Vanuza tinha vinte e seis anos e um corpo que parecia ter sido esculpido para provocar suspiros. Morena de pele quente, 1,69 de pura curva, coxas grossas e firmes que se moviam com um balanço natural, e uma bunda redonda, empinada, que preenchia qualquer legging como se o tecido tivesse sido feito sob medida para ela. Seus seios eram cheios, mas o que realmente chamava atenção era a cintura fina que descia até aquele quadril largo — o tipo de silhueta que fazia os homens virarem a cabeça sem querer. Ela sabia. E ultimamente, gostava de usar esse conhecimento. Tudo começou quando ela decidiu voltar a malhar depois da gravidez. Roupas mais justas, tops cropped, shorts que mal cobriam metade da coxa. Na Smart Fit, uma das franquias mais conhecidas do país, ela se movimentava com uma lentidão calculada: alongamentos mais profundos, agachamentos que faziam o tecido esticar, olhares discretos para os espelhos. O marido, Rafael, de 27 anos, notava tudo. Ele nunca dizia nada diretamente, mas Vanuza via o brilho nos olhos dele quando ela chegava suada em casa. Por isso, quando ele sugeriu contratar um personal trainer “para ajudar no shape”, ela aceitou com um sorriso inocente. O nome dele era Ricardo. Branco, alto — quase 1,90 —, corpo esculpido por anos de academia séria. Peito largo, braços definidos, abdômen marcado. Tinha trinta e poucos e um jeito calmo, profissional, que contrastava com o volume evidente entre as pernas quando usava calça de moletom. Vanuza percebeu na primeira sessão. E ele percebeu que ela percebeu. Nas aulas, ela começou a se exibir. Nada escancarado. Só um shortinho um pouco mais curto, uma posição que fazia a bunda empinar mais, um gemidinho baixo ao fazer esforço. Ricardo corrigia sua postura com as mãos firmes na cintura dela, e Vanuza sentia o calor subir. Dois meses depois, Ricardo saiu da Smart Fit e abriu o próprio estúdio particular, um espaço pequeno e moderno num prédio discreto na zona sul. Vanuza marcou uma “aula experimental” sem avisar ninguém. Vestiu o shortinho de lycra preta mais curto que tinha — daqueles que sobem e marcam tudo. Sem calcinha. Nada. A bucetinha já úmida roçava direto no tecido a cada passo. Chegou ao estúdio às oito da noite. O lugar estava vazio, só ela e ele. — Que bom que você veio, Vanuza — disse Ricardo, fechando a porta atrás dela com um clique suave. — Vamos começar leve hoje? Ela sorriu, inocente por fora, safada por dentro. — Pode ser pesado também, professor. Eu aguento. O aquecimento foi puro veneno. Até que Ricardo não aguentou mais. — Tira esse short — ordenou ele, voz rouca. Ela obedeceu devagar. A bucetinha apareceu lisinha, inchada, brilhando de tesão. Ricardo a colocou sobre o banco de supino, abriu suas coxas grossas e se ajoelhou. O oral veio voraz: língua grossa deslizando entre os lábios molhados, chupando o clitóris inchado com pressão perfeita, dois dedos grossos entrando e saindo enquanto ele sugava. A bucetinha dela pulsava quente na boca dele, escorrendo melado. Vanuza gozou forte, tremendo, gemendo alto. Logo depois ela se ajoelhou, puxou a calça dele e engoliu o pau de 22 cm com fome, babando, engasgando, olhando pra cima com olhos de puta completa. Ricardo a levantou, colocou de quatro no banco e meteu pela primeira vez. Devagar no começo, sentindo aquela bucetinha quente, apertada e molhada engolir centímetro por centímetro. — Isso, professor… tô treinando direitinho? — gemeu ela, voz manhosa, empinando mais a bunda. — Tá sentindo como a aluna tá molhadinha pra você? Ricardo acelerou. Estocadas fundas, ritmadas. A bucetinha dela apertava o pau dele a cada metida, quente, escorregadia, pulsando em volta da grossura toda. — Ai, caralho… professor… que pau gostoso… me fode mais forte… Ele puxou o cabelo dela, virou de lado, uma perna levantada. Metia agora de lado, mais fundo, a coxa grossa tremendo. A bucetinha dela fazia barulho molhado a cada estocada, mel escorrendo pelas coxas. — Isso… professor… alonga essa aluna safada… ai, porra, tá me abrindo toda… Ricardo a virou de frente, colocou as duas pernas dela sobre os ombros e meteu forte em posição missionária profunda. O banco rangia. Ele via de perto: a bucetinha inchada, vermelha, brilhando, engolindo o pau inteiro e soltando mais mel a cada retirada. — Goza pra mim, Vanuza… — rosnou ele. Ela explodiu, buceta pulsando forte, esguichando quente no pau dele. — Meu marido é um corno… — sussurrou ela rápido, entre gemidos, só um flash. Sem parar, ele tirou ela do banco, encostou na parede, levantou uma perna e meteu de pé, forte e rápido. Os seios dela balançavam, a bucetinha apertava mais ainda nessa posição. — Professor… me fode contra a parede… tô aprendendo a aguentar carga pesada… ai, que delícia… Depois ele sentou no banco e puxou ela por cima. Vanuza sentou de frente, cavalgando devagar no começo, depois quicando com força, bunda batendo nas coxas dele. A bucetinha dela descia até o fundo, apertava, subia molhada, brilhando. — Olha eu montando no professor… tô treinando o quadril direitinho? Tá gostando da aluna rabuda? Ela girou de costas, virou cowgirl reversa, rebolando e quicando sem parar. Ricardo dava tapas fortes na bunda empinada. — Isso… professor… me dá mais treino… tapa nessa bunda… ai, caralho, tô gozando de novo… Ricardo virou ela de quatro de novo, segurou a cintura fina e meteu com tudo, estocadas brutais, suado. A bucetinha dela agora estava inchada, vermelha, escorrendo porra e mel, pulsando sem parar. — Goza pra mim, sua aluna puta — rosnou ele. Vanuza explodiu pela terceira vez, buceta apertando forte, esguichando enquanto gritava: — Meu marido é um corno… — gemeu rápido de novo, só mais um segundo de humilhação. Ricardo enterrou até o fundo e gozou longo, jatos quentes e grossos enchendo ela até transbordar, escorrendo pela bucetinha inchada e pelas coxas grossas. Eles ficaram ali, ofegantes, suor pingando. Vanuza virou o rosto, sorriu maliciosa, sentindo a porra dele escorrendo. — Amanhã tem mais aula, professor… a aluna ainda precisa de muito treino. E olha… vou recomendar você pra minha amiga Laisa... Ela também vai adorar os “serviços” extras que você oferece. Ricardo riu, tirando aquele mastro de dentro dela. — Você é perigosa, Vanuza. Ela piscou. — Você nem imagina...
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