Laura estava de shortinho curto e uma regata fina, sem sutiã, os mamilos marcando o tecido. Ela preparava café como se nada tivesse acontecido, mas quando o viu, abriu um sorriso safado.
— Bom dia, irmãozinho... dormiu bem depois de me encher de porra?
Matheus se aproximou por trás, segurou a cintura dela e beijou seu pescoço. Laura inclinou a cabeça e gemeu baixinho.
— Laura... ontem foi loucura. A gente não pode continuar assim com todo mundo em casa.
Ela virou de frente, segurou o pau dele por cima do moletom e apertou.
— Pois eu quero continuar. E muito. — Ela o beijou com fome, a língua invadindo a boca dele enquanto esfregava o corpo contra o seu. — A casa é grande. Vamos ser espertos.
Passaram a manhã inteira transando pela casa. Primeiro no banheiro: Laura sentou na pia, abriu as pernas e Matheus a comeu de frente, olhando no espelho enquanto metia fundo. Depois na lavanderia: Laura ficou de quatro sobre a máquina de lavar, gemendo alto enquanto ele segurava o cabelo dela e dava estocadas fortes.
No meio da tarde, estavam no quarto dela. Laura estava de bruços, a bunda empinada. Matheus lambia a boceta dela por trás, enfiando a língua fundo enquanto ela rebolava contra o rosto dele.
— Aaaah... assim... chupa a buceta da sua irmã... que boca gulosa...
De repente, ouviram o barulho do portão da garagem. O coração de Matheus quase parou.
— Merda! Eles voltaram mais cedo! — sussurrou ele.
Laura riu baixinho, virou de lado e puxou o pau dele para perto da boca.
— Então termina rápido... ou não termina.
Ela abriu a boca e engoliu o pau quase todo. A boca quente e molhada chupava com vontade: subia e descia, a língua girando na cabeça, uma mão massageando as bolas. Matheus gemia baixo, segurando a cabeça dela.
— Laura... caralho... tá chupando tão gostoso...
Ela tirou o pau da boca só para falar, babando:
— Goza na minha boca, Matheus. Quero engolir tudo do meu irmãozinho.
Matheus voltou a meter na boca dela, agora mais rápido. O som molhado enchia o quarto. Laura gemia enquanto chupava, os olhos olhando para cima cheios de tesão.
Ouviram vozes lá embaixo: papai falando com mamãe, Sofia rindo. Eles estavam entrando em casa.
O perigo só aumentou o tesão. Matheus segurou o cabelo de Laura com mais força e fodeu a boca dela. Ela engasgou um pouco, mas não parou.
— Vou gozar... Laura... aaaah...
Jatos grossos explodiram na boca da irmã. Laura engoliu tudo, sugando até a última gota. Um pouco de porra escorreu pelo canto da boca. Ela limpou com o dedo e lambeu, sorrindo.
— Delícia... agora desce antes que eles subam.
Matheus se arrumou rápido e desceu. Carla e Roberto estavam na sala. Sofia, com short jeans curto e cropped, abraçou o irmão.
— Saudade de você, irmão.
Laura desceu logo depois, já recomposta, mas com um brilho safado nos olhos quando olhou para ele.
O resto da tarde foi normal por fora: jantaram juntos, conversaram sobre a viagem. Mas por baixo da mesa, Laura esfregava o pé na perna de Matheus, e ele não conseguia parar de olhar para Sofia, que parecia mais crescida e gostosa do que lembrava.
À noite, quando todos foram dormir, Laura mandou uma mensagem: “Meu quarto. Agora.”
Matheus entrou em silêncio. Laura estava nua na cama, de quatro, a bunda empinada para ele.
— Rápido e safado — sussurrou ela. — Quero você me fodendo enquanto todo mundo dorme do lado.
Matheus tirou a roupa, beijou a bunda dela, deu uma lambida longa na boceta molhada e posicionou o pau. Entrou de uma vez, fundo.
Laura mordeu o travesseiro para abafar o gemido:
— Uuuuhhh... isso... me fode, irmão... mete gostoso...
Começou devagar, depois mais rápido. O som molhado ecoava baixo no quarto. Mudaram de posição: viraram de lado, ele levantou uma perna dela e meteu de conchinha, apertando os seios grandes. Depois virou ela de costas, abriu bem as pernas e meteu com força, olhando nos olhos dela.
Laura gozou primeiro, o corpo tremendo, a boceta apertando forte:
— Tô gozando... aaaahhh... não para...
Matheus não parou. Quando sentiu que ia gozar, tirou o pau e gozou forte nos seios e na barriga dela, jatos grossos e quentes cobrindo a pele macia.
Laura passou os dedos na porra, levou à boca e lambeu, gemendo de prazer.
Estavam os dois ofegantes quando ouviram passos leves no corredor. Alguém tinha parado perto da porta.
Laura sorriu, ainda suja da porra do irmão, e sussurrou:
— Acho que Sofia ouviu a gente agora... eu vi ela olhando para a porta quando subi. Ela estava com uma cara estranha... curiosa. Talvez a nossa irmã caçula tenha escutado os gemidos da irmã mais velha sendo comida pelo irmão.
Laura passou a mão na coxa de Matheus.
— Quer que eu descubra se ela também quer brincar com o irmãozinho
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