O delegado, homem forte e autoritário de 48 anos, ajoelhou-se imediatamente assim que Júlia deixou o robe cair. Seus olhos brilharam ao ver o pau de 22 cm já inchado e pesado balançando na frente dele.
Lucas agarrou o próprio pau com força, boca seca. “Caralho… ele vai mesmo…” pensou, sentindo o sangue pulsar nas veias.
Júlia segurou o cabelo grisalho do delegado e enfiou o pau grosso na boca dele sem piedade. O homem abriu os lábios ao máximo, babando como um animal enquanto chupava. Sons molhados e engasgos ecoavam pelo quarto. Júlia fodia a garganta dele fundo, bolas batendo no queixo.
— Engole meu pau, delegado. Na delegacia você manda, aqui você é só um buraco pra meu pau.
Do outro lado do espelho, Lucas soltou um gemido baixo e involuntário. Seu pau estava tão duro que doía. Ele começou a se masturbar rápido, olhos vidrados, sentindo uma mistura louca de ciúme, tesão e fascínio. “Porra… olha como ele chupa… tá engolindo quase tudo…”
Júlia jogou o delegado de quatro na cama, cuspiu várias vezes no cuzinho dele e posicionou a cabeça grossa do próprio pau. Empurrou devagar. O delegado soltou um gemido gutural, quase um grito, quando o pau de 22 cm começou a abrir seu cu.
— Ahhh… senhora… tá rasgando… tá muito grosso… — choramingou ele, corpo tremendo inteiro.
Lucas sentiu as pernas fraquejarem mesmo sentado. Seus olhos estavam arregalados, boca aberta. Ele acelerou a punheta, respirando pesado. Ver centímetro por centímetro do pau enorme de Júlia desaparecendo no cu do delegado era a coisa mais safada que ele já tinha visto na vida. “Meu Deus… tá entrando tudo… ele tá levando inteiro…”
Quando Júlia enterrou o pau até o fundo, bolas pesadas coladas na bunda do homem, ela não deu tempo para ele se acostumar. Segurou a cintura dele com força e começou a foder com brutalidade selvagem. Estocadas longas, fundas e violentas. O som molhado de carne contra carne era alto e obsceno. O pau dela entrava e saía quase todo, abrindo o cu do delegado a cada investida.
— Toma meu pau no cu, seu puto de merda! — rosnava Júlia, dando tapas fortes na bunda dele. — Geme mais alto! Imagina se seus policiais te vissem assim… de quatro, gemendo feito uma puta enquanto eu te arrombo.
O delegado gemia como uma puta desesperada, empinando a bunda para receber mais fundo, suor escorrendo pelo corpo musculoso. Seu próprio pau pingava pré-gozo sem ser tocado.
Lucas estava em êxtase. O corpo inteiro tremia. Ele batia punheta com força, gemendo baixo, olhos fixos na cena. “Porra… olha como ela mete… tá destruindo ele… eu nunca vi nada assim…” Uma onda de tesão tão forte tomou conta dele que sentiu as bolas apertarem.
Júlia acelerou ainda mais, metendo com fúria, o pau entrando e saindo brilhando de lubrificação. O delegado babava no lençol, gemendo sem controle.
— Eu vou gozar… vou encher esse cu de leitinho! — avisou Júlia com voz rouca.
Ela enterrou o pau até o talo e gozou violentamente. Jatos grossos, quentes e abundantes de porra explodiram dentro do cu do delegado. Ele sentiu cada pulsação, cada jato quente invadindo suas entranhas. O homem gozou logo em seguida sem tocar no pau, jorrando forte no lençol enquanto gritava de prazer.
Lucas gozou no mesmo instante com tanta força que soltou um gemido alto, jatos grossos espirrando na própria barriga, no peito e até na coxa. Seu corpo inteiro convulsionava na poltrona, olhos revirando de prazer enquanto via o leitinho branco escorrendo do cu aberto e vermelho do delegado.
Júlia tirou o pau devagar, deixando um fio grosso de porra escorrer do buraco dilatado. Depois mandou o delegado limpar o pau dela com a boca. Ele chupou obedientemente, lambendo cada gota.
Quando o delegado saiu, Júlia foi até o quarto secreto. Encontrou Lucas ofegante, suado, coberto de porra, olhos ainda vidrados.
Ela sorriu safada, sentou no colo dele e lambeu um pouco de porra do peito dele.
— Gostou de ver sua namorada arrombando o cu do delegado?
Lucas, ainda tremendo, voz rouca e entrecortada, respondeu:
— Foi… a coisa mais safada… mais intensa… da minha vida. Eu gozei só de ver ela metendo nele… Quero ver mais. Quero ver tudo.
Júlia mordeu o lábio dele com força.
— Então vamos marcar o próximo. E dessa vez vou fazer ainda mais safado pra você.
Lucas apertou a bunda dela, pau já começando a endurecer novamente contra a coxa dela.
— Por favor…
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