Sofia, de 19 anos, vestia apenas uma camisola fina de algodão que mal cobria as coxas. Seus cabelos estavam soltos e o rosto corado pelo álcool e pela cena que acabara de presenciar. Seus olhos não conseguiam se desviar do ponto onde os corpos de Laura e Matheus se uniam.
Laura saiu devagar do pau do irmão, um fio grosso de porra escorrendo pela coxa dela. Ela não se cobriu. Em vez disso, virou-se de frente para Sofia, os seios ainda marcados pelo vestido desarrumado.
— Querida... você não conseguiu dormir com tanto barulho, né? — perguntou Laura com a voz rouca e provocante.
Sofia engoliu em seco. Seus mamilos estavam visivelmente duros sob a camisola fina.
— Eu... eu ouvi vocês gemendo desde a varanda. Depois vi quando vocês entraram aqui. Não consegui ficar lá fora.
Laura se aproximou de Sofia e segurou gentilmente o queixo dela, levantando seu rosto.
— Você quer provar também, maninha? Quer sentir o que eu senti?
Sofia hesitou apenas por um instante. O álcool e a curiosidade que vinha crescendo desde que ouvira os gemidos na noite anterior falaram mais alto. Ela assentiu devagar.
Laura sorriu e puxou Sofia para mais perto de Matheus. A caçula parou diante do irmão, os olhos baixos. Matheus segurou o rosto dela com carinho e a beijou pela primeira vez de verdade. O beijo começou tímido, mas logo ficou mais profundo quando Sofia abriu a boca e deixou a língua dele entrar.
Enquanto os dois se beijavam, Laura se posicionou atrás de Sofia, levantou a camisola dela e começou a acariciar os seios pequenos e firmes da irmã. Sofia gemeu baixinho contra a boca de Matheus.
— Aaaah...
Laura sussurrou no ouvido de Sofia:
— Tira a camisola. Deixa ele ver você.
Sofia obedeceu, tirando a peça pela cabeça. Seu corpo jovem e torneado ficou completamente nu: seios médios com mamilos rosados, cintura fina e uma boceta depilada, já brilhando de excitação.
Matheus admirou a irmã caçula por um momento antes de se ajoelhar. Ele abriu as pernas dela com delicadeza e lambeu a boceta virgem e molhada. Sofia soltou um gemido agudo e surpresa, segurando a cabeça do irmão.
— Aaaah... Matheus... que delícia...
A língua dele explorava cada centímetro: circulava o clitóris inchado, descia até a entrada apertada e voltava a sugar o pequeno botão. Sofia tremia, os gemidos ficando mais altos e desesperados.
— Hmm... hmm... assim... chupa minha bucetinha, irmão... por favor...
Laura se ajoelhou ao lado de Matheus e começou a chupar o pau dele novamente, preparando-o para a irmã. A boca experiente subia e descia enquanto Matheus continuava devorando Sofia.
Depois de alguns minutos, Sofia não aguentava mais. Suas pernas tremiam.
— Eu quero... quero sentir você dentro de mim...
Matheus se levantou, virou Sofia de frente para a bancada e posicionou o pau na entrada dela. Entrou devagar, centímetro por centímetro, sentindo a boceta apertada e quente da irmã caçula engolindo ele.
Sofia soltou um gemido longo e rouco:
— Uuuuhhh... tá me abrindo toda... devagar...
Quando ele estava todo dentro, começou a se mover com cuidado no início, depois com mais ritmo. Laura ficou ao lado, beijando Sofia e apertando os seios dela enquanto ele metia.
— Aaaah... assim... mais fundo... fode sua irmã caçula... caralho...
Ela gozou primeiro, o corpo inteiro tremendo violentamente, a boceta apertando o pau de Matheus em espasmos fortes. Matheus não resistiu e gozou logo depois, enchendo a boceta virgem de Sofia com porra quente.
Os três ficaram abraçados, suados e ofegantes, tentando recuperar o fôlego.
Laura beijou a testa de Sofia e sussurrou:
— Bem-vinda à família, maninha.
Mas o momento de calmaria durou pouco. Passos leves se aproximaram pelo corredor. Alguém estava descendo as escadas.
Os três se olharam em pânico. Sofia ainda estava nua no colo de Matheus, a porra escorrendo entre suas pernas.
A porta da cozinha começou a se abrir devagar...
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