Se você leu o primeiro episódio, já sabe o que aconteceu na minha sala depois da aula.
Eu, a professora de Literatura de 34 anos, acabei sendo arrombada pelo meu aluno Lucas de 19 anos em cima da mesa. Gozei tanto que minhas pernas tremeram.
Voltei pra casa com a buceta inchada, a calcinha molhada de porra dele e o cheiro do sexo ainda no corpo. Meu marido — que também é professor aqui na mesma escola e dá aula na sala ao lado da minha — me beijou na porta como se nada tivesse acontecido. Eu sorri, respondi o beijo… mas só conseguia pensar no pau grosso do Lucas me fodendo sem dó.
No dia seguinte, eu tentei me controlar.
Cheguei na faculdade com a blusa mais fechada, saia mais comprida. Mas quando entrei na sala e vi Lucas sentado na terceira fila, me olhando com aquele sorriso safado, minha calcinha já começou a molhar de novo.
Durante a aula eu mal conseguia me concentrar. Toda vez que eu olhava pra ele, lembrava da sensação dele metendo fundo em mim. Meu corpo traía. Os mamilos endureciam contra o sutiã, a buceta latejava.
No final da aula, enquanto os alunos saíam, ele ficou sentado.
Quando a sala ficou vazia, ele se levantou, fechou a porta e veio andando devagar até minha mesa.
— Professora… ontem foi foda.
Eu tentei manter a voz firme:
— Lucas, isso não pode virar hábito. Meu marido dá aula na sala ao lado… e sua namorada também estuda aqui na escola.
Ele sorriu, parou bem perto de mim e falou baixinho:
— Eu sei. Mas ontem você não estava pensando no seu marido quando eu te enchia de porra, né?
Meu coração acelerou. Eu sabia que estava perdendo o controle de novo.
Ele não esperou permissão. Puxou minha cadeira, me virou de costas pra ele e levantou minha saia. A calcinha já estava encharcada. Ele passou o dedo por cima do tecido e riu:
— Caralho, professora… você tá pingando só de me ver.
Eu tentei protestar, mas saiu um gemido fraco quando ele puxou a calcinha pro lado e enfiou dois dedos de uma vez na minha buceta molhada.
— Shhh… deixa eu te ajudar a relaxar — ele sussurrou no meu ouvido enquanto os dedos entravam e saíam rápido.
Eu me apoiei na mesa, mordendo o lábio pra não gemer alto. Ele tirou os dedos, abriu o zíper e encostou a cabeça do pau grosso na minha entrada.
— Me fala que você quer — ele provocou.
Eu não aguentei.
— Me fode, Lucas… me fode agora.
Ele meteu tudo de uma vez. Forte, fundo, sem piedade. A mesa balançava enquanto ele me comia por trás. Eu gemia baixo, tentando não fazer barulho:
— Isso… assim… mais forte… me arromba, aluno safado…
Ele segurava minha cintura com força, batendo o quadril contra minha bunda. O som molhado da buceta dele entrando e saindo enchia a sala. Ele puxou meu cabelo, inclinou minha cabeça pra trás e mordeu meu pescoço:
— Você é minha putinha agora, professora. Mesmo com seu marido e minha namorada aqui na escola.
Eu gozei primeiro, tremendo inteira, apertando o pau dele com a buceta. Ele continuou metendo até gozar logo depois, enchendo minha buceta de porra quente mais uma vez.
Quando terminamos, eu estava ofegante, gozo escorrendo pela minha coxa, blusa aberta, óculos tortos.
Ele deu um tapa leve na minha bunda e disse sorrindo:
— Amanhã tem terceira aula particular?
Eu só consegui responder com a voz rouca:
— …Tem.
servodetrans