sobre a roupa dela, não consegui deixar de dar uma ’discreta’ espiada com o canto do olho: vestia legging preta, e não tinha como deixar de reparar na bunda, no contorno bem visível da calcinha-tanguinha que parecia querer atravessar o tecido da legging, rsrsrs…junte-se a isso, o fato de que na gaveta onde havia guardado o brinco, estava um preservativo que sempre levo comigo, principalmente quando vou para a faculdade. E ao me dar conta disso, a ideia foi quase que instantânea: “- Dispenso o chopp! Mas você pode me pagar de outro jeito, sem gastar dinheiro”, falando já tirando o preservativo da gaveta e largando em cima da mesa. Claro que ela não esperava por aquilo, tanto que congelou por um instante, mas daí sorrindo disse: “- Rapazinho, acho que sou mais velha que tua mãe, mas se não se importar com isso”…se eu me importava com isso? Dei um passo na direção dela, a segurei pelo braço para levar até junto a mesa, enquanto pousava a mão na buceta, acariciando gentilmente.
“- O XXXXX (o colega que estava comigo naquele dia) está fumando lá em cima, por isso vai ser uma rapidinha”, disse já tirando o pau já meio duro após baixar o zíper da calça. Ela entendeu rápido a situação, tanto que já se debruçava com os antebraços sobre o tampo da mesa, enquanto eu me posicionava atrás, puxava o legging e a calcinha para baixo. Mal afastava as polpas da bunda e já guiava o pau para dentro da gruta da coroa. E dê-lhe bombar aquela xota apertada com vontade e gozar antes do colega chegar até para evitar flagra, rsrsrs. E assim foi nos poucos minutos, no vai-e-vem, bombando, até que veio o gozo…
Ela, dando uma piscada de olho, irônica, ao arrumar a calcinha e a calça: “- Já acabou? Então tá paga minha dívida”. E foi bom que tenha sido assim, porque enquanto se dirigia à porta da frente, o colega entrava...quando ela saiu, falei-lhe do brinco, daí ele disse: “- Se fosse eu, ia querer a xereca da velha”
Foto 1 do Conto erotico: Brinco da sorte


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


256382 - Entregas para o irmão e a mãe do meu colega - Categoria: Coroas - Votos: 13
254537 - Consulta com a tia dentista - Categoria: Coroas - Votos: 15
245024 - Que mundo pequeno! - Categoria: Coroas - Votos: 14
173987 - Coroa de biquíni - Categoria: Coroas - Votos: 37

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico s.c.c.

Nome do conto:
Brinco da sorte

Codigo do conto:
258609

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
04/04/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
1