Julia conta a Lucas comi foi descoberta

Depois de gozar na boca de Lucas, Júlia se recostou no sofá, ainda nua, o pau grande e semi-duro descansando sobre a coxa grossa. Lucas estava ajoelhado entre as pernas dela, lábios inchados, um fio de porra ainda escorrendo do canto da boca. Ele limpou com as costas da mão, respirando pesado, e olhou para cima com uma mistura de vergonha e curiosidade queimando nos olhos.
— Júlia… posso perguntar uma coisa? — murmurou ele, voz rouca.
Ela sorriu preguiçosamente e passou os dedos pelo cabelo dele.
— Pode. Depois dessa boquinha que você me deu, pode perguntar o que quiser.
Lucas engoliu em seco, ainda olhando para o pau dela, que começava a endurecer de novo só com o olhar dele.
— Como… como você se descobriu travesti? Tipo… quando percebeu que gostava disso?
Júlia deu uma risadinha baixa e puxou ele para cima, fazendo-o sentar no sofá ao lado dela. Os dois estavam completamente pelados agora. Ela segurou o próprio pau com uma mão e deu uma leve bombeada enquanto falava.
— Eu sempre soube que era diferente. Desde os 13, 14 anos eu me sentia mais menina por dentro. Comecei roubando roupa da minha irmã mais velha, experimentando maquiagem escondido… mas o pau sempre foi uma coisa que eu não conseguia ignorar. Eu gostava dele. Gostava de ver ele crescer, de tocar nele pensando em garotos. Aos 17 eu já me vestia de mulher quando meus pais não estavam em casa.
Ela fez uma pausa, olhando para Lucas com um sorriso safado.
— Mas a primeira vez que alguém descobriu foi foda. Eu tinha 19 anos. Tava sozinha em casa, de peruca loira, vestido curto, meia 7/8 e salto. Eu tava no quarto me masturbando bem gostoso, gemendo como uma vadia, quando minha prima mais velha, a Camila, entrou sem bater. Ela me pegou no flagra: eu de quatro na cama, dedo no cu, pau duro babando no lençol, gemendo “me fode, me fode”.
Lucas sentiu o próprio pau dar um pulo só de imaginar a cena.
— E aí? — perguntou ele, curioso.
— Ela ficou parada na porta, chocada. Depois começou a rir. Disse que sempre suspeitou. Aí ela falou que não ia contar pra ninguém… mas que eu ia ter que fazer uma coisa pra ela guardar segredo. Me chantageou na hora. Mandou eu continuar me masturbando enquanto ela gravava com o celular. Depois me obrigou a chupar o dedo dela fingindo que era pau. No final, ela sentou na cama, tirou a calcinha e mandou eu comer ela. Disse que se eu comesse bem, ela não contava pra família.
Júlia riu, relembrando.
— Eu tava apavorada, mas também loucamente excitada. Comi a prima dela inteira. Chupei a buceta dela até ela gozar duas vezes na minha boca. Depois ela virou de quatro e mandou eu enfiar meu pau nela. Eu gozei tão rápido que foi vergonhoso. Mas ela gostou. A partir daí virou rotina. Toda vez que os pais saíam, ela me chamava pro quarto dela, me vestia como puta, me fazia chupar e depois me comia. Foi assim que eu descobri que adorava ser usada. Uns meses depois eu comecei a me assumir de verdade. Hormônios, silicone nos peitos… e o pau eu nunca quis tirar. Adoro ele grande assim.
Lucas estava de pau duro novamente, ouvindo tudo.
— E você… gostou de ser chantageada?
— No começo foi medo. Depois virou tesão. Ser obrigada me deixava molhada… quer dizer, me deixava com o pau babando — corrigiu ela, rindo.
Júlia então pegou o controle do videogame e jogou no colo dele.
— Agora chega de papo. Vamos jogar. Quem perder… vai ter que aguentar o que o outro quiser.
Eles começaram a jogar. Lucas tentava se concentrar, mas era quase impossível. Júlia estava pelada ao lado dele, pernas abertas, o pau de 22cm semi-duro balançando toda vez que ela se mexia. De vez em quando ela passava a mão na coxa dele ou roçava o pau no braço dele de propósito.
O jogo foi tenso. Lucas ganhou uma partida, Júlia ganhou a seguinte. No final, terminou empatado.
Júlia largou o controle e sorriu maliciosamente.

— Empate. Que chato… significa que ninguém perdeu. Mas eu ainda tô com vontade.
Ela se inclinou e deu um beijo molhado na boca de Lucas, enfiando a língua e sentindo o gosto da própria porra que ainda estava ali.
— Amanhã você volta aqui depois das 18h. Sem desculpas. Eu vou te esperar de lingerie nova. E dessa vez eu não vou ser boazinha. Vou comer essa bundinha virgem bem devagar até você implorar pra eu parar… ou pra eu não parar nunca mais.
Lucas sentiu um arrepio forte. O cuzinho dele ainda latejava da dedada que tinha levado mais cedo.
— Tá bom… eu volto — respondeu ele, voz tremendo de excitação.
Júlia deu um tapa leve na bunda dele enquanto ele se vestia.
— Ótimo. E traz essa boquinha treinada. Quero ver se amanhã você consegue engolir mais fundo.
Lucas saiu da casa dela com as pernas fracas, pau ainda meio duro dentro da cueca e a cabeça cheia de imagens do que ia acontecer no dia seguinte.
Ele mal podia esperar.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico servodetrans

Nome do conto:
Julia conta a Lucas comi foi descoberta

Codigo do conto:
259135

Categoria:
Travesti

Data da Publicação:
11/04/2026

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