Lucas tinha acabado de completar 14 anos e morava na mesma rua desde criança. A vizinha, Júlia, tinha 23 anos e sempre foi o sonho secreto dele. Ela era alta, morena, com corpo curvilíneo, seios grandes e uma bunda redonda que ele não conseguia deixar de olhar quando ela passava de shortinho.
Numa tarde quente de sexta-feira, Lucas foi até a casa dela depois de ela ter convidado pelo WhatsApp: “Vem jogar videogame aqui em casa. Tô sozinha.”
Ele chegou animado, controle na mão, mas assim que entrou na sala, Júlia trancou a porta e sorriu de um jeito diferente.
— Hoje você só vai jogar se me obedecer primeiro — disse ela, mordendo o lábio inferior.
Lucas riu, achando que era brincadeira.
— Tá bom… o que eu tenho que fazer?
Júlia se aproximou devagar, tirou a blusa fina e ficou só de sutiã preto rendado. Depois abriu o botão do short jeans e deixou ele cair no chão. Por baixo, ela usava uma calcinha fio-dental preta.
— Você vai chupar meu pau.
Lucas piscou, confuso.
— Quê?
Júlia puxou a calcinha para baixo devagar. Quando o tecido desceu, um pau grosso, semi-duro, saltou para fora. Era enorme. Pelo menos 22 centímetros, veias marcadas, cabeça rosada e pesada, balançando levemente entre as pernas dela.
Lucas deu um passo para trás, olhos arregalados.
— Caralho… você… você tem pau?
— Surpreso? — Júlia segurou o membro com uma mão e deu uma leve sacudida. Ele já começava a endurecer. — Eu sou travesti, Lucas. E eu sei que você fica olhando pra minha bunda faz tempo. Hoje você vai provar o que eu tenho entre as pernas.
O coração dele batia forte. O choque era grande, mas junto veio uma curiosidade proibida e um calor estranho na barriga. Ele nunca tinha imaginado algo assim, mas o pau dela era tão grande, tão grosso… e estava ficando completamente duro na frente dele.
— Eu… eu nunca fiz isso — murmurou ele, voz rouca.
— Eu sei. Por isso vai ser gostoso te ensinar. De joelhos.
Lucas hesitou alguns segundos, mas a excitação venceu o medo. Ele se ajoelhou no tapete da sala. Júlia se aproximou, segurando a base do pau enorme e batendo levemente a cabeça grossa contra os lábios dele.
— Abre a boca, garoto.
Ele abriu. A cabeça do pau dela entrou devagar, quente, com gosto levemente salgado. Era grande demais para caber fácil. Lucas sentiu os lábios esticados ao máximo enquanto tentava chupar.
Júlia gemeu baixinho e segurou a cabeça dele com as duas mãos.
— Isso… chupa devagar primeiro. Usa a língua na cabeça… isso, assim…
Lucas começou a mover a cabeça, chupando o quanto conseguia. O pau dela pulsava na boca dele, ficando cada vez mais duro e babado. Ele sentia o cheiro forte de pau limpo e o peso pesado contra a língua. Aos poucos foi tomando coragem, chupando mais fundo, mesmo quando sentia ânsia.
— Caralho, que boquinha gostosa… — Júlia gemia, fodendo devagar a boca dele. — Você tá chupando meu pau tão bem pra primeira vez…
Depois de uns minutos, Júlia tirou o pau da boca dele, brilhando de saliva.
— Vira de quatro no sofá.
Lucas obedeceu, nervoso e excitado. Júlia se ajoelhou atrás dele, puxou o short dele para baixo junto com a cueca. O pauzinho dele (bem menor que o dela) estava duro como pedra.
Ela abriu as nádegas dele e, sem aviso, passou a língua quente direto no cuzinho rosado.
— Ahhh! — Lucas gemeu alto, surpreso com o prazer.
Júlia lambeu com vontade, circulando o anel apertado, enfiando a ponta da língua dentro. O garoto tremia, gemendo sem controle. Depois ela cuspiu no dedo e enfiou devagar o primeiro, depois o segundo dedo no cuzinho virgem dele.
— Tá gostando, né? — perguntou ela, movendo os dedos em tesoura, abrindo ele aos poucos.
— Sim… porra… tá gostoso pra caralho… — Lucas confessou, voz embargada de prazer, empinando mais a bunda.
Ela ficou uns minutos chupando o cuzinho dele e dedando fundo, acertando a próstata até ele quase gozar só com isso.
Finalmente Júlia parou, deu um tapa leve na bunda dele e disse:
— Agora você pode jogar videogame… mas só depois que eu gozar na sua boca.
Ela sentou no sofá, pernas abertas, o pau de 22cm latejando, todo babado.
Lucas, ofegante e com o cuzinho piscando, voltou a se ajoelhar entre as pernas dela. Dessa vez chupou com mais fome, subindo e descendo a boca no pau enorme, usando as mãos na base enquanto Júlia gemia cada vez mais alto.
— Isso… chupa meu pau… vou gozar na sua boca, garoto…
Com um gemido rouco, Júlia segurou a cabeça dele e gozou forte. Jatos grossos e quentes de porra encheram a boca de Lucas. Ele engoliu o que pôde, o resto escorrendo pelos cantos dos lábios enquanto o pau dela pulsava.
Quando terminou, Júlia sorriu, acariciando o cabelo dele.
— Boa boca. Agora pega o controle… e fica pelado. Quem perder a próxima partida vai ter que aguentar o pau inteiro na bundinha .
Lucas pegou o controle, pau duro, cuzinho ainda latejando, já imaginando o que viria depois.