Nas sessões seguintes, o flerte virou algo mais pesado. Ricardo a fodia no banco de supino, contra o espelho, no tatame… Cada vez mais intenso. Vanuza confessava entre gemidos: — Eu te amo, Ricardo… tô apaixonada. Não quero mais aquele pintinho do Rafael. Sou tua puta agora. Enquanto isso, Rafael viajava para uma vistoria técnica longa numa fazenda isolada no Tocantins. Vanuza mal respondia as mensagens dele. Seu corpo e sua mente pertenciam ao personal. Na segunda-feira à tarde — um dia antes do retorno previsto do marido —, Vanuza mandou a mensagem: “Meu corno tá no Tocantins até amanhã. Vem foder tua vagabunda chifradeira na casa dele hoje? Quero teu pau na cama que eu durmo com ele. Tô louca de saudade, amor. Te amo.” Ricardo chegou às 14h30. Vanuza abriu a porta quase nua: top cropped branco transparente, mamilos duros marcando, shortinho vermelho de lycra tão curto que a bunda empinada ficava praticamente toda à mostra. Sem calcinha. A bucetinha lisinha já pingava de tesão. Assim que ele entrou, ela se jogou nos braços dele. Ricardo agarrou ela pela cintura fina, deu um tapa forte na bunda e rosnou no ouvido: — Sua puta casada safada… já tá molhada feito uma cadela só de me ver, né? Vagabunda chifradeira do caralho. O corno tá lá no Tocantins trabalhando como um idiota e você abre as pernas pra mim na sala dele. Que vadia nojenta você virou. Ele a jogou no sofá, abriu as coxas grossas com força e enterrou a boca na buceta encharcada. Chupava voraz, língua grossa lambendo o clitóris inchado, sugando os lábios carnudos, dedos fodendo ela fundo. — Porra, que buceta gulosa e traidora… — ele cuspiu entre as pernas dela. — Já escorrendo toda pra mim. Teu marido deve ter um pintinho ridículo pra você ficar assim de tesão pra outro homem. Sua vagabunda chifradeira. Vanuza empurrava a cara dele mais fundo, gemendo: — Ai, Ricardo… me xinga… eu amo ser tua puta… te amo tanto… Nesse momento, a chave girou devagar na porta. Rafael tinha acelerado toda a vistoria no Tocantins — trabalhou dia e noite pra voltar um dia antes e fazer surpresa. Assim que abriu a porta, ouviu os gemidos da esposa e o barulho molhado da boca do personal devorando ela. Em vez de entrar, ele fechou a porta em silêncio, tirou os sapatos e se escondeu atrás da porta entreaberta do corredor. Tremendo, sem coragem de interromper. O pau pequeno começou a endurecer enquanto ele assistia. Ricardo levantou-se, tirou a roupa. O pau de 22 cm pulou pra fora, grosso e veioso. Vanuza se ajoelhou como uma puta desesperada, engolindo ele até o fundo da garganta, babando, engasgando, lágrimas escorrendo. — Olha só pra você… — Ricardo agarrou o cabelo dela com força e fodeu a boca dela. — Engolindo pau alheio na sala do teu marido. Que puta casada nojenta. Teu corno acha que você é a esposa fiel e você tá aqui babando no meu pau como uma vadia barata. Vanuza tirou o pau da boca só pra gemer: — Eu te amo… amo teu pau… o dele é um pintinho inútil… nunca mais quero ele me tocando… Ricardo deu um tapa leve no rosto dela e rosnou: — Cala essa boca de vadia mentirosa. Você não merece falar de amor. Merece é levar rola na buceta que o corno acha que é dele. Traidora safada. Ele a colocou de quatro no sofá, cuspiu na bucetinha e meteu tudo de uma vez. Estocadas fundas, as bolas batendo forte na carne molhada. A bunda empinada tremia a cada metida. — Toma no cu, sua puta casada… — grunhia ele, dando tapas fortes na bunda. — Rebola pra mim, vagabunda. Mostra como você coloca chifre no teu marido sem piedade. Essa buceta agora é minha. Teu corno é um idiota manso e você é a vadia que abre as pernas pra mim nas costas dele. Vanuza empinava mais, rebolando contra ele, voz suja e apaixonada: — Me fode mais forte, amor… me xinga… eu amo ser tua puta… meu marido é um fracasso… pauzinho pequeno, goza rápido, nem me chupa… só penso em você metendo em mim… Rafael, escondido, via cada estocada. A bucetinha da esposa esticada ao máximo, mel escorrendo pelas coxas grossas. Ele apertava o pau pequeno, humilhado, mas incapaz de sair. Ricardo puxou o cabelo dela pra trás com força, arqueando as costas, e acelerou: — Olha como você geme feito uma cadela no cio… Teu marido deve se sentir um homem quando te fode. Coitado do corno. Ele nem imagina que a esposa dele é uma vagabunda chifradeira viciada em pau grande. Eu te fodo melhor que ele nunca vai conseguir, sua puta traidora. Vanuza gozou pela primeira vez gritando, buceta apertando forte, esguichando quente no pau dele. — Aaaai, Ricardo… gozei… te amo… me humilha mais, por favor… Ele não parou. Virou ela de lado, uma perna grossa no ar, metendo ainda mais fundo. A bucetinha inchada fazia barulho molhado a cada estocada. — Goza de novo, sua vadia nojenta… — rosnou ele. — Goza pensando que teu marido tá lá no Tocantins enquanto eu tô aqui destruindo a buceta que ele acha que é dele. Você é uma puta patética, Vanuza. Apaixonada por rola alheia na própria casa. Vanuza gozou pela segunda vez, tremendo, lágrimas de prazer. Ricardo sentou no sofá e puxou ela por cima. Vanuza cavalgou com fome, quicando forte, bunda batendo nas coxas dele. — Quica, sua vadia traidora… — ele ordenou, dando tapas nos seios. — Mostra pro professor como você ama colocar chifre. Diz pra mim que você não quer mais o pintinho do teu marido. — Eu não quero mais… — ela gemeu, rebolando loucamente. — Só quero teu pau… te amo, Ricardo… sou tua puta pra sempre… vou continuar chifrando ele pra você… Ele a virou de costas, cowgirl reversa, segurando a cintura e metendo por baixo com força. Depois levantou ela, encostou contra a parede (bem ao lado da foto do casamento) e fodeu de pé, uma perna dela enrolada na cintura dele. — Toma, sua puta casada vagabunda… — grunhia ele no ouvido dela. — Leva pau grande na casa do corno manso. Imagina se ele chegasse agora e te visse assim… gemendo feito uma cadela pra mim. Você ia gozar ainda mais, né sua chifradeira safada? Vanuza choramingava de prazer: — Me fode… me enche… te amo tanto… Ricardo acelerou brutalmente e gozou fundo, jatos grossos enchendo ela até transbordar. Porra escorrendo pelas coxas grossas, pingando no chão da sala. Enquanto ainda estava dentro dela, ele sussurrou rouco: — Você é minha agora, Vanuza. Uma puta casada vadia que prefere trair o marido do que ser fiel. E você ama ser humilhada, não ama, sua vagabunda? — Amo… — ela respondeu, beijando ele com paixão verdadeira. — Sou tua puta… tua vagabunda chifradeira… te amo de verdade. Dois dias depois, a tensão na casa estava insuportável. Na noite de sexta, Vanuza decidiu que não dava mais para fingir. Estavam os dois sozinhos na sala quando Rafael, com a voz baixa e trêmula, quebrou o silêncio: — Eu vi tudo, Vanuza. Vi você com ele… no sofá. Vi você gemendo, vi você chupando ele, vi você falando que meu pau é ridículo, que você finge orgasmo comigo… Vi ele gozando dentro de você. Eu estava escondido no corredor aquele dia. Vi tudo. Vanuza ficou em silêncio por alguns segundos longos. Depois se aproximou devagar, sentou ao lado dele no sofá e pegou a mão dele. Sua voz saiu suave, quase arrependida: — Amor… me desculpa. De verdade. Eu nunca quis te machucar assim. Você é um bom marido, me dá tudo, cuida de mim… Eu te amo, Rafael. Mas… eu não consigo largar ele. Ela respirou fundo, olhos marejados, mas o tom era sincero: — Eu tô apaixonada pelo Ricardo. O jeito que ele me fode, o tamanho, a força, o jeito que ele me domina… Meu corpo não responde mais pra você. Eu tento, mas não consigo fingir mais. Quando você me toca, eu penso nele. Me desculpa por te humilhar tanto… mas eu não consigo parar. Eu preciso dele. Rafael ficou quieto por um longo tempo, o rosto vermelho de vergonha e dor. Finalmente, com a voz quase sumindo, ele murmurou: — Se você não consegue largar… então continua. Ele apertou a mão dela de leve. — Continua fodendo com ele. Eu… eu aceito. Só não me abandona. Eu prefiro ver do que perder você. Vanuza piscou, surpresa com as palavras dele. Um sorriso lento e safado surgiu no rosto dela. Ela se inclinou e deu um beijo leve na bochecha do marido. — Sério, amor? Você quer mesmo que eu continue? Rafael assentiu, humilhado, mas com o pau pequeno já latejando dentro da calça. — Quero. Naquela mesma noite, Vanuza contou tudo para Ricardo. Eles saíram os três para um bar discreto na zona sul. Vanuza vestiu um vestido curto preto, bem justo, que marcava as coxas grossas e a bunda empinada. Sentou no colo de Ricardo quase o tempo todo, beijando o pescoço dele, rindo alto das piadas, passando a mão na coxa dele por baixo da mesa. Rafael ficava sentado ao lado, quieto, pagando todas as bebidas e a conta do bar. De vez em quando Vanuza olhava para o marido e sussurrava com um sorrisinho: — Tá tudo bem, amor? Tá gostando de ver sua esposa agindo como namorada dele? Rafael só balançava a cabeça, vermelho, excitado e destruído ao mesmo tempo. Quando o bar fechou, Ricardo chamou um Uber e disse para Rafael: — Você segue a gente de carro. Vamos pro motel. E você paga o quarto. No motel de luxo, o quarto era amplo, com cama king size e um sofá confortável de lado. Assim que entraram, Ricardo puxou Vanuza pela cintura e começou a beijá-la com fome, como se Rafael nem estivesse ali. Vanuza correspondia com paixão, gemendo na boca dele, mãos abrindo o cinto do personal. Rafael sentou no sofá, em silêncio, assistindo. Ricardo tirou o vestido dela devagar, deixando Vanuza só de calcinha fio-dental. Depois tirou a própria roupa, o pau grosso de 22 cm já duro e latejando. Sentou na beira da cama e mandou: — Vem, minha putinha. Mostra pro teu marido como você chupa quando tá apaixonada de verdade. Vanuza se ajoelhou entre as pernas de Ricardo e engoliu o pau com devoção. Babava muito, descia fundo até engasgar, olhava pra cima com olhos brilhantes de puta. De vez em quando virava o rosto para Rafael e dizia, voz rouca: — Olha como eu chupo ele, amor… nunca chupei você assim, né? Desculpa… mas eu amo esse pau. Não consigo largar ele. Rafael assistia calado, mão tremendo sobre a própria calça. Ricardo puxou ela pelo cabelo, colocou Vanuza de quatro na cama, bem de frente para o sofá, e meteu devagar, centímetro por centímetro, até enterrar tudo. — Isso… toma meu pau na frente do teu corno manso — rosnou ele, começando a estocar ritmadamente. — Diz pra ele o que você sente de verdade. Vanuza empinava a bunda grossa, gemendo alto a cada metida fundo: — Ai, Ricardo… me fode… eu te amo… Desculpa, Rafael, mas eu não consigo mais viver sem isso. Teu pau é pequeno demais… ele me abre toda, me faz gozar de verdade… Eu tentei parar, mas não consigo. Me desculpa, amor… Ricardo acelerou, dando tapas fortes na bunda empinada. O barulho molhado da bucetinha enchia o quarto. Vanuza gozou pela primeira vez gritando, corpo tremendo, esguichando quente nas coxas dele. — Goza pra mim, sua vadia apaixonada — grunhiu Ricardo. — Mostra pro corno como você goza de verdade quando tem um pau grande. Depois ele virou ela de lado, uma perna grossa no ar, metendo mais fundo ainda, olhando para Rafael de vez em quando com um sorriso dominador. No final, Ricardo sentou na cama e deixou Vanuza cavalgar. Ela quicava com força, bunda batendo nas coxas dele, seios pulando, gemendo sem parar: — Te amo, Ricardo… teu pau é perfeito… me enche toda… Vanuza olhou para o marido enquanto cavalgava: — Amor… me desculpa por tudo… mas eu amo ele. Quero continuar assim. Você aceita, né? Aceita ver sua esposa sendo fodida por outro homem? Rafael, com a voz embargada, pau pequeno na mão e lágrimas nos olhos, respondeu baixinho: — Aceito… continua… fode com ele. Ricardo sorriu vitorioso. Colocou Vanuza de quatro novamente, segurou a cintura fina e meteu com tudo, estocadas brutais. Vanuza gritava de prazer. No final, ele enterrou até o fundo e gozou longo, jatos grossos enchendo a bucetinha dela até transbordar. Porra branca escorria pelas coxas grossas enquanto Vanuza gozava pela terceira vez, tremendo inteira. Quando terminaram, Vanuza deitou no peito de Ricardo, beijando ele carinhosamente, enquanto Rafael continuava sentado no sofá, calça molhada, destruído e excitado. Vanuza olhou para o marido com um sorriso doce e cruel ao mesmo tempo: — Obrigada por aceitar, amor. Amanhã a gente pode repetir… se você pagar o motel de novo. Rafael baixou a cabeça e murmurou: — Tá bom… E assim o novo arranjo começou de verdade. Vanuza vivia apaixonada pelo personal, saía com ele como namorada, fodia com ele sempre que queria — e Rafael, o corno manso, ficava de lado, pagando as contas, assistindo tudo em silêncio, aceitando seu novo papel na vida da mulher que ainda amava.
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Puta que pariu ! Imagino quantos maridos passam por isso, ter uma esposa gostosa puta em casa.
Eu chamei o amante da minha esposa pra morar com a gente. Foi melhor coisa que fiz, adoro ver ela fodendo !
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