Beatriz, com seus 42 anos bem vividos, sabia exatamente o que tinha acontecido na noite anterior. Ela havia visto e ouvido tudo. Com um sorriso predatório, esperou o momento perfeito. Por volta das dez da manhã, quando Laura e Sofia subiram para tomar banho juntas no quarto de cima, Beatriz desceu silenciosamente e encontrou Matheus sozinho na sala de TV, sentado no sofá.
Ela apareceu usando um robe de seda preto curto, que mal cobria as coxas grossas e deixava o decote generoso à mostra. Seus cabelos morenos longos caíam soltos sobre os ombros, e o olhar era direto, faminto.
— Bom dia, sobrinho — disse ela com a voz rouca e baixa, fechando a porta da sala atrás de si com um clique suave. — Dormiu bem depois da festinha na piscina?
Matheus sentiu o corpo inteiro reagir. O pau dele endureceu quase instantaneamente só com o tom da voz dela. Beatriz se aproximou devagar, parando bem na frente dele. Sem pedir permissão, ela abriu o robe devagar, revelando que estava completamente nua por baixo. Os seios grandes e pesados, a cintura ainda marcada e os quadris largos e voluptuosos brilhavam sob a luz que entrava pela janela.
— Ontem eu só assisti... — continuou ela, passando a mão devagar no peito nu de Matheus, descendo até a barriga. — Hoje eu quero participar. E eu gosto de comandar, sobrinho.
Ela empurrou Matheus contra o sofá com firmeza e subiu em cima dele, montando em seu colo. O robe caiu completamente no chão. Beatriz segurou o rosto dele com as duas mãos e o beijou com fome, a língua invadindo a boca do sobrinho enquanto rebolava devagar contra o pau dele, que já estava duro dentro da bermuda.
— Tia... — murmurou Matheus entre o beijo, mas Beatriz colocou o dedo indicador sobre os lábios dele, silenciando-o.
— Shhh. Hoje você vai aprender como uma mulher madura gosta de ser fodida de verdade.
Ela desceu beijando o pescoço dele, o peito definido, a barriga, até ajoelhar no chão entre as pernas de Matheus. Puxou a bermuda para baixo com um movimento rápido e o pau grosso e duro saltou livre, pulsando na frente do rosto dela. Beatriz sorriu satisfeita, os olhos brilhando.
— Que lindo... bem maior e mais grosso do que eu imaginava.
Ela segurou o pau com a mão quente e começou a masturbar devagar, olhando fixamente nos olhos dele. Depois lambeu toda a extensão, da base até a cabeça inchada, circulando a língua na glande brilhante de pré-gozo. Matheus soltou um gemido baixo, segurando o sofá com força.
— Caralho, tia... que boca gostosa...
Beatriz abriu a boca e engoliu o pau devagar, centímetro por centímetro, até quase chegar ao fundo da garganta. A boca quente, úmida e experiente chupava com maestria: subia e descia ritmadamente, a língua pressionando a parte de baixo, uma mão massageando as bolas pesadas. De vez em quando ela tirava o pau da boca só para provocá-lo:
— Goza na boca da sua tia... eu quero engolir cada gota que meu sobrinho tiver pra me dar.
Matheus não aguentou muito tempo. Segurou o cabelo dela com as duas mãos e fodeu sua boca com estocadas curtas e profundas. Beatriz gemeu ao redor do pau, incentivando, os olhos lacrimejando de prazer. Quando sentiu o pau pulsar forte, ela engoliu fundo e Matheus gozou com força, jatos grossos e quentes descendo direto pela garganta dela.
Beatriz engoliu tudo sem derramar uma gota, chupando até a última pulsação. Depois lambeu o pau inteiro, limpando-o com a língua, e olhou para cima com um sorriso vitorioso e safado.
— Delícia... você tem um gosto bom, sobrinho. Quente e grosso.
Mas ela não tinha terminado. Levantou-se, virou de costas para Matheus e empinou a bunda generosa e redonda.
— Agora é minha vez. Me come como você comeu suas irmãs. Quero sentir esse pau fundo na minha buceta madura.
Matheus se levantou, segurou os quadris largos de Beatriz e meteu de uma vez, enterrando tudo na boceta quente e molhada da tia. Ela soltou um gemido rouco e longo, arqueando as costas.
— Aaaahhh... isso... mete fundo nessa buceta que já viu de tudo... caralho, que pau bom!
Ele começou a estocar com força, as bolas batendo contra a bunda dela. Beatriz rebolava para trás, encontrando cada investida, os gemidos graves e intensos enchendo a sala:
— Mais forte... caralho... fode sua tia... me usa como quiser... aaaah...
Eles mudaram de posição várias vezes. Primeiro de lado no sofá, com Beatriz levantando uma perna alta enquanto Matheus metia fundo, apertando os seios grandes e pesados dela. Depois ela montou nele novamente, cavalgando com vontade, os seios balançando pesados na frente do rosto do sobrinho. Matheus chupava os mamilos enquanto ela quicava cada vez mais rápido.
— Vou gozar... aaaahhh! — gritou Beatriz, tremendo violentamente enquanto o orgasmo a invadia, a boceta apertando o pau dele em contrações fortes.
Matheus não aguentou mais. Deu mais algumas estocadas profundas e gozou pela segunda vez, enchendo a boceta da tia com mais porra quente e abundante.
Os dois ficaram abraçados no sofá, suados, ofegantes e satisfeitos. Beatriz beijou a boca dele com carinho e sussurrou:
— Você é bom... mas ainda tem muito que aprender. Hoje à noite quero você no meu quarto. E acho que suas irmãs também vão querer participar dessa vez.
Enquanto se vestiam rapidamente, ouviram vozes vindas da escada. Laura e Sofia desciam, rindo baixinho de algo.
Beatriz sorriu maliciosamente para Matheus, ajustando o robe.
— A família está ficando cada vez mais unida... e Lucas ainda nem entrou no jogo direito. Mas isso vai mudar em breve.
Matheus sentiu um arrepio percorrer a espinha. A casa grande estava se transformando rapidamente em um verdadeiro ninho de desejos proibidos, e ele não via a hora de ver até onde isso iria chegar.
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